O zarolho a sardinha assada na brasa do Silva

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O zarolho a sardinha assada na brasa do Silva

Mensagem por Vitor mango em Dom Jun 09, 2013 2:54 am

Hoje é o dia de Luis de Camões o simbolo da raça portuguesa que de poetas achou que deveria a veia lusitana
Do Livro que o Camões escreveu que salvo erro ou omissão se chama Lusiadas os sabios da naçao acharam que ele deveria constar no rol dos livros dos ensinos da língua pátria
E de lapis na mão os lusitanos jovens e a crescer o bigode riscavam os verbos as preposições as junções os adjectivos na sua preposição simples onde depois o professor de aros de lentes grossas varria os erros e as notas
Ou seja o pessoal odiava o Lusíadas mas a Puta das divisões oratórias e perdia-se a beleza da língua portuguesa na sua busca de vocábulos e malabarismo
Eu pessoalmente que adoro a prosa passei a odiar poesia assim como colocava o teatro na mesma escala porque na altura os eruditos achavam que tinham que gritar para o publico das ultimas filas e tudo sonava ( de som ) a falso
Rotas de biblioteca e membros da Academia vomitam por ai a pureza da lingua berrando pelas reformas feitas tal como os místicos berram pela pureza da Bíblia da Montanha e das tábuas do Moisés ou do Toucinho do Maomé
A Língua é um instrumento de comunicação sempre em evolução chupando termos novos adoptando o que parece mais simples
Assim eu estou a escrever no teclado e quando dou erros om Google e o corrector emenda umas vezes bem outras vezes pelo cheiro e esta maquina infernal adoptou o que oficialmente foi escrito quando a erros e paleio tuga
Resta-nos o calão onde a gente tenta ser genuíno e tentar chatear os puritanos do paleio
Este forum tem por ai uma secção de uma rata de biblioteca capaz de dividir o Camões em escorraças preposições chamado ver "
O cantinho de Vasco Graça Moura


Ac sardinha assada é o língua que une Portugal nos meses sem "R" e a partir de Julho gorda e cheia a sardinha vai á boca dos intelectuais pedintes milionários com pimentos broa mas sempre com tinto e ha sempre brasa seja do Silva ou do bento desde que o lugar seja pleno de ar para que o cheiro da brasa salte em cima da gordura do peixe e lhe de o cheirinho
UHMMMMMMMMMMM ...ia agora a brasa e sardinha e o tinto



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Vitor mango

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Re: O zarolho a sardinha assada na brasa do Silva

Mensagem por Vitor mango em Dom Jun 09, 2013 10:32 am

Estou num Hotel mesmo em frente do mar da Nazare com chuvismo e acaba de passar por baixo da minha janela 2º andar uma procissao com bombeiros num BUm BUM cadenciado enquanto senhoras e senhores devotos erguem estandartes (sorry nao conheço o termo ) e debaixo de "painel" ( sorry de novo ) o Sr prior com uma cruz erguida segue em passos de enterro o desfile com algumas dezenas de devotos e onde os mirones são em maior numero
O ké isto tem a ver com a historia de Portugal ?????????????????????????????
Rodrigo pah ...perdeu a batalha com os mouros e cavou e era uma batalha que garantiu aos mouros nos ocuparem toda a terra lusa semeando o pais com AL ...Alpiarça alkuentre Almoço Alicate e por ai fora
Pois o nosso fugido á derrota trazia uma santa devota que salvou da batalha e por entre veredas e brutas caminhadas chegou á Nazaré onde escondeu a santa no pico onde mais tarde o MITO...LOgico D. Fuas travou os cavais quando andava atras dos veados que afinal era o Diabo ( se calhar ewra o Coelho a cavar da Troika )
As procissões são manifestações pagãs esticadas quando o pessoal colhia o que durante o frio do Inverno lhe garantia o almoço e o arrote do jantar
Nunca comentei os termas religiosos com a paixão com que um Benfiquista atira mimos ao arbitro com que no ...Penalty Pah...o gajo...ladrão ...filho da ... só visto ...
Religião sao manifestaçoes de terapia de grupo que no caso da catolica tinham apenas uma santa ( a mae de JC) mas que o povo exigiu santas por tudo o que era terra ou sarilhos em contraste com arabes que nao admitem imagens e judeus que comungam no mesmo tema apesar de terem um muro para cabecear
Tenho educaçao catolica mas tal como os putos da Turquia atirei um manguito quando os padres e a Fe catolica me queria no rebanho a ouvir ladainhas e leituras cheias de pergaminhos bolor e bafio
SE o mundo arabe foi varrido pela onda da liberdade os jovens turcos vieram para a rua dizer ao Sr Erdogan que querendo as mulheres de veus e a proibiçao de beber um tinto do cartaxo que eles jovens leitores da NET querem ser como os ocidentais e...quando as mulheres judias proibidas de usar o xaile e rezar no muro puxaram da sua coragem para dizer aos bolorentos ortodoxos que sao gente as jovens na Turquia ( pelo menos uma ) vestiu-se de vermelho gritando que ...
A Procissao ja nao se houve o mar em frente esta de palha e o rochedo la ao longe que deu ondas de 30 metros nem pia
Porque ?
Porque hoje é dia de Portugal
Onde todos nós empossemos aos governantes e a Roma um destino laico ...e a liberdade de cada qual escolher com quem quer ir para o romance ou na bancada gritar pelo seu clube
Mesmo tesos ...essa a nossa maior riqueza
amen

