o massacre que se adivinha em gaza

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o massacre que se adivinha em gaza

Mensagem por Vitor mango em Sex Nov 16, 2012 1:17 am

Relembrando a primeira mensagem :

Egypt Prime Minister Qandil arrives in Gaza

Fri Nov 16, 2012 7:7AM GMT
2



12



6


Egyptian
Prime Minister Hisham Qandil has arrived in Gaza amid Israel’s ongoing
airstrikes on the besieged territory, in order to express Egypt’s
solidarity with the Palestinians.

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Re: o massacre que se adivinha em gaza

Mensagem por Vitor mango em Sex Nov 30, 2012 9:24 am

A relatividade das palavras no Médio Oriente



Em Israel o impacto das palavras esbate-se com a dureza da realidade,
e aquilo que poderia ser visto como um autêntico disparate em qualquer
outra parte do mundo, é interpretado em terras judaicas como mais uma
opinião (válida) no meio de tantas outras no que diz respeito ao
relacionamento do Estado hebraico com os seus vizinhos inimigos.



É por isso que quando Robert Eisenman, conhecido escritor,
investigador de assuntos bíblicos e professor de religião, defende no Jerusalem Post a reocupação do Sinai (Egipto) por parte de Israel, não se ouvem vozes de protesto ou de espanto.



Eisenman, que não é propriamente um desconhecido, defende na prática a
invasão de um Estado soberano, mas nem por isso motiva qualquer reacção
inflamada, seja de quem for.



As palavras daquele judeu americano são vistas como “normais” no
contexto anormal do Médio Oriente. São apenas mais uma perspectiva.
Aliás, há algumas bem mais radicais. Há judeus ortodoxos que defendem a
expansão dos colonatos e a ocupação de todo o território da Cisjordânia.



Mas também do lado palestiniano há quem deseje convictamente que os judeus sejam todos “empurrados” para o Mar Mediterrâneo.



E o mais extraordinário é que todas estas opiniões são expressas de
forma mais ou menos livre por aqueles lados do globo, seja em jornais,
rádios, televisões ou na rua, sem que haja qualquer estranheza ou
repulsa, mesmo por parte dos mais moderados ou de entidades com
responsabilidades na sociedade.





tags: cisjordânia, israel, médio oriente, palestina


Publicado por Alexandre Guerra às 17:40
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Re: o massacre que se adivinha em gaza

Mensagem por Vitor mango em Sex Nov 30, 2012 9:27 am

Hungria propõe fazer lista de judeus perigosos




Tags:
partidos, Hungria, nacionalismo, Judeu, Comentários




Artiom Kobzev

30.11.2012, 15:25, hora de Moscou







[email=?subject=Hungria%20prop%3Fe%20fazer%20lista%20de%20judeus%20perigosos&body=%3Ca%20href%3D%22http%3A%2F%2Fportuguese.ruvr.ru%2F2012_11_30%2FHungria-prop-e-fazer-lista-de-judeus-perigosos%2F%22%3EHungria%20prop%3Fe%20fazer%20lista%20de%20judeus%20perigosos%3C%2Fa%3E][/email]










RIA Novosti




Na Hungria eclodiu um escândalo
anti-semita. O líder de um partido parlamentar lançou a proposta de
elaborar uma lista de judeus que alegadamente colocam em causa a
segurança nacional.



O autor da iniciativa escandalosa é Gyongyosi Márton, um dos dirigentes do partido nacionalista Jobbik.
No decurso de debates parlamentares dedicados ao conflito na Faixa de
Gaza ele qualificou Israel de um Estado nazista, tendo equiparado o
chefe da diplomacia israelense, Avigdor Liberman, ao maior ideólogo nazi
Gebbels. Depois disso, Gyongyosi Márton anunciou ter chegado a altura
de esclarecer o número de deputados judeus na Hungria, sendo necessário
identificar a origem daqueles que constituam a ameaça à segurança do
país. Não obstante a falta de cortesia política, o discurso proferido
não causou surpresa aos peritos. A emissora Voz da Rússia pediu um
comentário ao diretor do Centro de Pesquisas Europeia e Internacionais
junto da Escola Superior da Economia, Timofei Bordatchiov.
"Convém acentuar que o partido Jobbik
não esconde que o anti-semitismo e o anti-ciganismo são elementos da
sua plataforma ideológica. Estes slogans figuraram na campanha eleitoral
de 2009 quando o partido angariou mais de 14% dos votos e, mais tarde,
acabou por formar uma bancada parlamentar bastante representativa. Por
isso, tal retórica não é nova."
Ao contrário do que
aconteceu entre os politólogos, o apelo escandaloso causou a indignação
dos judeus húngaros. Em sinal de protesto, a Fundação Raoul Wallenberg
convocou um comício ao pé do Parlamento em que participaram cerca de
1000 pessoas. O escândalo teve repercussões em várias entidades judaicas
estrangeiras. Assim, o Conselho Central de Judeus da Alemanha anunciou
ser necessário introduzir sanções contra o partido Jobbik,
cabendo ainda à União Europeia dar a entender à Hungria que os discursos
arrogantes como esse são inadmissíveis. As autoridades húngaras também
se apressaram a condená-los. O Ministério das Relações Exteriores
salientou na ocasião que o país presta homenagem às vítimas do
holocausto. Isso significa que os conceitos ideológicos preconizados
pelo Jobbik não são partilhados por muitos húngaros, assinala a
chefe do Departamento de Pesquisas do Leste Europeu do Instituto da
Europa, Liubov Chichelina.
"Tais declarações e postulados formulados pelo Jobbik
já se tornaram rotineiros. Mas, o mais interessante é que, para além de
ânimos anti-semitas, o partido decidiu livrar-se dos judeus da própria
bancada parlamentar. Há dois meses houve um caso desses. Mas não seria
correto fazer conclusões sociológicas gerais baseando-se no exemplo do
partido nacionalista Jobbik."
Não é a primeira vez que o Jobbik se
manifesta como um partido da direita radical. Embora o caso não deva
consequências sérias, na Hungria continuam a fazer-se sentir os ânimos
nacionalistas. Nesse contexto, as declarações provocatórias de Gyongyosi
Márton podem fazer engrossar a lista dos apoiantes desse partido nas
próximas eleições legislativas. Quanto à ressonância internacional,
sabe-se bem que na UE existe a prática de dois pesos e de duas medidas.
Na ótica de Bruxelas, aquilo que se considera inadmissível na França ou
Alemanha, é aceitável nos países que ingressaram na UE há relativamente
pouco tempo.

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Re: o massacre que se adivinha em gaza

Mensagem por Vitor mango em Sex Nov 30, 2012 9:29 am

No decurso de debates parlamentares dedicados ao conflito na Faixa de
Gaza ele qualificou Israel de um Estado nazista, tendo equiparado o
chefe da diplomacia israelense, Avigdor Liberman, ao maior ideólogo nazi
Gebbels.

O PERIGO DE TUDO ISTO É QUE COMEÇA POUCO A POUCO AVOLUMA E DEPOIS DEPOIS DEPOIS bummmmmmmmmmmmmmmmmmmm

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Re: o massacre que se adivinha em gaza

Mensagem por Vitor mango em Sex Nov 30, 2012 9:46 am

KUANDO AS CABOIADAS DAO EM MERDA ...O BARAK JA CAVOU E FICOU OP IMBECIL DO LIEMANE (JA NEM O NOME NAZI SEI ESCREVER
--------------------------------------------------------------------------
MURO JUDAICO
-------------------------------------------------------------------------



Premiê de Israel é cobrado por 'bofetão diplomático' na ONU






Atualizado em 30 de novembro, 2012 - 11:32 (Brasília) 13:32 GMT




























Comemorações entre os palestinos contrastam com as críticas ao governo em Israel



Enquanto nos territórios
palestinos a população comemora o novo status de "Estado observador
não-membro" nas Nações Unidas, em Israel o primeiro-ministro Binyamin
Netanyahu vem sendo responsabilizado pelo que os críticos consideram uma
grave derrota diplomática.

