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Crise financeira zona euro(2010)

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Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Empty Crise financeira zona euro(2010)

Mensagem por Joao Ruiz Ter Maio 04, 2010 7:27 am

Relembrando a primeira mensagem :

Futuro do euro pode estar em perigo

por Lusa
Hoje

Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Ng1288477

O economista Joseph Stiglitz considera que a crise financeira na Grécia colocou em perigo o futuro do euro e que as acções dos responsáveis europeus não foram suficientes para impedir o contágio a outros países no 'Velho Continente'.

A crise financeira pode significar "o fim do euro", disse o vencedor do Prémio Nobel, em entrevista à Rádio BBC 4, citada pela Bloomberg. Se os "problemas institucionais fundamentais" da zona euro não forem resolvidos, "o futuro do euro pode ser limitado", acrescentou.

Para o professor de Economia na Universidade de Columbia, a falta de uma política orçamental comum aos 16 países da zona euro é um dos problemas que foi posto a nu pela crise financeira na Grécia, e que levou a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional a aprovarem no domingo um empréstimo de 110 mil milhões de euros.

"A esperança de que [este empréstimo] vá acalmar as pressões especulativas é, provavelmente, deslocada", afirmou o economista, argumentando que o plano de ajuda "pode funcionar temporariamente, mas a longo prazo os problemas institucionais fundamentais estão lá, os especuladores estão conscientes destes problemas, e à medida que estas fraquezas na Europa se vão tornando mais severas, isso abre espaço para um 'dia em grande' para os ataques especulativos", concluiu.

Depois do anúncio da ajuda à Grécia, o preço que os investidores exigem para comprar dívida pública grega chegou aos 8,4 por cento, cerca de 540 pontos a mais do que exigem à Alemanha, o que representa uma descida considerável face aos 800 pontos base que eram exigidos pelos investidores na semana passada, antes de o plano europeu e do FMI ter sido posto em prática.

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Última edição por Joao Ruiz em Dom Abr 22, 2012 4:33 pm, editado 1 vez(es)

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Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Empty "Resgate da dívida de Portugal tem sido bom negócio"

Mensagem por Joao Ruiz Dom Jul 17, 2011 4:52 am

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"Resgate da dívida de Portugal tem sido bom negócio"

por Lusa
Hoje

Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Ng1581596

Os resgates das dívidas de Portugal e da Irlanda têm sido um bom negócio para os países que lhes concederam garantias, disse hoje o presidente do Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF), Klaus Regling, ao Frankfurter Allgemeine Zeitung.

"Até hoje, só houve ganhos para os alemães, porque recebemos da Irlanda e de Portugal juros acima dos refinanciamentos que fizemos, e a diferença reverte a favor do orçamento alemão", garantiu Regling.

Adiantou também: "é o prémio pelas garantias que a Alemanha, dá, só que os contribuintes alemães não acreditam".

Regling dissipou receios de que a situação se altere, se Dublin e Lisboa deixarem de poder pagar as suas dívidas, incluindo os juros, lembrando que os programas de austeridade negociados pela Irlanda e por Portugal com a União Europeia e o FMI estão a ser cumpridos.

"Se no entanto deixarem de pagar os juros, teremos de ir pedir o dinheiro a quem deu as garantias, foi assim que ficou estipulado, para dar garantias aos investidores", lembrou o presidente do FEEF.

Regling afirmou na entrevista a jornal alemão que, mesmo que a Irlanda e Portugal tenham de reestruturar as suas dívidas soberanas, não é forçoso que haja prejuízos para os países que deram as garantias, através do FEEF.

"Temos de olhar para a experiência feita pelo FMI, que já concedeu empréstimos a muitos países em dificuldades, e houve poucos que não devolveram o dinheiro, casos da Somália, Zimbabwe e Libéria, por exemplo", acrescentou.

O presidente do fundo de resgate admitiu ainda a possibilidade de, "em situações excepcionais", comprar títulos da dívida de países do euro em dificuldades financeiras no mercado primário.

