rainha Carlota Joaquina

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

rainha Carlota Joaquina

Mensagem por Vitor mango em Ter Out 13, 2009 10:42 am

interessante que o Google apanhou paleio do Vagaliberdade
e ainda la encontrei esta prosa


Assunto: D. João VI era homossexual ! Seg Jan 21, 2008 6:36 pm
Nas comemorações do bicentenário da chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil, 21 de janeiro, uma revelação bombástica:

D. João VI era homossexual !

Segundo relatos da época, “O rei D.João VI era masturbado pelo seu favorito, o Tenente General Francisco Rufino!”

A revelação é do Grupo Gay da Bahia na exposição HOMOSSEXUALIDADE NA CORTE DE D.JOÃO VI”, onde são tirados do armário seis ilustres personagens da história pátria: quatro gays e duas lésbicas, todos vivendo na Corte do Rio de Janeiro. Entre elas, a Imperatriz Leopoldina, que trocou ternas cartas de amor com sua dama de companhia. De lambuja são citados também dez “castrati” que cantavam na corte real, cuja sexualidade continua enigmática.

Alguns historiadores salientaram o lado negativo de D.João VI: gordo, feio, devorador de franguinhos, covarde, “corno manso”, despreparado para ser rei. Outros resgataram sua prudência e habilidade política, como pioneiro da modernização do Brasil, fundador de nossa primeira universidade, do Banco do Brasil e da indústria nacional.

Diversos ilustres viajantes, inclusive sua nora, a Imperatriz Leopoldina, destacaram a grande bondade e amabilidade do filho da Rainha Louca: generoso, sensível, coração mole. Certa vez, de dentro de sua carruagem, ouvindo os gritos de uma escrava sendo açoitada, alforriou-a intempestivamente para livrá-la das chibatas de seu senhor.

A conturbada vida conjugal de D. João VI com Carlota Joaquina foi um dos capítulos mais explorados em sua biografia: desde a noite de núpcias, com a violenta mordida na orelha real desferida pela feia donzela espanhola, passando pelos seus nove filhos, dos quais quando menos cinco são atribuídos a aventuras extra-conjugais da “Messalina de Portugal”, Carlota Joaquina, incluindo esta inconfidência do respeitado historiador potiguar, Tobias Monteiro, senador, chefe de Gabinete de Rui Barbosa e Secretário do Presidente Campos Sales, portanto, cidadão acima de qualquer suspeita, que no seu livro História do Império (1939), diz com todas as letras: “O rei D.João VI era masturbado pelo seu favorito, o Tenente General Francisco Rufino de Souza Lobato”.

E acrescenta que ao ser surpreendido em pleno ato homoerótico pelo Padre Miguel, capelão da Fazenda de Santa Cruz, local de repouso e férias da família real, ao divulgar ter testemunhado atos de intimidade homoerótica entre o Rei e seu favorito, este sacerdote foi prontamente exilado para Angola.

O favorito de D. João VI, Francisco Rufino, além da patente militar, teve carreira avantajada: de criado da casa real, foi elevado a Barão e Visconde de Vila Nova da Rainha, sendo a pessoa de maior confiança do monarca: era seu guarda-roupa, porteiro da Real Câmara, encarregado do manto real, “tesoureiro do bolsinho”, guarda de suas jóias e tapeçarias. Um versátil “factótum”.

Alem de D. João VI e de seu favorito Tenente Coronel Francisco Rufino, a exposição “HOMOSSEXUALIDADE NA CORTE DE D.JOÃO VI” tirou do armário e mostra a cara do Ministro dos Negócios, Marinha e dos Domínios Ultramarinos, o 5º Conde de Galveas, João de Almeida de Melo e Castro, (1756-1814), apelidado depreciativamente de “Dr. Pastorinhas” por D.Carlota Joaquina, sua concorrente na disputa dos serviços sexuais de “brejeiros e vagabundos” do porto do Rio de Janeiro. Foi o fundador do primeiro laboratório químico no Brasil.

Duas resolutas mulheres da Corte Joanina são apontadas como lésbicas nas principais coletâneas internacionais dedicadas ao amor sáfico: a Imperatriz Leopoldina e sua dama de companhia, a inglesa Maria Graham, cuja coleção de cartas revela seus profundos sentimentos amorosos. Leopoldina de Habsburgo, retratada pelos biógrafos como possuidora de aparência masculina e hábitos varonis, assim escreveu à amiga inglesa: “Nenhuma pessoa do mundo será capaz de me forçar a deixar de vos ver diariamente e dizer de viva voz, que sou, para toda a vida, vossa amiga afetuosa e dedicada...”

Segundo o historiador Luiz Mott, da Universidade Federal da Bahia, autor do livro O Lesbianismo no Brasil (1987), “o amor romântico entre mulheres no século XIX era tão reprimido pela moral vitoriana, que muitas vezes não passou de uma espécie de masturbação literária ou epistolar. Mesmo sendo obrigadas a se casar, há forte indícios que muitas mulheres célebres, como a Rainha Maria Antonieta, a rainha Cristina da Suécia, e a própria Imperatriz Leopoldina, foram adeptas do “amor que não ousava dizer o nome.”

