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Mensagem por Joao Ruiz Dom Nov 01, 2009 11:16 am

Portugal volta a combater pirataria na Somália

por MANUEL CARLOS FREIRE
Hoje

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A fragata 'Álvares Cabral' regressa ao Índico, mas sem poderes para prender piratas. Vários navios foram atacados esta semana

A fragata Álvares Cabral inicia no dia 9 deste mês nova missão nos mares da Somália, onde o fim da época das monções marítimas levou ao recrudescimento dos ataques piratas contra a navegação marítima.

O navio-almirante da primeira das duas frotas navais permanentes da NATO, concluiu há uma semana a sua participação nas acções de combate ao terrorismo no Mediterrâneo, sob o nome de código "Active Endeavour". Atracada nos últimos dias num porto grego, a Álvares Cabral vai estar envolvida na operação aliada "Ocean Shield", ao largo da Somália, até 25 de Janeiro - data em que transfere o comando da SNMG1 para a Dinamarca, mantendo-se a força na região até 12 de Março, soube o DN.

Trata-se de um regresso da SNMG1 - comandada por Portugal desde meados de Janeiro - e da fragata Álvares Cabral à área do golfo de Adém, onde esteve no início deste ano.

A exemplo do que sucedeu antes, os militares portugueses continuar impedidos de prender piratas, excepto se o navio ou algum português forem atacados. "Se não estiver em causa um cidadão português ou factos praticados a bordo, a detenção só poderá efectuar-se", segundo o Departamento Jurídico Operacional e Internacional da Armada, se for possível extraditar os piratas para um país com legitimidade para os julgar.

As duas outras situações em que os militares portugueses poderão prender piratas marítimos ocorrem se "for celebrado um Acordo Internacional para entrega dos detidos a um Estado que se disponibilize" para os julgar, ou "for criado um tribunal internacional ad hoc que julgue" os piratas.

A situação ficou clara em Maio, quando a Corte-Real teve de libertar os piratas detidos, durante uma operação que impediu o ataque contra um navio mercante.

Segundo a Marinha, a Convenção da ONU sobre o Direito do Mar qualifica a pirataria, mas "não declara criminosos" os seus autores. Assim, "a competência permitida pelo direito internacional [para lutar contra essa ameaça] tem de ser legislada internamente" pelo país.

Há actualmente 25 de navios de 16 países envolvidos na luta contra a pirataria na Somália. Esta semana, em que foram atacados novos navios e raptado um casal inglês, os comandantes das três frotas a operar na região (NATO, UE, EUA) estiveram reunidos para encontrar formas de melhorar a eficácia da sua actuação.

DN

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Última edição por João Ruiz em Seg Jun 14, 2010 3:55 pm, editado 1 vez(es)

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Mensagem por Joao Ruiz Sex Fev 26, 2010 6:08 am

Portugal pode reforçar na Somália e defende missão afegã

por MANUEL CARLOS FREIRE
Hoje

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Augusto Santos Silva, perante as novas críticas dos EUA, frisa que a UE "tem feito progressos consideráveis" na área militar

A União Europeia tem actualmente um nível de envolvimento na guerra do Afeganistão "que tem uma visibilidade política inferior à devida", declarou ontem ao DN o ministro português da Defesa.

"Mais de 30 000" - um terço dos cerca de 91 000 soldados da NATO no Afeganistão - "são europeus", sublinhou Augusto Santos Silva, que falava (via telefone) à margem da reunião dos ministros da Defesa da UE (sob a presidência da Espanha) que terminou ontem, em Palma de Maiorca.

A relação entre a UE e a NATO foi um dos tópicos da ministerial, mas os presentes não abordaram as mais recentes críticas feitas pelo homólogo norte-americano, Robert Gates, à importância e nível de investimento que os europeus (não) dão às Forças Armadas, adiantou Santos Silva.

Admitindo que as referidas críticas tenham sido dirigidas especificamente à Holanda (por retirar as suas tropas do Afeganistão a partir de Agosto e cujo Governo se demitiu por causa das divisões sobre essa decisão), o ministro salientou ainda que "a UE tem feito progressos consideráveis" nesse domínio - sendo exemplo disso o nível de participação dos militares europeus no Afeganistão.

