Egipto: Mubarak abandona direcção do Partido Nacional Democrático
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Egipto: Mubarak abandona direcção do Partido Nacional Democrático
Egipto: Mubarak abandona direcção do Partido Nacional Democrático
por Marta F. Reis , Publicado em 05 de Fevereiro de 2011 | Actualizado há 1 hora
o fim de uma era no Partido Nacional Democrático. A demissão em bloco da liderança foi noticiada há pouco na televisão estatal egípcia. Segundo as primeiras informações disponíveis, Mubarak mantém-se à frente do país.
Já foi nomeado um novo secretário-geral para o partido, Hossam Badrawi, da ala mais liberal. Mubarak abandona o NDP junto com o seu filho Gamal Mubarak, durante anos visto como o seu sucessor político.
Segundo a Al Jazeera, o anúncio reforçou os apelos à demissão do líder na praça da Liberdade. Omar Ashour, analista político, classificou as mudanças no partido de movimento de "cosmética" que não irá ser suficiente para os manifestantes. "É como tratar um cancro com um par de aspirinas."
Em entrevista à Reuters, Robert Springborg, especialista norte-americano em segurança nacional, lê os acontecimentos no Egipto como uma tentativa do exército para afastar Mubarak do poder. À Lusa, o comandante da zona militar central do Egipto Hasan Lelenouifi disse hoje que os manifestantes podem ficar "para sempe" na praça Tahrir. "Por mim, não tenho nenhum problema. Podem ficar para sempre".
Hoje de manhã Mubarak reuniu com os principais ministros para discutir a estabilização da economia do país. O vice-presidente tinha também agendas novas conversações com a oposição, grupo onde não consta a organização Irmandade Muçulmana.
Numa entrevista publicada pela revista alemã Der Spiegel, o opositor egípcio e prémio Nobel da paz, Mohamed ElBaradei, anunciou que gostaria de debater "de preferência rapidamente" com o Estado-Maior do exército para organizar "uma transição sem derramamento de sangue".
"Gostaria de debater com os chefes do exército, de preferência rapidamente para estudar como poderíamos chegar a uma transição sem derramamento de sangue", explicou ElBaradei.
O ex-chefe da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) regressou recentemente ao Egipto para participar nas manifestações para pedir a queda do regime de Hosni Mubarak, tornando-se rapidamente no rosto da contestação.
por Marta F. Reis , Publicado em 05 de Fevereiro de 2011 | Actualizado há 1 hora
o fim de uma era no Partido Nacional Democrático. A demissão em bloco da liderança foi noticiada há pouco na televisão estatal egípcia. Segundo as primeiras informações disponíveis, Mubarak mantém-se à frente do país.
Já foi nomeado um novo secretário-geral para o partido, Hossam Badrawi, da ala mais liberal. Mubarak abandona o NDP junto com o seu filho Gamal Mubarak, durante anos visto como o seu sucessor político.
Segundo a Al Jazeera, o anúncio reforçou os apelos à demissão do líder na praça da Liberdade. Omar Ashour, analista político, classificou as mudanças no partido de movimento de "cosmética" que não irá ser suficiente para os manifestantes. "É como tratar um cancro com um par de aspirinas."
Em entrevista à Reuters, Robert Springborg, especialista norte-americano em segurança nacional, lê os acontecimentos no Egipto como uma tentativa do exército para afastar Mubarak do poder. À Lusa, o comandante da zona militar central do Egipto Hasan Lelenouifi disse hoje que os manifestantes podem ficar "para sempe" na praça Tahrir. "Por mim, não tenho nenhum problema. Podem ficar para sempre".
Hoje de manhã Mubarak reuniu com os principais ministros para discutir a estabilização da economia do país. O vice-presidente tinha também agendas novas conversações com a oposição, grupo onde não consta a organização Irmandade Muçulmana.
Numa entrevista publicada pela revista alemã Der Spiegel, o opositor egípcio e prémio Nobel da paz, Mohamed ElBaradei, anunciou que gostaria de debater "de preferência rapidamente" com o Estado-Maior do exército para organizar "uma transição sem derramamento de sangue".
