Prostituiçao como ciencia social ( o titulo é meu para atrair as moscas )

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Prostituiçao como ciencia social ( o titulo é meu para atrair as moscas )

Mensagem por Vitor mango em Sex Ago 06, 2010 10:09 am

Terminología


Ao longo da história tem existido uma grande quantidade de termos
tanto para referir à prostituição como às pessoas que a praticam, aos
clientes, aos lugares e às actividades relacionadas. Os diferentes
países de fala hispana usam diferentes termos coloquiales como sinónimo
de prostituta, com maior ou menor ónus negativo, existindo uma grande
quantidade de termos na cada variante dialectal do espanhol, alguns empregados historicamente, e outros ainda em uso.
O termo coloquial mais estendido nos paises de fala hispana para referir a uma prostituta é puta,
palavra que implica uma forte connotación despectiva. De facto, e
devido a que costuma se empregar como insulto, seu uso tem ultrapassado o
da descrição de uma profissão, e em muitos paises se usa para adjetivar
de forma grosseira outro elemento, ao estilo do termo inglês fucking.
Outros termos actuais ou históricos para referir às prostitutas de sexo feminino são "dama de companhia", "cortesana", meretriz, couro, loba...
O termo «loba» como equivalencia de prostituta» vem dos ritos produzidos em fevereiro]] em honra ao deus Fauno Luperco. Eram chamadas lobas ou originalmente lupas as que exerciam a prostituição sagrada com os sacerdotes deste deus, os luperci, no Ara Máxima.
De aqui deriva também «lupanar»,
que se emprega para se referir ao prostíbulo (burdel ou «casa de
citas», isto é, o lugar ao que chegam o cliente a pagar pelos serviços
de uma prostituta).
No caso dos homens pode-se-lhes denominar «prostituto», «chichifo», «chulo» ou «gigoló».
Em Espanha o termo «puto», ainda que inusual, mantém seu significado
original de «prostituto masculino», mas em Iberoamérica usa-se
normalmente para referir-se em sentido homofóbico a qualquer varão homossexual,[5] não necessariamente ao varão que presta serviços sexuais a mudança de dinheiro. Em Espanha usa-se também a palavra chapero para descrever ao prostituto jovem e gay.

História da prostituição


A proxeneta por Dirck vão Baburen (1622)



Origem e antigüedad da prostituição


A prostituição tem sido qualificada eufemísticamente como a
"profissão mais antiga do mundo", já que conhece-se praticamente desde
que existem registos históricos de algum tipo, e em praticamente todas
as sociedades.[6] [7]
Um argumento que discute a antigüedad da prática para além dos registos históricos conhecidos, desde o ponto de vista socioeconómico, afirma que o intercâmbio de favores sexuais a mudança de bens materiais requer de um verdadeiro tipo de acumulación capitalista ou asimetría no acesso a certos recursos, ou bem um diferenciación social, que provavelmente não se deram entre os primeiros grupos humanos até que a tecnologia não rebasó verdadeira ombreira.
No entanto, desde um ponto de vista puramente biológico,
nas últimas décadas a investigação científica tem descoberto exemplos
de atitudes em animais que podem equipararse à prostituição nos seres
humanos: algumas espécies de pingüinos
trocam sexo por pedras adequadas para a construção de ninhos, e entre o
chimpancés anões existe um sistema social bem estabelecido no que,
entre outras interacções, as hembras oferecem sexo a mudança de comida, e
como mecanismo de resolução de conflitos. Assim, tendo em conta que
quase até a Revolução Industrial a economia mundial era basicamente agrária, e que a maior parte dos bens se conseguem por intercâmbio, a expressão sobre a antigüedad da prostituição resulta bastante defendible.
Em qualquer caso, a prostituição tem ido evoluindo junto com as
formas sociais, ainda que tem mantido uma imagem a cada vez mais estigmatizada com o passo do tempo na maioria de culturas.

No mundo antigo


Oriente próximo


Uma das formas mais antigas de prostituição da que existem registos
históricos é a prostituição religiosa, praticada inicialmente em Sumeria. Já desde o século XVIII adC, na antiga Mesopotamia se reconhecia a necessidade de proteger os direitos de propriedade das prostitutas. No Código de Hammurabi acham-se apartados que regulam os direitos de herança das mulheres que exerciam dita profissão[8]
Os antigos historiadores Heródoto e Tucídides documentam a existência em Babilonia da obrigação para todas as mulheres, ao menos uma vez em sua vida, de ir ao santuário de Militta (a Afrodita
grega, ou Nana/Anahita) para praticar sexo com um estrangeiro como
mostra de hospitalidade, a mudança de um pagamento simbólico.
A prostituição estava bem presente a Cerdeña e Sicília, bem como em várias culturas fenicias, nas que se praticava como rito religioso em honra de Astarté. A prática da prostituição estendeu-se por todos os portos do Mar Mediterráneo, provavelmente em asas das expedições comerciais fenicias.
Em História do antigo reino de Israel|Israel]] a prostituição era comum, apesar de estar expressamente proibida pela lei judia. Profetas como Josué e Ezequiel se opunham à mesma com vehemencia. Existia também como forma religiosa no reino de Canaán, com a característica de que uma percentagem significativa de quem a exerciam nos templos eram homens.
A história bíblica de Judá e Tamar (Génesis,
38) proporciona uma representação da prostituição tal como se praticava
na sociedade judia. A prostituta exerce sua oficio ao lado de uma
estrada, esperando aos viajantes. Cobre-se a cara, o que a marca como
uma prostituta disponível (em claro contraste com o costume nas
sociedades de Oriente Médio actuais, nas que as mulheres honestas devem
permanecer com a cara coberta em frente a desconhecidos). Exige como
pago um cordeiro, o que representa um preço bastante elevado em uma
economia eminentemente baseada no pastoreo; só os mais acaudalados
poderiam se permitir pagar quantidades equivalentes por um sozinho
encontro sexual. Ainda que na história a mulher resulta não ser uma
autêntica prostituta, senão Tamar, a nuera viúva de Judah que pretendia
lhe enganar para ficar grávida, o facto de que consiga fingir dita
profissão de forma exitosa permite assumir que ditas costumes eram as
esperables com respeito à prostituição na época.