Santos Silva disse que a reunião teve quatro grandes temas: análise das operações militares e policiais da UE no exterior; reunião com os homólogos africanos da Iniciativa 5+5 (Argélia, Marrocos, Mauritânia, Líbia e Tunísia), dando sequência "a uma iniciativa que começou com a presidência lusa da UE" em 2007 (ver caixa); desenvolvimento das capacidades militares europeias; aplicação do Tratado de Lisboa no domínio da Defesa e o desenvolvimento do novo conceito estratégico da NATO.

No primeiro caso, Santos Silva informou os homólogos que Lisboa vai enviar "17 militares" do Exército (em vez dos 15 previstos) para ajudar na formação das forças da Somália. Recorde-se que Portugal vai chefiar a componente europeia do treino de combate em áreas urbanas e que a equipa parte em breve para o Uganda.

Santos Silva disse ainda aos homólogos que "está em condições de ponderar" o reforço da sua presença na "Operação Atalanta" (missão da UE que combate a pirataria nos mares da Somália).

Quanto ao segundo ponto, o ministro sublinhou ao DN que o importante foi a própria reunião com os cinco ministros da Defesa magrebinos, até porque se "descura a importância estratégica" do Mediterrâneo Ocidental face à do Mediterrâneo Oriental.

Sobre capacidades, Santos Silva realçou (sem especificar) "a possibilidade de haver alguns avanços", em matéria de cooperação com a NATO, na "partilha de recursos e esforços financeiros" quando ambas actuam em simultâneo (como é o caso do combate à pirataria na Somália).

Lisboa defendeu ainda que as adaptações do Tratado de Lisboa e a revisão do conceito estratégico da NATO - "deve ser mais claro em relação" à Política Comum de Segurança e Defesa (PCSD) da UE - "devem ser [processos] paralelos".

In DN

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Mensagem por Joao Ruiz Seg Jun 14, 2010 3:56 pm

Integristas torturam e matam quem veja jogos pela TV

por Lusa
Hoje

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Membros da milícia integrista islâmica somali Al Shabab estão a ir de casa em casa para procurar pessoas que estejam a ver os jogos do campeonato mundial de futebol na televisão, apesar da proibição decretada pelo grupo.

Estes integristas, que procuram derrubar o governo federal de transição somali, estão a fazer as suas buscas nos arredores da capital, Mogadiscio.

Durante o fim de semana, no distrito de Afgoi, 30 quilómetros a sudoeste da capital, sequestraram 30 jovens, que torturaram e raparam a cabeça.

Noutro local, a norte da capital, um adepto foi baleado e veio a morrer no hospital, enquanto outros 10, incluindo três meninas com menos de 14 anos, foram raptados no domingo.

"Estávamos a ver o Alemanha-Austrália quando os milicianos deitaram a porta abaixo, começaram a disparar e a agredir-nos, até que alguns de nós desmaiaram, e depois prenderam-nos a todos", disse Abdi Yare, que foi posto em liberdade esta manhã.

Abdi Yare adiantou que ele e os amigos levaram 39 chicotadas e tiveram as cabeças rapadas, antes de serem libertados.

No sábado, os milicianos da Al Shabab mataram a tiro dois jovens que estavam a ver o Argentina-Nigéria e raptaram outros 10, que foram libertados depois de pagarem 50 dólares cada um.

Os grupos islamistas que lutam contra o governo de transição controlam grande parte da Somália, incluindo quase toda a capital, e querem impor uma versão estrita da lei islâmica, a "sharia".

Proibiram todo o tipo de entretenimento incluindo música, cinema e futebol nas áreas que controlam, seguindo o exemplo dos Talibã que governaram o Afeganistão até 2001.

Dezenas de pessoas foram mortas nos últimos anos por bombas, em atentados realizados pelos islamistas contra cinemas e lojas de aluguer de vídeos e DVD, cujos proprietários foram acusados de "apoiar e disseminar ideologias pró-ocidentais".

In DN

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Mensagem por Joao Ruiz Dom Jul 18, 2010 10:10 am

Milícias somalis ao estilo talibã espalham terror na África Oriental

por PATRÍCIA VIEGAS
Hoje

Somália Ng1319958

Proibiram os homens de fazer a barba, obrigaram as mulheres a usar niqab ou burca, censuraram as emissões de rádio. As milícias Al-Shabab, A Juventude, em português, são um pesadelo na Somália e na África Oriental. Há uma semana mataram 74 pessoas, num duplo atentado, no Uganda.

