O misterioso mister Trump e sus muchachus

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O misterioso mister Trump e sus muchachus

Mensagem por Vitor mango em Dom Ago 20, 2017 12:40 am

O misterioso mister Trump e sus muchachus acho que ideias tinha para ...só que faltou o "´" e ficou Pára !
Praticamente tudo o que ele queria modificar saiu pelo KUlatro

Quiz na polonia e bexit desunir a Europa ...e a sua bacorada uniu a Europa
Quiz acabar com o Abama Care e Mc Quenn deu-lhe para trás
Quiz que o Mexico pagasse o muro e levou manguito
bla bla e bla com o mesmo tema
But
Ele apostou na paz no médio oriente e escolheu o genro que é judeu para fazer a paz ...o que terá o mesmo efeito de meter carburante para apagar as chamas



Só que a arrogância dos judeus na america que de peito inchado "mandava no mundo da governação e até tinha leis na fornalha para contrariar o Boycot a Israel viram em Charlotteville que os nazis incluíam os judeus na lista negra dos "nacionalista " e eram pés descalços abaixo de cão .

O pessoal em Israel gelou e as leis judaicas ainda mastigam a afrontam

Trump que alinhava e alinha e as charges dão do facto bem exemplo entrou numa espiral pré pontapéNUKU

e fora pah vai-te curar !


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Re: O misterioso mister Trump e sus muchachus

Mensagem por Vitor mango em Dom Ago 20, 2017 12:57 am

Quando o antisemitismo e a islamofobia se juntam: o vórtice racista
A campanha contra George Soros está alimentando uma simbiose perigosa entre o anti-semitismo e a islamofobia, argumenta o cientista político Farid Hafez


Provavelmente houve um momento em que o atual líder do partido conservador húngaro, Fidesz, Viktor Orban, estava muito grato a George Soros. Em 1988, como graduado em direito de 25 anos, tornou-se membro do grupo de estudo da Europa Central e Oriental financiado pela Fundação Soros. Um ano depois, ele recebeu uma bolsa de estudo Soros para estudar filosofia política liberal britânica no Pembroke College, Universidade de Oxford.

E em tempos mais recentes, Soros doou US $ 1 milhão ao governo de Orban para lidar com o desastre ambiental na cidade de Devecser, que foi inundado com lodo tóxico de uma fábrica de alumínio nas proximidades em 2010.

Mas hoje, Orban não tem palavras de gratidão para Soros. Em vez disso, ele lançou uma campanha viciosa contra o seu antigo benfeitor. E enquanto a sua retórica agressiva se aproxima do anti-semitismo, o primeiro-ministro húngaro também - com estranheza - conseguiu tecer em fatos islófobos em seus ataques verbais contra Soros. E surpreendentemente (ou não), essa simbiose do anti-semitismo e da islamofobia foi bem recebida em outros lugares da Europa e até mesmo dos EUA.

Uma simbiose de anti-semitismo e islamofobia

Embora Orban seja dito não ser o próprio anti-semítico, mas bastante oportunista, ele transformou seu ex-benfeitor Soros em bode expiatório ideal para os fracassos do governo húngaro. Empurrando para políticas ilegais e reformas anti-UE, Orban tem usado o nome de Soros em sua retórica populista em uma base regular. Ele tem estado preso aos teóricos da conspiração anti-Soros na Europa Oriental e Central, muitos dos quais detêm visões antisemitas e disseminam com entusiasmo suas teorias sobre "conspirações judaicas" para dominar o mundo.
Campanha de cartaz anti-migrante húngaro com uma foto de George Soros e o título: "Não vamos deixar Soros ter a última risada" (foto: AFP / Getty Images)
O "outro" muçulmano e judeu - uma imagem centenária: "hoje, a" conspiração internacional judaica "juntou-se à" conspiração da islamização "nas mentes de muitos seguidores da extrema direita. Mais uma vez, há muitos que querem uma Europa branca e cristã pura. E nos últimos anos que provou ser mortal ", escreve Hafez

Orban não esquivou o uso de tropos anti-semitas, falando sobre "riqueza, poder, influência e rede de ONGs" de Soros e chamou-o de "especulador bilionário". Não foi surpresa que quando seu governo lançou uma campanha anti-imigração espalhando cartazes de Soros com o slogan "Não vamos deixar Soros ter a última risada", alguns deles ficaram desfigurados com declarações antisemitas como "judeu apavorado".

Os políticos anti-Soros na Europa Oriental e Central também se juntaram ao refrão, com um deputado polaco chamando-o de "o homem mais perigoso do mundo".

Ao propagar estereótipos anti-semitas, Orban também conseguiu acusar Soros e a UE de quererem "muçulmanos" na Europa. Em um discurso no final de julho, ele disse que o "Império Soros" está usando "dinheiro, pessoas e instituições para transportar migrantes para a Europa".

Na retórica de Orban, Soros - e seu suposto "co-conspirador" da UE - ameaçam o caráter cristão da Europa. "A Europa está atualmente preparada para entregar seu território a uma nova Europa mista e islamizada. [...] Para que isso aconteça, para que o território esteja pronto para ser entregue, é necessário continuar a descristianização de Europa - e podemos ver essas tentativas ", disse ele. As acusações islamofóbicas de Orban contra Soros foram compartilhadas por grupos de extrema direita na Europa e nos EUA que atacaram o filantropo húngaro por seu apoio percebido à "islamização".

Liderando vozes islófobas polêmica contra Soros. Alguns retratam-no como um simpatizante nazista envolvido com islâmicos, que deveriam ser "o último dos parceiros de coalizão da Segunda Guerra Mundial de Adolf Hitler que ainda não foram vencidos" - como um site de direita colocou.

"Poderia ser esse" cara assustador "George Soros está jogando deus de novo? É realmente possível que o grande mestre de marionetes está puxando as cordas na queda da Europa?", Diz um blog islâmica islófobo e continua: "George Soros tem Todos os tipos de idéias - dita, de verdade - por como a Europa deve se inscrever para a sua morte, importando hordas de muçulmanos ".

A campanha anti-Soros conseguiu entrar no Congresso dos EUA. Seis senadores assinaram uma carta convidando o Secretário de Estado Rex Tillerson para investigar o financiamento da USAID para a Fundação Open Society da Soros e suas atividades na Macedônia e na Albânia. Aparentemente, a carta foi baseada em um panfleto enviado ao Congresso por um grupo macedônio chamado Stop Operation Soros.
Viktor Orban fala em uma conferência de imprensa após uma sessão plenária do Parlamento Europeu no qual ele foi criticado pela repressão de seu país

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Re: O misterioso mister Trump e sus muchachus

Mensagem por Vitor mango em Dom Ago 20, 2017 1:00 am

putnik Brasil
13 h ·
Se declarado "incapaz" por médicos, republicano poderia perder o cargo de presidente dos Estados Unidos.





'Louco': Democrata propõe exame psiquiátrico para tirar Trump da Casa Branca
br.sputniknews.com

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Re: O misterioso mister Trump e sus muchachus

Mensagem por Vitor mango em Ter Ago 22, 2017 1:31 pm



Carlos Matos Gomes

Born 1946; retired military, historian
Aug 22


O Golpe de Estado de 21 de Agosto em Washington.
O discurso de 21 de Agosto de Trump aos Estados Unidos, a propósito da política para o Afeganistão, foi o resultado visível de um golpe de estado em Washington. Os generais do Pentágono tomaram o poder. Trump é, a partir de ontem à noite, apenas o títere dos militares americanos. Numa manobra prévia, os generais correram, defenestraram, todos os cortesãos iniciais de Trump e apenas o deixaram a ele, à mesa da sala oval, a fazer de espantalho. No dia 21 à noite, impuseram-lhe um discurso de resignação sob a forma de “nova política para o Afeganistão”, onde o colocaram a desdizer tudo o que tinha dito e prometido quanto a política de intervenção militar na campanha eleitoral. Puseram-no a defender a política de Hilary Clinton, a sua candidata!
A 20 de janeiro deste ano de 2017, Donald Trump proclamou que daí em diante seria «America First », isto é, a América não se aventuraria mais no estrangeiro. Agora, como escreve o Washington Post, «teve de se vergar diante da realidade.» E a realidade é que quem manda são os generais. E o que os generais dizem é que o Afeganistão é um saloon numa região árida e sem lei. Por isso os americanos têm de lá estar para competirem com os outros pretendentes a donos do local. Um clássico dos westerns. O Afeganistão interessa à Rússia, é parte da sua fronteira sul, interessa à China, é parte da sua fronteira ocidental (mesmo que numa estreita língua), permite a ligação ao sub-continente indiano e ao Índico, faz fronteira com o Irão.
Mas, além destes factores da ordem da estratégia, os generais americanos sabem que Afeganistão é historicamente um território dividido por senhoritos da guerra, venais, que servem quem pagar melhor e se aliam a quem lhe parece ter mais possibilidades de vitória. Senhoritos sem fidelidades, nem piedades. É um território de mercenários e, por isso, um excelente viveiro de ratazanas de desestabilização regional. As três grandes potências imperiais têm de estar ali para desestabilizar os seus rivais. Nenhuma delas pode estar fora do Afeganistão.
O idiota do Trump não sabe história, nem geografia, nem viu filmes de cobóis e comprou a ideia do neo-isolacionismo para fazer a América grande! Os generais e a máquina de guerra já lhe colocaram a coleira, a trela e o açaimo através do golpe palaciano que teve a sua cerimónia pública com o discurso de 21 de agosto. A estratégia dos golpistas do pentágono é clara e é a de Hilary Clinton. A vencida, vencedora deste golpe.
Em resumo, diga Trump o que disser, os Estados Unidos terão sempre uma presença militar entre o Médio Oriente e as fronteiras sul da Rússia e ocidental da China. Estarão no Afeganistão, não para matar terroristas, mas para contratar e manipular terroristas. Também se manterão na Síria, embora em menor escala que no Afeganistão, porque aí Israel se encarrega do trabalho de desestabilização em outsourcing. O Iraque é para cortar às fatias e os militares americanos disporão sempre de um dos cutelos. Resta o Irão e a Turquia. Os generais americanos evitarão a guerra com o Irão — demasiado cara e de resultados duvidosos — e tentarão manter o turco sob controlo, na NATO, ou pelo menos sem o deixar passar para a órbita dos russos.
Parece, por outro lado, evidente que os russos vão atirar sal para todas as fogueiras que os americanos atearam e que o Trump passará a ser apenas o boneco do ventríloquo, de umas vezes do Departamento de Estado, quase sempre do Pentágono. Será um refém com tempo de antena e saídas precárias para golfe. Até já o acusam de ele e a numerosa parentela gastarem demais em segurança privada. Os chineses têm sempre à mão o fogareiro da Coreia do Norte, para condicionarem todas as opções americanas para a Coreia do Sul e o Japão. Os navios da esquadra do Pacífico entretanto chocam com navios mercantes.
Por cá, os comentadores avençados — as caixas de ressonância do alt right e do Tea Party — por limitações senis, continuam a acreditar que o Trump dirige a política dos Estados Unidos. O governo, dirigido por pessoas circunspectas e sensatas, está ciente da irrelevância do país na Europa e da Europa no mundo. Sem fanfarronadas, perfilou-se como um ordenança dos generais que tomaram o poder em Washington e vai disponibilizar uma mão cheia de briosos militares para integrar uma coligação que dê direito a visita de ministro e presidente da República em datas festivas.
Com o golpe de 21 de Agosto o mundo retomou a normalidade.
fa���n��



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