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Mensagem por Joao Ruiz em Sex Dez 04, 2009 11:45 am

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Dívida Pública aumenta 28 mil mihões e chega a 113%

por RUDOLFO REBÊLO
Hoje

Dívida Pública Ng1225932

Pela primeira vez, este ano a dívida do Estado e das empresas públicas à banca e em títulos ultrapassa a riqueza produzida no País. Factura com juros vai subir nos próximos meses

A dívida do Estado, incluindo as empresas públicas, deverá este ano atingir 113,3% do produto interno bruto (PIB), contra 93% do PIB em 2008. Os empréstimos públicos contraídos à economia - no montante de 182,6 mil milhões de euros - através de créditos bancários e em títulos como as obrigações do Tesouro, aumentaram 28 mil milhões de euros, em relação a 2008, uma verba que daria para construir cinco aeroportos como o de Alcochete.

A dívida directa do Estado - contraída junto de investidores portugueses e estrangeiros, para financiar sucessivos défices orçamentais que serviram para pagar despesas com a Saúde, Educação, Defesa, investimentos e salários públicos, pensões - deverá orçar em 132,5 mil milhões de euros, de acordo com os últimos dados divulgados pelo Ministério das Finanças.

Só a dívida do Estado, sem contabilizar as empresas públicas, no final deste ano deverá representar 81,2% do PIB e, em 2010, deverá alcançar os 90% da produção, atingindo os 100% em 2013, tal como sublinhou o Fundo Monetário Internacional esta semana. Mas, para este ano, isto significa mais despesa para além do estimado em Setembro passado, pelo Instituto Nacional de Estatística, quando se calculava um endividamento de 74,5% do produto. Contas feitas, após sucessivas alterações orçamentais, o Estado endivida-se este ano em 15 mil milhões de euros.

A somar à dívida do Estado, estão os passivos das empresas públicas, a maioria titulados em empréstimos bancários e em emissões de títulos, como as obri- gações. Para não aumentar o défice orçamental, a maioria destas EP são "empurradas" a endividarem-se, assumindo custos financeiros crescentes. No final de Setembro, a dívida conjunta das cerca de 80 empresas publicas atingia os 50 mil milhões de euros, 31% do PIB, de acordo com dados ontem divulgados.

Metade desta dívida está concentrada nas Estradas de Portugal, Refer e CP. Em apenas um ano, estas empresas aumentaram o passivo em 1,8 mil milhões de euros, 1,1% da riqueza do país. O Metro de Lisboa e o Metro do Porto, no conjunto, contraíram dívidas de 6,4 mil milhões de euros e, em apenas um ano pediram à banca mais 700 milhões de euros. Tal como a Refer e a CP, estas empresas estão tecnicamente falidas, com os passivos a superarem já os activos.

E as responsabilidades futuras do Estado não param por aqui. Nas parcerias público-privadas (PPP), os compromissos assumidos para os próximos três anos (até 2012) implicam já uma despesa de quatro mil milhões de euros.

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Última edição por João Ruiz em Ter Ago 17, 2010 10:37 am, editado 1 vez(es)

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Mensagem por Viriato em Sex Dez 04, 2009 12:43 pm

Mas que importância tem isso comparado com as escutas de Armando Vara. É irrelevante.
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Mensagem por Joao Ruiz em Qui Fev 04, 2010 4:55 am

Juros da dívida batem máximos

por RUDOLFO REBÊLO
Hoje

Dívida Pública Ng1250824

Banca internacional, preocupada com o défice, exige juros mais altos ao Estado português.

Portugal esteve ontem sob forte ataque dos especuladores e da banca internacional, com os juros da dívida pública portuguesa a atingir novos máximos depois de o comissário europeu para os Assuntos Monetários, o espanhol Joaquín Almunia, ter efectuado uma "colagem" da situação da Grécia a Portugal (ver texto em baixo) e de o Instituto de Gestão do Crédito Público ter reduzido uma emissão de bilhetes do Tesouro. A falta de confiança está já a afectar os empréstimos das empresas nacionais e a Bolsa, que fechou ontem com uma quebra de quase 3%.

Ontem, o IGCP, o instituto que gere a dívida pública, decidiu colocar apenas 300 dos 500 milhões de euros da emissão de bilhetes do Tesouro, a 12 meses. Isto porque as taxas de juro "exigidas" pelos grandes bancos pularam para 1,38%, quando a 20 de Janeiro a República conseguiu colocar a dívida a uma taxa de 0,92% (ver gráfico). "Foi uma interrupção inteligente", considerou David Schnautz, analista do Commerzbank à agência Bloomberg. "É importante para Portugal não dar mostras de desespero por financiamento." Em Lisboa, Rui Constantino, chefe economista do Santander, disse ao DN que a emissão do Tesouro teve como objectivo "testar o mercado em véspera de grandes emissões de dívida pública".

Mas a verdade é que o risco de Portugal está aumentar. É o "efeito contágio" da Grécia, com os investidores a "virar-se" para Portugal, após a Comissão Europeia ter apoiado o programa grego para recuperação das contas públicas a médio prazo. Ontem, as taxas exigidas para os empréstimos portugueses a dez anos subiram 21 pontos, passando dos 4,49% na véspera, para os 4,7%, os mais elevados desde Março de 2009. Para o mesmo tipo de empréstimo, a Alemanha pagava uma taxa de juro de 3,22%, enquanto a Grécia liquidava 6,7%.