Há quatro anos as tropas etíopes entraram em território somali com bênção dos americanos para expulsar os radicais da União dos Tribunais Islâmicos. O efeito resultou como uma patada num formigueiro: os islamitas dispersaram na altura, mas algum tempo depois voltaram a reorganizar-se sob um novo nome.

Al-Shabab, assim se chamam as milícias que querem impor a versão mais dura da Sharia [lei islâmica] na Somália, impedindo as pessoas de ouvir rádio, os homens de fazer a barba, obrigando as mulheres a usar o véu integral, apedrejando as que cometem adultério e cortando as mãos a quem ousa roubar.

Já contam com milhares de homens e mulheres dispostos a lutar contra o Governo interino somali, o qual é apoiado pela comunidade internacional e por uma força militar da União Africana. 80% do país estará neste momento já debaixo do seu controlo e alguns dos seus combatentes são jihadistas estrangeiros que têm origens somalis ou simpatizam com a ideologia da Al-Qaeda.

A sua influência e capacidade operacional para atentar estende--se já por vários países da África Oriental. O duplo atentado terrorista de há uma semana em dois restaurantes de Campala, capital do Uganda, são considerados por especialistas em contraterrorismo como a prova disso mesmo.

O alvo foram as pessoas que estavam a assistir à final do Mundial entre a Holanda e a Espanha: 74 morreram nessa noite e no dia seguinte as autoridades encontraram um terceiro colete de explosivos por detonar numa das discotecas daquela cidade.

Os atentados foram entendidos como um aviso ao Uganda, que tem cinco mil militares na missão da União Africana na Somália, com o Burundi. Campala vai ser no final deste mês o palco de uma cimeira desta organização. O Governo ugandês já mostrou disponibilidade para enviar reforços mas exige um mandato mais forte que permita às tropas combater directamente os radicais islâmicos das Al-Shabab. A ONU também pondera assumir a liderança da missão somali mas muitos países estão reticentes em enviar militares e depois ficar sujeitos a sofrer atentados terroristas dentro das suas portas.

As Al-Shabab, nome árabe que em português significa A Juventude, serão actualmente lideradas por Mohamed Abdi Godane, conhecido por Abu Zubair, um clérigo natural da Somalilândia. Não é muito dado a aparições públicas mas consegue espalhar a sua mensagem utilizando as mesmas técnicas do que os talibãs afegãos e paquistaneses.

O FBI tem prestado particular atenção a Omar Hammami, um cidadão americano radicado na Somália, que tem aparecido nas produções mediáticas do grupo a instigar pessoas a ir para campos de treino no país. Este é um Estado falhado e não tem governo efectivo há quase duas décadas.

Numa entrevista que deu a uma televisão sul-africana na quarta--feira, o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, classificou os terroristas somalis como racistas. E lamentou a trágica ironia de o alvo dos atentados de domingo à noite terem sido inocentes que apenas estavam a ver futebol.

"Num lado temos uma visão de uma África em movimento, uma África unificada, uma África que se está a modernizar e a criar oportunidades. No outro, temos a visão da Al-Qaeda e das Al-Shabab que é apenas sobre destruição e morte."

As milícias somalis estão oficialmente classificadas como grupo terrorista não só pelos Estados Unidos, mas também pelo Reino Unido, Canadá, Austrália, Suécia e Noruega.

In DN


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Mensagem por Joao Ruiz Sab Out 23, 2010 10:17 am

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Casal há um ano nas mãos de piratas

por MUSTAPHA HAJI ABDINUR
Hoje

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Rachel e Paul, britânicos, foram capturados no Índico a 23 de Outubro de 2009. Um calvário sem fim à vista.

O casal Chandler - dois reformados britânicos, capturados ao largo do arquipélago das Seicheles por piratas da Somália - permanece há um ano exacto em cativeiro. Uma penosa experiência que promete prolongar-se enquanto se regista um impasse nas negociações para a sua libertação.

