Protesto/Crise: Geração à rasca só saiu à rua em Lisboa, por enquanto

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Protesto/Crise: Geração à rasca só saiu à rua em Lisboa, por enquanto

Mensagem por Kllüx em Sab Mar 12, 2011 8:39 am


Protesto/Crise: Geração à rasca só saiu à rua em Lisboa, por enquanto



Lisboa, 12 mar (Lusa) – Uma hora antes do início do protesto da “geração à rasca”, os manifestantes eram praticamente invisíveis na maioria das cidades para onde estão convocadas manifestações, exceto em Lisboa.

Cerca de 60 mil cibernautas disseram que vão participar no protesto da auto-denominada, que decorre em 11 cidades do país, mas por enquanto é só Lisboa que reúne um grande número de participantes, como constataram os repórteres da Agência Lusa.

Às 14:30, centenas de pessoas estavam já concentradas junto ao Marquês de Pombal, enquanto aguardam pelo início da manifestação. Várias gerações de portugueses começaram, por essa hora, a avançar para a Avenida da Liberdade, desde os mais novos aos mais idosos, dos grupos de amigos às famílias.

Já no Porto, tudo estava calmo, com apenas uma dezena de pessoas na Praça da Batalha, sem ruas cortadas e apenas seis agentes da PSP a marcarem presença.

Também na Avenida Central de Braga, o local marcado para o protesto “Geração à Rasca”, não eram visíveis quaisquer concentrações de manifestantes.

Tudo estava calmo, como acontece habitualmente num sábado à tardes, sem cartazes e com poucos jovens a circularem pelo centro da cidade.

Em Castelo Branco também ainda não havia sinais da realização do protesto nem dos seus promotores. A PSP, cujo comando fica a poucos metros do local, não tinha montado o seu dispositivo e o dia decorria como qualquer outro sábado.

Em Viseu, a uma hora do inicio previsto para o protesto, apenas um grupo de 5 jovens, instalava um pequeno palco na praça do rossio, com a chuva a atrapalhar a tarefa.

Em Coimbra, na Praça da República, local para onde está marcada a manifestação, nada indiciava uma hora antes do seu início, que estava convocada para ali a concentração.

Apenas numa mesa de um café se encontravam três dos manifestantes da “geração à rasca”.

Às 14:00, o local marcado para a concentração dos manifestantes em Faro espelhava a calma habitual de um sábado, não sendo ainda visíveis no Largo de São Francisco, no baixa da cidade, nem participantes nem forças de segurança.

Também no Largo do Município, no Funchal, não era visível qualquer sinal ou movimentação relacionado com a realização da manifestação na capital madeirense. O ambiente era calmo e típico dos fins de semana, não se avistando qualquer agente das autoridades policiais. Apenas algumas pessoas, sobretudo turistas, passeavam no local.



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Re: Protesto/Crise: Geração à rasca só saiu à rua em Lisboa, por enquanto

Mensagem por Kllüx em Sab Mar 12, 2011 8:41 am

Protesto/Crise: Entre mil a duas mil pessoas no protesto da Avenida da Liberdade



Lisboa, 12 mar (lusa) - Entre a mil a duas mil pessoas estão concentradas a meio da Avenida da Liberdade, à hora marcada para o início da manifestação (15:00) pelo movimento "Geração à Rasca".

A adesão a esta manifestação que se pretende de protesto contra as políticas para os jovens parece longe de estar alcançado, considerando o número de manifestantes que mostraram a sua intenção de participar, na página da Internet dos organizadores.

Na manifestação de Lisboa, a primeira fila foi preenchida com jovens desconhecidos dos planos mediático e social, que estendem uma faixa amarela onde se pode ler "o país está à rasca".

A maioria dos jovens têm autocolantes amarelos ou vermelhos com o slogan "luta pela mudança".
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Re: Protesto/Crise: Geração à rasca só saiu à rua em Lisboa, por enquanto

Mensagem por Kllüx em Sab Mar 12, 2011 8:43 am

Protesto/Crise: Milhares juntam-se à manifestação da "geração à rasca"



Lisboa, 12 mar (Lusa) – Milhares de pessoas estão a aderir à manifestação da “geração à rasca”, num mar de gente que se concentrou na Avenida da Liberdade, em Lisboa, num ambiente festivo.