"Gostaria de debater com os chefes do exército, de preferência rapidamente para estudar como poderíamos chegar a uma transição sem derramamento de sangue", explicou ElBaradei.
O ex-chefe da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) regressou recentemente ao Egipto para participar nas manifestações para pedir a queda do regime de Hosni Mubarak, tornando-se rapidamente no rosto da contestação.
_________________
Só discuto o que nao sei ...O ke sei ensino ...POIZ


Vitor mango
Re: Egipto: Mubarak abandona direcção do Partido Nacional Democrático
Numa entrevista publicada pela revista alemã Der Spiegel, o opositor egípcio e prémio Nobel da paz, Mohamed ElBaradei, anunciou que gostaria de debater "de preferência rapidamente" com o Estado-Maior do exército para organizar "uma transição sem derramamento de sangue".
tou a ver o filme toddo
O exercito ja controla a soluçao ...agora é so deixar cansar a malta e
...e andar +as pedtradas cansda pah
_________________
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Vitor mango
Re: Egipto: Mubarak abandona direcção do Partido Nacional Democrático
Vá lá!!! Já cortaram o gaz a Israel.

Viriato
Re: Egipto: Mubarak abandona direcção do Partido Nacional Democrático
Viriato escreveu:Vá lá!!! Já cortaram o gaz a Israel.
O imbecil do Ministerio de Israel cujo nome bla bla e com a palin ( burra que nem umas portas ) dignos de figurarem nos quadros de Bronqueiros mores
Ainda nao vai muito tempo ele propunha bombardear um porto do egipto e quando o Mucarak soube mandou-o para cima do carvalho
Agora parece uma barata doida e manda chamar os embaixadores tentando acalmar as cagadas que ...
adiante ...
O meu feeling garante-me que ..
Toda a gente esta a estudar o adversario para que na 1ª passada o atirar borda fora
Não acredito na força Islamica no Egipto por varias razões
Turismo
Vejo muito o canal Travel que se espiolha pelas classes medias baixas e ha um sentimento muito pro ocidente tal como o ha na Turquia
mas
dizia eu
mas ...os erros que alguem faça pode alterar tudo
lembro o general Spinola a quem o PCP pregou uma ganda peta e sAIU com as armas para a rua
A chamada inventona que o obrigou a cavar rapidamente para glaudio do Cunhal
Só que o POVO povao ja nao considerava A URSS o SOL da civilizaçao
Duma coisa tenho a certeza
Obama e a europa nem sequer pensarao duas vezes se alguem tocar no canal de Suez
_________________
Só discuto o que nao sei ...O ke sei ensino ...POIZ


Vitor mango
Re: Egipto: Mubarak abandona direcção do Partido Nacional Democrático
agora mesmo
Tradução de Inglês para Português
comandante do Hamas em Gaza disse que volta depois do Egito jailbreak
Comandante
do Hamas Ayman Nofal, e outros cinco militantes palestinos, foram
detidos na prisão de Abu Zaabal no Cairo, até que foi invadida em
protestos anti-governamentais.
Por Issacharoff Avi e Reuters
Um
comandante do Hamas voltaram para a Faixa de Gaza no sábado, após sair
de uma prisão do Cairo, durante o levante político no Egito, as fontes
do movimento islâmico palestino.
Eles
disseram que Ayman Nofal havia sido preso no Sinai egípcio no início de
2008 por supostamente planejar a realização de um ataque terrorista no
Egito. Segundo a imprensa egípcia, ele
estava armado e era suspeito de caça membros do Fatah de facções rivais
palestinas que fugiram de Gaza vizinhos.
Outros
cinco militantes palestinos que haviam sido detidos na prisão de Abu
Zaabal no Cairo, fizeram o seu caminho de volta para Gaza esta semana,
usando os túneis de contrabando para burlar os controles de fronteira
egípcia.