Os investidores estão a torcer o nariz a Portugal, com os seguros do investimento - contra eventuais incumprimentos da República - a atingirem níveis recorde. Ontem, para os empréstimos a cinco anos, os investidores protegiam-se subscrevendo Credit Default Swaps (CDS), um instrumento financeiro de cobertura de risco, no valor de 3,9 mil euros anuais por cada milhão de euros de empréstimos, enquanto a dívida espanhola pagava 2,6 mil euros e a grega 7,9 mil euros.

"Os mercados estão à espera do Programa de Estabilidade Português (PEC), a apresentar dentro de duas semanas", realça Rui Serra, economista--chefe do Montepio. "O Orçamento português não impressionou os investidores devido ao elevado défice de 2009 e à redução pouco ambiciosa para 2010."

A falta de confiança dos investidores já está a atingir as empresas, com os CDS para empréstimos ao Banco Comercial Português (BCP) a registar a segunda maior subida entre as empresas mundiais. O que indicia que as empresas nacionais terão a breve prazo de pagar mais juros pelos empréstimos obtidos. O seguro para o BCP aumentou 11,8%, obrigando os investidores a pagar 3,4 mil euros anuais por cada milhão de euros emprestados ao banco.

In DN

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Mensagem por Joao Ruiz em Dom Fev 07, 2010 2:57 pm

Inspectores do Eurostat em países com contas duvidosas

por Lusa
Hoje

Dívida Pública Ng1252399

A Comissão Europeia (CE) poderá enviar inspectores do Eurostat, o escritório de estatísticas da União Europeia (UE), aos países que não forneçam dados financeiros confiáveis, disse hoje o novo comissário europeu de Comércio, Karel de Guch.

Esta medida, que foi anteriormente rejeitada pelos países da UE, estará entre as primeiras a ser colocada ao novo colégio de comissários, de acordo com Karel de Gucht.

Diante de "uma série de erros políticos" cometidos na Grécia, é preciso "reconsiderar" as formas de controlo de dados económicos nacionais, disse o comissário europeu, numa entrevista à emissora pública flamenga VRT.

Karel de Gucht observou também que a ausência de estatísticas confiáveis fornecidas por Atenas dificultaram a avaliação dos seus problemas económicos.

A Comissão Europeia, na quarta-feira, apoiou o plano de austeridade fiscal grego, mas advertiu que exercerá uma vigilância "sem precedentes" do cumprimento do mesmo.

Assim mesmo, a CE anunciou a abertura de um processo de infracção contra Atenas por as estatísticas serem pouco confiáveis, exigindo a implementação de medidas para assegurar que os dados transmitidos ao Eurostat estejam correto

Em Outubro passado, o executivo grego reviu em alta as suas estatísticas de défice para 2009 e trouxe à luz a deterioração das suas finanças públicas.

Segundo o novo comissário de Comércio, os problemas económicos da Grécia que têm minado a credibilidade da zona do euro como um todo.

In DN

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Mensagem por Joao Ruiz em Ter Fev 09, 2010 2:45 pm

Risco de Portugal entrar em incumprimento é quase zero

Hoje

Dívida Pública Ng1253205

"O risco de Portugal falhar o pagamento das suas dívidas é quase zero", diz a agência de rating Fitch. No entanto, Portugal tem que fazer uma reforma alargada do seu enquadramento fiscal, diz o analista Brian Coulton, considerando que a pressão dos mercados exige uma forte disciplina fiscal dos governos português, espanhol e grego.

De acordo com o especialista da Fitch, em referência aos desequilíbrios orçamentais de Portugal, Espanha e Grécia, o risco de um contágio aos restantes membros da União Europeia é "exagerado".

A Fitch considera que a União Europeia pode "encontrar uma maneira" para ajudar a dívida soberana dos seus Estados-membros e que a pressão dos mercados sobre o risco da dívida de Portugal, da Espanha e da Grécia exige "disciplina fiscal".

Quanto à vizinha Espanha, a agência de rating considerou que o governo espanhol actuou "relativamente depressa", ao passo que diz estar preocupada com o apoio social às medidas anunciadas pelo Executivo grego.

No que toca a uma ajuda da União Europeia às finanças gregas, Brian Coulton disse que é uma "possibilidade" e não uma "certeza".

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Mensagem por Joao Ruiz em Qui Mar 04, 2010 9:24 am

Basílio Horta diz que défice não é um drama

por David Dinis, em Maputo
Hoje

Dívida Pública Ng1262992

O presidente da AICEP, Basílio Horta, disse em Moçambique que a divida publica portuguesa deve preocupar, mas sem dramatismo

Num seminário económico sobre energias renováveis, o presidente da agência portuguesa de apoio ao investimento vendeu a imagem de Portugal como destino (e promotor) de investimento, desvalorizando a situação das contas publicas portuguesas.

Comparando a situação portuguesa com a de parceiros europeus, como a Holanda, Grécia e França, Basílio admitiu como preocupante os 77% da divida atingidos em 2009, mas comparando-o com os cerca de 100% registados pela Holanda.

Basílio Horta prometeu mais investimento português em Moçambique, sublinhando a potencialidade na economia portuguesa no domínio das energias renováveis.

O seminário ser encerrado, a meio da tarde de hoje, pelo primeiro-ministro José Sócrates, que se deslocou esta manhã barragem de Cahora Bassa.

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Mensagem por Joao Ruiz em Qui Mar 04, 2010 3:45 pm

Cavaco: má fé ao comparar economias lusa e grega

por Lusa
Hoje

Dívida Pública Ng1263040

O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, afirma que houve "má fé" na comparação entre a situação económica de Portugal, Espanha e Grécia e instou analistas internacionais, agências e imprensa económica a olhar para "indicadores objectivos".

Em entrevista publicada hoje no jornal espanhol La Vanguardia, o Chefe de Estado português sublinhou que "é um erro meter os três países no mesmo saco" e que "algumas agências de rating, alguns analistas internacionais e alguns diários económicos cometeram graves erros de análise nas últimas semanas".

