A quimica do engate

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A quimica do engate

Mensagem por Vitor mango em Dom Jul 10, 2016 12:22 am

Mulheres pouco dotadas metem mamas de plástico ou fazem a plástica julgando que esta aí o anzol para a caça
Eu tenho cá a minha teoria que motiva a envolvência amorosa entre ELE e Ela com ou sem mamas salientes
-Química !

O complexo de  Lei de Liebig determina que quando fazemos uma adubação numa planta não interessa a maior quantidade que colocamos perto da raiz da planta but... a falta de um só elemento ...o crescimento para (sorry para os técnicos BUT...)



A mãe natureza ou o Pai se são machista coloca no chip da madame ou do Madame o alvo a escolher para que o puto apareça na natureza com as características que fala nem deles

A Piada


Dizia um famoso cientista  a uma jovem artista pouco dotada de miolos
...Ja viu se o puto nasce feio como o pai e estúpido como a mãe ?



A Lei de Liebig, também conhecida por Lei do Mínimo é uma lei que estabelece que o desenvolvimento de uma planta ficará limitada por aquele nutrientes faltoso ou deficitário, mesmo que todos os outros elementos ou fatores estejam presentes.



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Re: A quimica do engate

Mensagem por Vitor mango em Dom Jul 10, 2016 12:40 am


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Re: A quimica do engate

Mensagem por Vitor mango em Dom Jul 10, 2016 3:30 am

ara que serve um homem?


