enquanto Jeronimo e Costa vão a Fatima pedir Conselhos

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Mensagem por Vitor mango em Seg Out 12, 2015 1:16 am

faço ZIP com os comandos que mudam de tema

Monstros aos pulos e aos berros de olhos fora das orbitas atiram-se ao arbitro devoram as bolas ( não as de Berlim a avaliar pelo físico ) ...dedos no ar ameaças a que do lado oposto aconselha não ligarem ao ruído

Saco de uma bejeca uma patanisca e dois arrotes e penso

- Portugal não tem problemas carago

Dos primeiros 9 canais que ZIPO sete estão na grande área dos interesses das transmissões das comissões e comichões dos trincos e das trancas dos Mister disse e dos ases a dizerem que ....temos que trabalhar mais

Na TVI Marcelo Rebelado candidato é levado aos ombros e a festa é de faduncho saudade parola a um candidato que pelos vistos já é sistematicamente eleito presidente de todos os tugas sem necessidade de ir rezar a Fátima ou trazer um crucifixo nos bolso

Esforçados militantes que não meteram ninguém no Parlamento reúnem os tustus e não chega e tal como o Coelho ficaram para alem do exigido pelas normas da boa gestão do cacau ($$$)

Dentro do largo do rato afiam-se as naifas as desistências os cálculos da tachada que se adivinha enquanto no Caldas ( não da rainha ) os perdedores que gritaram vitoria avaliam o modus que o refogado não esturre

Em Belém o Silva pede á sua Maria um Conselho que prontamente  lhe arremata aos ouvidos

- Aníbal isto só la vai com um Milagre de Fátima !


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Re: enquanto Jeronimo e Costa vão a Fatima pedir Conselhos

Mensagem por Vitor mango em Seg Out 12, 2015 1:36 am

Políticos a fazer política, nunca esperei

por Ferreira Fernandes10 outubro 2015

No domingo passado, o país teve uma surpresa. Mas permitam-me lembrar o contexto que antecipou o abalo. Durante semanas, as sondagens e as conversas tinham-nos levado a uma convicção geral: a coligação PAF ia ganhar com maioria relativa. Repito, a 3 de outubro o que se sabia era o seguinte: muitíssimo provavelmente, ganhava o PAF sem maioria absoluta. Era o que diziam as sondagens - repetidamente alargando a vantagem, mas com limites prudentes - e concordavam os cidadãos, dando conta da campanha de uns, sem percalços e crucifixo no bolso, e a de outros, com Carlos do Carmo a falar. No dia 3, pois, véspera devotada à reflexão do voto, os portugueses reconheciam essa inevitabilidade. Porém, às 20.00, o país foi assombrado: a PAF ganhou e ganhou sem atingir a maioria absoluta!
Hão de concordar que é difícil gerir um país onde acontece o que se espera. Os alentejanos têm aquele provérbio "chuva em novembro, Natal em dezembro", mas suspeito que o que eles, e os portugueses em geral, esperam, mesmo, é a Páscoa. No dia das eleições foi o coelhinho que nos surgiu no presépio. Para espanto de todos que haviam passado as semanas anteriores a dizer exatamente isso. Enfim, logo no dia 4, Passos foi entronizado. Esquecendo-se de que o dia seguinte era 5 de outubro e que há datas que podem tornar-se vingativas, sobretudo quando foram degradadas a não feriado.
Os portugueses vinham de um mandato governamental em que se passou todo o contrário do que se prometera na campanha anterior. Desta vez, a campanha eleitoral tinha indiciado um certo e determinado resultado e foi, pois, com o pasmo nacional que a CNE confirmou que sim, era mesmo esse o resultado. Incrível! O primeiro caso, de não cumprimento das promessas, os portugueses aceitaram com naturalidade. Já no segundo, espantaram-se quando lhes aconteceu aquilo de que estavam carecas de saber que ia acontecer. Ora, entre nós, quando as coisas se passam de forma tão insólita (porque esperada), é natural que descambem em situações cada vez mais naturais. Ou, se quiserem, surpreendentes.
Às primeiras horas, tudo se passou como é costume. Tendo o PSD e o CDS votos para governar relativamente, preparavam-se para governar absolutamente. O primeiro sinal de qualquer coisa de estranho surgiu quando o Presidente Cavaco Silva foi alertado pela sua assessora mais de fiar (uma calculadora Texas Instruments). De 116 deputados para governar de vento à popa, encontraram-se garantidos só 104, aos quais se podia, na melhor das hipóteses, somar os quatro da emigração - 108. Fizeram-se contas e recontas mas dava sempre um défice de oito. Ainda se fosse daquelas contas para volkswagenear o défice orçamental... Mas não, eram cabeças para serem postadas em hemiciclo, filmadas, com bancadas de jornalistas à coca e público a espreitar das galerias - um buraco de oito nota-se.

