Noticias ou NU-TI-CIAS eis a questão

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Noticias ou NU-TI-CIAS eis a questão

Mensagem por Vitor mango em Seg Nov 21, 2016 1:06 am

Quando Napoleão senhor de todas as verdades manda um e mail ao King of Portugal s. Ex Excelencia D. João caramelo mais a  puta rainha ( a Carlota aviava bem Caragoh )
Pois pah ...até parecia uma carta que recebo das Finanças
- Oh devedor tem 10 dias para resolver a merda do défice e ou pagas ou nós até te torcemos os tomates ...e...eu pago na duvida!
Só que o King atrás citado não respondeu ao Napoleão que de Leão tinha a Josefina que também...pois...pois
E aconselhado pelo embaixador Inglês toda a corte cavou para o Brasil ...e foram mais de 30.000 nobres e livros e joias afamadas

Aonde eu quero chegar ?
Manos eu estive 6 anos no Brasil desterrado pela Multi que me apontou o dedo
- Levanta-te e Caminha !
Pedi gordas condições que não deveriam ser do conhecimento do tribunal constitucional
-Yes ! e eu Ye-ssei

Pois e foi no Brasil que descobri que somos um pais de M*rda mas temos uma virtude ...uma ou várias caragoh ...
Vamos de malinha na mão sorrimos ao pessoal falamos tudo o que é línguas e linguarejamos com as indígenas ...vai uma rapidinha ? e enquanto ela vai ao Google traduzir a gente afina o ataque


Ora isto vem a propósitos do Trumpas Racista xenofobiano anti-semita que digamos não encaixa na vida moderna onde o mundo se liga a jato em poucas horas e muros para autodefesa são símbolo de cagaço do vizinho



Ora Ora tia Julia que nme está a ler e abanar a cabeça moral

OH Tiazinha os nossos capitães tinham uma Bula papal que os autorizava a terem uma Sinhou-moça "caragoh " e depois no Brasil criamos o mestiço - o mameluco




Pois tia um povo só se conquista pelo coração e palavras meigas e jamais com o gatilho !


Olha olha tia eu sei que os Romanos limpava tudo com cheiro a guerreiro e depois de enterrados começava uma nova dança
Só que não havia a NET onde os poderosos não conseguem controlar
Os judeus e Ciganos encoixam no rigor da família e não se misturam com as " gentes " e gentios porque se convenceram que a pila é divina e as mulheres meros coisas para garantirem a Tribo

Oh Tia demos a volta á África e Fomos á Índia e conseguimos o maior feito universal ao juntarmos dois mundos

OH Tia temos um Costa meio Indiano e O Guterres a mandar vir no altar do mundo e a língua Portuguesa palrada pelo mundo inteiro com o Cristiano Ronaldo na finta em Espanha
e Tia que é toda devota de Nossa Senhora ...pois pois Fátima é nome de família árabe ou Moura



Santas ???? Tiazinha cada terra tem uma !



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Só discuto o que nao sei ...O ke sei ensino ...POIZ

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Re: Noticias ou NU-TI-CIAS eis a questão

Mensagem por Vitor mango em Seg Nov 21, 2016 1:27 am

O português "imprescindível" e "notável" da equipa de Guterres


No próximo dia 1 de janeiro de 2017, António Guterres assumirá o cargo de secretário-geral da ONU, ocupado agora pelo sul-coreano Ban Ki-moon