Segundo Cavaco Silva, as consequências foram um "prejuízo para Portugal e Espanha", defendendo que os analistas devem "concentrar a sua atenção em indicadores objectivos das economias" dos dois países ibéricos, que "são muito diferentes dos da Grécia".

No momento de adesão ao euro, lembrou o Presidente da República, "a Grécia apresentava uma dívida de 100 por cento relativamente ao seu produto interno bruto, que é agora de 120 por cento. As estatísticas oficiais da Grécia não são fiáveis - o próprio governo [grego] o reconheceu -, pelo que o desequilíbrio das suas contas públicas é de 12 ou 13 por cento, o dobro do que se supunha".

"Nada disso ocorre em Espanha e em Portugal", frisou Cavaco Silva, exemplificando que "a dívida pública espanhola é baixa, tão baixa como a da Alemanha ou da França, e que a de Portugal é mais baixa do que a da Bélgica, da Itália e, claro, da Grécia".

"Penso que houve alguma dose de má fé" nesta comparação, afirmou Cavaco Silva ao jornal catalão.

Questionado sobre se África e Brasil são o "pulmão alternativo de Portugal no actual momento de dificuldade económica", o Presidente da República retorquiu que não.

"Nós, portugueses, não consideramos África nem o espaço lusófono como uma alternativa à Europa. Portugal é Europa e essa pertença reforça o nosso diálogo privilegiado com os países africanos", contrapôs.

Cavaco Silva sublinhou ainda que as relações com Angola, Moçambique e outros países de língua oficial portuguesa são "excelentes" e destacou as "intensas relações comerciais" entre Portugal e todos os países Lusófonos.

O Presidente da República afirmou também que há um "trabalho forte na protecção internacional da língua portuguesa", falada numa comunidade de 250 milhões de pessoas nos continentes africano, europeu, sul-americano e asiático.

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Mensagem por Viriato em Qui Mar 04, 2010 3:58 pm

João Ruiz escreveu:Cavaco: má fé ao comparar economias lusa e grega

por Lusa
Hoje

Dívida Pública Ng1263040



Penso que deveria dizer isso ao seu partido. Á D. Manela, Paulo Rangel e outras personagens PPDocas....
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Mensagem por Joao Ruiz em Ter Maio 25, 2010 8:18 am

Risco da dívida portuguesa é 4º que mais sobe no mundo

por Lusa
Hoje

Dívida Pública Ng1297794

O risco da dívida portuguesa é o quarto que mais sobe no mundo esta manhã, colocando Portugal na sexta posição da tabela mundial dos países com maior risco de incumprimento, de acordo com os dados da agência de informação financeira Bloomberg.

Os CDS associados aos títulos de dívida portugueses a cinco anos subiam 32,9 por cento relativamente ao fecho de segunda feira, situando-se nos 362,44 pontos base.

Os 'Credit Default Swaps' (CDS) são títulos que protegem o investidor de eventuais riscos da dívida soberana.

A Grécia lidera a lista dos países cujo risco de incumprimento mais sobe hoje, seguida da Venezuela e Espanha.

Assim, para segurar dívida pública portuguesa com maturidade a cinco anos no valor de 10 milhões de euros, os investidores teriam de pagar um seguro anual a rondar os 362 mil euros.

O risco da dívida portuguesa agravou-se hoje com os investidores a desconfiarem da capacidade da Europa, e sobretudo dos países do Sul, para saírem da crise financeira, depois de a decisão do Banco de Espanha ter assumido o controlo da caixa de aforro espanhola CajaSur, com graves problemas financeiros.

Quanto aos juros da dívida soberana a 5 anos, situam-se hoje nos 3,63 por cento.

O prémio pedido pelos investidores para comprarem dívida portuguesa em vez da dívida alemã está em 220,0 pontos base, demonstrando ainda a existência de preocupação dos investidores com a economia portuguesa, mas menor do que a já verificada quando a diferença entre a dívida portuguesa e alemã chegou aos 400 pontos base.

A 7 de maio os juros alcançaram o máximo histórico, ao subirem 6,053 por cento.

Para este ano, o Governo prevê que a dívida pública atinja 86 por cento do Produto Interno Bruto (PIB). De acordo com o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), esta será de 89,4 por cento em 2011, subindo para os 90,7 por cento no ano seguinte e recuando para os 89,8 por cento do PIB em 2013, o primeiro ano em que a dívida de Portugal ao exterior diminui o seu valor.

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Mensagem por Joao Ruiz em Ter Ago 17, 2010 10:38 am

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Governo usa poupança de 2009 e bate limite na despesa

por DN.pt
Hoje

Dívida Pública Ng1331287

O Governo aumentou em 546 milhões de euros a despesa pública em relação ao tecto imposto no Orçamento de Estado, recorrendo às poupanças obtidas no ano passado para cobrir mais gastos pelos ministérios, institutos públicos e Assembleia da República.

De acordo com o Jornal de Negócios, as alterações ao Orçamento de Estado (OE) foram publicadas ontem em Diário da República. Por lei, o aumento da despesa tem de ser autorizado pela Assembleia da República (AR), mas tal não é necessário quando os gastos são cobertos por poupanças obtidas no exercício orçamental do ano anterior.

Segundo o mesmo diário, 94,5 milhões de euros são para despesas dos próprios ministérios, com destaque para o da Defesa (49,5 milhões) e para o dos Negócios Estrangeiros (13,Cool.