Nesta quinta-feira, a Assembleia Geral da ONU
aprovou por 138 votos a favor, 9 contra e 41 abstenções a nova condição
para os palestinos, que os equipara à condição do Estado do Vaticano.




Notícias relacionadas









Tópicos relacionados







O respaldo ao pedido palestino por
reconhecimento como Estado superou até os cálculos mais otimistas da
Autoridade Nacional Palestina e de seu presidente, Mahmoud Abbas.

Mas o que para Abbas foi um grande triunfo diplomático, para Netanyahu é um revés que muitos em Israel já estão lhe cobrando.

'Bofetão'


A deputada Shelly Yacimovich, presidente do
Partido Trabalhista, de oposição, afirmou que o resultado da votação na
ONU é consequência da política externa de Netanyahu e do aprofundamento
da paralisação do processo de paz com os palestinos.

Em declarações à imprensa local, Yacimovich
afirmou que Netanyahy e o chanceler Avigdor Lieberman "envergonharam o
país internacionalmente" e presentearam os palestinos com uma vitória
histórica.

Zahava Gal On, presidente do partido pacifista
Meretz, afirmou que a comunidade internacional "deu um bofetão na cara
de Netanyahu", mas assegurou que o reconhecimento palestino poderia
ajudar Israel a se envolver de novo no processo de paz.

A se julgar pelas declarações dos principais
porta-vozes israelenses, porém, é pouco provável que o novo status
palestino possa ter esse efeito.

Lieberman afirmou que o discurso de Abbas na ONU
pedindo "um certificado de nascimento para a Palestina" demonstra que
ele não está interessado na paz.

'Luz de advertência'





Netanyahu disse que não permitirá Estado palestino sem garantias de segurança aos israelenses



Em sua edição desta sexta-feira, o diário israelense Haaretz
afirma que Israel sofreu uma derrota "humilhante" na ONU e diz que o
resultado foi uma "luz de advertência" ao país. Segundo o diário, países
"amigos" enviaram com seus votos a mensagem de que a paciência com a
ocupação dos territórios palestinos está acabando.


Em um artigo no jornal, o especialista em
assuntos diplomáticos Avi Issacharoff afirma que "Abbas nunca admitirá,
mas deve um enorme agradecimento ao governo israelense e em particular
ao chanceler Avigdor Lieberman".

"Até alguns poucos dias atrás, parecia que Abbas
poderia evaporar da consciência palestina e internacional em
consequência dos avanços do Hamas durante a operação Pilar de Defesa",
escreveu Issacharoff, fazendo referência à recente ofensiva militar
israelense contra Gaza para neutralizar os ataques com foguetes lançados
por grupos palestinos.

O analista destaca que, agora, Abbas recuperou
sua posição de liderança, ao menos entre os círculos políticos do mundo
árabe, e conseguiu um consenso raro entre os palestinos, divididos entre
os seguidores do Hamas, que controla a Faixa de Gaza, e do Fatah, de
Abbas, que controla a Cisjordânia.

'Ocupação racista'


Em seu discurso diante da Assembleia Geral,
antes da votação, Abbas fez declarações duras contra Israel, acusando o
país de promover "uma ocupação colonial racista" equiparável ao
apartheid, o sistema de discriminação racial vigente na África do Sul
até os anos 1990.

"O mundo pôde ver um discurso difamatório e
venenoso, cheio de propaganda mentirosa contra o Exército israelense e
os cidadãos israelenses", afirmou Netanyahu, em um comunicado divulgado
após a intervenção de Abbas.

"Alguém que deseja a paz não fala dessa
maneira", diz o comunicado. "Não se criará um Estado palestino que não
garanta a segurança dos cidadãos israelenses", afirmou.

"O caminho da paz entre Jerusalém e Ramallah
passa por negociações diretas sem condições prévias e não por decisões
unilaterais na ONU", acrescentou.

Em declarações à BBC, o porta-voz do governo
israelense Mark Regev afirmou nesta sexta-feira que a concessão de
status de Estado aos palestinos é "um teatro político negativo" e
"prejudicará a paz".

"Isso é um teatro político negativo, que vai nos tirar do processo de negociação. Vai prejudicar a paz", disse Regev.

ONU 'hostil'





Os governos israelenses costumam acusar a ONU de 'hostilidade' contra o país



Apesar de Israel ter nascido a partir da
resolução da ONU pela partilha da Palestina, aprovada exatos 65 anos
antes, em 29 de novembro de 1947, seus governos costumam acusar a
organização de "hostilidade" contra o país e de pretender impor uma
solução multilateral ao problema com os palestinos.

"Temo que a Autoridade Palestina possa usar a
ONU como um clube político contra Israel", afirmou o senador republicano
americano Lindsey Graham.

O republicano e outros congressistas americanos
apresentaram um projeto de lei ao Congresso que retiraria os fundos que
os Estados Unidos destinam à ONU se os palestinos não entrarem em
"conversações significativas" para solucionar suas questões
bilateralmente.

Apesar de a Casa Branca ter deixado claro que
não considerava boa a ideia de mudança do status palestino na ONU, a
embaixadora americana na ONU, Susan Rice, pediu que os dois lados
comecem a falar de paz "e parem de se provocar em Nova York (cidade sede
da ONU) ou em qualquer outra parte".

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Re: o massacre que se adivinha em gaza

Mensagem por Vitor mango em Sex Nov 30, 2012 9:50 am

Em declarações à imprensa local, Yacimovich
afirmou que Netanyahy e o chanceler Avigdor Lieberman "envergonharam o
país internacionalmente" e presentearam os palestinos com uma vitória
histórica.

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Re: o massacre que se adivinha em gaza

Mensagem por Vitor mango em Sex Nov 30, 2012 9:51 am

Wen Jiabao congratula realização de conferência comemorativa da ONU em apoio aos palestinos
2012-11-30 11:19:13 cri

Foi realizada
nesta quinta-feira (29) em Nova Iorque, sede da ONU, a conferência
comemorativa do Dia Internacional de Solidariedade ao Povo Palestino, o
premiê chinês, Wen Jiabao enviou uma mensagem de felicitação ao evento.

Wen
Jiabao afirmou que o governo chinês apoia firmemente as ações que fazem
justiça aos palestinos na recuperação do direito legal como nação e
integração territorial do país, e também a integração palestina na ONU e
em outras organizações internacionais.

Wen Jiabao reiterou que a China está a atenta à situação na faixa de
Gaza e condena os atos que causam mortos e feridos entre os civis
locais. Ele assinalou que os conflitos ocorridos em Gaza mostram de novo
a importância e urgência numa resolução da questão palestina e tem
expectativas em que a Palestina e Israel considerem a paz para os povos
de ambas partes e criem condições para a retomada de negociações e
progressos efetivos. O premiê ainda lembrou que a comunidade
internacional deve fortalecer o processo de retomada de diálogo, apoiar a
construção da capacidade da Palestina para o desenvolvimento autônomo e
reforçar o apoio humanitário aos palestinos. Ele prometeu que a China
vai se esforçar ao lado da comunidade internacional para desempenhar um
papel construtivo na resolução completa e justa da questão palestina e
promoção da paz, estabilidade e desenvolvimento da região do Oriente
Médio.