Paul e Rachel Chandler foram raptados a 23 de Outubro de 2009, perto das costas da Seicheles, no oceano Índico, enquanto dormiam a bordo do seu veleiro Lynn Rival, de 11,6 metros de comprimento.

Na véspera, tinham deixado Mahé, a principal ilha do arquipélago, em direcção à Tanzânia, aonde tencionavam ancorar cerca de 12 dias mais tarde.

O chefe de um dos grupos de piratas da Somália, Abdi Yare, fez chegar nessa altura à AFP a sua reacção de surpresa: "Isto é que é ter sorte! Ninguém pensaria que duas pessoas ousassem navegar nesta altura no Índico a bordo de um veleiro."

Na verdade, os piratas somalis haviam multiplicado nas semanas anteriores os seus ataques ao largo das Seicheles, nomeadamente contra pesqueiros franceses e espanhóis, aproveitando o fim da monção, que propicia melhores condições de navegação na zona.

O casal Chandler tem vivido um cativeiro particularmente difícil, pontuado por ocasionais pedidos de socorro e raras entrevistas em que puderam revelar que são regularmente separados um do outro pelos seus captores.

De acordo com uma fonte próxima das negociações, Paul e Rachel Chandler foram de novo reunidos e encontram-se agora perto da localidade de Amara, no centro da Somália.

"Esta situação é terrivelmente vergonhosa para a nossa nação", referiu ontem o Governo somali num comunicado, anunciando igualmente a vontade de explorar outras pistas de negociações, nomeadamente junto dos líderes de clãs e notáveis locais.

No fim de Janeiro, os dois reféns pareciam muito fatigados, tanto do ponto de vista físico como emocional, aos olhos de um jornalista da AFP que pôde aproximar--se do local onde estão detidos

"Peço-vos que nos ajudem! Estas pessoas não nos tratam bem", implorou a senhora Chandler a um médico somali autorizado pelos piratas a examinar os reféns. "Já sou idosa, tenho 56 anos, e o meu marido tem 60. Devemos ficar juntos, até porque já não nos resta muito mais tempo", implorou ela também.

Desde 2006, o casal passava a maior parte do seu tempo a percorrer mares e oceanos a bordo do veleiro, com temporadas ocasionais no Reino Unido.

Cinco dias antes de terem zarpado das Seicheles, Rachel e Paul descreviam no seu blogue as paisagens paradisíacas que iam percorrendo, aproveitando também para divulgar diversas fotos.

Numa entrevista concedida no fim de Maio, os dois reformados britânicos suplicaram ao novo Governo do Reino Unido, liderado por David Cameron, para conseguir a sua libertação.

Um porta-voz do ministério britânico dos Negócios Estrangeiros aproveitou, no entanto, para reiterar a posição intransigente de Londres em matéria de reféns, nomeadamente a firme recusa de pagar qualquer resgate a piratas.

De acordo com várias fontes relacionadas com as negociações, à medida que o tempo tem passado os piratas vão baixando o preço exigido pela destituição dos reféns à liberdade. O preço actualmente fixado é de um milhão de dólares, que Londres acha inaceitável.

In DN

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Mensagem por Joao Ruiz Ter Jan 18, 2011 4:48 am

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Recorde de sequestros de navios em 2010

por DN.pt

O número de navios capturados por piratas bateu recordes em 2010: 53 ao longo de todo o ano, apenas quatro não ocorrerem na costa da Somália. No total, 1181 tripulantes foram sequestrados neste período.

Foram os números mais elevados desde que em 1991 o centro de estudo da pirataria do International Maritime Bureau (Instituto Internacional Marítimo) começou a produzir relatórios, diz o The New York Times. Segundo o director do centro, Pottengal Mukundan, a situação ao longo da costa da Somália piora a cada dia que passa, apesar das escoltas de várias forças militares navais.

Em 2010, os piratas da Somália sequestraram 1016 pessoas e no final do ano ainda tinham em sua posse 28 navios e 638 pessoas. Oito tripulantes foram mortos em 2010 como resultado da pirataria.

In DN

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Mensagem por Joao Ruiz Dom Jul 10, 2011 10:00 am

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Papa pede "humanidade" para marinheiros sequestrados

por Lusa
Hoje

O papa Bento XVI pediu hoje "respeito e humanidade" para os marinheiros que permanecem sequestrados por piratas e exortou os familiares a não perderem a esperança de os reencontrar em breve.