Já no que se refere a hipótese de o FEEF adquirir também títulos da dívida de países da moeda única no mercado secundário, a outros investidores, "é uma decisão que terá de ser tomada pelos políticos", lembrou.

A Alemanha admitiu pela primeira vez, na quarta feira, que a Grécia, que terá de receber novo pacote de ajudas, possa recomprar títulos da sua dívida pública no mercado secundário, com um empréstimo do FEEF, para diminuir o défice e tentar voltar a refinanciar-se nos mercados financeiros.

Regling adiantou que não tem tido dificuldades em arranjar investidores para cobrir as verbas necessárias aos resgates da Grécia, Irlanda e Portugal, nomeadamente na Ásia.

"Os investidores asiáticos compraram cerca de 40 por cento dos títulos, nas três emissões que fizemos", lembrou.

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Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Empty "Reestruturar dívida não seria benéfico para Portugal"

Mensagem por Joao Ruiz Dom Jul 17, 2011 9:50 am

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"Reestruturar dívida não seria benéfico para Portugal"

por DN.pt
Hoje

Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Ng1581405

Prestes a celebrar 70 anos, o jurista recorda os acontecimentos e as personalidades que mais o marcaram nestas décadas de vida e de protagonismo político.

Polémico desde o papel fundador do CDS, onde faz a primeira coligação com o PSD de Sá Carneiro, destacado na presidência da 50.ª Assembleia Geral da ONU ou surpreendente como ministro do Governo Sócrates, promete um terceiro volume de memórias revelador, enquanto critica o resgate aos países em crise.

"A reestruturação [da dívida], no sentido técnico da palavra, não seria [benéfica], porque levaria muitos anos a que Portugal pudesse voltar ao mercado - e não seria bom ficarmos 20 ou 30 anos nessa situação. Trata-se de transferir para a responsabilidade comunitária uma parte importante das dívidas dos países em dificuldade, de modo que seja paga com juros mais baixos e a prazo mais longo", defende Diogo Freitas do Amaral nesta entrevista a João Céu e Silva

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Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Empty Agora com ameaça à Itália "já tocaram as campainhas"

Mensagem por Joao Ruiz Dom Jul 17, 2011 10:07 am

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Agora com ameaça à Itália "já tocaram as campainhas"

por Lusa
Hoje

Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Ng1581798

O candidato a secretário-geral do PS, António José Seguro, apelou hoje, na Figueira da Foz, ao Governo e à Europa para agirem em vez de "correrem atrás do prejuízo".

Num encontro com militantes e simpatizantes socialistas, António José Seguro exemplificou com a posição da União Europeia (UE) no último Conselho Europeu, que decorreu em Junho, que "não soube resolver o problema da Grécia".

Agora que a crise ameaça a Itália, o candidato afirmou que "já tocaram as campainhas", o que "demonstra a falência da maneira como a Europa tem lidado com os problemas da crise".

Para Seguro, a UE "não resolve" os problemas, mas "prefere lindas palavras, reage em vez de agir" e "está sempre a correr atrás do prejuízo".

O mesmo diz passar-se com o Governo português. Se fosse primeiro-ministro, o socialista salientou que não ficaria "no gabinete do Palácio de São Bento a dizer que 'me tinham dado um murro no estômago'".

António José Seguro referiu que "teria tomado a iniciativa de ir falar com outros governantes europeus para que pudesse existir uma concertação", de modo a que o próximo conselho europeu (quinta feira) "responda eficazmente e dote a UE de instrumentos para que a política económica ajude a contrariar esta política de receita única".

Por isso, defendeu que na próxima quinta feira, a Europa "tome decisões concretas no novo Conselho".

"O governo português tem de se preparar e tem de agir. Uma das primeiras coisas que tem de fazer é fundamentar muito bem a sua proposta de negociação das perspetivas financeiras para o período 2014/2020", acrescentou o socialista.

O candidato à liderança do PS considerou ainda que esta política de austeridade "não consegue criar condições para um crescimento económico sustentável dos países que, neste momento, mais carecem".

