Corte rabínica quer mulher presa por se recusar a aceitar o divórcio

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Corte rabínica quer mulher presa por se recusar a aceitar o divórcio

Mensagem por Vitor mango em Ter Jul 26, 2011 12:19 am

Corte rabínica quer mulher presa por se recusar a aceitar o divórcio
Mulher se recusa divórcio por causa de disputa financeira ameaçada de prisão se não concordar com o divórcio, em processo judicial invulgar rabínica.
Por Tags Tomer Zarchin: Mundial Judaico Jerusalém lei judaica


Em um movimento raro, o Tribunal Rabínico de Jerusalém ordenou uma mulher de 59 anos, preso esta semana por se recusar por 15 anos a aceitar um divórcio ritual de seu marido e liberá-lo de seu casamento.

Disputas sobre recusas de um get ou separação religiosa judaica, são comuns, mas geralmente envolvem um marido segurando o projeto de lei do divórcio, tornando este um caso raro.
Bnei Brak-Tomer Appelbaum

Bnei Brak tribunal ultra-ortodoxo rabínica.
Foto por: Tomer Appelbaum

A mulher, que vive no centro do país, está se recusando a aceitar o divórcio de seu marido por causa de uma disputa de propriedade em curso entre os dois.

"Eu não vou tomar a ficar sob quaisquer circunstâncias, mesmo que eles me levam para a cadeia", a mulher disse ao Haaretz segunda-feira. "Eu sou feito de aço, você não pode me quebrar."

A corte rabínica tomou a medida após a imposição de uma série de sanções sobre ela, em um esforço para obrigá-la a aceitar o divórcio. Mas depois de esses esforços falharam, o tribunal, composto por rabinos Avraham Sheinfeld, Eliyahu Abergil e Mordechai Toledano, ordenou-lhe preso por 30 dias.

Embora sob a lei judaica o poder de divórcio fica com o marido, um homem não pode se divorciar de sua mulher contra sua vontade. Isso deixa a mulher alguma influência, como ela deve aceitar o divórcio para que ela seja válida.

O casal se casou em 1987, três meses antes de seu único filho, um menino, nasceu. Foi o segundo casamento para ambos. Em 1996, o marido pediu o divórcio com o rabinato local e no final desse ano, o tribunal rabínico ordenou-lhe a aceitar um divórcio, mas ela recusou.

A mulher condicionada a sua aceitação do divórcio em sua obtenção de uma casa que possuíam no centro do país e US $ 1,5 milhões. A mulher alegou que, por isso, ela estava abandonando a sua pretensão à propriedade, outras substanciais marido de propriedade, incluindo um negócio rentável.

O marido alegou que ela tinha começado a sua parte de sua propriedade nos termos da lei liquidação, e que ela estava chantageando por retenção na fonte do divórcio, que o impede de ser capaz de voltar a casar pela lei judaica.

Forçá-la a aceitar o divórcio, o tribunal rabínico impediram que ela sair do país, restrita sua conta bancária e suspendeu sua carteira de motorista. Mas a mulher permaneceu firme.

Em 2001, o tribunal rabínico mesmo a permissão marido para se casar novamente, outra relativa raridade. Mas seu advogado, Shmuel Gross, observou que o Ministério do Interior não irá "desvincular" a mulher de seu marido, sem um divórcio ritual, e que na medida em que está preocupado, os dois ainda estão casados.

Irit Rosenblum advogado, que dirige a organização Nova Família, apelou ao ministério em nome do marido, pedindo-lhe para mudar o status do homem de "casada" para "em esclarecimento."

Ela observou que, independentemente do status do seu relacionamento pessoal, tendo a mulher listado como sua esposa tem ramificações em matéria de direitos de pensão e herança, a Autoridade Tributária, o Instituto Nacional de Seguros e os fundos de saúde.

Batia Kahana-Dror, que dirige a organização Mevoi Satum, o que ajuda e defende para as mulheres sendo negado um divórcio, disse que nunca tinha ouvido falar de uma mulher ser presa por se recusar a aceitar um get. No entanto, ela apoiou a ação do tribunal.

"A começar não deve ser uma ferramenta de chantagem por um homem ou uma mulher", disse ela.

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Re: Corte rabínica quer mulher presa por se recusar a aceitar o divórcio

Mensagem por Vitor mango em Ter Jul 26, 2011 12:31 am


Disputas sobre recusas de um get ou separação religiosa judaica, são comuns, mas geralmente envolvem um marido segurando o projeto de lei do divórcio, tornando este um caso raro.
Bnei Brak-Tomer Appelbaum

Sou como todos sabem um machistas de merda
Só que o machismo nao existe
Pois nao existe
Um machista para o ser tem que alinhar nas virtudes femininas e é a partir do lamber da musicalidade pimba que um gajo pimba pimba na caneca

Arabes e em parte Judeus tratam a mulher uns abaixo do camelo e os judeus por ai perto

Os católicos deram uma guinada e souberam criar a Marias no Altar multiplicando os nomes de santas e andares e caixote das esmolas
A ideia facturou ás toneladas deixadas no tlintar do bago

mas porque as mulheres em árabes e judias ha um atrasi civilizacional ?
Vi uma reportagem sobre o divorcio judaico em que a lei é implacavel ..mulher que nao obtenha o get é atirada para as chams e os filhos terão em cima da tola todo o veneno e o odio de quem nao seguiu o thora

Porque tanto Odio?????????????????????????