A grande maioria do aumento da despesa está relacionado com serviços e fundos autónomos dos ministérios, vulgo institutos públicos: 451,5 milhões. O da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior vai absorver mais 205,2 milhões, segundo o Jornal de Negócios, enquanto 102,4 estão em grande parte destinados a encargos gerais do Estado, nomeadamente a AR (90 milhões).

De destacar que, de acordo com o mesmo jornal, destes 546 milhões a despesa com serviços de apoio, estudos, consultoria e cooperação e relações externas vai absorver 25 milhões de euros.

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Mensagem por Joao Ruiz em Seg Set 20, 2010 9:58 am

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FMI não prevê intervir e acha que défice vai reduzir

por Lusa
Hoje

Dívida Pública Ng1344102

O Fundo Monetário Internacional (FMI) garantiu hoje que não prevê a necessidade de realizar qualquer financiamento à economia portuguesa e acredita que as autoridades farão o necessário para atingir as metas estipuladas para défice.

"As relações com o FMI são normais e não prevemos nenhum financiamento do FMI", afirmou à Agência Lusa um porta-voz da organização.

O Fundo Monetário Internacional reforçou ainda a sua confiança de que as metas para as contas públicas acordadas com Bruxelas, no âmbito do Programa de Estabilidade e Crescimento, serão atingidas.

"Saudamos o esforço das autoridades nos últimos meses para reforçar a posição orçamental e acreditamos que farão o que for necessário para reduzir o défice para menos de três por cento em 2013, como estipulado no Programa de Estabilidade e Crescimento", acrescentou fonte oficial do organização.

Vários economistas, políticos e empresários têm alertado nas últimas semanas para uma alegada intervenção do Fundo Monetário Internacional na economia portuguesa, numa altura em que os receios aumentam nos mercados internacionais com vários países europeus, entre os quais Portugal, a pagar mais para colocar a sua dívida pública imediata. Os juros exigidos pelos investidores para comprar a dívida portuguesa têm aumentado, estando hoje muito perto do seu máximo histórico.

Numa entrevista à Antena 1 difundida no sábado, o presidente da Associação Portuguesa de Bancos (APB), António de Sousa, veio alertar para os momentos de grande fragilidade que a banca portuguesa vive devido a este aumento dos juros da dívida portuguesa, arriscando-se mesmo a ter de reduzir a concessão de crédito.

O presidente da Unicer e ex-dirigente do CDS-PP, António Pires de Lima também disse na semana passada ser "quase inevitável a pressão de uma entidade como o Fundo Monetário Internacional (FMI) para Portugal fazer as reformas", uma intervenção que o presidente da Jerónimo Martins, Alexandre Soares dos Santos, já havia preconizado há algumas semanas.

Veja o VIDEO:

Sombra do FMI não deixa Vieira da Silva preocupado



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Mensagem por Vitor mango em Seg Set 20, 2010 10:14 am

Ouvi o Bagao Felix dizer que Portugal nao precisa de mais esquemas e mesmo que se o FMI viesse ate era bom porque era uma boa desculpa para os Governos presos a programas eleitorais
Vitor mango
Vitor mango

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Mensagem por Joao Ruiz em Qui Nov 04, 2010 8:03 am

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Juros da dívida atingem recorde histórico

por Lusa
Hoje

Os juros exigidos pelos investidores no mercado secundário para comprar dívida pública portuguesa a dez anos sobem hoje pela sétima sessão consecutiva, e aproximam-se do seu máximo histórico.

Os investidores exigem agora 6,46 por cento para comprar títulos de dívida soberana com maturidade a dez anos, muito próximo do máximo histórico de 6,512 que atingiu a 28 de Setembro, véspera da entrega do Orçamento do Estado para 2011 na Assembleia da República.

O 'spread' (diferencial) face às bunds alemãs (referencial para a zona euro) também se agrava nesta maturidade, atingindo os 405,9 pontos base.

Nos títulos com maturidade a cinco e dois anos, os juros exigidos também aumento, igualmente pela sétima sessão consecutiva.

Na maturidade a cinco anos os juros atingem os 5,219 por cento (contra 5,04 por cento do fecho de quarta feira), e o 'spread' face às bunds alemãs agrava-se para os 363,6 pontos base.

Os juros exigidos pelos títulos a dois anos sobrem para 3,706 por cento (contra 3,574 por cento), e o 'spread' agrava-se para os 290,5 pontos base.

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Mensagem por Joao Ruiz em Sab Nov 06, 2010 8:35 am

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China está disponível para dar a mão a Portugal

por Paula Cordeiro
Hoje

Dívida Pública Ng1367344

Bagão Félix, Mira Amaral e Rudolfo Lavrador coincidem na análise de que a nacionalidade dos credores de Portugal é irrelevante e os capitais da China são bem-vindos

A visita do Presidente chinês, Hu Jintao, a Portugal, que hoje se inicia, surge numa altura em que a segunda economia mundial, em produção interna, aparece aos olhos da Europa como um dos "salvadores" da crise financeira.
Especialmente dos países periféricos europeus, a braços com uma grave crise de liquidez, que precisam urgentemente de quem os financie, comprando as suas emissões de dívida pública.

É aqui que se cruzam as necessidades de financiamento portuguesas, com a disponibilidade já publicamente demonstrada pelos chineses de investirem em títulos de dívida europeia, concretamente portuguesa. Neste momento, é bem provável que os chineses estejam já a investir em força em obrigações nacionais, com os analistas a diagnosticarem a fuga de muitos bancos estrangeiros dos títulos portugueses, a braços com a aplicação especulativa de fundos de investimento, fundos de pensões e outros veículos de investimento, que fizeram disparar os juros da dívida para os 6,655% (ver texto ao lado).

