Um grupo de patriotas entregou na Assembleia da republica uma petição que esta a dar brado no pais

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Um grupo de patriotas entregou na Assembleia da republica uma petição que esta a dar brado no pais

Mensagem por Vitor mango em Dom Set 15, 2013 1:48 am

Um grupo de patriotas entregou na Assembleia da republica uma petição que esta a dar brado no pais
 


 

O documento em cima da mesa da AR propõe que o barrete verde de campino passe a ser obrigatório em todos os actos da republica

A razão invocada é que o Relvas fundador da RES Publica era do Ribatejo e o Barrete verde tem as cores da nação …Benfica e Sporting

O documento alerta ainda que todas as forças de segurança não podem andar na via publica sem barrete regressando aios tempos de respeitabilidade do Salazar onde os ministros usavam todos chapéu de feltro

Mulheres e gays podem usar o barrete cor de rosa com rendas bordadas

Sugere ainda o mesmo documento que o barrete não pode ser enfiado nesta altura de eleições tapando a visão de quem vota em consciência no seu candidato


O projecto é aponta que o BI ou o documento de cidadão  deve ser pregado no fundo do barrete

A Borla no fundo do mesmo passa a pagar imposto passando a taxa para o máximo do valor

O Iva de restauração passa de 23 para os 13 % desde que os criados sirvam á mesa de barrete


Finalmente  o barrete pode ter em cidadãos mais respeitáveis um bip bip  para lhe dar livre transito em transacções bancárias swaps e outras actividades governamentais

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Re: Um grupo de patriotas entregou na Assembleia da republica uma petição que esta a dar brado no pais

Mensagem por Vitor mango em Dom Set 15, 2013 2:23 am

O campino do Ribatejo tal como actualmente o conhecemos, altivo na sua montada, com o seu pampilho, apresenta-se invariavelmente com o seu colete encarnado, faixa vermelha à cintura, calça azul e meias brancas até ao joelho, jaqueta e sapato de prateleira com esporas. Ao invés de outros trabalhadores rurais da mesma região, usa barrete verde com orla a vermelho, sugerindo as cores da actual bandeira nacional.
As cores republicanas
no barrete do campino ribatejano
Carlos Gomes(*)
O barrete é, desde tempos muito recuados usual em diversas regiões do nosso país, quer no meio rural como ainda entre as comunidades de pescadores. No Minho, apesar da indústria de chapelaria que se desenvolveu em Braga nos meados do século XIX, a qual levou à difusão em toda aquela do característico chapéu braguês, o barrete continuava a ser utilizado nas tarefas diárias da lavoura.
Originariamente, todos os barretes eram pretos ou cinzento-escuro, independentemente do grupo social ou a região do país em que eram utilizados. Ainda hoje os podemos encontrar com relativa facilidade entre os pescadores da Nazaré e da Póvoa do Varzim ou até na região saloia. Porém, apesar de se pretender preservar aquilo que foram os usos e costumes de uma determinada época, geralmente dos finais do século XIX e começos do século XX, também o traje tradicional tem sido permeável às modas e a outros interesses que o levam a registar modificações que, não raras as vezes chegam até nós como o que existe de mais genuíno.
Seria extensa a lista de exemplos que poderíamos enumerar para descrever as alterações que ao longo dos tempos se tem registado no traje tradicional, para já não falarmos de outros aspectos relacionados com o folclore como as coreografias, os instrumentos utilizados e os próprios cantares. Bastará, apenas, referir o tamanho das saias que outrora se usavam comparados com o que por vezes é exibido actualmente, as formas estilizadas e os tecidos. Muitas dessas alterações não estão apenas relacionadas com as influências exercidas pela moda mas ainda com a sua utilização para fins de propaganda turística e até política, como sucedeu em grande medida durante o período do Estado Novo.
Sucede que, faz precisamente cem anos que foi instaurado em Portugal o regime republicano. E, como é sabido, o Ribatejo constituía uma das regiões de maior implantação política dos republicanos da altura. De resto, foi um ribatejano de seu nome José Relvas, quem hasteou a bandeira do novo regime nos Paços do Concelho, em Lisboa. Na verdade, a bandeira hasteada pertencia a um pequeno grupo político, o Centro Democrático Federal, pois a bandeira tal como a conhecemos só viria a ser concebida e aprovada pela Assembleia Nacional Constituinte no ano seguinte.
Inspirados pelo famoso quadro “A Liberdade guiando o Povo” de Eugène Delacroix, os republicanos criaram uma figura alegórica para representar a República, um tanto à semelhança do que fizeram os franceses ao conceberem a sua Marianne. O modelo então escolhido foi uma jovem alentejana de Arraiolos, de seu nome Irene Pulga. E, tal como os franceses fizeram com a Mariana, colocaram-lhe sobre a cabeça um barrete frígio.
O barrete frígio é assim designado por ter sido primitivamente usado pelos habitantes da Frígia que constituía uma região da Ásia Menor, sensivelmente onde actualmente se encontra a Turquia. Os republicanos franceses adoptaram-no, sob a cor vermelha, como símbolo de liberdade. Aliás, da mesma forma que, nos finais do século XIX, foram os caçadores alpinos franceses os primeiros a adoptar a boina basca, alterando-lhe a cor para azul-escuro, tendo passado a constituir um acessório dos uniformes de inúmeras forças militares sob as mais diversas cores. De forma algo idêntica, também os republicanos portugueses viram certamente no barrete do campino ribatejano uma espécie de barrete frígio, genuinamente português, podendo ser-lhe introduzidas as cores da República.
Com o decorrer do tempo e a divulgação do folclore, mormente ao tempo do Estado Novo, a ideia do barrete verde viria a enraizar-se nos costumes ribatejanos e a tornar-se uma peça considerada genuína do traje do campino.

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Re: Um grupo de patriotas entregou na Assembleia da republica uma petição que esta a dar brado no pais

Mensagem por Vitor mango em Dom Set 15, 2013 2:25 am

Sucede que, faz precisamente cem anos que foi instaurado em Portugal o regime republicano. E, como é sabido, o Ribatejo constituía uma das regiões de maior implantação política dos republicanos da altura. De resto, foi um ribatejano de seu nome José Relvas, quem hasteou a bandeira do novo regime nos Paços do Concelho, em Lisboa. Na verdade, a bandeira hasteada pertencia a um pequeno grupo político, o Centro Democrático Federal, pois a bandeira tal como a conhecemos só viria a ser concebida e aprovada pela Assembleia Nacional Constituinte no ano seguinte.

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Re: Um grupo de patriotas entregou na Assembleia da republica uma petição que esta a dar brado no pais

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