Zsa Zsa Gabor Judia e recebida em Portugal com o amem do Antonio

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Zsa Zsa Gabor Judia e recebida em Portugal com o amem do Antonio

Mensagem por Vitor mango em Ter Jan 31, 2017 1:25 am

Zsa Zsa Gabor estava condenada a ior parar ao gaz porque... só que um SS fez um pacto com ela se a madame lhe passasse as fabricas da família ...a ele chefe das SS ...digamos menor ...
O dito SS telefona para Lisboa ...bla bla ...e um, Pide vai falar com Salazar que havia uma "ordem " para receberem em Lisboa um refugiado protegido pela Gestapo
- Salazar calou-se e mandou instalar a dita no melhor Hotel de Lisboa e depois para o Hotel da Curia onde estava vários meses até que ser passou para a america


A pergunta é esta
Salazar perseguia os judeus ?
...Digamos que navegava em aguas calmas e convivia com a não exuberância dos mesmos
...só que o Povo tinha memoria e incluiria-o na mesma área de negócios dos Ciganos
- Ciganos ou judeus a que eu incluiria os jesuítas e estes pelo fanatismo do passado continuam a não ter em Portugal uma imagem lavada
Ora no Brasil e para minha surpresa Jesuíta era símbolo de qualidade social e ser-se Judeu não vinha por aí maldade ao mundo
-Quando a viver numa moradia a contas da empresa em " Copacabana " o Vizinho ao lado era Judeu e orgulhosamente meteu na Porta os "candelabros" tal como um Benfiquista meteria a águia
Mesmo os padre e a igreja teve momentos muito rasteiros e para o saberem perguntem ao marques de Pombal
Porque ?
Manos o pai do D. Dinis quando recebeu o trono Portugal pertencia todo a igreja e ele bruto e directo revogou tudo e a igreja Excomungou-o ...pois ...e mais tarde o marques de Pombal com ideias Maçónicas expulsou os jesuítas
mano0s não cocem os miolos eu explico
- $$$$$ cacau pah e a ganancia de acumular riqueza que normalmente saca tudo a quem ordenado mínimo
Templários tiveram o mesmo destino quando Filipe o belo necessitava de Pilim e ja nem falo no Adolfo ou no caso Tuga dos Salgados a contas com o Deve e HaveR$$$$$$$$
Trump navega no mesmo barco onde o que conta é o bago mesmo que para limpar o decife kague o mundo todo
e aqui na america a teoria tem partes gagas já que o poder económico esta nos Judeus que apoiavam a Hillary Clinton
e... já com o mundo civilizado nas ruas a mandar parar o baile ...mulheres pretos latinos maricas emigras E IMIGRAS islâmicos E associados Os judeus começam a sentir uma ameaça no ar
Eu ?
Agnóstico republicano e teso pah !









Juramento ou JURA Minto




Última edição por Vitor mango em Ter Jan 31, 2017 1:41 am, editado 4 vez(es)

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Re: Zsa Zsa Gabor Judia e recebida em Portugal com o amem do Antonio

Mensagem por Vitor mango em Ter Jan 31, 2017 1:29 am

Sobre o Marques de Pombal Maçónico ele para proteger os Cristãos novos ( Judeus ) m,andou queimar todos os registos na Torre do Tombo

[size=32]O Marquês de Pombal e os Cristãos Novos[/size]
 
 

O Marquês de Pombal foi dos poucos políticos que conseguiu dominar a máquina da Inquisição. Logo no início da sua campanha contra os jesuítas imolou no auto-da-fé de 21 de Setembro de 1761, o pobre P.e Gabriel Malagrida, já de 72 anos de idade, por ele ter tido o atrevimento de pregar que o terramoto tinha sido um castigo de Deus.

Transformada a Inquisição em instrumento politico, pouco lhe interessava já a absurda distinção entre Cristãos Velhos e Cristãos Novos, que as gentes cultivadas lhe pediam para eliminar.  Foi então promulgada a Lei de 25 de Maio de 1773, que acabava com essa distinção, pondo todos em pé de igualdade, independentemente dos seus antepassados. Exceptuavam-se os descendentes de quem tinha sido condenado pela Inquisição. Iam-se buscar duas Leis do tempo de D. Manuel I e de D. João III que afirmavam tal igualdade, que tinha sido afastada por D. Sebastião.