Outro célebre homossexual vivendo na Corte Real de D. João VI a partir de 1816 foi o músico austríaco Sigismund Neukomm, aluno predileto de Haydn, compositor, organista virtuose, teórico, critico, regente, professor inclusive do jovem D. Pedro I, o qual segundo uma de nossas as principais experts na historia musical do Brasil, a profa. Cleofe Person de Mattos, “só não teve melhor carreira no império Habsburgo por ser homossexual.” Neukomm foi quem primeiro transcreveu as modinhas brasileiras como tema musica clássica. Uma contribuição fundamental de um gay para o cancioneiro nacional.

D.João VI foi grande amante e mecenas da música erudita, tanto que contratou diversos castrati italianos, aos quais pagava com verba de seu próprio “bolsinho” dez destes eunucos são citados na tese de doutorado de Alberto José Vieira Pacheco: Cantoria Joanina: A prática vocal carioca sob influência da corte de D. João VI, castrati e outros virtuoses, (Unicamp, 2007). Muito embora não se saiba ainda qual a orientação sexual destes mutilados sexuais, por suas roupas, maquiagens e maneirismos, vestindo-se de mulher nos palcos e cantando com voz feminina, os castrati eram fatalmente identificados na época com a cultura gay.

Segundo o Presidente do Grupo Gay da Bahia, Marcelo Cerqueira, “esta exposição tem como objetivo resgatar a presença da homossexualidade na história do Brasil, dos palácios reais às senzalas e quilombos, quebrando o complô do silêncio contra o amor unissexual. Nosso lema continua sendo daí aos gays o que é dos gays, e D. João VI está na nossa lista!”

Relação dos homossexuais da Corte Joanina:

1. D.João VI

2. Tenente Coronel Francisco Rufino de Souza Lobato
3. Conde de Galveas
4. Imperatriz Leopoldina
5. Maria Graham
6. Sigismund Neukomm


http://www.athosgls.com.br/noticias_visualiza.php?contcod=22486
avatar
Vitor mango

Pontos : 107606

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: rainha Carlota Joaquina

Mensagem por Joao Ruiz em Ter Out 13, 2009 4:14 pm


Carlota Joaquina de Bourbon.Rainha de Portugal, Infanta de Espanha,
Princesa do Brasil, Imperatriz honorária do Brasil


"Para realizar o projecto chamado de Floridablanca, pelo qual se conseguiria uma aliança duradoura entre Espanha e Portugal, foi assinado um tratado que estabelecia dois casamentos entre infantes espanhóis e portugueses: a Espanha daria ao príncipe Dom João a princesinha Carlota e Portugal Dona Mariana Vitória irmã de Dom João ao Príncipe Dom Gabriel, filho do Rei Carlos III.

Na época destes acordos, Dona Carlota tinha 8 anos e Dona Mariana 15. Esses casamentos levaram dois anos para se consumarem e só ocorreram após a assinatura do "tratado" entre a Rainha Maria Vitória de Portugal e o Rei Carlos III de Espanha.

Em 17 de março de 1785, o Conde de Louriçal, ministro português na corte de Madrid, pediu a mão de Dona Carlota, em nome de Dom João e o Conde Fernan Nunes, embaixador espanhol em Lisboa, pediu a mão da infanta portuguesa Dona Mariana Vitória, em nome do príncipe Dom Gabriel.

Carlota teve de submeter-se aos chamados "exames públicos" para o acordo matrimonial, quando respondeu durante 4 dias, cerca de uma hora por dia, a perguntas sobre religião, geografia, história, gramática, língua portuguesa, espanhol e francês.

A apresentação dos dois casais aconteceram no dia 8 de Maio de 1775, na cidade portuguesa de Vila Viçosa na fronteira com a Espanha. No dia seguinte, o casamento foi aceite pela Igreja, através da benção dada por um cardeal. Os festejos duraram quatro dias, com a realização de torneios e touradas durante o dia: à noite havia reuniões musicais, que na época se chamavam "serenins", bailes e representações líricas.

Durante esses festejos, numa das noites em núpcias, a princesa Carlota agrediu o marido, mordendo-lhe fortemente a orelha e atirando-lhe à cara um castiçal . Depois desse episódio, foi feito uma adenda ao contrato nupcial, permitindo que Dona Carlota pudesse ter a sua primeira relação sexual com o marido aos 14 anos, podendo voltar atrás caso assim ela quisesse ou seja: se ela quisesse fazer sexo antes dos 14 anos, poderia.