"Hoje celebra-se o chamado 'Domingo do Mar', ou seja, a jornada para o apostolado em ambiente marítimo. Dirijo um pensamento particular aos capelães e voluntários que se velam pelo cuidado pastoral dos marinheiros, dos pescadores e das suas famílias", disse o papa durante a oração do Angelus a partir da sua residência de férias em Castel Gandolfo.

"Reservo também a minha oração para os marinheiros que infelizmente foram sequestrados em consequência de actos de pirataria. Espero que sejam tratados com respeito e humanidade e rezo pelos seus familiares para que sejam fortes na fé e não percam a esperança de se reunir em breve com os seus entes queridos", disse Bento XVI.

Segundo a organização não governamental Ecoterra Internacional, os piratas somalis têm actualmente retidos 34 navios mercantes, 17 embarcações mais pequenas e mantêm sequestrados pelo menos 573 marinheiros sobre os quais aguardam resgate

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Mensagem por Joao Ruiz Seg Jul 11, 2011 10:02 am

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Perto de 10 milhões ameaçados pela fome

por Lusa
Hoje

Perto de 10 milhões de pessoas estão ameaçadas de fome no Corno de África, em particular no Quénia, alertou hoje a organização não governamental Ação Contra a Fome (ACF), que pede medidas de emergência.

Num comunicado, a associação assegura tratar-se da "crise alimentar mais grave do mundo", que se deve essencialmente à "seca prolongada" que afecta a região há vários anos.

No Quénia, cerca de três milhões de pessoas "estão em situação de insegurança alimentar": "Entre elas, um número significativo ainda não recuperou da falta de chuva dos anos precedentes", afirma a ACF.

A ONG pede uma resposta de emergência do governo queniano e um reforço da ajuda internacional para se lidar com a mortalidade maciça dos animais e o aumento excessivo do preço dos alimentos.

A associação sugere o aumento da ajuda alimentar, novos programas de nutrição, ajuda preventiva para as crianças com menos de cinco anos, serviços veterinários para o gado e estabilização dos mercados para conter a subida do preço dos alimentos.

A ACF, que contava com um orçamento de 3,4 milhões de dólares para a região, prevê um aumento de três milhões em 2011.

A agência da ONU para a alimentação e a agricultura, a FAO, lançou a semana passada um alerta sobre a mesma crise, que se tem vindo a agravar e que ameaça todos os países do Corno de África (Djibuti, Etiópia, Quénia e Somália).

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Mensagem por Joao Ruiz Qua Jul 20, 2011 10:57 am

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ONU declara zonas de fome duas regiões da Somália

por DN.pt
Hoje

Duas regiões da Somália foram declaradas pelas Nações Unidas como zonas de fome, nível mais grave de insegurança alimentar que se poderá estender a outras oito províncias do país devido à seca extrema. A Somália tem os índices de subnutrição mais elevados do mundo, chegando aos 50% em algumas regiões do Sul, e desde 1992 que o Corno de África não se via numa situação tão grave.

De acordo com a ONU, as duas área mais atingidas são Bakool e Baixa Shabelle, que se encontram sob controlo da Al Shabab. Mas, devido à gravidade da situação, a milícia integrista islâmica associada à Al-Qaeda levantou a proibição de as organizações humanitárias operarem nos territórios que controla, escreve o El Mundo.

"Cada dia que nos atrasarmos em prestar assistência é, literalmente, uma questão de vida ou de morte para as crianças e as suas famílias nas áreas atingidas pela fome", afirmou o coordenador de assuntos humanitários da ONU para a Somália, Mark Bowden.

Este responsável diz que, se a comunidade internacional não actuar agora, a fome estender-se-á a mais oito regiões da Somália, devido às más colheitas, e surgirão as doenças infecciosas. Cerca de 3,7 milhões de pessoas naquele país estão em risco de serem afectados pela crise alimentar. A ajuda internacional já disponibilizada apenas cobre 20% das necessidades dos dez milhões de africanos afectados pela seca nos países do Corno de África.