Tradução: Xie Haitian Revisão: João Pimenta

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Re: o massacre que se adivinha em gaza

Mensagem por Vitor mango em Sex Nov 30, 2012 10:28 am

Em resposta à ONU, Israel votar para construir 3,000 novas casas em assentamentos
Ordens
de Netanyahu milhares de novas unidades habitacionais em Jerusalém
Oriental e na Cisjordânia,. Planos controversos para novas construções
na área E1 perto de Jerusalém será avançado, contrário aos compromissos
assumidos com a administração Obama
Por Barak Ravid | Nov.30, 2012 | 05:36

A obras palestinos em um canteiro de obras no assentamento judaico da Cisjordânia de Ma'aleh Adumim
A
obras palestinos em um canteiro de obras no assentamento judaico da
Cisjordânia de Ma'aleh Adumim, perto de Jerusalém, domingo, março, 13,
2011. Foto por AP


Quem votou a atualização palestino na ONU? Quem contra?
Por Haaretz | Nov.30, 2012 | 05:36 | 8
Israel sofre derrota humilhante na ONU
Por Barak Ravid | Nov.30, 2012 | 05:36 | 79
Em votação histórica, a Palestina se torna não-Estado membro das Nações Unidas, com o estatuto de observador
Por Barak Ravid, Mozgovaya Natasha e Shalev Chemi
Nov.30, 2012 | 17:36 | 64

Israel
planeja construir novas unidades habitacionais em algum 3,000 Jerusalém
Oriental e assentamentos na Cisjordânia. Em resposta à palestinos
oferta bem sucedida para o reconhecimento na Assembleia Geral da ONU,
esta semana, uma fonte diplomática disse ao Haaretz sênior na
segunda-feira

Segundo
a fonte, isto é, Israel pretende avançar longo congelados os planos
para a área de E1, que cobre na área, que deixou a cidade de Jerusalém
com o assentamento de Ma'aleh Adumim.

Se
for construída, o plano controverso impediria contigüidade territorial
entre a Cisjordânia norte e sul, tornando-se difícil para um futuro
Estado palestino para funcionar.

No
início de seu mandato, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu deu ao
governo Obama um compromisso de que Israel não vai construir na área. Tanto de seus predecessores, Ariel Sharon e Ehud Olmert, que prometeu o governo dos EUA que Israel não iria construir em E1.

A
fonte disse que Israel iria avançar a construção de planos para mais
alguns milhares de unidades habitacionais nos blocos de assentamentos na
Cisjordânia e em Jerusalém Oriental, durante a pesagem medidas
adicionais.

Ele acrescentou que a construção seria feita de acordo com o mapa dos interesses estratégicos de Israel.

Em
uma sessão histórica da Organização das Nações Unidas, em Nova York,
quinta-feira, exatamente 65 anos depois de passar o plano de partilha da
Palestina, a Assembleia Geral votou por larga maioria a reconhecer a
Palestina nas fronteiras de 1967 como um estado não-membro com estatuto
de observador na organização. Alguns
138 países votaram a favor da resolução, 41 abstiveram-se e nove
votaram contra: Canadá, República Checa, Israel, EUA, Panamá, Ilhas
Marshall, Palau, Nauru e Micronésia.

Após
a votação, EUA enviado da ONU, Susan Rice, disse que a resolução não
estabelece a Palestina como Estado, que prejudica o resultado das
negociações, e ignora as questões de segurança.

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Re: o massacre que se adivinha em gaza

Mensagem por Vitor mango em Sex Nov 30, 2012 10:33 am

A ISTO DE CONSTRUIR NOVOS COLONATOS CHAMO DOR DE CORNO

KUALKERR POLITICO CIENTE DA SUA SITUAÇAO NUNCA IRIA provocar a iopinião publica mundial e destaco aqui a Alemanha que foi mesmo a Israel danada a avisar que...
Depois so loucos vão construir casas em vespeiro copm a finalidade de dentro meses tudo se perder ...tal como um depositante com notas fazer um deposito no BPN

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Re: o massacre que se adivinha em gaza

Mensagem por Vitor mango em Sab Dez 01, 2012 1:07 am

Foco U.S.A.
por Natasha Mozgovaya
No Fórum Saban, Lieberman acusa Abbas de desunião palestina
Em imagens: Avigdor Lieberman, Ehud Barak e Tzipi Livni schmooze na reunião de Washington.
Por Natasha Mozgovaya | Dec.01, 2012 | 02:29 | 9

Avigdor Lieberman e Tzipi Livni
Avigdor Lieberman e Tzipi Livni Foto por Natasha Mozgovaya
nviado da ONU diz que novos assentamentos palestinos são "provocação"
Pela Associated Press | Dec.01, 2012 | 02:29 | 16
Clinton apela a Israel para abraçar moderados palestinos, as negociações
Por Natasha Mozgovaya | Dec.01, 2012 | 02:29 | 6
Em resposta à ONU, Israel votar para construir 3,000 novas casas em assentamentos
Por Barak Ravid | Dec.01, 2012 | 02:29 | 10

Avigdor Lieberman parecia de bom humor na noite de sexta-feira. Abrindo com uma brincadeira, o ministro das Relações Exteriores declarou enfaticamente: "Eu estou a direita!" quando
ele e jornalista de rádio NPR Robert Siegel sab-se no palco do Fórum
Saban anual, que teve lugar no fim de semana no InterContinental Willard
em Washington DC

Lieberman foi em um rolo. Quando
perguntado sobre o voto para atualizar o status da Palestina para
não-estado membro observador nas Nações Unidas, ele disse: "A verdadeira
notícia é ver-me, Tzipi Livni e Ehud Barak torno da mesma mesa. Isso é
paz interna real no lado palestino , eu não vejo a paz, eu vejo um monte de desacordo ".

A
partir desse ponto, o tom do ministro das Relações Exteriores virou
sombrio, como ele continuamente bateu presidente da Autoridade
Palestina, Mahmoud Abbas, e rejeitou todas as noções que o anúncio de
Israel após a votação da ONU para ampliar a construção de assentamentos
tiveram nada a ver com o impasse diplomático.

"Nós não ver qualquer paz depois que se retirou de Gaza, [e] não há paz do Líbano", disse ele. "Com
assentamentos, nós tentamos não provocar, mas nós temos o direito de
definir a nossa capital, a construção de assentamentos e faz parte da
nossa segurança. Assentamentos não são um obstáculo para a paz, o oposto
é verdadeiro", disse ele, acrescentando: " Milhares
de pessoas estão sendo mortas na Síria, na Líbia e no Bahrein, mas [o
que faz] a notícia é vários edifícios na Judéia e Samaria ".

"O
maior problema é a fraqueza da comunidade internacional, e [como ficou
evidente] ontem na ONU, sua hipocrisia", disse Lieberman. "Os problemas reais enfrentados pelos palestinos problemas econômicos são saúde, educação e segurança."

O
ministro das Relações Exteriores de Israel abandonou culpa
descontentamento entre os palestinos, acusando Abbas vez por não aliviar
o sofrimento de seu povo socioeconômico - um stress que Lieberman disse
que assim sentida por outros Estados árabes da região. "Qual
foi a principal razão por trás da Primavera Árabe? Não foi Israel e os
palestinos, foi a pobreza ea miséria. Abbas Por que perder os [2006]
eleições em Gaza? Por causa da pobreza e da miséria. E porque ele não
era capaz
de entregar aos palestinos ", acusou Lieberman," Nós precisamos de uma
solução abrangente com os palestinos, mas cabe aos palestinos ".

Lieberman continuou, afirmando que o dedo apontado para ele deve ser redirecionada para os líderes palestinos como Abbas. "Eu
sou o cara mau", disse ele, "[mas] eu vi proposta de Olmert
[ex-primeiro-ministro Ehud Primeiro] em Annapolis, e Abbas se recusou a
assiná-lo. Que aconteceu com o [ex-presidente dos EUA Bill] Clinton e
Autoridade [ex-palestino presidente
Yasser] Arafat Arafat se recusou a assinar um [acordo de paz]. Você
deve entender que estamos prontos para o sacrifício, mas não para
cometer suicídio. "

Foi
então que Lieberman chegou ao seu final "Graças a Mahmoud Abbas, da
Autoridade Palestina não existe -. País e Fatah Hamastão são graças a
sua administração Ele perdeu o controle - não por causa de Israel, mas
por causa de uma administração corrupta e ineficaz. "

Lieberman
tinha certeza de elogiar os Estados Unidos ea administração do
presidente Barack Obama, antes de regressar ao seu lugar. "Eles fizeram esforços incríveis para Opa para um cessar-fogo com Gaza, e tomaram uma posição muito corajosa na ONU", disse ele.