Em Belém, Cavaco olhou o Tejo, passou uma falua, e esse concurso de circunstâncias - a calculadora mais a vela latina - levou-o a pensar que se não se podia governar com vento à popa, podia-se bolinar, ziguezagueando.



Isso levou-o direito à solução: "O PS!!!", explicou ele a Passos Coelho.
Cavaco Silva serviu em África, mas só na Universidade de Lourenço Marques, não esteve na savana e não aprendeu a lei n.º 1 do caçador: nunca cutucar uma pacaça ferida. António Costa lambia as feridas de domingo quando foi despertado pela Pátria. Ninguém se sente mais vivinho da Costa do que encontrar, ao sair do bloco operatório, apelos ansiosos de ajuda...

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Re: enquanto Jeronimo e Costa vão a Fatima pedir Conselhos

Mensagem por Vitor mango em Seg Out 12, 2015 1:41 am

"Tenho pena de partir", diz Marcelo na despedida da TVI

por Nuno CardosoOntem13 comentários

O candidato presidencial despediu-se do seu espaço de comentário na TVI

José Alberto Carvalho, Judite Sousa, Ana Sofia Vinhas, Júlio Magalhães, José Carlos Castro, João Maia Abreu e Sérgio Figueiredo recordaram, com o candidato presidencial, momentos dos últimos 15 anos.

"Sem política mas com surpresas". Foi desta forma que José Alberto Carvalho apresentou a festa de despedida de Marcelo Rebelo de Sousa, no Jornal das 8 deste domingo, e assim foi.
Com a presença em estúdio dos jornalistas que conduziram, em Queluz de Baixo, o espaço de comentários do candidato às presidenciais de 2016, José Alberto Carvalho, Judite Sousa, Ana Sofia Vinhas, Júlio Magalhães, João Maia Abreu e José Carlos Castro (aos quais se juntou o diretor de informação da TVI, Sérgio Figueiredo) partilharam, com os espectadores, alguns dos seus momentos mais marcantes dos últimos 15 anos.
Em clima de boa disposição, várias gargalhadas e memórias à mistura, recordaram-se os telefonemas durante a madrugada entre o comentador e os pivôs, os presentes que o professor oferecia aos mesmos, ataques de riso em direto, as "relações de afeto, de proximidade, de amizade" estabelecidas ou microfones que caem em direto.
"Vamos ter saudades", frisava Judite Sousa. "Estamos aqui de coração apertado. Esta é uma homenagem da TVI a uma das principais e mais duradouras figuras da estação", acrescentava Sérgio Figueiredo.
O candidato presidencial contou ainda que os seus dois filhos não souberam, de antemão, que iria avançar com a sua candidatura e explicou que tomou a decisão de concorrer a Belém "há muito pouco tempo". "Há muitos fatores políticos, familiares e profissionais a equacionar. É um encerrar de um ciclo. São 40 e tal anos de ensino e comentário. E mudar de vida após 40 e tal anos dá que pensar", dizia Marcelo, acrescentando ainda: "Tenho pena de partir [da TVI]".

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