Ao considerar que a Europa tem sido "negligente e, em alguns casos, incompetente, na maneira como tem lidado com a crise", Seguro adiantou ainda que UE "precisa ser dotada de uma governação económica e política".

António José Seguro disse também que a UE "não pode ter apenas um orçamento para corrigir aquilo que são as divergências de desenvolvimento regional".

O socialista defendeu, porém, um orçamento europeu para poder "criar um maior desenvolvimento do ponto de vista europeu, uma maior coesão territorial e social e, ao mesmo tempo, poder fazê-lo com a correção dos desequilíbrios económicos".

Lembrando que as declarações do Presidente da República vão ao encontro do que tem defendido, Seguro referiu que "parte dos problemas já só podem ser resolvidos no âmbito europeu", não que Portugal "não seja capaz de os resolver", mas "sendo membros de uma União Económica e Monetária, tem de ser no centro dessa união que alguns dos problemas têm de ser resolvidos".

Ao defender a ideia do regresso ao projeto inicial da Europa de "solidariedade e coesão", o socialista criticou ainda que "não é aceitável que exijam elevadas taxas de juro" a Portugal e que "sejam países da UE que ganhem com essas elevadas taxas de juro, muitas das vezes mais altas do que aquelas que são praticadas pelos mercados financeiros em que esses países se refinanciam".

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Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Empty Durão: Zona euro tem de chegar a acordo já amanhã

Mensagem por Joao Ruiz Qua Jul 20, 2011 11:33 am

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Durão: Zona euro tem de chegar a acordo já amanhã

por Nuno Aguiar
Hoje

Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Ng1584431

O presidente da Comissão Europeia avisou hoje, quarta-feira, que a crise da zona euro é muito grave e exige que os responsáveis europeus cheguem a acordo já amanhã. Declarações que contrariam a posição defendida recentemente por Angela Merkel.

"Não deve haver ilusões, a situação é muito séria e requer uma resposta", afirmou Durão Barroso esta amanhã aos jornalistas, acrescentando que sem uma solução "as consequências negativas serão sentidas em todos os cantos da Europa".

A posição de Barroso colide com a afirmação feita ontem por Angela Merkel. A chanceler alemã disse que a cimeira extraordinária de amanhã não trará uma solução final para a crise da zona euro.

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Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Empty Sem acordo sobre a Grécia está em causa futuro da UE

Mensagem por Joao Ruiz Qua Jul 20, 2011 4:48 pm

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Sem acordo sobre a Grécia está em causa futuro da UE

por Lusa
Hoje

Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Ng1585031

Os governos de Espanha e de França alertaram hoje que, se os líderes europeus não chegarem a acordo no encontro de quinta-feira, em Bruxelas, estará em jogo o futuro da própria União Europeia (UE).

A ministra espanhola dos Negócios Estrangeiros, Trinidad Jiménez, e o seu homólogo francês, Alain Juppé, lançaram esta indicação em conferência de imprensa, depois da reunião entre ambos em Madrid, noticia a Efe.

"Estamos a jogar o futuro da Europa", afirmou Jiménez, apelando à solidariedade de todos os países para se firmar um segundo resgate da Grécia, de modo a acalmar os mercados.

Juppé, por seu lado, mostrou-se confiante em relação a um entendimento por, disse, corre-se um grave risco: "Se a Zona Euro estalar, isso seria uma catástrofe de tudo o que se construiu em 50 anos", defendeu.

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Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Empty Portugal com melhores condições para cumprir programa

Mensagem por Joao Ruiz Qui Jul 21, 2011 5:29 pm

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Portugal com melhores condições para cumprir programa

por Lusa
Ontem

Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Ng1586177


O primeiro-ministro considera que Portugal saiu hoje de Bruxelas com melhores condições para cumprir com sucesso o seu programa de assistência financeira, na sequência da resposta "robusta" dada pela cimeira extraordinária da Zona Euro.

No final de uma reunião dedicada a um segundo programa de ajuda para a Grécia e ao combate ao risco de contágio da dívida soberana, Passos Coelho disse que, "de uma assentada", os líderes da Zona Euro acordaram as condições para resolver, de uma forma credível, a questão da Grécia e alcançar uma reforma a nível europeu que, inequivocamente, permitem a Portugal e Irlanda verem "aumentadas as condições de sucesso" dos seus programas.