É neste enquadramento de crise e no contexto de disponibilidade demonstrado pelos chineses, que a compra de dívida pública por parte de bancos chineses, controlados pelo seu Governo, surge como uma realidade dos últimos dias, aplaudida por economistas e analistas portugueses, ouvidos pelo DN.

"Os chineses estão com uma enorme disponibilidade de fundos, com uma grande capacidade para comprar dívida, e é natural que procurem esses títulos onde eles existem", disse ao DN Bagão Félix. Para o economista e antigo ministro, este investimento financeiro em títulos portugueses "é uma gota de água" nos muitos milhões de milhões que a China investe actualmente em todo o mundo. "Para nós, é indiferente que sejam chineses ou de qualquer outra nacionalidade", afirma, acrescentando que "o capital não tem cor".

E Portugal tem de facto grande necessidade destes investimentos financeiros, refere o economista, lembrando que só no próximo ano as nossas necessidades brutas de financiamento são de 45 mil milhões de euros. "Haver mais investidores disponíveis é sempre positivo, porque alivia a pressão sobre a taxa de juro", salienta ainda Bagão Félix, que não vê qualquer inconveniente na aposta deste país na nossa dívida pública.

Também para Mira Amaral, esta preferência já manifestada pelos chineses "é útil e simpática". O ex-ministro da Indústria lembra o facto de a China estar neste momento num forte movimento de diversificação da sua carteira de títulos de dívida pública, fortemente concentrada em obrigações do Tesouro norte-americano, virando-se também para aplicações em euros.

"Trata-se de uma boa notícia. Se nós temos boas e fortes relações comerciais com a China, não vejo porque não havemos de contar com as suas aplicações na nossa dívida pública", considera.

No mesmo sentido alinha Rudolfo Lavrador, presidente da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Chinesa e igualmente administrador da Caixa Geral de Depósitos (CGD). Também para este responsável, a nacionalidade dos credores das obrigações portuguesas é irrelevante. "Todos os credores são bons para a nossa dívida, pelo simples facto que acreditam no nosso risco e estão dispostos a comprar", refere, lembrando que estamos em mercados abertos, onde todos compram títulos em todo o mundo.

"Se houver procura e poupança líquida para investir, haverá tendência para corrigir os juros", recorda Rudolfo Lavrador. E acrescenta que este investimento é desejável, para que possa haver desenvolvimento.

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Dívida Pública Empty Timor-Leste disponível para comprar dívida portuguesa

Mensagem por Joao Ruiz em Dom Nov 14, 2010 3:57 am

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Timor-Leste disponível para comprar dívida portuguesa

por Lusa
Hoje

Dívida Pública Ng1375481

Timor-Leste poderá vir a comprar, em breve, títulos de dívida pública portuguesa, disse hoje em Macau o presidente timorense, José Ramos-Horta. A SIC avançou que a ideia partiu de José Sócrates.

"Não vejo dificuldades em Timor-Leste comprar também dívida pública portuguesa, na medida em que o próprio Governo timorense já tomou a decisão de diversificar a aplicação do Fundo do Petróleo, comprando outras dívidas públicas, incluindo a australiana e de outros países", disse Ramos-Horta, escusando-se a comentar se o tema tinha sido abordado num encontro que hoje manteve com o primeiro ministro de Portugal, José Sócrates, à margem da conferência ministerial do Fórum Macau.

A compra de dívida pública portuguesa é avaliada à luz da diversificação de investimentos do Fundo do Petróleo timorense, que terá mais de 6 000 milhões de dólares (4,38 mil milhões de euros). Instado a comentar quanto poderia Timor-Leste investir, Ramos-Horta disse que é um tema que não lhe compete, mas assegurou que o investimento poderá ser "discutido quando o senhor primeiro ministro Sócrates visitar Timor-Leste".

"Espero que o possa fazer muito brevemente tendo já manifestado interesse em visitar (Timor-Leste)", disse, salientando que Sócrates "agora está muito interessado em visitar" o país. Ramos Horta apontou outros caminhos, que considerou rentáveis, para investimentos em Portugal, nomeadamente em empresas públicas ou semi-públicas como é o caso das energias renováveis ou as telecomunicações. "(...) em energias renováveis e em telecomunicações é uma aposta que garante proventos, seguros elevados" concluiu.

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Mensagem por Joao Ruiz em Qua Nov 24, 2010 6:05 am

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Juros da dívida portuguesa atingem novos máximos históricos

por Lusa
Hoje

Os juros da dívida portuguesa a dez anos voltaram hoje a ultrapassar a barreira dos sete por cento e estão a negociar em máximos históricos no dia de greve geral que une CGTP e UGT.

De acordo com a agência de informação financeira Bloomberg, pelas 10:22, os juros da dívida soberana a dez anos atingiam os 7,059%, acima do anterior máximo de 7,035% de 11 de Novembro de 2010. O novo recorde nos juros acontece no dia da greve geral conjunta entre a CGTP e a UGT contra as medidas de austeridade, anunciadas pelo Governo em Setembro, que têm como objectivo consolidar as contas públicas, entre as quais os cortes de salários nos trabalhadores do Estado, o congelamento das pensões em 2011 e o aumento em dois pontos percentuais do IVA.

Já o "spread" da dívida portuguesa face à alemã nos títulos a dez anos, ou seja, o prémio pedido pelos investidores para comprarem obrigações portuguesas em vez de alemãs, agrava-se para 460,9 pontos base. Os juros das obrigações a dez anos de Espanha também estão hoje em máximos históricos ao ultrapassar a barreira dos cinco por cento. Pelas 10:23, os juros negociavam nos 5,087%, acima dos 4,897% registados terça feira.