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Re: o massacre que se adivinha em gaza

Mensagem por Vitor mango em Sab Dez 01, 2012 1:09 am

"O
maior problema é a fraqueza da comunidade internacional, e [como ficou
evidente]
ontem na ONU, sua hipocrisia", disse Lieberman. "Os problemas reais
enfrentados pelos palestinos problemas econômicos são saúde, educação e
segurança."

o gajo deu-lhe para o Humor negro ...afinal o mundo esta todo mal e ele o clarivente é que esta com o passo certo na parada do humor

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Re: o massacre que se adivinha em gaza

Mensagem por Vitor mango em Sab Dez 01, 2012 1:11 am

Extensão dos colonatos israelitas "faz recuar a causa da paz" -- Hillary Clinton


01 | 12 | 2012 02.52H
A
secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, condenou na
noite de sexta-feira a decisão israelita de construir 3.000 habitações
nos colonatos em Jerusalém Oriental e na Cisjordânia.
"À luz do
anúncio de hoje, deixem-me reiterar que esta administração - tal como a
anterior - tem deixado claro com Israel de que estas atividades
(extensão dos colonatos) fazem recuar a causa de uma paz negociada"
entre israelitas e palestinianos, disse Hillary Clinton numa conferência
em Washington, na presença dos ministros israelitas da Defesa, Ehud
Barak, e dos Negócios estrangeiros, Avigdor Lieberman
.
Israel
anunciou na sexta-feira a intenção de construir 3.000 habitações nos
colonatos em Jerusalém Oriental e na Cisjordânia depois dos
palestinianos terem sido reconhecidos como um Estado não-membro da ONU.
Destak/Lusa | destak@destak.pt

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Re: o massacre que se adivinha em gaza

Mensagem por Vitor mango em Sab Dez 01, 2012 4:48 am

Indonésia para construir escola primária em Gaza espancada
Uma menina palestina caminha em meio aos escombros de uma casa na Cidade de Gaza em 27 de novembro de 2012.
Uma menina palestina caminha em meio aos escombros de uma casa na Cidade de Gaza em 27 de novembro de 2012.
Sáb 1 de dezembro de 2012 09:00
Uma organização não-governamental indonésio (ONG) anunciou planos para construir uma escola na Faixa de Gaza, na sequência do recente ataque israelense militar no território palestino sitiado.


"Temos garantido um lote de terra em Bait Lahiya, norte de Gaza, [que é] a cerca de 5.000 metros quadrados. Vamos imediatamente começar a construção ", disse o diretor do Cepat Aksi Tanggap (ACT), Doddy Cleveland, disse na sexta-feira.

A ONG também disse que havia conseguido permissão e uma promessa de apoio do Ministério da Palestina da Educação para desenvolver a escola para alunos do ensino fundamental.

"A escola indonésia em Gaza terá um design ambientalmente amigável, o que vai ser fácil de reconstruir, se a escola está danificado. Materiais básicos serão retirados da área de Faixa de Gaza ... que fará parceria com os moradores locais para construir a escola, "o ato acrescentou.


Em 14 de novembro, Israel lançou uma ofensiva mortal na sitiada Faixa de Gaza, que matou quase 170 palestinos e feriram cerca de 1.200 outros.

Combatentes da resistência palestina incessantemente derramado foguetes e mísseis para as cidades israelenses, matando pelo menos cinco israelenses, incluindo um soldado, em retaliação aos ataques mortais em Gaza.

Egito anunciou em 21 de novembro que o regime israelense e do movimento de resistência palestino, Hamas, chegaram a um acordo de cessar-fogo.

A recente agressão israelense contra Gaza causou mais de US $ 1,2 bilhões em danos diretos e indiretos.

De acordo com o porta-voz do Hamas Taher al-Nunu, a operação de oito dias estava completamente destruído 200 casas parcialmente danificadas e outro 8000.

Outros 42 edifícios não residenciais, incluindo a sede do governo do Hamas, também foram completamente destruídos.

MP / AZ

http://previous.presstv.ir/photo/20121201/pirhayati20121201084334360.jpg

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Re: o massacre que se adivinha em gaza

Mensagem por Vitor mango em Sab Dez 01, 2012 9:53 am

Clinton apela a Israel para abraçar moderados palestinos, as negociações
EUA secretária de Estado diz que a segurança de Israel é um assunto pessoal dela, e que ela espera para visitar como um cidadão um dia com um neto.
Por Natasha Mozgovaya | 04:46 01.12.12 | 6
EUA secretária de Estado Hillary Clinton, alertou na sexta-feira que sem progresso em direção à paz, Israel será forçado a escolher entre "a democracia e preservar a identidade judaica do Estado."

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Re: o massacre que se adivinha em gaza

Mensagem por Vitor mango em Sab Dez 01, 2012 10:01 am

Vitor mango escreveu:Clinton apela a Israel para abraçar moderados palestinos, as negociações
EUA secretária de Estado diz que a segurança de Israel é um assunto pessoal dela, e que ela espera para visitar como um cidadão um dia com um neto.
Por Natasha Mozgovaya | 04:46 01.12.12 | 6
EUA secretária de Estado Hillary Clinton, alertou na sexta-feira que sem progresso em direção à paz, Israel será forçado a escolher entre "a democracia e preservar a identidade judaica do Estado."

Exacto
Aqui e acola tive o cuidado de fazer todo o tipo de analises metendo-me no meio de meriades de informações e aviseiq quando 70.000 reservistas de Israel se preparavam para uma louca aventura
...aí ou avançavam matavam milhares de civis num massacre nunca visto ja que o Hamas jamais se renderia porquie o fanatismo relçigioso é e é evidente ...basta ver os carros suixcidas e hom,ens bombas no Iraque muito depois da paxc podre
O) MUNDOOOOOOOOOOOOO olhou e avisou o Netamiado que nao ia em caboiadas e ate o nosso Portas dito Paulo amigo da porrada e que ate perseguiu abortadeiras ficou com eles gelados a pensar que esta gente poderia fazer loucuras
Tiveram medo e deram uma clara vitoria ao hamas
e... é aqui que eu avisei que se nao desse mada ao Abbas toda a estrutura de gente moderada desaparecia ...e é nessepulo que o MUNDO deu um voto ao gajo nda Palestina
A america segurou o Miado mas a europa ja se colocou a milhas com destque para a alemanha que esta farta de dizer aos judeus para nao gozarem mais com negociaçoes de pax
Agora com a america borrada diplomaticamente vai ap+resentar a factura a esta gente loufca no governo

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Re: o massacre que se adivinha em gaza

Mensagem por Vitor mango em Dom Dez 02, 2012 1:45 am

Olmert: construção de Liquidação na área E-1 é "tapa na cara" de Obama
PM diz que ex-presidente palestino, Mahmoud Abbas é o melhor parceiro de Israel teve de paz, ainda não conseguiu aceitar o "plano mais abrangente e ousada jamais propôs.
Por Natasha Mozgovaya | 09:09 02.12.12 | 2


O ex-primeiro-ministro Ehud Olmert, criticou sábado a decisão de ir em frente com os planos de construção na área E-1, que liga Jerusalém e Ma'aleh Adumim, descrevendo-o como um "tapa na cara" do presidente dos EUA, Barack Obama.

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Re: o massacre que se adivinha em gaza

Mensagem por Vitor mango em Dom Dez 02, 2012 1:46 am

ex-primeiro-ministro Ehud Olmert, criticou
sábado a decisão de ir em frente com os planos de construção na área
E-1, que liga Jerusalém e Ma'aleh Adumim, descrevendo-o como um "tapa na
cara" do presidente dos EUA, Barack Obama.

chama-se a isto IMBECILIDADE extrema

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Re: o massacre que se adivinha em gaza

Mensagem por Vitor mango em Dom Dez 02, 2012 4:23 am

Israel confisco NIS 460 milhões em fundos de impostos da Autoridade Palestina
O
dinheiro, que Israel recolhe para os palestinos, foi programado para
pagar os salários dos funcionários PA; Netanyahu, Steinitz decidir usar o
dinheiro para compensar as dívidas da AP a Corporação Elétrica de
Israel.
Por Barak Ravid | Dez.02, 2012 | 11:37 | 20

Yuval Steinitz, à esquerda, e Benjamin Netanyahu
Yuval Steinitz, à esquerda, e Benjamin Netanyahu. Foto por GPO

Em votação histórica, a Palestina se torna não-membro das Nações Unidas estado com o estatuto de observador
Por Barak Ravid, Chemi Shalev e Mozgovaya Natasha
Dez.02, 2012 | 11:37 | 64
Em resposta a votação da ONU, Israel improvável para rescindir acordos econômicos com PA
Ora por Coren e Feldman Nadan
Dez.02, 2012 | 11:37 | 8
Israel ameaça fechar torneira de dinheiro se os palestinos buscam o reconhecimento da ONU
Pela Reuters | Dez.02, 2012 | 11:37 | 61

O
primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, eo ministro das Finanças, Yuval
Steinitz decidiu domingo para confiscar as receitas fiscais que Israel
coletados para a Autoridade Palestina durante o mês de novembro, e
usá-lo para compensar as dívidas do PA para Corporação Elétrica de
Israel.