Famílias e grupos de amigos deram início ao protesto às 15:00, com um grupo de jovens a empunhar um cartaz com a inscrição “Juventude exige mais direitos e outra política”.

Este grupo, pertencente à associação “Iniciativa Jovem” e gritava “agora e sempre juventude está presente”.

Às 14:20, mais de uma dezena de viaturas do corpo de intervenção da PSP estava junto ao Parque Eduardo VII, sendo esta a face mais visível da presença policial na manifestação.

Minutos depois deixaram o local para sítio incerto.

Esta iniciativa conta com a presença de várias gerações de portugueses, desde crianças a idosos.

Nisa Vieira, médico num hospital público, ostenta um cartaz onde se lê “idosos à rasca, à rasquíssima”.

Adiantou ainda que veio “em solidariedade” com os princípios da manifestação, mas aproveitou para “falar de problemas noutras áreas da sociedade”.

Entretanto, a organização anunciava através do megafone a chegada de autocarros da Associação Académica de Coimbra.
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Re: Protesto/Crise: Geração à rasca só saiu à rua em Lisboa, por enquanto

Mensagem por Kllüx em Sab Mar 12, 2011 8:49 am




Kü-idadü ké üm √irüs Jüdeü!!!!! Very Happy





The JEWS did This!

Its called the STUXNET VIRUS!

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Re: Protesto/Crise: Geração à rasca só saiu à rua em Lisboa, por enquanto

Mensagem por Kllüx em Sab Mar 12, 2011 9:03 am





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Re: Protesto/Crise: Geração à rasca só saiu à rua em Lisboa, por enquanto

Mensagem por Kllüx em Sab Mar 12, 2011 9:12 am

Educação: Professores enchem o Campo Pequeno para protestar contra a política do governo



Milhares de professores, de norte a sul do país, estão a encher o Campo Pequeno para um protesto contra a política do governo e o seu impacto na educação.

A sala de espetáculos do Campo Pequeno com capacidade para cerca de nove mil pessoas será palco de um plenário com a votação de una moção que será entregue ainda hoje no Ministério da Educação.

Os professores deverão sair do Campo Pequeno por volta das 17:00, em desfile até à Avenida 05 de outubro, onde se localiza o edifício do Ministério da Educação.

Os docentes manifestam-se contra o que preveem que seja, em setembro, "o maior despedimento coletivo" de docentes, num protesto que coincide com o do movimento "Geração à Rasca", que está a trazer milhares de pessoas à Avenida da Liberdade.

Também hoje à tarde em Lisboa está prevista uma manifestação da Associação Nacional de Professores de Educação Visual e Tecnológica, que contesta, nomeadamente, a intenção do Governo de extinguir o par pedagógico em Educação Visual e Tecnológica (EVT).

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Re: Protesto/Crise: Geração à rasca só saiu à rua em Lisboa, por enquanto

Mensagem por Kllüx em Sab Mar 12, 2011 9:28 am








‘Geração à rasca’ já se vê nas ruas de Lisboa e Porto, todos bem vestido & artilhados de teknologia ultima geração....

Força seus raskas, tóka a pegar numa enxada e ir plantar batatas - üm optimo ofício ganha-pão.

Mad

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Re: Protesto/Crise: Geração à rasca só saiu à rua em Lisboa, por enquanto

Mensagem por Kllüx em Sab Mar 12, 2011 9:45 am













fotos tiradas por telemóvel e enviadas ao √agueando na Notícia




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Re: Protesto/Crise: Geração à rasca só saiu à rua em Lisboa, por enquanto

Mensagem por Kllüx em Sab Mar 12, 2011 9:50 am




O carro da polícia, que encabeça a manifestação da “geração à rasca”, já está no Rossio e a grande massa de manifestantes está neste momento a chegar a esse local, onde termina o desfile e se encontram já muitas pessoas.

Logo atrás do carro da polícia estão dois elementos que admitiram professar ideais de extrema-direita. Um deles, Cláudio Cerejeira, sobrinho neto do cardeal com o mesmo nome, envergava uma t-shirt com um desenho do Hitler defendeu que Portugal precisa de uma revolução, “não de cravos, mas com armas”.