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Mensagem por Joao Ruiz Seg Jul 25, 2011 3:40 am

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Banco Mundial vai disponibilizar mais de 300 ME

por Lusa
Hoje

Somália Ng1588906

O Banco Mundial anunciou hoje que vai disponibilizar cerca de 500 milhões de dólares (348 milhões de euros) para fazer face à crise humanitária que assola o Corno de África, onde a fome e a seca ameaçam a vida de cerca de 12 milhões de pessoas.

O anúncio foi feito momentos antes do início de uma reunião internacional de urgência na sede da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) sobre a crise alimentar no Corno de África.

Os 500 milhões de dólares de ajuda anunciada pelo Banco Mundial somam-se aos 12 milhões de dólares (8,3 milhões de euros) desbloqueados para uma "ajuda imediata aos mais afectados pela crise", refere um comunicado do Banco Mundial.

"O alívio imediato é a primeira prioridade e é importante agir rapidamente para reduzir o sofrimento humano, mas estamos também atentos às soluções a longo prazo", disse o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, citado na nota da instituição.

A situação de seca no Corno de África, a pior dos últimos 60 anos, é crítica, sobretudo no sul da Somália, onde a ONU já declarou o estado de fome em duas regiões (Bakool e Lower Shabelle), mas também no Quénia, Etiópia, Djibuti, Sudão e Uganda.

Só na Somália, onde a crise é agravada por 20 anos de guerra civil, cerca de 780 mil crianças correm perigo de morrer de fome se não receberem ajuda com urgência, segundo um alerta do Fundo da ONU para a Infância (UNICEF).

"A longo prazo é importante para os países do Corno de África prepararem-se para as secas recorrentes que as alterações climáticas tornarão cada vez mais intensas. Uma abordagem transversal que integre a segurança alimentar, a pobreza e as alterações climáticas é necessária", acrescenta o comunicado do Banco Mundial.

A elevação dos preços alimentares causou a pobreza a 44 milhões de pessoas desde Junho de 2010, indica aquela instituição financeira.

Na reunião de Roma, impulsionada pela França, que actualmente preside ao grupo das vinte maiores economias do mundo (G20), participam ministros ou altos representantes dos 191 Estados-membros da FAO, outros organismos da ONU, organizações não governamentais (ONG) e bancos de desenvolvimento regionais.

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Mensagem por Joao Ruiz Ter Jul 26, 2011 4:03 pm

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PAM adia início da ponte aérea que levará alimentos

por Lusa
Hoje

Somália Ng1590385

O Programa Alimentar Mundial (PAM) viu-se obrigado a adiar o início da ponte aérea que levará alimentos para a capital somali, Mogadíscio, inicialmente previsto para hoje, anunciou um porta-voz daquela agência da ONU.

A saída do primeiro avião de Nairobi, capital do Quénia, rumo à Mogadíscio estava marcado para o meio-dia de hoje, mas a falta de autorizações aduaneiras estará a impedir que esse transporte se realize, explica o Programa Alimentar Mundial.

O porta-voz do PAM na capital queniana, David Orr, declarou à agência noticiosa AFP que o avião -- carregado com 14 toneladas de alimentos altamente nutritivos, utilizados nos tratamentos contra a desnutrição infantil -, deverá partir agora o "mais tardar até quarta-feira". "Este será o primeiro de uma série de voos", afirmou Orr.

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Mensagem por Joao Ruiz Dom Jul 31, 2011 8:10 am

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Papa: Mundo "não pode ficar indiferente" à crise alimentar

por Lusa
Hoje

Somália Ng1594687

O Papa Bento XVI salientou hoje que o mundo "não pode ficar indiferente" à crise alimentar que ameaça 12 milhões de pessoas na região do Corno de África, fustigada pela pior seca há sessenta anos.

"Não podemos ficar indiferentes à tragédia de fome e seca", frisou o Papa Bento XVI, perante centenas de fiéis que rumaram até ao Castelo Gandolfo, a residência de verão do pontífice, nos arredores de Roma, para participarem na missa dominical do Ângelus.

O Papa, que hoje dedicou a sua reflexão ao milagre da multiplicação dos pães e dos peixes, acrescentou: "Devemos ser sensíveis à pobreza dos povos", exortando os fiéis a "partilharem o pão com os necessitados", que naquela região sofrem "as dramáticas consequências da carestia, agravadas pela guerra e falta de instituições sólidas".