Grécia clássica


Cliente e prostituta ilustrados em uma copa de vinho do antiga Grécia.


Artigo principal: Prostituição na Grécia Antiga

Na Grécia clássica, a prostituição era praticada tanto por mulheres como por homens jovens. O termo grego para a prostituição é porne, derivado do verbo pernemi (vender), o que tem gerado uma acepción moderna
bem evidente. As prostitutas podiam chegar a ser mulheres independentes
e inclusive influentes. Estavam obrigadas a vestir-se com roupas
distintivas e pagar impostos. Existem certas similitudes entre as hetairas gregas e as oiran japonesas, figuras complexas em uma situação intermedia prostitutas e cortesanas, de forma similar às tawaif indianas. Algumas prostitutas da Grécia Antiga, como Lais de Corinto
ou Lais de Hyccara, eram famosas tanto por sua agradável companhia como
por sua beleza, e cobravam sumas extraordinárias por seus serviços.
Solón fundou o primeiro burdel (oik'iskoi) de Atenas no século VI a. C., e com os benefícios mandou construir um templo dedicado a Aprodites Pandemo (ou Qadesh), deusa patroa de dito negócio. No entanto, o proxenetismo estava terminantemente proibido. Na Chipre]] e Corinto praticava-se um tipo de prostituição religiosa em um templo que contava com mais de um milhar de prostitutas (hierodules, Gr: ιερόδουλες), segundo Estrabón.
A cada categoria especializada de prostituição tinha seu próprio nome: tinha chamaitypa'i, que trabalhavam no exterior (tumbadas); perepatetikes, que encontravam clientes enquanto caminhavam e depois lhos levavam a suas casas para realizar o trabalho; gephyrides, que trabalhavam cerca de pontes. No século V a. C., Ateneo informa-nos de que o preço de um serviço era de um óbolo, um sexto de dracma, o que equivalia ao salário médio de um dia.
A prostituição masculina era comum na Grécia. Geralmente era praticada por jovens adolescentes, um reflito dos costumes pederastas
da época. Os jovens escravos trabalhavam em burdeles em Atenas,
enquanto um rapaz livre que vendesse seus favores se arriscava a perder
seus direitos políticos uma vez atingisse a idade adulta.

Antiga Roma


Na Roma
antiga, a prostituição era habitual e tinha nomes diferentes para as
mulheres que exerciam a prostituição segundo sua estatus e
especialização; por exemplo as cuadrantarias, telefonemas assim por cobrar uma cuadrante (uma miséria); as felatoras, praticantes experientes da felación, etc.
Nessa sociedade, bem como também na antiga Grécia,
as prostitutas comuns eram mulheres independentes e às vezes influentes
que tinham que levar vestidos de cor púrpura que as diferenciaban das
demais mulheres, e que deviam pagar impostos.
Desta maneira, as hetairas gregas eram personagens que em verdadeiro modo são comparáveis às geishas japonesas por sua condição entre prostitutas e cortesanas.

Mesoamérica


Entre os aztecas as prostitutas eram chamadas āhuiyani ‘contente/a, satisfeito/a, feliz’ que provavelmente era uma forma eufemística (do náhuatl āhuiya ou āhuix ‘ter o necessário, estar feliz’). Exerciam ao lado dos caminhos ou em edifícios chamados Cihuacalli, nos que a prostituição estava permitida pelas autoridades políticas e religiosas. Cihuacalli é uma palavra náhuatl que significa "casa das mulheres". As mulheres recebiam mercadorias usables como dinheiro a mudança de favores sexuais, e tinham um baixo estatus social.

Idade Média


A Biblia também faz numerosas referências à prostituição comum.
Na Idade Média a prostituição desenvolveu-se de maneira considerável na Europa]].
Os burdeles eram frequentemente regentados pelos próprios municípios.
A raiz da Reforma e do aparecimento de epidemias de infecções de transmissão sexual no século XVI,
a prostituição viu-se submetida a verdadeiro controle, um controle no
que unicamente três homens podiam ter relações com uma mulher ao dia.

O Renacimiento


Do século XVIII até a actualidade


[[Arquivo:Henri de Toulouse-Lautrec 012.jpg|thumb|200px|Interior de um burdel, pintura de [[Henri de Toulouse-Lautrec[["
Nos Estados Unidos a prostituição foi declarada ilegal em quase todos os estados entre 1910 e 1915. No entanto é um negócio floreciente.
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Re: Prostituiçao como ciencia social ( o titulo é meu para atrair as moscas )

Mensagem por Vitor mango em Sab Jun 02, 2012 8:57 am

amen

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Re: Prostituiçao como ciencia social ( o titulo é meu para atrair as moscas )

Mensagem por Vitor mango em Qui Set 18, 2014 4:26 am

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Re: Prostituiçao como ciencia social ( o titulo é meu para atrair as moscas )

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