Na sexta-feira,
informaram fontes de segurança egípcias disseram que um membro do grupo
libanês Hezbollah havia escapado da prisão depois de ser preso por
planejar ataques no Egito.
Sami Chehab, condenado em Abril passado a 15 anos de prisão, escapou no domingo, disseram. O
líder do Hezbollah, Sayyed Hassan Nasrallah, disse anteriormente que
Chehab foi membro de uma célula do Hezbollah que estava trabalhando para
contrabandear armas pelo Egito para a Faixa de Gaza.
Fontes próximas à família Chehab disse que ele já havia deixado o Egito.
O
Tribunal de Segurança do estado de emergência condenada Chehab como
parte de um grupo de 26 homens acusados de planejar atentados no Egito. O
caso ressaltou preocupação egípcia sobre o que ele vê como uma
influência desestabilizadora do Irã xiita, principal patrocinador do
Hezbollah.
Um certo número de
prisioneiros proeminentes ter escapado de prisões egípcias ao longo da
semana passada como a lei ea ordem entrou em colapso quando os protestos
maciços contra o presidente Hosni Mubarak e começou a polícia foi
retirado temporariamente das ruas.
Fontes do Hamas disseram Nofal havia ordenado as forças armadas do grupo dominante na região central de Gaza.
Também
no domingo, três prisioneiros de segurança palestinos supostamente
escapou de volta para a Faixa de Gaza através de um túnel de
contrabando. Funcionários na Faixa de
Gaza disse que os três, incluindo pelo menos um membro do Hamas, haviam
fugido durante a convulsão e voltou para o território.
Egito, entretanto, manteve a sua fronteira com o Hamas-governado território fechado em meio à turbulência violenta. Das fronteiras palestinianas oficial Ghazi Hamad, disse que o encerramento foi prevista para durar vários dias.
As
fugas da prisão adicionado ao caos engolindo o país como protestos
anti-governamentais continuam a exigir a demissão do antigo autoritário
presidente Hosni Mubarak.
Tradução de Inglês para Português
comandante do Hamas em Gaza disse que volta depois do Egito jailbreak
Comandante
do Hamas Ayman Nofal, e outros cinco militantes palestinos, foram
detidos na prisão de Abu Zaabal no Cairo, até que foi invadida em
protestos anti-governamentais.
Por Issacharoff Avi e Reuters
Um
comandante do Hamas voltaram para a Faixa de Gaza no sábado, após sair
de uma prisão do Cairo, durante o levante político no Egito, as fontes
do movimento islâmico palestino.
Eles
disseram que Ayman Nofal havia sido preso no Sinai egípcio no início de
2008 por supostamente planejar a realização de um ataque terrorista no
Egito. Segundo a imprensa egípcia, ele
estava armado e era suspeito de caça membros do Fatah de facções rivais
palestinas que fugiram de Gaza vizinhos.
Outros
cinco militantes palestinos que haviam sido detidos na prisão de Abu
Zaabal no Cairo, fizeram o seu caminho de volta para Gaza esta semana,
usando os túneis de contrabando para burlar os controles de fronteira
egípcia.
Na sexta-feira,
informaram fontes de segurança egípcias disseram que um membro do grupo
libanês Hezbollah havia escapado da prisão depois de ser preso por
planejar ataques no Egito.
Sami Chehab, condenado em Abril passado a 15 anos de prisão, escapou no domingo, disseram. O
líder do Hezbollah, Sayyed Hassan Nasrallah, disse anteriormente que
Chehab foi membro de uma célula do Hezbollah que estava trabalhando para
contrabandear armas pelo Egito para a Faixa de Gaza.
Fontes próximas à família Chehab disse que ele já havia deixado o Egito.
O
Tribunal de Segurança do estado de emergência condenada Chehab como
parte de um grupo de 26 homens acusados de planejar atentados no Egito. O
caso ressaltou preocupação egípcia sobre o que ele vê como uma
influência desestabilizadora do Irã xiita, principal patrocinador do
Hezbollah.