Segundo o chefe de Governo, as agências de notação e os mercados não terão mais razões para duvidar das condições de sucesso do programa de Portugal, que até pode aspirar a regressar mais cedo aos mercados.

Passos Coelho disse todavia não desejar que as boas notícias com que Portugal sai hoje de Bruxelas constituam "qualquer pretexto para que se pense que se pode abrandar o ritmo de aplicação do programa" ou "ter menos exigência", reafirmando que os tempos que o País enfrenta são "extremamente exigentes e difíceis".

Contudo, admitiu que é obviamente positivo para Portugal "o facto de ser estendido a Portugal e à Irlanda o mesmo tipo de condições que foram acordadas agora" para a Grécia.

"As condições mais favoráveis que foram obtidas para a Grécia no âmbito do novo programa serão também aplicadas em Portugal e isso é igualmente importante (...) Poderemos dispor também de mais tempo no que respeita aos reembolsos da assistência que estamos a receber e passaremos também a poder beneficiar de um nível de juro que tornará o caminho que estamos a fazer mais sustentável", disse, referindo-se à extensão do prazo máximo dos empréstimos de sete anos e meio para 15 anos, e à redução da taxa de juro para valores próximos dos 3,5 por cento.

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Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Empty Durão Barroso afasta possibilidade de recessão na Europa

Mensagem por Joao Ruiz Seg Set 05, 2011 11:02 am

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Durão Barroso afasta possibilidade de recessão na Europa

por Lusa
Hoje

Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Ng1632373

O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, admitiu hoje na Austrália que a zona Euro registará nos próximos meses um crescimento económico moderado, mas descartou a possibilidade de recessão.

"Não antecipamos uma recessão na Europa", afirmou Durão Barroso numa conferência de imprensa conjunta com a primeira-ministra australiana, Julia Gillard, em Camberra.

"As últimas previsões da Comissão Europeia revelam que haverá crescimento - é certo que moderado - em toda a União Europeia", acrescentou o responsável no início de um périplo oficial pela Austrália e Nova Zelândia ao garantir que a União Europeia e o euro são fortes e resistentes.

Durão Barroso garantiu que "está a ser feito tudo o que é possível para enfrentar os problemas orçamentais subjacentes e fortalecer a governação da zona Euro desde o endurecimento da regulação financeira a melhorias na competitividade em geral".

No que se refere aos problemas da dívida da Grécia, o presidente da Comissão Europeia explicou que a 'troika' analisa actualmente os esforços do Governo de Atenas para cumprir as medidas de ajustamento, considerando, para já, "prematura" qualquer avaliação.

Barroso manifestou-se satisfeito com a cooperação entre a União Europeia e a Austrália para combater qualquer forma de proteccionismo e aprofundar a liberalização dos seus mercados e elogiou o Governo de Camberra por a Austrália ter sido o "único país desenvolvido" a evitar os efeitos da crise financeira.

Gillard reconheceu os passos dados pelas autoridades europeias para fazerem face à crise da dívida soberana e pressionarem uma reforma.

"Sabemos e compreendemos que estas são decisões difíceis, mas sabemos que decisões duras são necessárias para estabilizar os mercados financeiros", afirmou.

A primeira-ministra australiana disse, porém, não concordar com Barroso quanto à necessidade de se criar um imposto sobre as transacções financeiras.

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Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Empty "Extraordinariamente perigoso" se Grécia largasse Euro

Mensagem por Joao Ruiz Seg Set 05, 2011 11:09 am

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"Extraordinariamente perigoso" se Grécia largasse Euro

por Lusa
Hoje

Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Ng1632921

A chanceler alemã, Angela Merkel, qualificou hoje como "extraordinariamente perigosa" uma hipotética saída da Grécia da união monetária europeia de modo a enfrentar a sua crise económica e financeira.

