Opinião: EUA mantêm rumo no Oriente Médio após eleição de presidente

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Opinião: EUA mantêm rumo no Oriente Médio após eleição de presidente

Mensagem por Vitor mango em Seg Nov 05, 2012 12:44 am



Opinião: EUA mantêm rumo no Oriente Médio após eleição de presidente



Descontada a retórica na campanha eleitoral, candidatos têm propostas parecidas para a política externa na região
Vença o democrata que promete "liderar da retaguarda" na Primavera
Árabe ou o republicano que bate o pé diante de um possível diálogo com o
Irã, as diretrizes da diplomacia dos EUA para o Oriente Médio devem se
manter nos próximos quatro anos. Por trás da retórica no calor da
campanha eleitoral, as propostas concretas de política externa de Barack
Obama e Mitt Romney para a região são muito similares, afirmam
analistas.


Veja também:
Divisão política expõe fratura na sociedade americana
REPORTAGEM ESPECIAL: América dividida
COBERTURA ESPECIAL: Eleições EUA 2012









Edlib News Network/AP


Criança síria em campo de refugiado perto da fronteira com a Turquia


Esse "consenso" é resultado de uma combinação de fatores: os problemas
dentro de casa são mais urgentes, ambos os candidatos parecem dispostos a
apostar em assessores técnicos para formular sua diplomacia e, por
último, nas questões urgentes – da Síria ao Irã, de Israel ao Egito –
não há grandes caminhos alternativos aos EUA.


Há três meses, Romney chegou a culpar Obama pela Primavera Árabe. Em
entrevista ao jornal israelense de direita Hayom, o republicano
argumentou que os levantes ocorreram porque seu adversário "abandonou a
agenda da liberdade" que o governo George W. Bush tinha na região.
"Obama não apoiou reformas (democráticas) que poderiam ter mudado o
curso da história de uma maneira mais pacífica", acusou.

No entanto, ao ser questionado no último debate sobre temas específicos
– como uma intervenção militar na Síria, um ataque ao Irã ou a relação
com a Irmandade Muçulmana no Egito –, Romney evitou o tom belicoso, que
afugentaria eleitores independentes. Quatro vezes disse "eu concordo com
o presidente Obama" ao se explicar.

"Quando presidentes põem o pé na Casa Branca, as promessas de política
externa feitas na campanha já ficaram pelo caminho", disse ao Estado
George Harris, que trabalhou no Departamento de Estado por mais de 40
anos e chefiou a área de inteligência dedicada ao Oriente Médio. "Romney
atuará com base nos conselhos de técnicos, assim como faz Obama. Ou
seja: não há espaço para grandes mudanças."

Aaron David Miller, por duas décadas negociador americano no processo
de paz entre israelenses e palestinos, escreveu, na semana passada, no
New York Times, que "raras vezes desde o fim da Guerra Fria houve tanto
consenso" na política externa.

Romney martelou na campanha que Obama "deu as costas" a Israel – ainda
que o ministro da Defesa de Tel-Aviv, Ehud Barak, tenha afirmado
recentemente "não se lembrar de alguém que fez tanto pela segurança
israelense quanto o atual presidente", ao ampliar a cooperação no setor
de inteligência.

Os israelenses de fato parecem preferir o republicano: dois em cada
três votariam em Romney, segundo uma pesquisa da Universidade de
Tel-Aviv, divulgada na semana passada. Curiosamente, entre judeus
americanos a proporção é inversa: dois terços votariam em Obama.

"Vários presidentes republicanos exerceram uma pressão muito firme
sobre Israel, como Richard Nixon e George H. Bush. A ideia de que
republicanos são sempre ‘mais solidários’ aos israelenses é simplesmente
errada", diz Itzhak Galnoor, cientista político da Universidade
Hebraica de Jerusalém.

Outro eixo da diplomacia americana para o Oriente Médio, a relação com o
Egito, também não deve mudar de direção. Ao falar sobre a emergência do
radicalismo islâmico na região no último debate, Romney colocou no
mesmo balaio a Irmandade Muçulmana do Egito, que conquistou
democraticamente a presidência em junho, e os guerrilheiros jihadistas
aliados da Al-Qaeda, que passaram a controlar o norte do Mali.

No entanto, poucos acreditam que, se for eleito, o republicano estará
inclinado a reformular a relação com o mais populoso país do mundo
árabe.

"Com Obama ou Romney, a ‘linha vermelha’ que os EUA traçam ao novo
governo egípcio será a mesma: não mexa nos acordos de paz com Israel e
cumpra o que foi firmado", afirma Mohamed ElDahshan, economista do
Cairo. "Os egípcios estão acompanhando de longe, porque as chances de
haver uma guinada na posição dos EUA são remotas. Não é como em 2004,
quando Bush enfrentou John Kerry."