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Re: O zarolho a sardinha assada na brasa do Silva

Mensagem por Vitor mango em Dom Jun 09, 2013 10:34 am

Rodrigo




Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.



Ir para: navegação, pesquisa


Nota: Para outros significados, veja Rodrigo (desambiguação).




Capa de La Crónica del rey don Rodrigo, publicada por Juan Ferrer em 1549, contando os feitos lendários de Rodrigo.


Rodrigo (Ruderic, Roderic, Roderik, Roderich ou Roderick nas línguas germânicas; Ludharīq لذريق‎ em árabe) (? — 714) foi rei visigodo da Hispânia de 710 a 711. Com ele terminou o Reino Visigótico de Toledo. Foi o lendário "último rei dos godos". Sob o ponto de vista histórico, é na verdade uma figura extremamente obscura sobre a qual pouco pode ser dito com certeza, exceto que governou parte da Península Ibérica ao mesmo tempo em que seus adversários governavam o resto do território e que foi derrotado e morto pelos muçulmanos, que conquistariam a maior parte da península.

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Re: O zarolho a sardinha assada na brasa do Silva

Mensagem por Vitor mango em Dom Jun 09, 2013 10:37 am

Os árab


es na Península Ibérica

Por BHumanas em 16 de abril de 2012 • ( 9 )
A
Península Ibérica possui algumas especificidades que a diferem do
restante da Europa Ocidental. Especificidades essas que com certeza
foram resultado da ocupação muçulmana. Os árabes, após a morte do
profeta Maomé, começaram sua expansão estendendo-se à um império (sec.
VII e VIII) que compreendia desde a China até a fronteira com o reino
Franco. Tal fenômeno foi conhecido como “milagre árabe”. Entretanto,
vale destacar que a ocupação da Península Ibérica foi feita de maneira
diferente de outras regiões conquistadas pelos árabes. A conquista
ibérica se deu devido à instabilidades politicas no reino bárbaro
Visigodo, que ate então ocupava a região.
Em 710 morre o rei
visigodo Vitiza e, na ausência de herdeiros legítimos, Rodrigo, “o
último dos godos”, assume o poder. Todavia, os partidários de Vitiza, na
tentativa de restaurar o poder recorrem à ajuda dos árabes do norte da
África (Magrebe).


(Rodrigo, o último godo)
Dessa
forma, os árabes compostos de tropas berberes, liderados por Tarik
conseguem vencer os usurpadores do trono godo e, o que a principio era
uma “ajuda”, passa a ser uma dominação. Trocando em miúdos, os árabes
que de certa forma foram “convidados” pelos godos aproveitaram a
situação e consolidaram sua ocupação na península e encontraram
resistência somente nos reinos cristãos do norte, que se formaram na
tentativa de evitar a ocupação completa da península.