Manos a religião é PODER
Poder de quem dizendo-se delegado divino acha que todos terão que lhe lamber as bolas

Um Homem jamais sera livre se nao olhar para a mulher com um estatuto de igualdade e de virtudes que nos machoes nao temos
Quando respeitamos as regras o convívio é eterno e vivemos numa sociedade fraterna

Com 17 anos meti-me á frente de uma causa aqui na vila da Batalha

O Padre um ortodoxo de merda ( da mais rasca ) sempre que lhe aparecia uma jovem gravida e sem casar ele escrevia a vermelho o nome dela no livro do pergatorio da sacristia


Á frente de um movimento imparavel criei uma onda tal que o Bispo olhou viu e nao gostou do que estava em causa com a aldeia ja a reunir um divorcio ...
O gajo foi corrido dali
Porque mango pah acha que uma jovem gravida tera que ter a ajuda da sociedade porque o puto tem que nascer livre e ter a libertade de ter pai e mae dignos
Por isso quandso me aparecem casos de religiosos a ler merdas eu grito
Puta que os pariu ( ressalvo putas honestas )

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Re: Corte rabínica quer mulher presa por se recusar a aceitar o divórcio

Mensagem por Vitor mango em Ter Jul 26, 2011 12:36 am

auto da barca do Inferno

Judeu - Presentation Transcript

1. Auto
da Barca
Do Inferno
Trabalho realizado por:
2. judeu
Elementos caracterizadores:
O elemento caracterizador do Judeu é o bode, símbolo dos sacrifícios feitos a deus pelos judeus.
Percurso cénico:
O Judeu chega ao cais, dirige-se á barca do Diabo e segue a reboque na barca do Diabo, até ao inferno.
- nem o Diabo deseja esta alma;
- O Judeu não procura escolher qualquer barca;
- Ele não se inclui nos principais da religião católica (paraíso/ inferno);
- Ele só deseja uma passagem que não o obrigue a renunciar à sua religião.
3. Argumento de defesa:
- Ele não nega a sua religião/ ele nunca larga o bode; (v.??)
- Ele tenta ultrapassar esta situação:
. através do suborno ( v.???)
.pondo em evidência discriminação a que é sujeito. (v.??)
Argumento de acusação:
- Desrespeito pelas principios religiosos (Joane) (v. 611 até 616)
- O Judeu é acusado de fanatismo religioso (v.581)
* Pose e uso ilícito de dinheiro (v. 605)
4. Evolução psicológica da personagem:
- O Judeu entra com uma esperança de ter uma passagem para qualquer barca. Convicto de que poderá pagar a passagem.
- Ao sentir-se discriminado, sente-se revoltado e até pragueja contra o Diabo. (uso de calão)
- Mantém-se firme nas suas convicções e acaba conformado com o seu destino.
Relação com os arrais:
- A relação que o Judeu tem com o arrais infernal é de negociação: Por um lado o Judeu deseja um serviço do Diabo, por outro lado o Diabo trata-o com imenso desprezo ,pois não lhe quer fornecer esse serviço, encaminhando-o até para a outra barca.
- O Judeu não chega a tentar a sua sorte junto do Anjo, pois consegue o que quer junto do Diabo – uma passagem a qualquer custo.
5. Recursos estilísticos:
- Comparação: “parecê-me a mim gafanhoto d’Amerim”
- Perífrase: “… no dia de nosso senhor.”
Crítica social:
O fanatismo religiosos é tão evidente que nem sequer se dirige à barca do Anjo.
Critica-se também aqui a intolerância religiosa contra os judeus, o tribunal de inquisição que já funcionava desde o séc. XV, que era o meio de que os reis se serviam para perseguir os judeus.
Põe-se em evidência também o facto de os judeus serem uma classe social endinheirada, cujas fontes levantavam algumas dúvidas.


in ...??? via google

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Re: Corte rabínica quer mulher presa por se recusar a aceitar o divórcio

Mensagem por Vitor mango em Ter Jul 26, 2011 12:41 am

antes que me atirem pedras


Falava.se no fanatismo Islâmico e no afiar de facas dos árabes e na norte do ocidental

Milhoes de árabes nas ruas gritam por liberdade e apoio
Judeus carregados de metralha escondem-se atrás do mais ortodoxo governo de quem ninguém quer nada ...
UM ocidental demonstra na pratica que as direitas essa sim é o perigo
Matam para um controla total das mentes
ADOLFO HITLER começou por aí
A vaga de direitas que a Europa enfrenta é preocupante

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Re: Corte rabínica quer mulher presa por se recusar a aceitar o divórcio

Mensagem por Vitor mango em Seg Mar 04, 2013 1:57 am

amen

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Re: Corte rabínica quer mulher presa por se recusar a aceitar o divórcio

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