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Re: Opinião: EUA mantêm rumo no Oriente Médio após eleição de presidente

Mensagem por Vitor mango em Seg Nov 05, 2012 12:58 am

Na "sociedade das Nações Ontem estive a ouvir uma entrevista com um Russo certamente diplomata ou...algo semelhante
A Russsia tem relações de privilegio com, o Irao e Israel e garantiu se Israel invadir o Irão vai dar ao mesmo uma maior motivação para fabricar a H ...e mesmo que o Irao a obtenha isso obriga calmex quando ...e citou o Paquistão e a India que tendo ambos a H andam por ai ás beijas
O problema de Isdrael é completamente Outro

Ao não respeitar as fronteiras de 67 e andando no gamanço de mais terras esta na mesmíssima situação do Napoleoa e do Hitler entrando pela Rússia dentro
Ujm imperio rebenta quando caminha para o precipício
Salzar berrava sozinho
Angola é nossa e estamos orgulhosamente só
Ora hoje colonialismo e racismo ja não colam na parede e mesmo atitudes de fanatismo religioso ou motivação para a mesma area não colhem junto das camadas mais jovens
Israel nao tem um unico amigo e...se querem citar EUA lembro vai para pouco tempo num comicio do Obama em que perguntaram se Jerusalem era a capital de Israel ( para meter no programa ) por tres vezes o pessoal berrou

Nem pensar nisso !

Porque ?
Pah o povo americano começa a ficar farto das arrogâncias judaicas e a ter que suportar a hostilidade do mundo arabe
...mais ...a america foi uma colonia ...foi racista .-..teve exercitas na europa para libertar paises e a situação de Israel nao pega na america
Maes e familias verem os seus
verter sangue para que os judeuis abanem o capacete em frente de um muro
?????????????????????
Bye bye
passou de moda

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Re: Opinião: EUA mantêm rumo no Oriente Médio após eleição de presidente

Mensagem por Joao Ruiz em Seg Nov 05, 2012 8:50 am

Vitor mango escreveu:Na "sociedade das Nações Ontem estive a ouvir uma entrevista com um Russo certamente diplomata ou...algo semelhante
A Russsia tem relações de privilegio com, o Irao e Israel e garantiu se Israel invadir o Irão vai dar ao mesmo uma maior motivação para fabricar a H ...e mesmo que o Irao a obtenha isso obriga calmex quando ...e citou o Paquistão e a India que tendo ambos a H andam por ai ás beijas
O problema de Isdrael é completamente Outro

Ao não respeitar as fronteiras de 67 e andando no gamanço de mais terras esta na mesmíssima situação do Napoleoa e do Hitler entrando pela Rússia dentro
Ujm imperio rebenta quando caminha para o precipício
Salzar berrava sozinho
Angola é nossa e estamos orgulhosamente só
Ora hoje colonialismo e racismo ja não colam na parede e mesmo atitudes de fanatismo religioso ou motivação para a mesma area não colhem junto das camadas mais jovens
Israel nao tem um unico amigo e...se querem citar EUA lembro vai para pouco tempo num comicio do Obama em que perguntaram se Jerusalem era a capital de Israel ( para meter no programa ) por tres vezes o pessoal berrou

Nem pensar nisso !

Porque ?
Pah o povo americano começa a ficar farto das arrogâncias judaicas e a ter que suportar a hostilidade do mundo arabe
...mais ...a america foi uma colonia ...foi racista .-..teve exercitas na europa para libertar paises e a situação de Israel nao pega na america
Maes e familias verem os seus
verter sangue para que os judeuis abanem o capacete em frente de um muro
?????????????????????
Bye bye
passou de moda

Não me diga, que acredita na Rússia, aos beijinhos ao Irão e similares, pelos "lindos olhos" dos ditos.
Olhe que eles passam logo aos beijinhos aos outros, desde que esses outros deixem de ter o apoio dos EUA. Isto, Mango, continua a ser a luta de dois galos por um poleiro, que se chama mundo, cujos degraus são constituídos pelos que nunca terão condições para subir, pelo menos para já.

De resto, Israel é um desses degraus, só que muito mais capaz de desfeitear os dois galos, sem que nem eles se apercebam como e, por isso, há que tê-lo bem debaixo de olho... não vá o diabo tecê-las... Tudo o mais... são peanuts, para esses dois.

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Re: Opinião: EUA mantêm rumo no Oriente Médio após eleição de presidente

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