Em entrevista à Punto Radio, citada pelo jornal Cínco Dias, a ministra da Economia de Espanha, Elena Salgado, disse que a Espanha não corre risco de ter de ser resgatada. No entanto, a imprensa internacional está a analisar a subida dos juros de Portugal e de Espanha com uma antecipação dos mercados daqueles que serão os próximos países a pedirem ajuda ao Fundo Monetário Internacional e à União Europeia, depois de a Irlanda ter formalizado o pedido no passado fim de semana.

A chanceler alemã, Angela Merkel, admitiu terça feira que a hipótese de mais "resgates" é "excepcionalmente séria". Já hoje, o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, disse que "não é útil" falar sobre o potencial risco de contágio da crise irlandesa a outros países da União Europeia.

Os juros da dívida a dez anos da Irlanda também estão hoje em alta ao negociar nos 8,692%, acima dos 8,415% de terça feira, mas abaixo dos 8,896 do recorde histórico de 11 de Novembro. Isto acontece depois de a Santandard & Poor"s ter cortado o rating da dívida irlandesa em dois níveis, colocando-a em perspectiva negativa.

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Dívida Pública Empty Juros a 10 anos negoceiam abaixo dos 6%

Mensagem por Joao Ruiz em Qua Dez 08, 2010 8:59 am

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Juros a 10 anos negoceiam abaixo dos 6%

por Lusa
Hoje

Os juros da dívida portuguesa a dez anos seguem hoje a negociar abaixo dos seis por cento, depois de terem completado três sessões consecutivas a negociar abaixo deste patamar, segundo a agência de informação financeira Bloomberg.

Pelas 09:35, os juros estavam a negociar, em média, nos 5,991%, ligeiramente acima dos 5,981% de terça-feira, de acordo com a agência de informação financeira Bloomberg.

O 'spread' da dívida portuguesa face à alemã nos títulos a dez anos, ou seja, o prémio pedido pelos investidores para comprarem obrigações portuguesas em vez de alemãs, situa-se nos 311,7 pontos base.

Também os juros a cinco anos negociavam, em média, nos 4,871 por cento, acima dos 4,865 por cento registados na terça-feira. O 'spread' da dívida portuguesa face à alemã nos títulos a cinco anos fixava-se nos 321,3 pontos base.

Os juros das obrigações a dez anos atingiram o máximo histórico de 7,036 por cento a 10 de Novembro deste ano.

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Dívida Pública Empty Ministro Teixeira dos Santos em Pequim

Mensagem por Joao Ruiz em Dom Dez 12, 2010 9:36 am

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Ministro Teixeira dos Santos em Pequim

por lusa
Hoje

Os encontros estão relacionados com a disponibilidade da China para comprar parte da dívida portuguesa, manifestada durante a visita a Portugal do presidente chinês, Hu Jintao, há cerca de um mês.

O ministro português das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, vai encontrar-se segunda-feira em Pequim com o homologo chinês, Xie Xuren, e com o governador do Banco Central da China, Zhou Xiaochuan.

Teixeira dos Santos chegou à capital chinesa hoje ao início da tarde (hora local), acompanhado pelo secretário de Estado do Tesouro e Finanças, Carlos Costa Pina, e o presidente do Instituto de Gestão do Crédito Público, Alberto Soares.

A visita, de dois dias, é a segunda de Teixeira dos Santos à China em apenas três meses, depois de uma ronda de "contactos empresariais e financeiros"em Hong Kong e Macau, em Setembro passado. Há um mês, em Macau, o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, reafirmou ao homólogo português, José Sócrates, a disposição da China em apoiar Portugal.

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Dívida Pública Empty Fitch corta 'rating' da Caixa Geral de Depósitos

Mensagem por Joao Ruiz em Sab Dez 25, 2010 5:16 am

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Fitch corta 'rating' da Caixa Geral de Depósitos

por Lusa
Ontem

Dívida Pública Ng1412203

A agência de notação financeira Fitch cortou hoje o 'rating' da Caixa Geral de Depósitos em um nível de A+ para A, com perspectiva negativa.

Em comunicado, a agência anunciou que cortou ainda um nível na avaliação da subsidiária Caixa BI e a dívida dos bancos portugueses garantida pelo Estado.

A decisão surge no seguimento do corte anunciado esta quinta feira do 'rating' da República de AA- para A+, sendo que também a perspectiva negativa (que prenuncia a possibilidade de novo corte) atribuída à Caixa Geral de Depósitos reflecte a avaliação do Estado.

A Fitch adianta ainda que qualquer risco de corte do 'rating' da Caixa Geral de Depósitos surgirá de um novo corte no 'rating' da República.

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Dívida Pública Empty Estado precisa de financiar cerca de 20 mil ME em 2011

Mensagem por Joao Ruiz em Qua Dez 29, 2010 9:58 am

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Estado precisa de financiar cerca de 20 mil ME em 2011

por Lusa
Hoje

O Estado precisa de financiar cerca de 20 mil milhões em 2011, recorrendo essencialmente a Obrigações do Tesouro, avança hoje o Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP).

O IGCP indica em comunicado que o programa de financiamento para 2011 já foi aprovado pela tutela e que prevê necessidades de financiamento em torno dos 20 mil milhões de euros. O financiamento líquido do Estado deverá mais uma vez concentrar-se na emissão de Obrigações do Tesouro (dívida a médio e longo prazo), prevendo o instituto que a emissão bruta deste tipo de títulos se situe entre 18 e 20 mil milhões de euros.