A seca que se vive actualmente no Corno de África, a pior dos últimos 60 anos, já provocou dezenas de milhares de mortos e constitui uma ameaça para cerca de 12 milhões de pessoas na Somália, no Quénia, na Etiópia, no Djibouti, no Sudão e no Uganda.

A situação humanitária é particularmente crítica na Somália, onde a ONU decretou formalmente o estado de fome em duas regiões do sul (Bakool e Lower Shabelle), controladas pela milícia islâmica radical Shebab, que proíbe o acesso a certas organizações humanitárias.

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Mensagem por Joao Ruiz Qui Ago 04, 2011 10:48 am

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29.000 crianças morreram de fome nos últimos três meses

por Lusa
Hoje

Somália Ng1598617

Mais de 29.000 crianças morreram de fome na Somália nos últimos três meses, em sequência da pior crise humanitária no Corno de África, indicou a Agência Americana de Ajuda ao Desenvolvimento, instando a comunidade internacional a agir.

"Estimamos que mais de 29.000 crianças com menos de cinco anos morreram nos últimos 90 dias no sul da Somália", explicou Nancy Lindborg, responsável da Agência Americana de Ajuda ao Desenvolvimento (USAID, na sigla americana), durante uma audição no Congresso americano. De acordo com as Nações Unidas, a fome propagou-se a três novas zonas na Somália, incluindo a capital, Mogadíscio.

Na Somália, "3,2 milhões de pessoas precisam de ajuda humanitária imediata", sublinhou Nancy Lindborg. "Trata-se da pior crise humanitária dos últimos 20 anos", salientou a responsável, secundada pelo senador democrata Chris Coons, que no Congresso americano afirmou que aquela "afecta a nutrição de 12 milhões de pessoas na Somália, Etiópia, Quénia, Djibouti e outros" países.

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Mensagem por Joao Ruiz Seg Set 05, 2011 8:20 am

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ONU alerta para mais uma região atingida pela fome

por Lusa
Hoje

Somália Ng1632570

Uma sexta região da Somália, a localidade de Bay (sul), está a ser atingida pela fome, que deve progredir ainda mais nos próximos quatro meses se não forem tomadas medidas, alertou hoje a ONU.

A seca que atinge o centro-sul da Somália, de caráter amplamente excecional, alcança toda a região do Corno de África, provocando a fome entre a população, segundo as Nações Unidas.

"Se o atual nível de resposta [à crise humanitária] continuar, a fome deve aumentar ainda mais nos próximos quatro meses", advertiu, em comunicado, o Centro de Análise para a Segurança Alimentar (FSNAU) da ONU.

"No total, quatro milhões de pessoas estão em situação de crise na Somália, das quais 750 mil estão em risco de morte nos próximos quatro meses pela falta de uma resposta adequada" em termos de ajuda, indicou o organismo.

"Dezenas de milhares de pessoas estão já mortas, sendo a metade crianças", segundo o FSNAU.

O estado de fome responde a uma definição estrita das Nações Unidas: pelo menos 20 por cento das famílias são confrontadas com uma grave penúria alimentar, 30 por cento da população está em estado grave de má nutrição e regista-se uma taxa de mortalidade quotidiana de duas sobre 10 mil pessoas.

A região de Bay, a última a ser declarada em situação de fome pela ONU, é controlada pelos rebeldes islâmicos shebab, como grande parte do sul e centro da Somália, incluindo a cidade de Baidoa, uma das principais do país.

Cinco outras regiões já estão em situação de fome desde julho, segundo a ONU, sendo Bas Shabelle e o sul de Bakool, as duas próximas à região de Bay, os 400 mil refugiados dos campos de Afgoye, ao norte de Mogadíscio, que estão instalados na capital, e os distritos de Ballad e Adale.

Cerca de 12,4 milhões de pessoas que vivem no Corno de África estão a sofrer com a pior seca em dezenas de anos e precisam de ajuda humanitária, segundo a ONU.

A Somália é, de longe, o país mais afetado, devido à guerra civil que ocorre desde 1991. O conflito destruiu numerosas infraestruturas e torna difícil o acesso ao centro e sul do país.

