Cozido à Portuguesa ... e estamos a falar de politica pós eleitoral

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Cozido à Portuguesa ... e estamos a falar de politica pós eleitoral

Mensagem por Vitor mango em Ter Out 13, 2015 1:34 am

Vamos ao petisco com o Costa a segurar a panela na cozinha e o Silva nos temperos



Os ingredientes

-Temos as couves não da lambada mas de Lombarda e nós Portugueses somos depois dos Coreanos quem mais devora couves

- Nas carnes temos frango porco e vaca e derivados ... O toucinho a morcela a farinheiro o chouriço de sangue e sem sangue

- Vem depois os nabos a batata e o arroz Cenoura  e o que me esqueci pela ignorância emental


Analise Política deste típico prato nacional

Isto mais parece uma sopa da pedra onde o costa amealhou e esmolou bocados disto e daquilo para encher a mula envitando o "COELHO" que pertence a outra ementa e a outra Porta de entrada
Maomé e seus seguidores nem se aproximavam do petisco pelo boiar do toucinho de porco e os judeus olhavam para a morcela e teriam a tentação de ver o carimbo se isto tudo era coushê


A minha posição na composição do governo e na ementa sem Coelho no manjar

Politicamente sempre fui uma espécie de cozido nacional vomitando tudo que seja e vindo dos lados de Mac Donalda e "sus muxachus "
Votei contra a Toca e o Coelho não pela austeridade mas por os ver a mostrar o Pacote à Merkel vergados e de Portas escancaradas num pais dos mais velhos da Europa ja vacinado de Mouros islâmico arábicos e judeus a quem o nosso passado diluiu na nossa cultura ...casamos esta gente toda e laicamos o pais


Finalmente

Sócrates traz ai o garrafão do tinto e ...carago a comeres Pizas pah ????????...comida de plástico ???????

The END

Perceberam a mensagem ou querem mais toucinho ou mais Nabos ?



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Re: Cozido à Portuguesa ... e estamos a falar de politica pós eleitoral

Mensagem por Vitor mango em Ter Out 13, 2015 1:40 am


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Re: Cozido à Portuguesa ... e estamos a falar de politica pós eleitoral

Mensagem por Vitor mango em Ter Out 13, 2015 1:41 am


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Re: Cozido à Portuguesa ... e estamos a falar de politica pós eleitoral

Mensagem por Vitor mango em Ter Out 13, 2015 1:57 am

Um xanax para a direita
João Miguel Tavares
13/10/2015 - 06:07
O que se perde hoje recupera-se amanhã – e com juros.






A possibilidade de António Costa vir a encabeçar uma frente de esquerda está a pôr a direita à beira de um ataque de nervos, e nem sempre por boas razões. Claro que existem excelentes motivos para temer que um governo demasiado à esquerda deite pela janela fora o esforço de quatro anos de austeridade e ajustamento. Mas uma coisa é denunciar a estupidez política dessa opção – outra coisa, bem diferente, é pôr em causa a sua legitimidade democrática.
A quantidade de textos e declarações que andam por aí a queixar-se de que António Costa está a preparar um golpe de Estado toca as raias do absurdo. Em primeiro lugar, porque se a direita se mostrar incapaz de formar um governo estável é perfeitamente legítimo a esquerda avançar com uma alternativa. Temos um sistema parlamentar, elegemos deputados e não primeiros-ministros, e o que não falta pela Europa fora são exemplos de países governados por coligações de partidos derrotados nas urnas.
Em segundo lugar, porque não podemos andar a queixar-nos há décadas das deficiências do nosso sistema partidário, que em 40 anos de democracia nunca foi capaz de produzir uma coligação à esquerda, e agora, mal se esboça uma vaguíssima hipótese de ela existir, parece que afinal não pode ser. Ou bem que se quer que o sistema mude, ou bem que não se quer. Os programas de PCP e Bloco são inapresentáveis dentro do actual quadro da União Europeia? Com certeza que são. Mas o privilégio de mentir aos eleitores e incumprir promessas não pode ser um exclusivo de PSD, CDS e PS.
Em terceiro lugar, ninguém pode honestamente argumentar que António Costa não tenha dito ao que vinha. Durante a campanha eleitoral, o homem afirmou claramente que chumbaria um orçamento de direita e um governo minoritário da coligação, e foi acusado por toda a gente de perigosa deriva esquerdista. Onde raio está, então, a surpresa? Deixem-me citar Paulo Portas: “António Costa tem apenas um desígnio: conseguir uma maioria negativa que não é capaz de governar, porque PS, PC e Bloco não se entendem sobre questões essenciais, mas que tem como único fito impedir que quem o povo escolhe governe.” Quando é que Portas disse isto? Ontem? Anteontem? Não, disse-o a 26 de Setembro, oito dias antes das eleições legislativas.
É por tudo isto que a conversa do golpe de Estado é um disparate – até porque quanto mais a direita se queixa, mais fortalecida fica a posição de António Costa. Que um eleitor do PS se sinta enganado, eu percebo. Que um eleitor da coligação se sinta na obrigação de explicar a um eleitor do PS que ele foi enganado, já me custa perceber. O trabalho sujo de crítica à união de esquerdas deve ser feito pela direita socialista – como, aliás, já está a acontecer. A direita não-socialista tem mais é de adoptar a pose abonançada de Pedro Passos Coelho e deixar-se de gritinhos histéricos.
Além de não estarmos em 1975, a possibilidade de Costa chegar a um acordo de viabilização parlamentar com a sua esquerda continua a ser tudo menos óbvia – Bloco e PCP teriam de votar a favor de um orçamento de Estado socialista, o que me custa francamente a acreditar. Mas mesmo que por um milagre das rosas António Costa consiga chegar a primeiro-ministro, a probabilidade de a coligação estar de novo com uma maioria absoluta dentro de sete ou oito meses é tão alta que o negócio pode ter as suas vantagens. O que se perde hoje recupera-se amanhã – e com juros.