Para tal, deverão ser lançadas "uma ou duas novas séries de OT", cujas datas e maturidades ainda não são conhecidas, num montante mínimo de 3 mil milhões de euros (com posteriores reaberturas ao longo do ano), estando ainda previsto a reabertura de outras séries emitidas em anos anteriores "com o objetivo de aumentar a sua dimensão e liquidez". O IGCP refere que estas séries a reabrir poderão ter um montante máximo situado nos 10 mil milhões de euros.

Nos primeiros seis meses do ano, o IGCP pensa lançar uma nova série de Obrigações do Tesouro e realizar leilões de 4 a 6 linhas, sublinhando no entanto que estas operações estão sujeitas "às condições de mercado".

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Dívida Pública Empty Juros da dívida portuguesa 5 anos em máximo de 8,495%

Mensagem por Joao Ruiz em Sex Mar 25, 2011 11:49 am

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Juros da dívida portuguesa 5 anos em máximo de 8,495%

por Lusa
Hoje

Os juros exigidos pelos investidores para deterem títulos de dívida soberana portuguesa a cinco anos negoceiam hoje em máximos, tendo atingido 8,495 por cento, um dia após cortes no 'rating' de Portugal pelas agências de notação financeira.

A 'yield' (remuneração que o investidor diz que aceita para deter dívida) a cinco anos negociou hoje em máximos históricos de 8,495 por cento, pelo menos desde a entrada no euro, em 1999.

Neste prazo, pelas 09:12, a taxa genérica da linha viva com maturidade a cinco anos calculada pela agência de informação financeira Bloomberg atingia os 8,459 por cento, acima do máximo histórico de 8,212 por cento registado na quinta-feira, com o 'spread' face à dívida alemã a situar-se nos 590,0 pontos base.

Também hoje, as 'yield' para deter dívida portuguesa com prazo entre três e sete anos negociavam acima dos oito por cento.

A 'yield' da dívida portuguesa a três anos negociava nos 8,001 por cento e a quatro anos nos 8,094 por cento. Já na maturidade a seis anos a 'yield' estava nos 8,032 por cento e a sete anos nos 8,059 por cento.

No prazo a dez anos, pelas 09:14, a taxa genérica da linha viva com esta maturidade situava-se nos 7,793 por cento, acima dos 7,661 por cento de quinta-feira.

Quanto ao 'spread' face à dívida alemã na maturidade a dez anos, este situava-se nos 452,6 pontos base, segundo a agência de informação financeira Bloomberg.

Pelas 09:12, a 'yield' exigida pelos investidores para deter a dívida portuguesa a dez anos estava em 7,794 por cento.

Depois da crise política aberta com a apresentação da demissão do primeiro-ministro, José Sócrates, na quinta-feira, a agência de notação financeira Fitch cortou o 'rating' de Portugal em dois níveis, de A+ para A-, devido às dificuldades na implementação de medidas e de financiamento após o chumbo do PEC no Parlamento.

Também a Standard & Poor's anunciou que baixou em dois níveis a notação da divida soberana de Portugal devido à incerteza política.

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Dívida Pública Empty Moody's corta 'rating' de 7 bancos portugueses

Mensagem por Joao Ruiz em Qua Abr 06, 2011 5:21 am

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Moody's corta 'rating' de 7 bancos portugueses

por Lusa
Hoje

A agência de notação financeira Moody's cortou hoje o 'rating' de sete bancos portugueses e baixou a avaliação de crédito individual de cinco bancos.

A Moody's baixou a notação da Caixa Económica Montepio Geral, da Caixa Geral de Depósitos (CGD), do Banco Comercial Português (BCP), do Banco Espírito Santo (BES), do BPI, do Santander Totta e do Banco Português de Negócios (BPN), segundo um comunicado da agência.

No caso do Montepio o corte foi em um nível, enquanto nos restantes bancos a redução foi em dois ou mais níveis.

A Moody's baixou em um nível o 'rating' da dívida sénior de curto prazo e dos depósitos destes sete bancos. A agência reduziu também a avaliação do crédito individual de cinco bancos: BES, BCP, Santander Totta, CGD e BPI.

A Moody's justifica o corte do 'rating' com a descida do 'rating' da República, anunciada na terça-feira, e afirma que "reflecte a fraqueza do perfil de crédito da maioria dos bancos portugueses". A agência de notação financeira diz que a decisão tomada hoje é a conclusão da avaliação da solidez financeira da maioria dos bancos portugueses, iniciada a 9 de Dezembro. A Moody's acrescenta ainda que continuará a sua análise ao Banif.

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Dívida Pública Empty Portugal coloca 1.005 ME a juros mais elevados

Mensagem por Joao Ruiz em Qua Abr 06, 2011 5:24 am

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Portugal coloca 1.005 ME a juros mais elevados

por Lusa
Hoje

O Estado colocou hoje no mercado 1.005 milhões de euros em dívida com maturidade em Outubro deste ano e Março de 2012, pagando nesta última um juro 5,902 por cento, mais 1,571 pontos percentuais que na última emissão semelhante.

De acordo com os dados do Instituto de Gestão de Tesouraria e do Crédito Público (IGCP), o Estado conseguiu colocar mais cinco milhões do máximo indicativo a que se propunha. Destes, 550 milhões de euros foram colocados na linha com maturidade a 21 de Outubro deste ano, pagando para isso uma taxa de juro média de 5,117 por cento, fixando-se a taxa de corte (última taxa a que o Estado aceitou vender dívida) nesta linha nos seis por cento.

A procura nesta linha foi 2,3 vezes a oferta, ou seja, os compradores fizeram ofertas no valor de 1.267 milhões de euros para uma colocação efetiva de 550 milhões de euros. Na linha com maturidade a 23 de Março do próximo ano, o Estado colocou 455 milhões de euros de dívida, pagando para tal uma taxa de juro média na ordem dos 5,902 por cento.