No
que diz respeito à influência da conquista muçulmana no desenvolvimento
técnico-cientifico da Península Ibérica quando comparada ao restante da
Europa ocidental há controvérsias entre os historiadores. Alguns mais
“romanistas” (para não dizer nostálgicos) defendem que a presença dos
muçulmanos na região levou à um “atraso” perante os povos do
além-Pirineus. Porém tal posição é questionada pelos que defendem que a
ocupação árabe na região, na verdade trouxe avanços no campo cientifico e
tecnológico, como por exemplo as técnicas agrícolas, o resgate dos
textos clássicos, a reativação do comercio, dentre outros. Com efeito,
não se pode negar que ambas correntes tratam a península como um caso
particular na História da Europa.
Em relação à ocupação muçulmana
em si, o período de maior esplendor dos árabes na Península Ibérica foi
durante o Califado de Córdoba (926-1031). Em 926 o emir Abderramã
proclama-se califa (seguidor do profeta), rompe relações com Damasco e
procura amenizar antigos conflitos existentes na ibéria islâmica.

(Grande Mesquita de Córdoba)
Do
ponto de vista politico a região arabizada difere-se do restante da
Europa Ocidental. O poder politico no califado está nas mãos do califa,
enquanto no restante da Europa Ocidental o poder politico está
descentralizado (a titulo de exemplo destaca-se a descentralização do
reino Franco após a morte de Carlos Magno). Do ponto de vista econômico o
califado também se diverge do restante da Europa uma vez que a
atividade econômica predominantemente exercida pelos árabes era o
comércio. Vale destacar que o próprio profeta Maomé era um comerciante
antes da revelação em 622. O povo árabe, originalmente devido ás
caravanas do deserto, já possuíam o comércio como atividade de destaque.
Além disso, o uso sistemático da moeda colocava os muçulmanos numa
situação muito diversa do restante da Europa, em que tal unidade de
valor estava quase extinta. Para finalizar, os árabes também possuíam um
manejo da terra que proporcionava uma alta produção agrícola, muito
diferente das recorrentes crises da Germânia ou das terras nórdicas,
além da divisão da terra em pequenas e médias propriedades, o que
reduzia a concentração.

(Agricultura em Andaluzia)
No
aspecto sócia-cultural, a Andaluzia (como era conhecida a região árabe
na península) foi marcada pelas trocas culturais entre cristãos e
muçulmanos e em grande medida foi mais “tolerante” perante os povos
diversos, muito diferente da intolerância e perseguição religiosa feita
na Europa católica.
Dessa maneira, o objetivo desse texto foi dar
um complemento histórico aos leitores sobre um tema pouco estudado, mas
também relativizar certas posturas muito difundidas sobre os muçulmanos.
Nosso tempo atual tem uma forte tendência em depreciar a cultura islã,
colocando esta numa posição de inferioridade ou utilizar de posições
preconceituosas. O leitor crítico deve considerar que “civilização” e
“barbárie”, na verdade, estão nos olhos de quem vê.

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Re: O zarolho a sardinha assada na brasa do Silva

Mensagem por Vitor mango em Dom Jun 09, 2013 12:06 pm

E

ntretanto D. Rodrigo,
o rei cristão derrotado, conseguira escapar do campo de batalha e
disfarçado de mendigo refugiara-se incógnito em Cauliniana. Porém ao
confessar-se a um dos monges, frei Romano, teve de dizer quem era. O
monge propôs-lhe então, fugirem juntos para o litoral atlântico e
levarem consigo a muito antiga imagem de Nossa Senhor a da Nazaré, que se venerava no mosteiro com fama de muito milagrosa.

A 22 de Novembro de 711 chegaram ao seu destino e instalaram-se no monte Seano, hoje Monte de São Bartolomeu, numa igreja abandonada que lá encontraram. A existência de um mosteiro nas imediações, do qual subsiste a igreja de São Gião,
deve ter sido um factor determinante para a escolha deste destino final
da fuga. Passado pouco tempo separaram-se para viver como eremitas.
O rei ficou, o monge levou consigo a imagem e instalou-se, a três
quilómetros do monte, numa pequena gruta no topo de uma falésia sobre o
mar.

O rei Rodrigo passado um ano decidiu abandonar a região. Frei Romano
continuou a viver no eremitério subterrâneo até à sua morte. A sagrada
imagem de Nossa Senhora da Nazaré continuou sobre o altar onde o monge a
colocou até 1182 quando foi mudada para a capela que D. Fuas mandou
construir sobre a gruta. A imagem permanece pois, desde 711-712, no
mesmo sítio, o Sítio da Nazaré.

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Re: O zarolho a sardinha assada na brasa do Silva

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