Visitas de Obama Jinping ao Médio Oriente e a Rússia, respectivamente, marcam noticiário da semana in angop

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Visitas de Obama Jinping ao Médio Oriente e a Rússia, respectivamente, marcam noticiário da semana in angop

Mensagem por Vitor mango em Seg Mar 25, 2013 11:00 am

Visitas de Obama Jinping ao Médio Oriente e a Rússia, respectivamente, marcam noticiário da semana







Luanda - A
deslocação dos presidentes dos EUA, Barack Obama, e da China, Xi
Jinping, ao Médio Oriente e a Rússia, respectivamente, bem como o início
do pontificado de papa Francisco, foram, entre outros, os temas que
marcaram o noticiário internacional durante a semana finda.


Na
sua visita a Israel, Obama declarou que "a paz deve chegar à Terra
Santa", pouco depois de chegar a Israel, na quarta-feira, na sua
primeira viagem oficial como presidente dos Estados Unidos, tendo sido
recebido no aeroporto de Ben Gurión de Telavive pelo presidente Shimon
Peres, pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, e pelo embaixador
americano em Israel, Dan Shapiro.


"A paz deve chegar à Terra
Santa. Nunca perderemos de vista a paz entre Israel e os seus vizinhos"
árabes, especialmente palestinianos, declarou Obama num breve discurso.
"A nossa aliança é eterna", afirmou o presidente, ressaltando que os
Estados Unidos sentem-se "orgulhosos de serem o principal aliado de
Israel".


Entretanto, já em Ramallah, em conferência de
imprensa conjunta com o presidente palestino, Mahmoud Abbas, Barack
Obama destacou que os palestinianos "merecem o fim da ocupação",
acrescentando que os assentamentos judaicos "dificultam" a paz, embora
não tenha exigido explicitamente a Israel interromper a sua construção.



A
visita do presidente dos Estados Unidos foi marcada por ataques de dois
foguetes que atingiram o sul de Israel, nesta quinta-feira, no segundo
dia da sua visita oficial ao país. Segundo a Polícia israelita, os
ataques ocorreram às 7h15 locais e são provenientes da Faixa de Gaza.


Constou
igualmente dos destaques do noticiário internacional, a primeira visita
ao exterior do novo presidente da China, Xi Jinping, que partiu nesta
sexta-feira de Pequim com destino a Moscovo, roteiro que inclui escalas,
Tanzânia, África do Sul e República do Congo.


Acompanham Xi a
sua esposa, a célebre cantora Peng Liyuan, além de outras novas
autoridades do Governo chinês, como o conselheiro de Estado responsável
por diplomacia internacional, Yang Jiechi, o ministro dos Negócios
Estrangeiros, Wang Yi, e o ministro da Comissão Nacional de Reforma e
Desenvolvimento, Xu Shaoshi.


A semana ficou também marcada
com o início do Pontificado de papa Francisco, que no acto realizado na
praça de São Pedro, no Vaticano, escolheu cinco idiomas para as orações
dos fiéis, nomeadamente o russo, francês, suaíli, árabe e chinês. Mais
de 130 delegações de diversos países estiveram na Praça São Pedro para o
evento, além de milhares de fiéis que acompanharam a missa do novo
Pontífice.


Um outro assunto que mereceu destaque no
noticiário internacional durante os últimos sete dias foi a crise
financeira vivida no Chipre. Depois que o Parlamento do Chipre rejeitou
na terça-feira de forma contundente o plano de resgate financeiro para a
ilha, que previa taxas sem precedentes sobre os depósitos bancários, o
presidente cipriota, Nicos Anastasiadis, convocou uma reunião na
quarta-feira para examinar "planos alternativos".


O
presidente disse que respeitava o resultado da votação, mas destacou que
é necessário enfrentar a situação criada após a votação do Parlamento
contrária ao plano.


Entretanto, a agência de rating Fitch
considerou que a imposição de uma taxa sobre os depósitos bancários no
Chipre constitui um "precedente" que aumenta o risco de contágio e pode
implicar uma descida do tecto do 'rating' na zona euro. Por outro lado, a
chanceler da Alemanha, Angela Merkel, afirmou na quarta-feira que
encontrar uma solução para o Chipre é um "dever" para todos os países
membros da zona do euro e lamentou a rejeição ao plano de ajuda europeu
por parte do Parlamento da ilha
.


Ainda durante a semana,
concretamente na sexta-feira, a Organização das Nações Unidas (ONU)
celebrou, o Dia Mundial da Água com uma reunião na sua sede em Nova
Iorque, nos Estados Unidos, e com eventos globais.


O
Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, alertou que até 2030 cerca de
metade da população global terá problema de abastecimento. Isso vai
acontecer porque, daqui a 17 anos, a procura por água vai superar a
oferta em mais de 40 por cento. Ban disse, ainda, que com a mudança
climática e as necessidades das populações que crescem e prosperam, os
governos terão de trabalhar juntos para proteger essa fonte natural.

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Só discuto o que nao sei ...O ke sei ensino ...POIZ

Vitor mango

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