O
movimento vem em resposta a atualização de quinta-feira da Palestina na
Organização das Nações Unidas para não-membros estado observador,
depois de uma votação de 138 a 9. Após
a atualização, Israel anunciou na sexta-feira que tem a intenção de
construir 3.000 novas casas em assentamentos em Jerusalém Oriental e na
Cisjordânia.

O
confisco de fundos, que totalizam NIS 460 milhões e são destinados para
os salários dos funcionários PA, vem depois que Israel advertiu o
movimento antes da votação da ONU. Em
11 de novembro, Steinitz avisou: "Se os palestinos continuam a avançar a
sua decisão unilateral que não se deve esperar a cooperação bilateral
Não iremos recolher os seus impostos para eles e para nós não vai
transferir suas receitas fiscais.".

No
entanto, como o governo de Israel pesou as implicações legais após
votação da semana passada Assembleia Geral da ONU, que não era esperado
para rescindir os acordos econômicos que regem as relações com a
Autoridade Palestiniana ou fazer nada que possa provocar a sua queda.

Na
reunião semanal, no domingo, o gabinete de Israel decidiu por
unanimidade rejeitar a decisão da ONU de atualizar o status da
Palestina. Na decisão, foi escrito que a Cisjordânia é uma "área contestada" sobre o qual "o povo judeu tem o direito natural."

Além
disso, a decisão do gabinete também afirmou que a decisão da AGNU "não
vai servir de base para futuras negociações com a Autoridade Palestina e
não pode avançar uma solução pacífica".

Netanyahu
também comparou a recente decisão da Assembléia Geral da ONU a
reconhecer a Palestina como um Estado não-membro com o estatuto de
observador para a decisão da AGNU 1975 que igualou o sionismo com
racismo. Durante
a reunião semanal do gabinete, Netanyahu ler a decisão do gabinete de
1975 em que o então primeiro-ministro Yitzhak Rabin, disse que, em
resposta à decisão da ONU, Israel vai acelerar os planos para liquidar
em várias partes do país, bem como em assentamentos na Cisjordânia .

À
frente de atualização esperado da AP na ONU, as autoridades israelenses
pesava uma série de medidas de retaliação, como a reconsiderar as
disposições dos Acordos de Oslo, incluindo o Protocolo de Paris de 1994.

O
protocolo regula os laços econômicos entre Israel ea Autoridade
Palestina, o ex-tasking com a coleta de impostos e taxas aduaneiras em
nome deste último, no valor de cerca de US $ 100 milhões por mês em
mercadorias importadas pelos territórios palestinos

Israel
já havia congelado os pagamentos ao governo palestino durante os
períodos de maior segurança e de tensões diplomáticas, provocando uma
forte crítica internacional.

Em
2011, Israel congelou a transferência de novembro de outubro, de US $
100 milhões em fundos fiscais para punir os palestinos por seus esforços
para conquistar o reconhecimento da ONU de sua independência. A
decisão veio depois de Israel os palestinos foram aceitos para a
agência da ONU cultural da UNESCO como parte de um esforço mais amplo
para a admissão como Estado membro pleno das Nações Unidas.

Em
30 de novembro daquele ano, Israel anunciou que iria liberar os fundos
devidos à Autoridade Palestina, encerrando um impasse que os palestinos
disse que tinha causado graves danos à sua economia frágil.

Os
fundos fiscais de direitos aduaneiros e outras taxas são necessárias
para o governo palestino, o maior empregador único nos territórios
palestinos, a pagar dezenas de milhares de trabalhadores, bem como as
forças de segurança, que foi elogiado por sua colaboração no sentido de
travar os ataques de militantes sobre os israelenses.

O movimento seguiu forte pressão dos Estados Unidos, Nações Unidas e Europa, em Israel para liberar o dinheiro.

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Re: o massacre que se adivinha em gaza

Mensagem por Vitor mango em Dom Dez 02, 2012 4:25 am

nunca vi na porrah da vida tanto vicio de roubar como judeus e ciganos ...Porrah esta-lhe no sangue

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Re: o massacre que se adivinha em gaza

Mensagem por Vitor mango em Dom Dez 02, 2012 7:30 am



inh haaretz

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Re: o massacre que se adivinha em gaza

Mensagem por Vitor mango em Dom Dez 02, 2012 7:49 am

COMENTARIOS DOS LEITORES DOI HAARETZ ABOUT CHARGE ACIMA

Foto: Netanyahu e Abbas correr para garantir sua soberania. http://www.haaretz.com/daily-cartoon
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Tu e outras 80 PESSOAS gostam disto.
Cristina Marchesan Build, Israel, construir um mundo maravilhoso. Palestina deve construir também, para não perder tempo.
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Fabio amigo Palestina observar e agir de Israel,
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Delia Sana-Geronimo Hahaha eu gosto disso! Puxa a raça está se tornando um humor!
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Alshabah Herói liberdade Palestina
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Jey A.z. A
única diferença é que Abbas está fazendo tudo legal com relação às leis
internacionais, ao contrário de Israel, que está a fazer tudo
ilegalmente de acordo com as leis internacionais e humanitárias.

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Thomas Hettinger LLLLLLLLLLLLLLLLLLLOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOLLLLLLL

(Y)

a forma de política .... - A maneira de humen ....

vamos nos ater ao nosso modo de vida - vamos nos ater ser o maior fracasso da evolução ....
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Dean Garrett http://www.youtube.com/watch?v=8Dcxb4StD_0
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Gary Spedding eu prefiro Netanyahu caricaturado como um bebê jogando brinquedos (blocos de assentamentos) fora de seu carrinho.
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Magued Hanna cabelo loool mesma bibi
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Johann Adam Weishaupt?
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Cristina Marchesan Jey: Israel está construindo. Não é contra o direito humanitário. E não há leis sobre as leis soberanas de um país.
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Cristina Marchesan Para lançar foguetes sobre as pessoas é contra o direito humanitário e palestinianas fez ... Eles jogado Rockert sobre Jerusalém Oriental, a cidade que reclame para eles e eles dizem que é cidade sagrada para o Islã!
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Jey A.z. @ Cristina-
Construção
de assentamentos israelenses nos territórios palestinos, especialmente
na área E1 é reconhecido internacionalmente ilegal. É
uma Felloni, ilegal e imoral, continuamente dividindo a Cisjordânia e
agora vai dividir Belém de Ramallah, como por foguetes, Abbas condena e
trabalha com o idf para atingir extremistas do Hamas na Cisjordânia FYI.
Quanto às leis humanitárias violados de forma institucionalizada e física, a lista é muito longa.
Você pode pesquisar-los em ONG de direitos humanos organizações internacionais.
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Kinga
Zglinicka Sim Cristina, Israel está construindo ... muro do apartheid,
que é maior e mais longo do que a parede em Berlim nunca. Então deixe seus países vizinhos para construir as casas para os seus cidadãos em sua terra, por que não? Se não é agains o direito humanitário.
HÁ Cerca de UMA Hora · Gosto · 8
Robert Van Meter Netanyahu derrube este muro
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Ceyhan ACaglar: D: D
HÁ Cerca de UMA Hora · Gosto
Delia Sana-Geronimo Por que as pessoas são tão u sarcástico sobre Israel? Ilegal? O que é ilegal na construção de casas para os desabrigados na terra de Israel? Ataques? Que provocam a quem? Que esperam que Israel acendeu um fogo primeiro, sem qualquer razão? U ter já esteve em Israel para conhecer a real situação aqui? U ter ouvido qualquer notícia Israel de matar seu próprio povo como Egito, Síria, Turquia, entre outros? Pensar, analisar, não saltar em conclusões apenas a partir de relatórios da mídia. Nem todos u ver em fotos e notícias são verdadeiras. O que faz de Israel de modo progressivo de todos esses anos? Porque eles têm cérebro humano real. Nacionalidades vivem em Israel, mas acho que quem são essas corridas problemáticas, vc sabe quem são eles né?
HÁ 56 Minutos · Editado · Gosto
Cabo de Carl Melhor confiscar o dinheiro, esqueça a construção da parede.
HÁ 53 Minutos · Gosto
Gus Gallegos Palestina livre!
HÁ 31 Minutos · Gosto
Jeff Jarrett muito preciso.
HÁ 17 Minutos · Gosto
Lotta Angergård http://www.diakonia.se/ihl
HÁ 11 Minutos · Gosto

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Re: o massacre que se adivinha em gaza

Mensagem por Vitor mango em Dom Dez 02, 2012 10:16 am

EUA condena plano de Israel de expansão de assentamentos em Jerusalém, Cisjordânia
Por Barak Ravid | Dez.02, 2012 | 01:04 | 76

Durante
o ano passado, o município de Jerusalém e do estado têm promovido
vários projetos em Jerusalém Oriental, que muitos observadores acreditam
que refletem um desejo de Israel de criar contiguidade territorial
entre a capital e Ma'aleh Adumim através da construção de um novo
assentamento judaico na área controversa E- 1. Eles
incluem o estabelecimento declarado de um novo parque nacional, nas
encostas do Monte Scopus, da Defesa de Israel Forças novo campo de
faculdades no topo do Monte Scopus e um novo aterro para resíduos de
construção nas proximidades do bairro árabe de Isawiyah.

O
enorme público projecto de obras para expandir as estradas da região e
para completar a construção das barreiras de separação e os pontos de
passagem também pode ser visto como apontando para as intenções de
Israel de construir em E-1, apesar da oposição internacional enorme.

A
esquerda israelense e da administração dos EUA ver a criação prevista
do bairro Adumim Mevasseret em E-1 como o último prego no caixão da
solução de dois Estados. Seria efetivamente bissetriz da Cisjordânia e cortar a ligação física entre os territórios palestinos e Jerusalém.

"E-1
é um assentamento binário", diz o advogado Daniel Seidemann, que vem
monitorando a construção de assentamentos na região de Jerusalém durante
anos. De
acordo com Seidemann, os defensores da construção procuram evitar o
estabelecimento de um viável, estado territorialmente contíguas
palestino, enquanto seus oponentes "Reconhecemos que um Estado palestino
deve ser territorialmente contíguas, com um link para Jerusalém",
Seidemann disse, acrescentando: " É por isso que esta é a batalha decisiva sobre a viabilidade de "dois Estados para dois povos".

Uma
estação de polícia de Israel foi construído em E-1, e infra-estrutura
adicional foi estabelecido, mas os planos de construção residencial
foram bloqueados repetidamente devido à pressão dos EUA.

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Re: o massacre que se adivinha em gaza

Mensagem por Vitor mango em Dom Dez 02, 2012 10:59 am

Un relato europeo sobre los colonos israelíes



El voto de la ONU demuestra que la invasión de los territorios palestinos suscita cada vez más críticas









Soledad Gallego-Díaz
2 DIC 2012 - 00:00 CET


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Solamente un país miembro de la Unión Europea (República Checa) votó
en contra del reconocimiento de Palestina como miembro de Naciones
Unidas con el estatuto de Estado observador. De los 26 restantes, 14
votaron a favor (Francia, Italia y España, incluidas) y 12 se
abstuvieron (entre ellos aliados tan tradicionales de Israel como
Alemania y Holanda). Los nueve votos en contra fueron los del propio
Israel, Estados Unidos, Canadá, Panamá, y cuatro pequeños Estados del
Pacífico, Islas Marshall, Micronesia, Nauru y Palau. Probablemente nunca
hasta ahora había quedado tan claro que los intereses de Israel y de
Estados Unidos, que se presenta en todo el mundo como una potencia
dialogante, salvo en Oriente Próximo, empiezan a ser divergentes.

Washington gestionará como pueda esa situación, pero está claro que
el voto de Naciones Unidas refleja una realidad: la política de Israel
de ocupación y progresiva colonización de los territorios palestinos, y
la cruel manera como se gestiona está suscitando cada día mayor
irritación. La formidable fuerza de las imágenes en Internet y en
emisoras como Al Jaazera con que los palestinos consiguen por primera
vez en su historia traspasar el muro de silencio y aislamiento que les
ha rodeado durante décadas está teniendo un efecto político real y esa
nueva circunstancia no tiene ya vuelta atrás.

Es verdad que la Unión Europea no ha sido capaz de mostrar una
posición conjunta, en una nueva demostración de la imposibilidad de
desarrollar una Política Exterior Común, pero sí está apareciendo esa
unanimidad en documentos internos, de menor influencia política, desde
luego, pero donde queda reflejado ese creciente enojo. La UE no va a
cambiar, por supuesto, su firme defensa de la existencia del Estado de
Israel y de su derecho a la seguridad, pero cada día más, sin mucha
publicidad, pero con insistencia, está advirtiendo a Tel Aviv que
también existen los derechos de los palestinos y que están siendo
reiteradamente violados por israelíes.

El último de esos documentos, que quizás sea el responsable de la
inesperada abstención de Alemania en la ONU, es el aprobado por el
Comité Político y de Seguridad de la UE el pasado 16 de noviembre, en el
que se denuncia el incremento de los ataques que realizan los colonos
israelíes en territorios palestinos contra población civil y la evidente
impunidad con la que actúan. “Los diplomáticos europeos deben estar
atentos a este problema y hacerse presente incluso en los juicios que se
puedan plantear”, algo que, según analistas de Eurobserver, que
publican el documento íntegro (http://euobserver.com/foreign/118317)
solo se ha reservado hasta ahora para países como Bielorrusia.




Documentos internos de la UE advierten a Israel que los derechos de los palestinos también existen


El documento expresa la preocupación del comité por la violencia de
los colonos y sus provocaciones contra civiles palestinos y pide al
Gobierno israelí que cumpla con las obligaciones que establecen las
leyes internacionales y lleve a esos extremistas ante los tribunales.
“Los ataques son cada vez más severos y, en algunas áreas, más
coordinados”, explica. Además, son mucho más frecuentes: aumentaron un
32% en 2011 respecto a 2010, y afectan a palestinos, mujeres y niños,
así como a sus campos agrícolas (10.000 árboles han sido arrancados) y a
sus lugares de culto (se han destruido más de diez mezquitas solo este
año). La mayoría de esas agresiones tienen lugar en Cisjordania y muchos
de ellos “parecen ser parte de un sistema de coerción que intenta
forzar a las comunidades palestinas a abandonar el área a fin de poder
expandir los asentamientos israelíes”. Los expertos de la UE se
felicitan por la reciente y “fuerte condena” de esos actos violentos por
parte del Gobierno israelí (el ministro de Exteriores dijo que eran
“actos terroristas”), pero lamenta que las autoridades israelíes no
tomen firmes acciones contra estos actos, “contribuyendo así a una
cultura de impunidad en la que la violencia continúa”. El 90% de las
denuncias de las que ha tenido conocimiento la ONU han sido descartadas
sin detenciones. Además, protesta el documento europeo, muchas víctimas
no pueden siquiera presentar sus reclamaciones porque las estaciones de
policía están precisamente en los asentamientos de colonos, donde los
palestinos no pueden entrar.

