Rebelo de Sousa diz que teria falado se fosse Relvas

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Rebelo de Sousa diz que teria falado se fosse Relvas

Mensagem por Vitor mango em Sab Fev 23, 2013 1:20 am

Rebelo de Sousa diz que teria falado se fosse Relvas


por José Manuel OliveiraHoje7 comentários


Miguel Relvas deixou o ISCTE sem discursar
Fotografia © Álvaro Isidoro/Global Imagens

No final do jantar de apresentação do candidato à presidência da Câmara
Municipal de Loulé, Marcelo Rebelo de Sousa, em declarações aos
jornalistas, considerou necessário não dramatizar as manifestações
contra governantes e apela ao Executivo de Passos Coelho para ter
"humildade" em reconhecer falhanço nas previsões do combate à dívida
pública.




O professor, comentador
político e antigo líder do PSD Marcelo Rebelo de Sousa diz que "já houve
manifestações muito mais contundentes", entende necessário não
dramatizar as situações ocorridas com vários ministros e espera que "não
ocorra uma rutura social" no país, nem a queda do Governo. E aconselha o
Executivo de Pedro Passos Coelho a ter "humildade" para reconhecer que
"falhou nas previsões" no combate ao défice no acordo com a 'troika' e
por conseguinte a "alterar o rumo" da sua política para o país.
Num
breve encontro com jornalistas já ao início da madrugada de hoje no
Pavilhão Desportivo Municipal, em Loulé, após o jantar de apresentação
do candidato do PSD à presidência da câmara, Hélder Martins, Marcelo
Rebelo de Sousa começou por tentar, acima de tudo, desdramatizar as
sucessivas manifestações populares com a canção 'Grândola Vila Morena'
contra ministros em locais públicos, que têm agitado o país.
"Se
foram, por um lado, um sinal de uma grande movimentação de sectores à
esquerda do PS, sendo minha sensação que há, sobretudo, muita gente
nova, já noutros casos foram coisas pontuais. Em democracia, essas
manifestações existem há muito tempo. Houve manifestações até muito mais
contundentes. Lembro, por exemplo, a da ponte com Cavaco Silva e outras
com António Guterres ou com Durão Barroso. E houve muitas manifestações
no tempo de José Sócrates, sobretudo na parte final, e até com o
Presidente da República com cartazes", recordou Marcelo Rebelo de Sousa.

O que o professor e comentador político classifica como "menos
positivo" são as manifestações que impedem um governante falar, como o
caso do ministro Miguel Relvas na conferência dos 20 anos da TVI, no
ISCTE. "Não se pode dramatizar as manifestações. É fundamental é que não
se ultrapassem determinados limiares que signifiquem ou violência
física ou violência verbal, ou que se impeçam outros exprimirem as suas
opiniões. No caso de Miguel Relvas não houve propriamente violência
física. Houve à saída uma condicionante e uma barragem, que não acho
feliz. O que chocou mais as pessoas foi a dificuldade de o ministro
falar. Eu teria falado se fosse o ministro, mas ele foi aconselhado a
não falar. Choca-me mais que se tivesse tentado barrar a saída da
instalação do que propriamente os protestos, os gritos e as expressões
verbais. Mesmo achando que na barragem do caminho se terá ido longe
demais, não vale a pena dramatizar. O que é fundamental é evitar
violência física como aconteceu junto à Assembleia da República",
sublinhou Marcelo.

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