Um certo Padre, José Agostinho de Macedo, imprimiu uns folhetos contando esse caso da noite de núpcias, de forma brincalhona e sarcástica, com o titulo "O gato que cheirou e não comeu" (...) A princesa, indignada com o escrito, mandou despi-lo e açoitá-lo nas nádegas, em praça pública e aplicar-lhe uma "seringadela" de pimenta do reino no seu clérigo traseiro. Depois ordenou que o soltassems nu, no Bairro das Marafonas. O Padre José Agostinho foi socorrido por uma atriz cômica do Teatro da Rua dos Condes, Maria da Luz que depois veio a ser amante do vigário humilhado.

O matrimónio do par real, é claro que foi um fracasso. A vida sexual do casal só começou realmente cinco anos depois, quando Carlota menstruou pela primeira vez."

*********************

A mulher era quase horrenda, ossuda, com uma espádua acentuadamente mais alta do que a outra, uns olhos miúdos, a pele grossa que as marcas de bexiga ainda faziam mais áspera, o nariz avermelhado. E pequena quase anã, claudicante (…) uma alma ardente, ambiciosa, inquieta, sulcada de paixões, sem escrúpulos, com os impulsos do sexo alvoroçados.

(Octávio Tarquínio de Sousa, História dos Fundadores do Império do Brasil.)

lol!
avatar
Joao Ruiz

Pontos : 32035

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: rainha Carlota Joaquina

Mensagem por Vitor mango em Qua Out 14, 2009 1:14 am


O matrimónio do par real, é claro que foi um fracasso. A vida sexual do casal só começou realmente cinco anos depois, quando Carlota menstruou pela primeira vez."

No Brasiul fornicaqva com tudo que tivesse o pincel a postes
Quando o Rei descobriu o pincelador ordenava que o mesmo fosse afastado 400 km da tenta çao
mas...quando entra na pincelada um preto aí as coisas afinaram grosso ja que o Rei ordenou ao mesmo que ele fosse nomeado governador do Banco do Brasil
O banco do Brasil é assim mais velho que o banco de Portugal
Masi
A carlota foi a primeira madame a tomar banho em Copacabana
E era bem vista pelos pretos ditos negros ... que lhe dedicaram varios nomes regionais
Feia que nem um bode e com pelos que lhe nasceram eriçados como cerdas disseram-me que o termo
Oh Lacerda ..Olha as cerdas ...bla bla teriam nascido daqui

Pi.uta a te dizer basta tentou depois tudo o que pode fazer para liquidar politicamente o marido quando sentiu que tinha dioreito ao reino das castelas

No meio desta malta uns cornudos ( O King ) Outros fornicadores de 1ª aguas como o Pedro Príncipe que quando via uma madame a jeito a convidava para a cama sem peias nem meias peias
Pois...
Salvou-se uma princesa austriaca que foi buscada a Austria e que sendo de uma beleza impara se apaixonou loucamente pelo Pedro apesar deste depois de ter passado a febre andava ja no engate noutros locais
A paixao da jovem rainha era tamanha que embarcou para a Europa para estar junto do principe
Interessante que houve também uma kovem austríaca que teve a mesma paixão também por um Pedro que morreu mas ai o Pedro ficou de tal modo abalado que morreu de saudades

Toda esta matéria Podem V. Exas consultar na vida sexual dos Reis de Portugal e especialmente num buke chamado
Um império á deriva

Infelizmente os nossos kings republicanos hoje em dia ja nao kekam fora do penico e os media descobrem que eles activam ou nao as pinceladas dentro da constituiçao
avatar
Vitor mango

Pontos : 107606

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: rainha Carlota Joaquina

Mensagem por Vitor mango em Qui Set 06, 2012 9:56 am

amen amen e amen

_________________
Só discuto o que nao sei ...O ke sei ensino ...POIZ
avatar
Vitor mango

Pontos : 107606

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: rainha Carlota Joaquina

Mensagem por Vitor mango em Qui Set 06, 2012 10:03 am

Alguns historiadores
salientaram o lado negativo de D.João VI: gordo, feio, devorador de
franguinhos, covarde, “corno manso”, despreparado para ser rei. Outros
resgataram sua prudência e habilidade política, como pioneiro da
modernização do Brasil, fundador de nossa primeira universidade, do
Banco do Brasil e da indústria nacional.

_________________
Só discuto o que nao sei ...O ke sei ensino ...POIZ
avatar
Vitor mango

Pontos : 107606

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: rainha Carlota Joaquina

Mensagem por Vitor mango em Sex Jan 16, 2015 12:21 pm

amen

_________________
Só discuto o que nao sei ...O ke sei ensino ...POIZ
avatar
Vitor mango

Pontos : 107606

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: rainha Carlota Joaquina

Mensagem por Vitor mango em Seg Abr 25, 2016 1:20 am

amem

_________________
Só discuto o que nao sei ...O ke sei ensino ...POIZ
avatar
Vitor mango

Pontos : 107606

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: rainha Carlota Joaquina

Mensagem por Vitor mango em Qui Mar 23, 2017 1:41 am

amen

_________________
Só discuto o que nao sei ...O ke sei ensino ...POIZ
avatar
Vitor mango

Pontos : 107606

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: rainha Carlota Joaquina

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum