...Frente à Porta de Santiago da antiga fortaleza de Malaca...

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...Frente à Porta de Santiago da antiga fortaleza de Malaca...

Mensagem por Vitor mango em Seg Jan 22, 2018 1:09 am

endo Castro Henriques adicionou 7 fotos novas.
19 h ·

Malaca é um desses sítios onde um dia talvez tenha de ir, ver, a porta, a igreja, a vila. Património mundial. De Malaios, Portugueses, Holandeses e Ingleses
Em Malaca, existe um bairro (com pouco mais de um milhar de habitantes) que se diz de «gente portuguis», chegando ao ponto de, perante a estranheza demonstrada, alguém retorquir em crioulo,: «se eu não sou português, então o que sou?...»
Frente à Porta de Santiago da antiga fortaleza de Malaca, «A Famosa» (que é tudo quanto resta desta obra de Albuquerque), olha-se para o alto da colina e recorda-se que no interior das ruínas da Igreja de São Paulo esteve o corpo de São Francisco Xavier. Praticamente tudo o mais desapareceu, dinamitado pelos Ingleses, há dois séculos.
No bairro português come-se «cuzinhia cristang». Só um cheirinho da ementa: «arroz gordu», «baca (bife) pimenta fretu», «cari seccu», «galinhia fretu», "salada dumingu», «caldu pescador», «cambrang (camarão) cung cana (doce)», «ba¬tata caldu leite cocu» e, para sobremesa ("boca doce»), por exemplo, «doce de obu» ou «putugal» (que é um bolo que leva tapioca e banana)„.
O mais simpático nos contornos culturais lusófonos é o reconhecimento da capacidade de os Portugueses terem, simultaneamente, aprendido e ensinado. Na comida como noutras coisas. Um pouco por todo o lado, o «caldo» da cultura portuguesa gerou singularidades notáveis.











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