Depois disto, no ano seguinte, foi ainda ampliada a lei emancipadora, com a abolição da infâmia, até aí atribuída aos que prevaricavam na fé. Pela nova disposição, os apóstatas que, confessando o delito, eram reconciliados no Santo Ofício, não ficavam com mácula nem inábeis para as dignidades e ofícios, e muito menos seus descendentes. A infâmia abrangia somente os condenados à morte, impenitentes, sobre os quais, unicamente, recaía a pena de confiscação, preceitos um e outro estatuído na lei civil.” (*)

Pela primeira vez, viu-se o Rei dar o hábito de Cristo a quem já tinha trazido o sambenito, o traje dos judaizantes confessos: António Soares de Mendonça que fora ao auto-da-fé de 16 de Outubro de 1746 (Processo n.º 7991, da Inq. de Lisboa), foi agraciado com o nome de António Soares de Mendonça Brandão, em 8 de Maio de 1775.

Foi depois publicado o último Regimento da Inquisição que vigorou até à sua extinção em 1821, e que pode ser consultado online aqui.

A Lei de 25 de Maio de 1773 teve um enorme impacto no País, como se pode ver pela admiração que demonstra o texto de Simão da Luz Soriano a seguir transcrito. A “má língua” da época disse logo que os cristãos novos tinham comprado a Lei por 500 000 cruzados, como é referido num soneto de António Lobo de Carvalho:

 

Soneto à lei de 25 de Maio de 1773, que aboliu a distinção de cristãos velhos e cristãos novos, pela qual se disse terem dado os Judeus 500 mil cruzados.

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Re: Zsa Zsa Gabor Judia e recebida em Portugal com o amem do Antonio

Mensagem por Vitor mango em Ter Jan 31, 2017 1:52 am

Is Judeus são peritos tal como os ciganos
em não pagar as contas
Em 1968, Zsa Zsa foi uma das convidadas da festa Patiño, que trouxe a Portugal atrizes famosas, princesas e milionários. Gritou com muita gente, esbofeteou um empregado e recusou pagar várias contas.






A atriz entrou em mais de 60 filmes. Veja aqui a fotogaleria
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Era atriz, mas ficou mais conhecida pelos muitos maridos do que pelos filmes. Zsa Zsa Gabor, que morreu este domingo aos 99 anos, entrou em mais de 60 filmes, mas o número que realmente interessa é o nove — foram nove maridos, algures em rápida e estonteante sequência. Em 2014, o então vice-primeiro-ministro Paulo Portas foi discursar a uma conferência e, como era um dos últimos oradores, desculpou-se: “Sinto-me como o 8.º marido de Zsa Zsa Gabor, quando disse: ‘Não sei como fazer isto de forma inédita e interessante…'”
A própria atriz não tinha esse problema — ela sabia comportar-se de forma sempre inédita e interessante. E escandalosa também. Em setembro de 1968, esteve em Portugal e provocou um pequeno incidente diplomático como convidada daquele que ficou conhecido como “o baile do século”. A festa foi organizada pelo milionário boliviano Antenor Patiño, conhecido como “rei do estanho”, e trouxe a Alcoitão dezenas de estrelas de Hollywood, princesas da realeza europeia, playboys internacionais e magnatas da indústria.

Para o Diário Popular, a “irrequieta” e “turbulenta vedeta” — que entrara, por exemplo, em “Moulin Rouge”, em “Lili” e em “A Sede do Mal”, de Orson Welles — tinha “um dos nomes mais explosivos de entre as celebridades”, carregava “uma das biografias mais movimentadas da história do cinema” e devia a fama “mais ao escândalo da sua vida privada do que ao seu discutível talento artístico”. Aliás, informava o artigo, “a sua voz ‘irritante’ constituiu um empecilho à atribuição de papéis dramáticos” e “as suas interpretações revestiram‐se quase sempre de caráter secundário, numa exploração pura e simples da sua beleza física”.
Para provar este ponto, o jornal lembrava que a ex‐Miss Hungria, conhecida como “a bomba de Budapeste”, tivera “cinco maridos em 29 anos”. O primeiro casamento, que servira para Sari (o seu verdadeiro nome) “se libertar do jugo paterno”, foi com um diplomata turco portador de um “ciúme quase doentio”. O segundo foi com o milionário Conrad Hilton, acusado de ter uma “extrema crueldade mental”. O terceiro foi com o ator George Sanders, que era “gélido como um frigorífico”. O quarto foi com o industrial Herbert Hutner, um homem que provocava “cansaço”. E o quinto foi com o milionário do petróleo Joshua S. Cosden Jr. Em setembro de 1968, o jornalista do Diário Popular não o poderia adivinhar, mas ficaria certamente espantado se soubesse que Zsa Zsa Gabor ainda somaria mais quatro maridos nos 18 anos seguintes.
Durante a festa Patiño, Zsa Zsa Gabor também não dançou muito. “Cansada da viagem”, estava “apertada dentro de um vestido de linha império que não pode ser o que mais a beneficia”, escreveram os jornais. Manteve‐se calma durante o baile, mas alguns dias depois “a bomba de Budapeste” iria perder a cabeça. A 8 de setembro, deixou o Ritz, em Lisboa, e hospedou‐se no Hotel Palácio. Mas esqueceu‐se de um detalhe insignificante: a conta ficou por pagar. O Diário Popular contou que os responsáveis do Ritz “estranharam” aquele “silêncio da cinquentenária vamp” e enviaram um funcionário para cobrar os “nove contos” em dívida. A atriz entregou um “cheque pessoal” e resolveu o potencial escândalo.
Portugal? “Bloody Country!”
Mas o recato durou pouco. Algumas horas depois, Zsa Zsa voltou ao Ritz. Estava “furiosa” e lançava “diatribes contra a festa de Antenor Patiño, contra Portugal e contra os portugueses”. Prudentes, os funcionários do hotel pediram ajuda à embaixada dos Estados Unidos. Quando o funcionário americano chegou já não foi a tempo de evitar o pior. A atriz bebeu um chá e pediu paté “para dois cachorros que a acompanhavam”. Para pagar a conta, “atirou dois dólares ao empregado”.
O problema é que a despesa total chegava a nove dólares. O empregado não teve coragem de a confrontar. E o chefe da receção também não. Restava o emissário da embaixada. Usando toda a sua diplomacia, explicou a desagradável situação à atriz. Zsa Zsa – que o Diário Popular tratava agora por Zás Zás – levantou‐se e, “juntamente com os sete dólares em dívida, atirou forte bofetada ao funcionário da receção”.
Depois de “a bomba de Budapeste” abandonar o hotel, surgiu um motorista com outra conta: a atriz recusara‐se a pagar 2.732 escudos pelo aluguer de um carro durante três dias. Não sabendo a quem se dirigir, o dono do automóvel acabou por também pedir ajuda ao funcionário da embaixada, que manifestamente não estava preparado para nada daquilo.
De regresso ao Estoril, novo escândalo. O Hotel Palácio não quis aceitar um cheque como pagamento e Zsa Zsa Gabor ficou mais uma vez fora de si. O assunto só se resolveu quando um terceiro hotel, o Estoril‐Sol, lhe ofereceu o resto da estadia.
A atriz desabafou com um jornalista do Diário Popular: “Quando fui convidada para a festa do senhor Patiño julguei que tinha tudo pago. Entretanto, nem sequer um automóvel me mandaram ao aeroporto para me levar ao hotel. Eu sou uma atriz, não sou uma mulher rica. Até este momento já gastei 500 dólares em Portugal. Isto não pode continuar. Pediram‐me, no Ritz, 40 dólares pelo arranjo do cabelo e 10 por dois cafés. Fui explorada!”
Quando finalmente chegou ao aeroporto, a 11 de setembro, Zsa Zsa Gabor achava que o pior já tinha passado. Mas o seu otimismo era infundado. No balcão da companhia aérea TWA, exigiram‐lhe 541 dólares pelo excesso de bagagem. A atriz “chamou‐lhes exploradores” e recusou pagar. Previsivelmente, perdeu o avião. Só conseguiu sair de Lisboa num voo da Pan American, às 13h30. Antes de embarcar, ainda tinha uma última frase a dizer sobre Portugal: “Bloody country!
Este texto é uma adaptação de um excerto do livro “A Noite Mais Longa” (ed. Esfera dos Livros)

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Re: Zsa Zsa Gabor Judia e recebida em Portugal com o amem do Antonio

Mensagem por Vitor mango em Ter Jan 31, 2017 1:55 am

[th]Zsa Zsa Gábor em húngaro: Gábor Zsazsa[/th]

Zsa Zsa Gabor (c.1959)
Nascimento6 de fevereiro de 1917
Budapeste
Império Austro-Húngaro
(atual Hungria)
Morte18 de dezembro de 2016 (99 anos)
Los Angeles, Califórnia, Estados Unidos
ResidênciaBel Air (Los Angeles), Califórnia, Estados Unidos
Nacionalidadehúngara-americana
ParentescoJolie Gabor(1896-1997)
Vilmos Gabor(1881–1962)
(pais)
Eva Gabor(1919-1995)
Magda Gabor(1915-1997)
(irmãs)
CônjugeBurhan Asaf Belge
(1937–41; divorciada)
Conrad Hilton
(1942–46; divorciada)
George Sanders
(1949–54; divorciada)
Herbert Hutner
(1962–66; divorciada)
Joshua S. Cosden, Jr.
(1966–67; divorciada)
Jack Ryan
(1975–76; divorciada)
Michael O'Hara
(1976–83; divorciada)
Felipe de Alba
(1983; anulado)
Frédéric von Anhalt
(1986–2016)
Filho(s)Constance Francesca Hilton (1947-2015)
OcupaçãoAtriz
Empresária
Socialite
Religiãojudaica

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Re: Zsa Zsa Gabor Judia e recebida em Portugal com o amem do Antonio

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