El Comité Político y de Seguridad de la UE termina dando la luz verde
para que los países que lo deseen impongan la prohibición de dar
visados a esos colones israelíes violentos, de manera que no puedan
viajar a la UE. solg@elpais.es

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Re: o massacre que se adivinha em gaza

Mensagem por Vitor mango em Dom Dez 02, 2012 11:14 am

Kanouté lidera un movimiento de futbolistas para boicotear la Euro sub-21 de Israel 2013






Frederic Kanouté controla el balón ante Jukka Raitala en el partido entre Sevilla y Osasuna. (EFE)
Ampliar






  • "Es inaceptable que los chicos sean asesinados mientras juegan al fútbol", asegura.
  • La petición viene firmada por decenas de futbolistas, entre los que
    se encuentran Didier Drogba, Eden Hazard, Momo Sissoko y Cabaye.






  • 20MINUTOS.ES. 02.12.2012 - 18.50h



Frederic Kanouté, exjugador del Sevilla, lidera un comunicado emitido a través de su web en el que pretenden hacer ver que los valores del deporte son contrarios a que Israel albergue la Eurocopa sub-21.









Twitter







"Expresamos nuestra solidaridad con la gente de Gaza
que vive sin derechos humanos básicos, dignidad ni libertad”, dice en
una nota que condena el último bombardeo israelí, y que recuerda que el
10 de noviembre el Ejército israelí bombardeó un estadio que acabó con
la vida de cuatro futbolistas jóvenes que apenas superaban los 18 años.

En febrero, otros dos jugadores fueron detenidos. “Es inaceptable que
los chicos sean asesinados mientras juegan al fútbol”, por lo que
recuerda que la organización de le Eurocopa sub-21 se disputa contra los
valores del deporte.

Esta petición está firmada por jugadores como Didier Drogba, Diakité, Cabaye, Menez o Eden Hazard.

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Re: o massacre que se adivinha em gaza

Mensagem por Vitor mango em Dom Dez 02, 2012 12:14 pm

Europa ameaça de retirar o apoio a Israel sobre os planos de construção de liquidação
Alemão,
holandês, britânico, e os enviados franceses comunicaram sua protesto
contra plano de Israel de construir 3.000 unidades habitacionais em
Jerusalém Oriental, bem como de outros blocos de assentamentos de West
Bank, anunciou após a votação da ONU sobre a Palestina.
Por Barak Ravid | Dez.02, 2012 | 08:22 PM | 6

Maale Adumim
Cabras pastando por Maale Adumim, perto de Jerusalém, 1 de dezembro de 2012. Foto por Reuters

Olmert: construção de Liquidação na área E-1 é "tapa na cara" de Obama
Por Natasha Mozgovaya | Dez.02, 2012 | 08:22 PM | 28
Jerusalém Oriental projeto poderia enterrar solução de dois Estados
Por Nir Hasson | Dez.02, 2012 | 08:22 PM | 54
Em resposta a votação da ONU, Israel de construir 3.000 novas casas em assentamentos
Por Barak Ravid | Dez.02, 2012 | 08:22 PM | 10

Europa
tem vindo a colocar pressão diplomática pesado em Israel a reverter sua
decisão de prosseguir com os planos de desenvolvimento para um novo
bairro na área entre Ma'aleh Adumim e Jerusalém, conhecido como corredor
E1. Desde
sexta-feira, cinco altos embaixadores europeus ter comunicado fortes
palavras de protesto ao Ministério das Relações Exteriores em Jerusalém,
todos com a mesma mensagem principal: a demanda da União Europeia que
Israel reconsidere a sua decisão.

Embaixador
Britânico em Israel Matthew Gould e embaixador francês a Israel
Christophe Bigot chamado Exteriores de Israel Ministério Diretor Geral
Rafi Barak e outros altos funcionários no escritório do
primeiro-ministro na sexta-feira, um diplomata europeu disse um pouco
depois de Israel anunciou que ia acelerar o construção planeja corredor E1 como uma resposta à pressão palestina para o reconhecimento da ONU.

Na
manhã de domingo, da Holanda, embaixador de Israel, Caspar Veldkamp,
​​União Europeia embaixador Andrew Standley, eo vice-embaixador alemão
todos chamados escritório do primeiro-ministro.

As letras britânico, francês e holandês de protesto foram muito contundente. Ambos
os embaixadores franceses e britânicos sublinharam o seu apelo a Israel
para voltar sobre seus planos para erguer 3.000 unidades habitacionais e
não avançar ainda mais com planos para o corredor E1. "Londres está furioso com a decisão sobre o corredor E1", um diplomata britânico disse ao jornal Haaretz.

O
embaixador holandês, cujo país se absteve da votação da semana passada
pela Organização das Nações Unidas Assembleia Geral a Palestina o
estatuto de observador, advertiu que se Israel avança com seus planos de
construção no corredor E1, seu país não será capaz de ajudar Israel e
apoiar suas políticas em votos futuro na ONU e outras organizações internacionais. O vice-embaixador alemão tinha uma mensagem similar. Um
diplomata alemão disse que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu é
provável ouvir sérias objeções ao plano de Angela Merkel quando visita
Berlim na quinta-feira.

Embaixador
da UE Standley perguntou funcionários no escritório do
primeiro-ministro para esclarecimentos sobre a decisão, acrescentando
que o movimento contradiz as declarações feitas por Israel antes da
votação da ONU. Além
disso, ela ignora os pedidos explícitos de Alto Representante da União
para os Negócios Estrangeiros ea Política de Segurança, Catherine
Ashton, que se abstenha de fazer qualquer movimento que ainda agravar a
situação.

Apesar
dos protestos da Europa, uma fonte no gabinete do primeiro-ministro
disse que Israel está planejando para tomar mais medidas contra a
Autoridade Palestina. "Os
palestinos em breve vir a entender que eles cometeram um erro quando
tomaram medidas unilaterais e violou os seus tratados com Israel," a
fonte do PMO disse.

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Re: o massacre que se adivinha em gaza

Mensagem por Vitor mango em Dom Dez 02, 2012 12:51 pm

os comentarios sao dos leitores do jornal Haaretz e se os publico é com a condiçao de dar aos nossos leitores uma visao global de um conflito que começou com um erro monumental
-dar a uma "religião " um pais quando deveriam dar-lhes um bairro como fizemos com o Papa

-----------------------------------------------------------------------
Próprios
Haaretz, informa Barak Ravid na pressão europeia sobre Israel para
rescindir o seu plano de desenvolvimento de Jerusalém Oriental
http://htz.li/VeDz4D Foto por Reuters
Foto:
próprios Haaretz, informa Barak Ravid sobre a pressão européia sobre
Israel para rescindir o seu plano de desenvolvimento de Jerusalém
Oriental http://htz.li/VeDz4D Foto por Reuters
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9 PESSOAS gostam disto.
Frank E. Bryan Jerusalém pertence ao seu povo e à nação de Israel. Que eles possam permanecer sempre forte, o Senhor é o seu guarda-redes.
HÁ Cerca de UMA Hora · Gosto · 2
Sue Lang Jerusalém é um importante centro religioso de três religiões. Ele deve ser supervisionado pela ONU.
HÁ Cerca de UMA Hora · Gosto · 3
Feras Alhatti São settelments ilegais, e um dia você vai destruí-los por suas próprias mãos como fez em Gaza. Wink
HÁ Cerca de UMA Hora · Gosto · 3
Abdul
Ismail M. Jerusalém pertence a "O Povo do Livro", ou seja, aqueles que
praticam e workship Um Deus monoteísta que inclui judeus, cristãos e
muçulmanos.
Qualquer coisa menos é o apartheid e racista, porque ele assume que um grupo de seres humanos é superior a outra.
HÁ 59 Minutos · Gosto · 5
Danimal Holanda Israel é desesperadora.

Israel
quer a Cisjordânia, a ocupação serve para empurrar gradualmente a
população a ponto de ruptura, forçando-os a bater em retirada ou apelar
para a violência, justificando, assim, as ações de Israel ainda mais.