Um certo número de
prisioneiros proeminentes ter escapado de prisões egípcias ao longo da
semana passada como a lei ea ordem entrou em colapso quando os protestos
maciços contra o presidente Hosni Mubarak e começou a polícia foi
retirado temporariamente das ruas.
Fontes do Hamas disseram Nofal havia ordenado as forças armadas do grupo dominante na região central de Gaza.
Também
no domingo, três prisioneiros de segurança palestinos supostamente
escapou de volta para a Faixa de Gaza através de um túnel de
contrabando. Funcionários na Faixa de
Gaza disse que os três, incluindo pelo menos um membro do Hamas, haviam
fugido durante a convulsão e voltou para o território.
Egito, entretanto, manteve a sua fronteira com o Hamas-governado território fechado em meio à turbulência violenta. Das fronteiras palestinianas oficial Ghazi Hamad, disse que o encerramento foi prevista para durar vários dias.
As
fugas da prisão adicionado ao caos engolindo o país como protestos
anti-governamentais continuam a exigir a demissão do antigo autoritário
presidente Hosni Mubarak.
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Só discuto o que nao sei ...O ke sei ensino ...POIZ


Vitor mango
Re: Egipto: Mubarak abandona direcção do Partido Nacional Democrático
e tirei de Jerusalem post about o criminoso Bush responsavel pela morte de mais de meio milhao de iraquianos
Pela Associated Press
02/05/2011 22:43
O
ex-presidente dos EUA foi marcada para falar com a caridade judaicas,
Israel Unidos Recurso; cancelamento coincide com pedido de investigação
criminal.
GENEBRA
- Uma visita ex-presidente dos EUA, George W. Bush planejava fazer para
a Suíça na próxima semana, foi cancelada devido a preocupações de
segurança, depois que grupos de esquerda convocaram protestos em massa e
ativistas de direitos proposto ação judicial contra ele por
supostamente ordenou a tortura de terrorismo suspeitos.
RELACIONADOS:
Bush Dagan: "Foi uma honra trabalhar com você '
"Nós lamentamos que o discurso tenha sido cancelado", Sherzer disse Associated Press em um email sábado. "O presidente Bush estava ansioso para falar sobre liberdade e oferecer reflexões a partir de seu tempo no escritório."
edição
de sábado do jornal suíço Tribune de Geneve citou o advogado da
caridade judaicas, Robert Equey, dizendo que a visita foi cancelada por
causa do risco de que os protestos dos grupos de esquerda pode resultar
em violência.
"As chamadas para demonstrar foram deslizando para o terreno perigoso", Equey disse o jornal. "Os
organizadores afirmaram ser capazes de manter a ordem, mas advertiu que
não poderia ser responsabilizada por eventuais explosões."
Organizadores
de protesto tinha chamado para que os participantes cada um traz um
sapato para o rali fora do Lakeside Hotel Wilson - nomeado depois que o
antecessor de Bush Woodrow Wilson - onde o jantar era para ser
realizada. O
calçado foi criado para lembrar o momento em que um jornalista
iraquiano atirou seus sapatos em Bush durante uma entrevista coletiva em
Bagdá em 2008.
Equey
Tribune de Geneve disse que as tentativas de grupos de direitos humanos
para apresentar queixas judiciais contra Bush ao Ministério Público
suíço não tinha desempenhado um papel na decisão de cancelar a visita.
Sherzer, porta-voz de Bush, se recusou a comentar as razões para o cancelamento.
Vários
grupos de direitos humanos, incluindo a Anistia Internacional eo Centro
de Nova York para os Direitos Constitucionais, havia planejado para
pedir promotores suíços para abrir uma investigação criminal contra Bush
sobre a admissão de que ele autorizou pessoalmente a simulação de
afogamento de suspeitos de terrorismo.
"Tudo
o que Bush e seus anfitriões dizer, não temos dúvida de que ele
cancelou sua viagem para evitar o nosso caso", o Centro de Direitos
Constitucionais e outros disseram em um comunicado.