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"Como monogâmica em série, descobri que de todas as vezes me sentia limitada por questões de, digamos, masculinidade. Havia uma espécie de dominação inerente que não fazia pender a balança do poder para o meu lado e, muitas vezes, sentia-me como que a desempenhar um papel"
Com 33 anos, eu já tinha sido casada duas vezes e já me tinha divorciado outras tantas. Sem arrependimentos. Amei os dois homens com quem casei e mantenho ainda uma grande afeição por eles, mesmo que o final de cada relação tenha acarretado a sua própria carga de sofrimento.
O meu primeiro casamento desfez-se quando a luta do meu marido com a sua identidade sexual se manifestou através de mentiras que erodiram a minha confiança e, por fim, acabaram com a vida dele.
Foi no início da epidemia de SIDA. Quando ele descobriu que era seropositivo mentiu-me sobre a sua vida secreta com homens anónimos e atribuiu a culpa da sua infeção ao meu anterior namorado.
Ele só admitiu a verdade depois de recebermos a boa notícia de que o resultado do meu teste tinha sido negativo. Durante os dois anos que se seguiram fiz o teste de seis em seis meses e vivi no terror de que o próximo viesse positivo. Divorciámo-nos, mas ele pediu-me para guardar o seu angustiante segredo, e mantivemo-nos próximos até ao dia da morte dele, pouco antes de fazer 33 anos.
Casei-me com o meu segundo marido depois de um encontro apenas. Eu tinha-me enganado de tal maneira com o primeiro que me questionei: O que aconteceria se me casasse com alguém que não conhecia?
Eu estava a testar o universo. Ele era bonito, forte, talentoso e divertido. Mas depois de alguns anos de namoro retroativo (nós casámo-nos sem nos conhecermos um ao outro e passámos os três anos seguintes a familiarizarmo-nos e a cultivarmos a intimidade), eu percebi que não poderia viver com ele. Era um homem possessivo e a minha necessidade de liberdade não contribuía para um casamento estável. Ele referia-se a mim como a "minha mulher", mesmo quando falava com o meu próprio pai.
Além dos dois casamentos, eu vivi com mais dois homens e namorei com vários outros. Como monogâmica em série, descobri que de todas as vezes me sentia limitada por questões de, digamos, masculinidade. Havia uma espécie de dominação inerente que não fazia pender a balança do poder para o meu lado e, muitas vezes, sentia-me como que a desempenhar um papel.
O dinheiro era muitas vezes uma questão nestas primeiras relações e, por fim, acabei por acreditar nestas verdades irrefutáveis:
1. Se o homem ganhava mais dinheiro, então fazíamos as coisas à maneira dele.
2.Se ele estava sem dinheiro, ressentia-se com a minha capacidade para o sustentar.
3.Se houvesse paridade económica, ele certificava-se de que eu sabia quem mandava realmente.
Uma vez, quando eu estava em fase de rompimento com um namorado de longa data, o meu terapeuta perguntou-me qual a razão para me sentir ansiosa. "Será que é porque está com medo de ficar sozinha?", perguntou-me.
"Não", respondi-lhe. "É o contrário. Receio que ao terminar venha outro logo atrás deste."
Também a minha mãe tentou descobrir o que se passava. "Porque é que tu tens tantas relações fracassadas?", perguntou ela.
"Tu vê-las como falhadas", respondi-lhe. "Eu vejo-as como bem-sucedidas, mas finitas."
Era a parte da finitude que me parecia mais certa. Ela está casada com o meu pai há 60 anos, o que alguns podem considerar um sucesso. Embora eu ame muito os meus pais e respeite a resistência deles, não queria repetir a sua dinâmica.
Ao longo de toda a vida ela teve medo que ele a traísse. Ele controlava todos os gastos dela. Ele tinha uma vida social fora de casa. Ela não fazia nada sem ele. O casamento deles era baseado num sistema patriarcal antigo, e eles não viam nada de errado nisso. Eu não queria viver a minha vida daquela maneira.
Quando o meu segundo marido saiu de casa, eu estava decidida a nunca mais voltar a casar. Comprei para mim própria uma muito desejada aliança de ouro com safiras no meu joalheiro favorito, coloquei-a no anelar esquerdo e uso-a até hoje.
Eu gostava de viver sozinha no meu apartamento; os amantes poderiam ir e vir como me apetecesse. Não havia horários ou egos para gerir. Eu estava feliz. Decidida apenas a ter filhos, eu precisava de um plano.
Eu já me sustentava a mim própria. Achei que daria igualmente bem para uma criança, por isso a ideia de ser sustentada era irrelevante. Além disso, eu preferia ter o meu próprio dinheiro e, portanto, a minha própria gestão.
A noção de proteção não só era ultrapassada como também desnecessária, era uma ideia que tinha tido mais fracassos do que sucessos, tanto historicamente - os homens nunca tinham sido realmente capazes de proteger as mulheres dos outros homens - como pessoalmente. No que respeitava à procriação, eu precisava de um segundo gâmeta e estaria a caminho da maternidade.
Liguei a uma amiga e perguntei: "Para que serve um homem, realmente? Se não for para nos sustentar, proteger ou para procriar, porque precisamos deles? Enfrenta a realidade, é o fim dos homens".
Ela riu-se e admitiu que vivíamos uns tempos confusos. Depois de muitas e longas conversas com ela decidi engravidar com um amigo gay disposto a isso, e estava determinada a ser uma mãe solteira. As únicas questões que ele e eu tínhamos de decidir eram: com inseminação artificial ou pelo velho método natural?
Mas, como a vida não funciona de acordo com os nossos planos, apaixonei-me - muito inconvenientemente - por um homem que era casado e tinha uma família. Nós tínhamo-nos aproximado como confidentes. Como amigo, ele falou-me sobre os problemas do seu casamento e as dificuldades na sua carreira como escritor. Eu confessei-lhe a minha frustração com a vida a dois e os meus planos para ser mãe sozinha.
O facto de ele ser casado foi inicialmente uma barreira bem-vinda para a possibilidade de uma relação romântica. Quando nos tornámos amantes, ele disse-me que não queria que eu tivesse um filho com o meu amigo gay. Em vez disso, queria que eu tivesse um filho com ele e partilhássemos as nossas vidas. Um caso no qual eu tinha entrado despreocupadamente tinha-se tornado confuso e emocionalmente complicado.
Isso não me deveria ter surpreendido: qual é o caso extraconjugal que não é confuso e emocionalmente complicado? Mas o facto é que abalou as minhas certezas sobre aquilo que eu queria. Tinha finalmente conseguido sacudir as amarras das convenções em que tinha sido criada, e agora isto.
Desta vez, o meu pai interveio e perguntou: "Porque é que fazes com que a tua vida seja tão complicada?"
Só levantei objeções à palavra "fazes". Eu não estava a tentar complicar as coisas; Estava a tentar simplificá-las ao querer perceber algo essencial que me escapava. Para que precisava eu de um homem?
Claramente, eu continuava a regressar sempre àquela forte atração que não conseguia de modo algum racionalizar. Seria um impulso atávico? Um imperativo evolutivo? Não acreditava nisso.
No entanto, a minha atração por homens e o meu desejo de uma ligação mais profunda com um parceiro eram tão inevitáveis quanto a minha necessidade de respirar. Eu adorava viver a vida ao meu próprio ritmo e, contudo, isso tinha-me envolvido mais uma vez numa relação monogâmica, uma relação com grandes consequências.
Eu continuava com dúvidas de que as mulheres e os homens pudessem viver juntos de uma maneira que se aproximasse da harmonia. Ainda tínhamos um longo caminho a percorrer para nos tornarmos iguais, tanto no mundo como dentro de casa.
E as implicações históricas e políticas eram pessoais para mim. Eu tinha a certeza de três coisas: não queria um marido, queria ter um filho, e não tinha a certeza de como tudo isso se conjugaria.
Vinte anos e dois filhos mais tarde, ainda estou com o mesmo homem. Eu não preciso dele, mas quero tê-lo na minha vida. Ele não me protege dos outros, apenas dos meus piores instintos. E, no que respeita à procriação, bom, nós fizemos isso à maneira antiga e que nunca vai passar de moda. Quando o obriguei a prometer que nunca me iria pedir em casamento, ele respondeu, "O.K. ..."
Ironicamente, quando a nossa relação já contava seis ou sete anos, o nosso contabilista convenceu-nos a irmos à Conservatória do Registo Civil. Casar permitiu-nos auferir dos benefícios fiscais que o casamento confere.
O meu marido e eu ainda não sabemos de cor a data da nossa cerimónia civil sem consultar a certidão de casamento, onde quer que ela esteja.
Partilhámos as alegrias de criar os nossos dois filhos e as duas filhas dele com equilíbrio e graça - exceto, é claro, quando não conseguimos encontrar qualquer equilíbrio ou graça. Mas temo-nos desenvencilhado.
Eu vou trabalhar todos os dias e ele fica em casa a escrever. Ele trata da roupa e cozinha durante a semana. Eu faço o mesmo aos fins-de-semana. Ele cuida da nossa casa. Eu pago as contas.
Ele sente-se confortável na sua masculinidade e não precisa de me lembrar quem manda, porque na nossa relação essa figura não existe. As nossas vidas são partilhadas a todos os níveis e, agora, percebo para que serve um homem.
Ele é um verdadeiro parceiro. É um amante e um amigo. Ele é o pai dos meus filhos e o único no mundo que se preocupa com as minúcias das suas vidas como eu.
O que poderia ser melhor do que isso?

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Re: A quimica do engate

Mensagem por Vitor mango em Dom Jul 10, 2016 2:16 pm


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Re: A quimica do engate

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