"Creio que seria extraordinariamente perigoso para o nosso sistema monetário" e tal cenário "poderia provocar um efeito dominó", considerou a chanceler em conferência de imprensa.

Merkel considerou ainda que é "politicamente necessário" que todos os membros da zona euro continuem unidos.

Para isso, assinalou, é "importante" que Atenas aplique as suas medidas de ajuste orçamental, requisito imprescindível para que a Grécia continue a receber o apoio financeiro das instituições europeias.

Os mercados europeus estão hoje em queda, reagindo desse modo à derrota do partido de Ângela Merkel nas regionais de domingo, bem como aos receios de incumprimento da Grécia, depois de o ministro das Finanças grego ter admitido uma recessão maior que o esperado já este ano, o que já mereceu a contestação da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional.

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Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Empty Tratado de Lisboa impede expulsões da zona euro

Mensagem por Joao Ruiz Qui Set 08, 2011 9:30 am

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Tratado de Lisboa impede expulsões da zona euro

por Lusa
Hoje

O Tratado de Lisboa impede a saída de países da zona euro, disse hoje a Comissão Europeia, depois do primeiro-ministro holandês Mark Rutte ter afirmado que deveria ser considerada a saída da Grécia da moeda única europeia.

"Nem a saída nem a expulsão da zona euro são possíveis, de acordo com o tratado de Lisboa, que define que a participação no euro é irrevogável", afirmou Amadeu Altafaj, porta-voz do comissário europeu para os assuntos monetários e financeiros, Olli Rehn, em conferência de imprensa.

Na terça-feira, Mark Rutte e o ministro das Finanças holandês, Jan Kees de Jager, apelaram à aplicação da "sanção mais elevada", a expulsão de um país, debaixo de um novo regime que poria as economias em dificuldade na zona euro debaixo da administração dos parceiros da zona euro.

"No futuro, a sanção mais elevada seria forçar os países a abandonar o euro", escreveram os dois responsáveis holandeses numa coluna de opinião no jornal Financial Times.

Altafaj garantiu hoje que "não há qualquer debate relativo a essa eventualidade".

O primeiro-ministro alemão, Wolfgang Schäuble, defendeu hoje também uma posição mais dura face à Grécia, dizendo no parlamento alemão que vai fazer o necessário para "que sejam feitas as alterações necessárias ao tratado para que se possa agir mais rapidamente e com maior eficácia quando as coisas correm mal".

O debate sobre a Grécia decorre tendo como cenário o aumento das dúvidas de que a 'troika' do Banco Central Europeu, Fundo Monetário Internacional e União Europeia aceite as revisões que Atenas fez no seu orçamento, indispensáveis para que a Grécia receba mais uma 'tranche' do resgate financeiro aprovado na primavera de 2010, que tem um valor total de 110 mil milhões de euros.

Amadeu Altafaj insistiu que "não é possível" atribuir os fundos se não se cumprir "a forte condicionalidade".

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Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Empty Angela Merkel recusa possibilidade de insolvência grega

Mensagem por Joao Ruiz Ter Set 13, 2011 11:06 am

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Angela Merkel recusa possibilidade de insolvência grega

por Lusa
Hoje

Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Ng1640841

A chanceler alemã recusou hoje a possibilidade da Grécia declarar a insolvência e criticou parceiros da sua coligação por alimentarem essa possibilidade.

"Creio que o melhor favor que podemos fazer à Grécia é não especular e incentivar a que cumpra os compromissos que assumiu", disse Ângela Merkel numa entrevista à emissora pública de rádio rbb-Inforadio.

A chanceler defendeu a necessidade de "fazer o possível para manter unido o espaço do Euro, já que poderia gerar um efeito dominó" não desejado e "processos sem controlo" que ameaçam a estabilidade da moeda europeia.

"Por isso, o primeiro mandamento deve ser evitar a insolvência descontrolada, já que a situação não afectaria só a Grécia, porque existe grande perigo que afecte todos ou, pelo menos, uns quantos países", advertiu.

Salientando que a Grécia "sabe muito bem o que fazer", Ângela Merkel instou o governo helénico a cumprir com os seus compromissos.