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Re: Cozido à Portuguesa ... e estamos a falar de politica pós eleitoral

Mensagem por Vitor mango em Ter Out 13, 2015 4:51 am

Como este dforum é lido por brasileiros parte da ironia perde-se mas... calma eles teem um prato identico levado dos Açores onde o Cozido é feito em Furnas dos vulcões ( Um piteu que ja nha nha nyha empurrado a verdelho da ilha do Pico )

Veja tambem


http://vagueando.forumeiros.com/post?p=1571&mode=editpost








Mais imagens
Barreado
Refeição
O barreado ou carne barreada é um prato típico do litoral paranaense, sendo o mais tradicional do estado. Sua origem é açoriana de um ritual de 300 anos ainda seguido no preparo do prato. Wikipédia

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Re: Cozido à Portuguesa ... e estamos a falar de politica pós eleitoral

Mensagem por Vitor mango em Ter Out 13, 2015 6:19 am

Lurdes Feio
1 h ·

O PS está numa encruzilhada. Não pode integrar um governo da coligação de direita, porque se o fizer, torna-se dispensável e, nas próximas eleições, é engolido pelo BE à esquerda e pelo PSD à direita. Se patrocinar um governo com a esquerda, a coisa pode correr muito mal a prazo porque ninguém acredita que BE e PCP continuem durante 4 anos a engolir o programa do PS sem exigências, só para manter a direita fora do poder. Por muito menos, derrubaram o PEC de Sócrates e abriram via para a direita governar. E neste caso, nas próximas eleições, o PS perderia o eleitorado do centro para o PSD sem ter conquistado nenhum ao Bloco ou ao PCP. Portanto, qual a melhor solução? Deixar a PàF governar por 2 anos, sem se comprometer no Governo e mantendo espaço para criticar de fora e/ou ir lembrando ao eleitorado que "foi graças ao PS (a ele) que a direita não consegue fazer pior". Ou arriscar um governo PS minoritário com apoios parlamentares à esquerda demasiado caros atendendo ao risco, e por isso, de sucesso muito discutível. Claro que, no meio disto, o País e os portugueses passaram para segundo plano. Ou foram mesmo às urtigas? De uma coisa estou certa. O PS sairá desta sempre dividido. Porque se uma aliança com BE e PCP incomoda muita gente, um acordo com a PàF também incomoda muitos outros. Mas nisso, os socialistas não estão sozinhos. Os anti-corpos e ódios de estimação provocados pela aliança de Passos Coelho com Paulo Portas no interior do PSD ainda hoje alimentam audiências nos media nacionais.

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Re: Cozido à Portuguesa ... e estamos a falar de politica pós eleitoral

Mensagem por Vitor mango em Qui Out 13, 2016 2:00 am

amem

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Re: Cozido à Portuguesa ... e estamos a falar de politica pós eleitoral

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