O
desenvolvimento de E1 é última trincheira de Israel, e tentativa
francamente repugnante para impedir o movimento palestinos para alcançar
a condição de Estado que tão justamente merecem.

Hora de acabar com esta não-senso e aceitar que os palestinos estão aí para ficar.
Israel, você tem o mundo a responder agora.

Palestina livre!
Ha 58 Minutos · Gosto · 5
Gabriel Borensztejn Jerusalém permanecerá sempre em Israel, é a capital indivisível de Israel.
HÁ 57 Minutos · Gosto · 1
Danimal Holanda Tel Aviv é a capital de Israel.
HÁ 52 Minutos · Gosto · 5
Niki
O Hekhal Abbas estipulou que se retira de Israel para as linhas de
1967, permite que os palestinos para estabelecer um Estado com Jerusalém
como sua capital e oferece uma "solução" justa para o problema dos
refugiados, o PA vai garantir que 57 países árabes irão reconhecer
Israel e
resolver o seu "problema de isolamento."
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Shalin Bhatt Não existem 57 países árabes, mas lembrete bom mesmo assim.
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Niki O Hekhal ... Se isso não é MAILING PRETO, eu não sei o que mais é, você chama 'aqueles' por-condições "justo"?
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Yael Pedhatzur Claro, os euros não querem perturbar seus mestres árabes.
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Abdul Ismail M. O que estamos vivenciando é o plano sionista original em movimento. Eles nunca aceitaram divisão da Palestina em 1948 porque queria tudo para si. No entanto, naquela época, os judeus foram ~ 38% da população e apenas 8% de propriedade da terra, mas receberam 56% da terra. Aceitado
a partilha foi uma forma de "tirar o pé na porta", mas 56% do
território não era suficiente, nem foi de 78%, após a guerra de 1948. A
ocupação é um meio de tornar a vida tão insuportável para os palestinos
de que eles vão sair voluntariamente porque o governo sionista não pode
simplesmente fazer o que fez em seguida, em 1948 e 1967 e limpar
etnicamente 750.000 e 450.000 palestinos, respectivamente.

O
que eu acho é que attrocious a limpeza étnica que aconteceu em 1948 foi
menos de 3 anos após os horrores do Holocausto foi divulgado para o
mundo.
No entanto, eles iam para o e fez exatamente o mesmo a outro povo.
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José Agosto Jerusalém é suposto ficar em mãos israelenses. Os muçulmanos irá destruir toda visão bíblica na área.
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Feras Alhatti Jose: assim como fizemos nos últimos 14 séculos? / Smile
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Feras Alhatti Sim, Niki ... justo! Porque se você não pode fazer essas coisas lil, então você não pode fazer a paz a longo prazo!
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Daniel Oakman tarifas sim. você fez detroy maioria dos locais mais sagrados judaísmo. e
reconstruíram-los .... maior parte da parede vê hoje foi construído
depois de '49, antes que u usado o templo como um depósito de lixo.

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Daniel
Oakman quando deu a terra u na margem oeste de alguns anos atrás, a
primeira coisa que eles fizeram foi desroy o túmulo de yosef ... e
thenwe reconstruiu

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Re: o massacre que se adivinha em gaza

Mensagem por Vitor mango em Seg Dez 03, 2012 1:00 am

Benjamin Netanyahu ignora condenação a planos de assentamentos




2/12/2012 14:08,

Por Redação, com Reuters - de Jerusalém







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Homem israelense caminha em calçada de assentamento judeu na Cisjordânia, próximo a Jerusalém

O premiê israelense, Benjamin Netanyahu, ignorou a condenação mundial
aos planos de Israel de expandir os assentamentos judeus, após os
palestinos terem conquistado o reconhecimento de Estado soberano pelas
Nações Unidas.

- Iremos continuar a construir em Jerusalém em todos os lugares que
são de interesse estratégico no mapa de Israel – disse Netanyahu
durante o encontro semanal de seu gabinete.

Em outro revés para a Autoridade Palestina na Cisjordânia, Israel
anunciou que está retendo impostos de palestinos neste mês estimados em
UU$ 100 milhões, por causa de uma dívida de UU$200 milhões da
Autoridade Palestina com a Corporação de Eletricidade Israelense.

Yasser Abed Rabbo, uma autoridade sênior palestina, disse que a retenção dos recursos é “pirataria e roubo”.

Contrariada pela decisão na quinta-feira da Assembleia Geral da ONU
de elevar o status dos palestinos para um “Estado não membro”, Israel
disse na sexta-feira que irá construir mais 3 mil casas de assentamento
na Cisjordânia e no Leste de Jerusalém, áreas que os palestinos querem
que pertença ao futuro Estado, junto com Gaza.

No encontro de seu gabinete, Netanyahu disse que “o passo unilateral que os palestinos tomaram na ONU
é uma grave violação a acordos anteriores assinados com Israel”. O
governo israelense, acrescentou o premiê, “rejeita a votação da
Assembleia Geral” da ONU.

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Re: o massacre que se adivinha em gaza

Mensagem por Vitor mango em Seg Dez 03, 2012 1:05 am

a minha analise

Quando adolfo Hitler perdeu a causa francesa mandou uma ORDEM ao comandante de Paris
Destruam a cidade.!..que nao foi destruida porque o comandante ouviu o embaixador da Suecia
Saddam e Cadaff poderiam ter feito uma pax com propventos na altura certa e estar a esta hora nao no INFERNO mas algures num p+ais das bananeiras
Não quiseram assumiram uma de macho e PH****-ce !
O actual Governo de Israel é comandado por um imbecil e um malabarista onde quem manda nele é a mulher
perante imbecis e gente al,drabona nada a fazer

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Re: o massacre que se adivinha em gaza

Mensagem por Vitor mango em Seg Dez 03, 2012 1:17 am

Secretário-Geral,
Ban Ki-moon expressa a sua preocupação sobre o plano de Israel de
construir mais unidades de milhares de colonos nos territórios
palestinos ocupados.


O
porta-voz de Ban, disse no domingo que o chefe da ONU expressou "grande
preocupação e decepção" sobre o plano de novo assentamento, informou a
AFP.

Aprovado
na sexta-feira, o plano envolve a construção de mais 3.000 das unidades
em Tel Aviv-Oriental ocupada al-Quds (Jerusalém) e da Cisjordânia,
incluindo na área controversa E1. O
projeto visa E1 liga a comunidade Cisjordânia de Maale Adumim para o
Oriente al-Quds, a cerca de seis quilômetros de distância. O plano vai cortar a parte norte da Cisjordânia a partir do sul.

O
regime israelense autorizou a construção após a Assembléia Geral da ONU
votou esmagadoramente na quinta-feira a favor de atualizar o status da
Palestina na ONU para não-estado membro observador.


"Os assentamentos são ilegais sob a lei internacional ...", escritório de Ban em um comunicado na quinta-feira. A ONU considera os assentamentos de ser ilegal devido a sua construção em território ocupado.

"As
repetições secretário-geral o seu atendimento a todos os interessados
​​em retomar as negociações ... e insta todas as partes se abstenham de
ações provocativas", acrescentou o comunicado.

Em
2010, Israel fez com que as negociações entre os dois lados para
negócios, por recusar-se a estender uma moratória sobre as suas
actividades de liquidação nos territórios ocupados.

Mais
de meio milhão de israelenses vivem em mais de 120 assentamentos
construídos desde a ocupação israelense de 1967 da Cisjordânia eo leste
de al-Quds.

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Re: o massacre que se adivinha em gaza

Mensagem por Vitor mango em Seg Dez 03, 2012 1:19 am

Enquanto
a atenção do mundo virou-se para Gaza, a ONU e assentamentos,
stealthier manobras militares na Cisjordânia estão empurrando os
palestinos fora de suas terras, escreve Khaled Diab. Se o recentes
conjuntos exercícios militares EUA-Israel na verdade ocorreram no Vale
do Jordão, então Washington é cúmplice em torpedear a solução de dois
Estados http://htz.li/QB5bUC foto por Reuters (Traduzido por Bing)







un haaretz

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Re: o massacre que se adivinha em gaza

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