"Todos devem medir agora as suas palavras com muito cuidado. O que não precisamos é nervosismo nos mercados financeiros. A insegurança já é demasiado grande", acrescentou a mesma responsável que considera que a política económica e financeira integra 50 por cento de psicologia.

Apesar de não ter citado qualquer nome dos seus parceiros governamentais, Ângela Merkel criticava as posições do liberal Philipp Rösler, também ministro da Economia, e do chefe do Governo da Baviera, Horst Seehofer, que colocaram a possibilidade da insolvência grega ou a sua expulsão da Zona Euro.

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Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Empty "Os depósitos dos portugueses estão totalmente garantidos"

Mensagem por Joao Ruiz Qua Set 14, 2011 4:37 am

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"Os depósitos dos portugueses estão totalmente garantidos"

por Dinheiro Vivo
Hoje

Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Ng1642212


Carlos Costa acredita que é preciso relançar o sistema financeiro português devido às novas exigências do mercado.

"Os depósitos dos portugueses estão totalmente garantidos", tranquilizou hoje Carlos Costa no Hora H do Negócios, uma iniciativa do Jornal de Negócios e da Deloitte.

Apesar da saúde das instituições portuguesas, o governador alerta: "Os bancos portugueses tem o capital que necessitam para o negócio que fazem, mas com uma evolução negativa da economia leva o Banco de Portugal a defender o reforço do capital".

http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1994482

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Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Empty Ministros das Finanças aprovam governação económica

Mensagem por Joao Ruiz Ter Out 04, 2011 4:18 pm

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Ministros das Finanças aprovam governação económica

por Lusa
Hoje

Os ministros das Finanças da União Europeia, reunidos no Luxemburgo, aprovaram hoje formalmente o pacote legislativo para o reforço da governação económica, colocando um ponto final num processo que se prolongou por cerca de um ano.

Uma semana depois da 'luz verde' do Parlamento Europeu, os 27 aprovaram hoje o pacote de seis peças legislativas sobre governação económica, que reforçam as vertentes preventiva e punitiva do Pacto de Estabilidade e Crescimento.

Além de prever sanções mais duras para os países "prevaricadores", o pacote da governação económica estabelece uma supervisão mais rigorosa das políticas económica e orçamental por parte da UE, com a introdução de um novo conjunto de indicadores para identificar e corrigir os desequilíbrios macroeconómicos nos Estados-Membros, antes que se transformem em situações insustentáveis.

As novas regras preveem a possibilidade de a Comissão realizar visitas de "vigilância" ou de "fiscalização" aos Estados-Membros, passando o executivo comunitário a ter, de resto, um papel mais interventivo em todo o processo de supervisão.

Se um Estado-Membro não cumprir os princípios acordados, poderá ser alvo de uma advertência por parte da Comissão, mesmo na fase preventiva do Pacto de Estabilidade e Crescimento, e em caso de incumprimento persistente e/ou particularmente grave, Bruxelas elaborará uma recomendação a dirigir pelo Conselho a esse país para que adote medidas corretivas.

A nova legislação reforça também o procedimento relativo aos défices excessivos, procurando evitar que os governos infrinjam os limiares estabelecidos (os défices públicos não devem ser superiores a 3 por cento do PIB e as dívidas a 60 por cento do PIB).

Os países da zona euro objecto de um procedimento por défice excessivo terão de efetuar um depósito não remunerado correspondente a 0,2 por cento do PIB e adoptar medidas correctivas, e se um país não cumprir e recomendação que lhe foi feita, o depósito será convertido em multa.

A aprovação formal de hoje pelo Conselho encerra um processo negocial que se prolongou durante cerca de um ano, com intensas discussões entre Comissão Europeia, Estados-membros e assembleia, e algumas das medidas entrarão imediatamente em vigor, designadamente ao nível da vigilância do défice e da dívida.

Outros aspectos das novas regras, designadamente ao nível dos desequilíbrios macroeconómicos, entram em vigor a 1 de Janeiro de 2012.