Pelo menos dois dos quatro organizadores do protesto estão visíveis na cabeça da manifestação transportando uma faixa amarela gritando palavras de ordem como "não há liberdade com precariedade".

Ao seu lado, há pessoas com cravos vermelhos na mão.

É no Rossio que vai terminar a manifestação estando agora a maior parte das pessoas concentradas junto ao teatro D. Maria II.
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Re: Protesto/Crise: Geração à rasca só saiu à rua em Lisboa, por enquanto

Mensagem por Kllüx em Sab Mar 12, 2011 9:53 am










Mensagens de solidariedade para com a “geração à rasca” chegam de todos os pontos do país e de várias cidades europeias onde se encontram portugueses através do Facebook, onde nasceu a mobilização de quase 70.000 pessoas.

“Estou solidário”, “Força, estou convosco. Viva a Liberdade”, “Viva os jovens em Luta” e “Viva o protesto do povo” são algumas das mensagens deixadas na rede social depois de ter início o protesto nas ruas.

A “Pedra Filosofal”, cantada por Manuel Freire, ou “Talking about a Revolution”, de Tracy Chapman, estão entre as canções colocadas na página do Facebook dedicada ao evento.

Já depois das 15:00, ainda havia quem perguntasse onde era a manifestação em Coimbra.

Os mais jovens regozijam-se com a cobertura mediática do acontecimento, que conseguiu chamar a atenção do Financial Times e dos diretos televisivos.

A frase “Eu vou” está a ser substituída por “Estou a participar” e “Vou sair do trabalho e também vou fazer História”.

Outros justificam a razão que os leva a sair à rua: “porque ganho mal”.

Mas para animar, alguém escreve que o povo unido “jamais será vencido”, enquanto quem não teve hipótese de ir para a rua pergunta como pode ver tudo on-line.

Vários apelos estão a ser colocados no mural, a partir de Lisboa, para que sejam enviadas informações sobre a situação noutras cidades, logo chegando uma resposta de Madrid, onde um grupo de portugueses acompanha o protesto, à semelhança do que se passa noutras capitais europeias.

Na capital portuguesa, os “Homens da Luta” fazem a festa na Avenida e vão colocando fotografias on-line, chamando todos para o Rossio, ao lado de Fernando Tordo.

“O camarada Fernando Tordo canta a Tourada a caminho do Rossio, A luta continua…juntem-se a nós no Rossio”, incita a dupla de humoristas.


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Re: Protesto/Crise: Geração à rasca só saiu à rua em Lisboa, por enquanto

Mensagem por Kllüx em Sab Mar 12, 2011 10:28 am

Manifestantes da “geração à rasca” em Coimbra esperavam que a concentração, na Praça da República, contasse com mais participantes que aqueles que reuniu e que ocuparam menos de metade da placa central do emblemático recinto.

“A água do rio não lava duas vezes a mesma coisa”, comentava um professor universitário, recordando as lutas estudantes de Coimbra, particularmente do final da década de 60 do século passado, e que ali se deslocou precisamente para confirmar aquela convicção, como afirmou à agência Lusa.

A ex-deputada do PS Teresa Alegre Portugal também não disfarçava o seu desencanto. “Ando à procura de esperança e quando a malta nova se levanta, alguma coisa está para acontecer”, mas hoje, em Coimbra, “fiquei desencantada”, afirmou à Lusa.

As ameaças de chuva, o facto de ser fim-de-semana e de cerca de duas centenas de estudantes terem viajado para a manifestação em Lisboa, em autocarros fretados, para o efeito, pela Associação Académica de Coimbra (AAC), não pode explicar “esta apatia”.

“Não podemos ficar em casa à espera que alguém faça por nós aquilo que temos de ser nós a fazer”, apelava, “indignada”, Filipa Cordeiro, 23 anos, licenciada, desempregada, enquanto exibia num pedaço de cartão negro a frase “de luto pelo meu futuro”.

Hélia Martins, 29 anos, professora desempregada e sem direito a qualquer tipo de subsídio (apenas trabalhou cinco meses) também estava ali para dar conta da sua “indignação” com tuo o que se estar a passar no nosso país. “Vivo em casa da minha mãe, tenho rendimento zero, não tenho vida nenhuma”, contava à Lusa.