Especialistas
legais dizem que é improvável procuradores suíços teriam tido tempo
para analisar qualquer queixa criminal contra Bush e tomar medidas, como
pedindo-lhe para responder às alegações, antes que ele deixou a Suíça
novamente.
Além
disso, uma avaliação inicial do Ministério da Justiça suíço concluiu
que Bush teria gostado de imunidade contra processos por ações tomadas
quando no escritório, porta-voz do ministério Folco Galli disse o AP.
Widney
Brown, diretor da Anistia do direito internacional e da política, disse
que o grupo continuaria a pressionar para a acusação de Bush na próxima
vez que o ex-presidente viaja para um país que se comprometeu a julgar
crimes de guerra e onde ele poderia esperar um julgamento justo.
Pela Associated Press
02/05/2011 22:43
O
ex-presidente dos EUA foi marcada para falar com a caridade judaicas,
Israel Unidos Recurso; cancelamento coincide com pedido de investigação
criminal.
GENEBRA
- Uma visita ex-presidente dos EUA, George W. Bush planejava fazer para
a Suíça na próxima semana, foi cancelada devido a preocupações de
segurança, depois que grupos de esquerda convocaram protestos em massa e
ativistas de direitos proposto ação judicial contra ele por
supostamente ordenou a tortura de terrorismo suspeitos.
RELACIONADOS:
Bush Dagan: "Foi uma honra trabalhar com você '
"Nós lamentamos que o discurso tenha sido cancelado", Sherzer disse Associated Press em um email sábado. "O presidente Bush estava ansioso para falar sobre liberdade e oferecer reflexões a partir de seu tempo no escritório."
edição
de sábado do jornal suíço Tribune de Geneve citou o advogado da
caridade judaicas, Robert Equey, dizendo que a visita foi cancelada por
causa do risco de que os protestos dos grupos de esquerda pode resultar
em violência.
"As chamadas para demonstrar foram deslizando para o terreno perigoso", Equey disse o jornal. "Os
organizadores afirmaram ser capazes de manter a ordem, mas advertiu que
não poderia ser responsabilizada por eventuais explosões."
Organizadores
de protesto tinha chamado para que os participantes cada um traz um
sapato para o rali fora do Lakeside Hotel Wilson - nomeado depois que o
antecessor de Bush Woodrow Wilson - onde o jantar era para ser
realizada. O
calçado foi criado para lembrar o momento em que um jornalista
iraquiano atirou seus sapatos em Bush durante uma entrevista coletiva em
Bagdá em 2008.
Equey
Tribune de Geneve disse que as tentativas de grupos de direitos humanos
para apresentar queixas judiciais contra Bush ao Ministério Público
suíço não tinha desempenhado um papel na decisão de cancelar a visita.
Sherzer, porta-voz de Bush, se recusou a comentar as razões para o cancelamento.
Vários
grupos de direitos humanos, incluindo a Anistia Internacional eo Centro
de Nova York para os Direitos Constitucionais, havia planejado para
pedir promotores suíços para abrir uma investigação criminal contra Bush
sobre a admissão de que ele autorizou pessoalmente a simulação de
afogamento de suspeitos de terrorismo.
"Tudo
o que Bush e seus anfitriões dizer, não temos dúvida de que ele
cancelou sua viagem para evitar o nosso caso", o Centro de Direitos
Constitucionais e outros disseram em um comunicado.
Especialistas
legais dizem que é improvável procuradores suíços teriam tido tempo
para analisar qualquer queixa criminal contra Bush e tomar medidas, como
pedindo-lhe para responder às alegações, antes que ele deixou a Suíça
novamente.
Além
disso, uma avaliação inicial do Ministério da Justiça suíço concluiu
que Bush teria gostado de imunidade contra processos por ações tomadas
quando no escritório, porta-voz do ministério Folco Galli disse o AP.
Widney
Brown, diretor da Anistia do direito internacional e da política, disse
que o grupo continuaria a pressionar para a acusação de Bush na próxima
vez que o ex-presidente viaja para um país que se comprometeu a julgar
crimes de guerra e onde ele poderia esperar um julgamento justo.
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