A taxa de corte nesta linha fixou-se nos 6,04 por cento, tendo a procura sido de 2,6 vezes a oferta, ou seja, uma procura de 1.172 milhões de euros face aos 455 colocados. Nos últimos leilões com maturidades semelhantes, ambos realizados no mês passado, o Estado pagou taxas muito inferiores.

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Dívida Pública Empty Juros a 2 e 5 anos batem máximos históricos

Mensagem por Joao Ruiz em Ter Abr 26, 2011 9:11 am

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Juros a 2 e 5 anos batem máximos históricos

por Lusa
Hoje

Os juros exigidos pelos investidores para deter títulos de dívida soberana portuguesa a dois e a cinco anos estão hoje em máximos históricos no mercado secundário, ultrapassando a barreira dos 11,4 por cento.

Às 09:11 os juros exigidos para deter títulos de dívida soberana portuguesa a dois anos transacionavam, em média, nos 11,467 por cento, acima dos 11,466 por cento de segunda-feira, de acordo com a agência de informação financeira Bloomberg. O 'spread' face à dívida portuguesa neste prazo atingiu hoje o máximo histórico de 973,2 pontos base.

Máximos históricos também para os juros exigidos para deter títulos de dívida soberana a cinco que negociavam, em média, nos 11,498 por cento, face aos 11,493 por cento a que negociavam na segunda-feira, com um 'spread' de 888,6 pontos base.

Já os juros exigidos para deter títulos de dívida soberana portuguesa a dez anos negociavam, em média, nos 9,493 por cento, ligeiramente abaixo dos 9,500 por cento registados na segunda-feira.

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Dívida Pública Empty Estado volta ao mercado para colocar entre 750 a 1000 ME

Mensagem por Joao Ruiz em Ter Jun 14, 2011 11:03 am

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Estado volta ao mercado para colocar entre 750 a 1000 ME

por Lusa
Hoje

Portugal regressa quarta-feira ao mercado com dois leilões de Bilhetes do Tesouro com maturidades a três e a seis meses, prevendo arrecadar entre 750 e mil milhões de euros.

Segundo o Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público, trata-se de uma reabertura da linha de 23 de Setembro e o lançamento de uma nova linha de dívida de curto prazo com maturidade em 23 de Dezembro deste ano. O montante mínimo de alocação a cada linha será de 300 milhões de euros. As necessidades de financiamento com recurso à emissão de instrumentos de dívida de médio e longo prazo rondam os vinte mil milhões de euros.

Nos seis leilões realizados até agora, o Estado já colocou 10.447 milhões de euros de dívida. Em Maio, o IGCP reviu o seu calendário de emissões "face aos recentes desenvolvimentos de mercado", dando preferência a maturidades mais curtas.

No último leilão de dívida, realizado a 01 de Junho, Portugal arrecadou 850 milhões de euros numa operação que tinha um montante indicativo entre 750 e mil milhões de euros, pagando uma taxa de juro média de 4,967 por cento, 150 milhões de euros abaixo do máximo indicativo estipulado.

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Dívida Pública Empty Portugal: Juros a 2 anos sobem. Na Grécia: batem recorde

Mensagem por Joao Ruiz em Qui Out 20, 2011 10:41 am

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Portugal: Juros a 2 anos sobem. Na Grécia: batem recorde

por Lusa
Hoje

Dívida Pública Ng1680065

Os juros da dívida em Portugal estão hoje pressionados a 2 anos, o mesmo se passando na Grécia em que atingiram novos máximos históricos nos 76,859 por cento, pressionados por um possível impasse na Cimeira Europeia, no domingo.

Pelas 09:30, os juros exigidos pelos investidores para comprar títulos soberanos portugueses, a dois anos, estavam a transacionar nos 17,884 por cento, acima dos 17,875 por cento da média da sessão de quarta-feira, enquanto o 'spread' face à dívida alemã (referencial para a Europa) atingia os 1.728 pontos base.

Também a 10 anos, os juros estavam a subir, com as taxas cobradas pelos investidores para transacionar dívida nacional a fixarem-se nos 12,143 por cento, contra os 12,062 por cento do dia anterior.

O 'spread', neste prazo, situava-se nos 1.009 pontos base.

Na maturidade dos cinco anos, os juros caem ligeiramente para os 15,021 por cento (face aos 15,023 por cento de quarta-feira) com o 'spread' nos 1.377 pontos base.

A mesma tendência da dívida pública portuguesa verificava-se na Grécia, com os juros a subirem na maturidade a dois anos a atingirem novos recordes históricos.

A dois anos, no mercado secundário, a dívida grega situava-se nos 76,859 por cento (face aos 76,628 por cento de quarta-feira), enquanto que a cinco anos, os juros recuavam dos 30,561 por cento para os 30,585 por cento.

Por último, a 10 anos, a dívida soberana da Grécia subia, com os juros a situarem-se nos 24,308 por cento, contra os 24,301 por cento da última sessão.

Da cimeira informal de líderes europeus que decorreu na quarta-feira, em Frankfurt, saiu um impasse sobre o reforço do Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEFF), com os líderes europeus a darem "um sinal de incerteza" aos mercados quanto a um desfecho favorável na Cimeira Europeia, que se realiza em Bruxelas, no domingo.

Paris e Berlim continuam a defender diferentes modelos para reforçar o FEEF e a maioria dos analistas considera "pouco provável" que Angela Merkel tenha cedido à proposta francesa para que o fundo se possa financiar diretamente através do Banco Central Europeu (BCE).

Os analistas acreditam também que a solução sustentada para a crise deverá ter "um longo caminho" e que a cimeira no domingo "não será o fim da linha", salientaram.

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