  |  REUTERS/Brendan McDermid





João Madureira foi para as Nações Unidas em 1997 pela mão do embaixador António Monteiro. É respeitado dentro da instituição e um grande especialista nas questões do Iraque
"Não devia ser um desconhecido em Portugal, sempre que posso falo nele". As palavras são do embaixador António Monteiro, o homem que levou João Madureira para Nova Iorque quando ocupou o cargo de representante permanente de Portugal junto das Nações Unidas, em 1997. Agora, o profissional que tanto admira foi o único português escolhido por António Guterres, o secretário-geral designado da ONU, para a sua restrita equipa de transição. "Tinha ótimas referências dele, que depois de o conhecer e trabalhar com ele ficaram aquém da realidade", sublinha o diplomata.
João Miguel Pombinho Soares Madureira nasceu a 24 de maio de 1955 em Lisboa. Atualmente, e até 31 de dezembro, conforme consta do despacho da sua nomeação publicado em Diário da República, desempenha o cargo de "Conselheiro Técnico para os Assuntos Regionais na Missão Permanente de Portugal junto da Organização das Nações Unidas (ONU)."
Mas as competências deste licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Clássica de Lisboa vão muito para lá de um despacho. "Foi ele que me ajudou quando Portugal presidiu à Comissão de Sanções ao Iraque, em 1997 e 1998. Ele acompanhou-me muito nas questões das sanções. Ele era o meu braço direito nesses temas", recordou ao DN o diplomata.
Os elogios de António Monteiro para João Madureira são mais que muitos e vão desde "notável", a "grande jurista" e "elemento imprescindível". "Ele é uma daquelas pessoas que reúne unanimidade. Tem enormes qualidades humanas, as pessoas confiam nele. É muito respeitado dentro da ONU, é uma peça de extrema importância", reforça o embaixador. "É também muito bem disposto. Não me lembro de o ver mal disposto, nem mesmo quando as coisas se complicaram em relação ao Iraque", lembra.
A socialista Ana Gomes esteve com os dois nas Nações Unidas em 1997 e 1998. Chama "amigo" ao agora conselheiro de Guterres e, num texto que publicou em 2004 no blogue Causa Nossa, não lhe poupa elogios, escrevendo que "ele tornou-se uma autoridade sobre o Iraque, reconhecida por todos em Nova Iorque e pelo Secretariado da ONU, que continuou a consultá-lo amiúde para além do nosso mandato no Conselho de Segurança".
A ligação de Madureira à ONU também se confunde com a vida pessoal. A mulher, Marta Santos Pais, tem feito carreira na UNICEF e é, desde 2009, representante especial do secretário-geral da ONU para a Violência contra as Crianças. "A Marta é uma mulher extraordinária. São um casal fora de série", contou ao DN António Monteiro. Que lembra que "os dois já eram casados quando ele foi para Nova Iorque comigo. Têm uma filha encantadora, a Madalena, que agora já é adulta".
Passagem por Bruxelas
Entre 1975 e 1981, exerceu funções como secretário do secretário de Estado dos Assuntos Judiciários e do secretário de Estado da Justiça e como adjunto dos gabinetes do ministro da Justiça e do secretário de Estado da Administração Pública. Já em 1982, tornou-se técnico superior do Gabinete de Documentação e Direito Comparado da Procuradoria-geral da República, tendo assumido o cargo de assessor do mesmo gabinete a partir de 1994. Depois todo o seu percurso foi feito na ONU, com um intervalo no início dos anos 2000, até fevereiro de 2006, quando foi assistente no Parlamento Europeu em Bruxelas.
Até ser chamado para a equipa de transição de Guterres, Madureira era ministro conselheiro da Missão Portuguesa, ocupando-se de áreas como tribunais internacionais, terrorismo e sanções, entre outros. Mas também da reforma da ONU e do Conselho de Segurança.
A questão do Conselho de Segurança é aliás um tema sobre o qual já se debruça há bastante tempo. Na edição da primavera de 2003 da revista Nação e Defesa, escrevia que a necessidade de reforma deste organismo era "inquestionável". "A sua composição revela-se desajustada face ao crescente número de membros da Organização das Nações Unidas e desequilibrada face às novas relações de força no mundo atual. A resistência de certos Estados a uma reforma que abra a porta à criação de novos membros permanentes, (...) são apenas algumas das questões que têm travado o avanço do processo de reforma do CS", defendia então Madureira.

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