Interrompendo uma certa calma e quase silêncio, Gonçalo Lobato, 18 anos, estudante do primeiro ano de eletrotecnia, começou, a dada altura a discursar, com o auxílio de um megafone.

Depois de explicar as razões gerais da manifestação, Gonçalo lançou frases soltas, apoiadas e ou sugeridas por outros manifestantes: “o governo está a brincar connosco”, “o governo tem de investir na criação de emprego” e “tem de apostar na exportação de produtos em que somos bons”.

Continuando a “cidadania ativa” que abraça “desde o tempo da candidatura de Humberto Delgado à Presidência da República”, José Dias, 62 anos, quis, com a presença na manifestação, dar o seu “contributo político e de pedido de desculpa” a uma geração, que “está à rasca”, por causa das “políticas erradas”, adotadas ao longo das últimas décadas.
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Re: Protesto/Crise: Geração à rasca só saiu à rua em Lisboa, por enquanto

Mensagem por Kllüx em Sab Mar 12, 2011 10:29 am

Protesto/Crise: 200 mil manifestantes em Lisboa e 80 mil no Porto – organização



Lisboa, 12 mar (Lusa) – A manifestação da “geração à rasca” juntou pelo menos 200 mil pessoas em Lisboa e 80 mil no Porto, segundo anunciaram os organizadores da iniciativa.

O anúncio dos números, feito junto a uma das fontes da Praça do Rossio, em Lisboa, foi acompanhado de gritos “a rua é nossa”.

Aqueles números não foram ainda confirmados pela polícia.

A Agência Lusa contactou o comando de Lisboa da PSP, que disse que a haver qualquer anúncio de números, estes serão divulgados pela Direcção Nacional.

Quanto a incidentes na manifestação que hoje à tarde desceu a Avenida da Liberdade, a fonte do Comando de Lisboa disse à Lusa que não há quaisquer incidente sa reportar até ao momento”.



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Re: Protesto/Crise: Geração à rasca só saiu à rua em Lisboa, por enquanto

Mensagem por Kllüx em Sab Mar 12, 2011 10:31 am

Protesto/Crise: Organização reclama 80 mil manifestantes na Avenida dos Aliados no Porto




Porto, 12 mar (Lusa) – Cerca de 80 mil pessoas, segundo a organização, terão hoje participado no protesto da “geração à rasca”, no Porto, enchendo a Avenida dos Aliados, apesar da manifestação ter tido um começo tímido.

Os números estão a ser avançados pelos porta-vozes do protesto e baseiam-se numa estimativa ponderando a capacidade da Avenida dos Aliados, uma das principais vias de comunicação do Porto, mas não foram confirmados pelas autoridades.

Os manifestantes começaram a concentrar-se a partir das 14:30 na Praça da Batalha e seguiram depois para a Avenida dos Aliados que estava cortada ao trânsito cerca das 17:00.

Um dos momentos mais emocionantes aconteceu quando uma jovem de 25 anos cantou a Desfolhada, uma canção celebrizada por Simone de Oliveira e que venceu o Festival da Canção em 1969.

As canções de Zeca Afonso e de outros cantores de intervenção tem sido também ouvida durante esta tarde, enquanto os manifestantes gritam o célebre ‘slogan’ de abril “O povo unido, jamais será vencido”.

As pessoas têm alternado aplausos e vaias, sempre que é ouvido o nome de José Sócrates.

Já na Avenida dos Aliados, algumas pessoas têm usado o megafone para relatar as suas experiências, enquanto outros apelam a quem ficou em casa para que se desloque até aquele local.



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Re: Protesto/Crise: Geração à rasca só saiu à rua em Lisboa, por enquanto

Mensagem por Kllüx em Sab Mar 12, 2011 10:32 am

Protesto/Crise: PS promete reforçar políticas de apoio à inclusão dos jovens- Augusto Santos Silva



Bragança, 12 mar (Lusa) – O reforço das políticas de apoio aos jovens é uma das preocupações da recandidatura de José Sócrates a secretário geral do PS, garantiu hoje, em Bragança, o primeiro subscritor da moção de estratégia, Augusto Santos Silva.