In DN

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Somália Empty Dois jornalistas suecos condenados a 11 anos de prisão

Mensagem por Joao Ruiz Ter Dez 27, 2011 8:43 am

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Dois jornalistas suecos condenados a 11 anos de prisão

por Lusa
Hoje

Um tribunal da Etiópia condenou hoje dois jornalistas suecos a 11 anos de prisão por "apoio ao terrorismo" e entrada ilegal no país.

"A sentença deve ser a punição com 11 anos de prisão", disse o juiz Shemsu Sirgaga num tribunal da capital da Etiópia.


In DN

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Somália Empty Explosão de veículo armadilhado em Mogadíscio

Mensagem por Joao Ruiz Qua Mar 21, 2012 11:49 am

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Explosão de veículo armadilhado em Mogadíscio

por Lusa
Hoje

Um membro das forças de segurança da Somália ficou hoje ferido na sequência da explosão de um veículo armadilhado em Mogadíscio, afirmou um responsável local e testemunhas citadas pela agência noticiosa AFP.

Um veículo estacionado na estrada movimentada de Maka Al-Mukarama, que tem ligação com o palácio presidencial, explodiu depois de as forças de segurança locais terem evacuado a zona.

In DN

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Somália Empty Assassinado comediante que criticava militantes islâmicos

Mensagem por Joao Ruiz Qui Ago 02, 2012 8:46 am

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Assassinado comediante que criticava militantes islâmicos

por Lusa, publicado por Luís Manuel Cabral
Hoje

O popular comediante somali Abdi Jeylani Malaq, que fazia comentários sobre a atuação dos militantes islâmicos, acusando-os de matarem civis e de submeterem as crianças a uma lavagem ao cérebro, foi assassinado.

Segundo avança a AP, o artista, de 43 anos, comediante na rádio e na televisão, foi morto na terça-feira por dois jovens, perto da sua casa em Mogadíscio, capital da Somália, de acordo com a mesma agência.

Abdi Muridi Dhere, colega do comediante, exigiu ao Governo somali que garanta a segurança, considerando que o assassínio de Malaq faz Mogadíscio regressar a "dias negros".

Na sequência do assassínio do comediante, a Amnistia Internacional exigiu às autoridades somalis e à comunidade internacional que tomem medidas que garantam a lei.

In DN

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Somália Empty Eleição de Mohamud como crucial para a transição política

Mensagem por Joao Ruiz Ter Set 11, 2012 9:46 am

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Eleição de Mohamud como crucial para a transição política

por Lusa, publicada por Graciosa Silva
Hoje

Somália Ng2110892

O Governo dos EUA felicitou na segunda-feira Hassan Sheikh Mohamud pela sua eleição como Presidente da Somália pelo Parlamento local, considerando que encerra uma fase crucial da transição política do país.

Em comunicado, o porta-voz da Casa Branca, Jay Carney, felicitou o novo Presidente da Somália e o povo somali "por completarem a transição política".

"A eleição [de segunda-feira] representa um marco importante para o povo da Somália e um passo decisivo no caminho para a construção de um Governo representativo", realçou.

O porta-voz da presidência norte-americana salientou que o Governo dos EUA exorta os líderes da Somália a iniciarem "uma nova era de governabilidade que seja responsável e representativa".

"Exortamos o Presidente Hassan e todos os membros do Parlamento a colaborarem e continuarem a reforçar as instituições democráticas, melhorando a estabilidade e segurança e a qualidade de vida dos cidadãos da Somália", afirma Carney citado em comunicado.

O porta-voz salientou que os "EUA apoiam o povo da Somália neste momento histórico e continuarão a ser um parceiro daqui em diante".

"Apesar de a eleição de segunda-feira marcar o fim do período de transição, ainda há muito trabalho a fazer. Os EUA apelam à comunidade internacional para reafirmar o seu compromisso com a Somália e ajudar este país a alcançar um futuro mais seguro e próspero para o povo somali", concluiu.

A eleição de Mohamud, um académico que fundou no ano passado o Partido da Paz e Desenvolvimento, colocou fim a uma transição política iniciada em 2004 com o apoio das Nações Unidas.

In DN

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