O dirigente do PS e ministro da Defesa falava à margem de uma sessão em que apresentou aos militantes a moção de estratégia, quando questionado sobre a manifestação da “Geração à Rasca” que decorre hoje em diversas cidades do país.

“O que tenho a dizer a essas pessoas é que justamente a moção estratégica do secretário geral do PS leva ao congresso tem como uma das preocupações essenciais renovar e reforçar as políticas de apoio à inclusão dos jovens”, afirmou.

Santos Silva ressalvou, no entanto que não pode haver ilusões e que é preciso continuar a estudar cada vez mais.

“A ideia de que agora há uma geração sobre-qualificada é uma ideia absolutamente falsa e enganosa. É preciso continuar a estudar, quanto mais gente nós tivermos no ensino superior, licenciada, com pós graduações, melhor estaremos, melhor é a nossa produtividade e melhor serão as condições que as pessoas têm para aceder ao mercado de trabalho”, defendeu.

O dirigente socialista considerou que este Governo (PS) destaca-se pelo conjunto de programas de estágios especificamente dirigidos para jovens, garantindo que “a percentagem de empregabilidade dos jovens que fazem esses estágios é muito grande”.

Disse ainda que o PS pretende continuar a “criar condições para as jovens famílias” e apontou o programa de apoio aos equipamentos sociais como as creches”.

“Assim como o que nós propomos fazer em matéria de regeneração urbana e mercado de arrendamento”, acrescentou.

Para Augusto Santos Silva, “não se resolvem os problemas da juventude com demagogia, com discursos anti-partidos, anti-política e não se resolvem os problemas nacionais fazendo apelos mais ou menos implícitos à mobilização das pessoas contra as instituições”.

Relativamente ao protesto de hoje nas ruas, considerou que “as manifestações fazem parte das democracias”.

“Eu estou sempre muito incomodado e desconfortável é quando não vejo manifestações, porque isso é sinal que nós vivemos em ditadura ou em anemia cívica”, disse.

Concluiu afirmando entender “a manifestação convocada para hoje com o respeito que é devido às pessoas que exprimem as suas ansiedades, as suas perplexidades, os seus protestos e as suas propostas”.

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Re: Protesto/Crise: Geração à rasca só saiu à rua em Lisboa, por enquanto

Mensagem por Kllüx em Sab Mar 12, 2011 10:45 am





Thousends of persons gather during the protest 'Geracao a Rasca' (Lit: desperate generation)
against what its manifesto calls the 'wasted aspirations of a whole generation'
that emerged as a spontaneous event in Facebook in downtown Porto, Portugal, 12 March 2011.

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Re: Protesto/Crise: Geração à rasca só saiu à rua em Lisboa, por enquanto

Mensagem por Kllüx em Sab Mar 12, 2011 7:19 pm

Protesto/Crise: Participação nacional de 300 mil pessoas ultrapassou expetativas - organização




A adesão à manifestação da "geração à rasca" ultrapassou largamente os números inicialmente previstos, com cerca de 300 mil pessoas em todo o país, disse à Lusa Paula Gil, da organização.

A organizadora do protesto considerou que a adesão de manifestantes mostra que "a precariedade afeta toda a gente na sociedade, tendo ultrapassado largamente os 60 mil que se previam".

"Esperemos que seja o primeiro passo para uma democracia participativa em Portugal", disse.

Paula Gil adiantou que a organização recebeu ao longo do protesto milhares de folhas nas quais a maioria dos participantes apontava as razões para a sua presença na iniciativa.

Às 18 e 45 uma forma chuvada desmobilizou a maioria dos manifestantes que se encontravam no Rossio.

No entanto ainda permanecem no local alguns grupos que assistem à atuação de bandas musicais.

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Re: Protesto/Crise: Geração à rasca só saiu à rua em Lisboa, por enquanto

Mensagem por Joao Ruiz em Dom Mar 13, 2011 4:56 am

.
300 000 pessoas? Tudo bem! Só falta é perceber por que é que as restantes 9 milhões e 700 mil terão preferido outras paragens...

Question Exclamation Embarassed


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