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Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Empty Dilma diz que Brasil pode ajudar Europa a sair da crise

Mensagem por Joao Ruiz Ter Out 04, 2011 4:22 pm

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Dilma diz que Brasil pode ajudar Europa a sair da crise

por Lusa
Hoje

Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Ng1662341

A União Europeia (UE) pode contar com o Brasil para sair da crise da dívida, anunciou hoje, em Bruxelas, a Presidente do Brasil, Dilma Rousseff.

"Vocês podem contar connosco", assegurou Dilma Rousseff, no final da cimeira UE-Brasil. O Brasil "está pronto a assumir a sua responsabilidade" nesta matéria, acrescentou a chefe de Estado brasileira.

"O Brasil, e aqui estou certa que exprimo também a perspectiva das economias em desenvolvimento, está pronto a assumir a sua responsabilidade num espírito de cooperação. Somos parceiros da UE", assegurou Dilma Rousseff ao presidente do Conselho da UE, Herman Van Rompuy, e ao presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso.

"Esse é um diálogo em que toda a América do Sul deve estar envolvida", disse a Presidente brasileira, acrescentando que "é por isso que os ministros das Finanças da UNASUL (União das Nações Sul-Americanas) irão encontrar-se nos próximos dias para coordenar posições comuns."

"Eu penso que é fundamental que haja uma coordenação das políticas entre os países para lidar com a situação económica actual", disse Dilma Rousseff, afirmando que o "único caminho" para sair da crise é uma política de estímulo do crescimento combinada com uma política responsável em matéria tributária.

"A História mostra-nos que só seremos capazes de superar a crise estimulando o crescimento, juntamente com políticas de estabilidade e políticas sociais que visem a criação de emprego e rendimento", disse.

"Adoptar ajustes fiscais recessivos não é o suficiente", insistiu.

"É precisamente por causa das dificuldades na construção de um consenso político que o mundo hoje está numa situação difícil", sublinhou Dilma Rousseff, apelando ao "sentido de urgência histórica" dos líderes políticos.

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Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Empty Merkel diz que Portugal recuperou confiança dos mercados

Mensagem por Joao Ruiz Qua Out 05, 2011 4:05 pm

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Merkel diz que Portugal recuperou confiança dos mercados

por Dinheiro Vivo | Lusa
Hoje

Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Ng1663212

A chanceler alemã, Angela Merkel, deu hoje Portugal como exemplo de um país que recuperou a confiança dos mercados por ter implementado de forma apropriada as medidas de austeridade firmadas com a 'troika'.

Questionada em Bruxelas sobre o corte de 'rating' de hoje da agência de notação financeira Moody's à Itália, a chanceler deu Portugal como exemplo de um país que voltou a ganhar a "confiança dos mercados" após sucessivas descidas de 'rating'.

"Todos os países europeus voltarão a ter confiança, vimos isso no caso de Portugal, se as medidas forem genuinamente implementadas", considerou a chanceler.

http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO016933.html

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Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Empty Moody's baixa 'rating' de seis bancos portugueses

Mensagem por Joao Ruiz Sex Out 07, 2011 8:17 am

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Moody's baixa 'rating' de seis bancos portugueses

por Lusa
Hoje

A agência de notação financeira Moody's anunciou hoje ter revisto em baixa a classificação da dívida sénior e dos depósitos de nove bancos portugueses e ter baixado o 'rating' de seis destes bancos.

Em comunicado hoje divulgado, a Moody's adianta que a redução do 'rating' afecta os bancos BES, BCP, BPI (descida de dois níveis) e Caixa Geral de Depósitos, Santander Totta e Montepio Geral (um nível a menos).

Além disso, a Moody's reviu da classificação da dívida de outros bancos como a Caixa Económica, o Banco Internacional do Funchal (Banif) e o Banco Português de Negócios (BPN).

Esta "deterioração financeira", adianta a agência de notação, surge na sequência da descida da classificação de risco da dívida pública -- de Baa1 para Ba2 em 15 de Julho -, mas também a problemas de liquidez dos bancos e às fracas perspectivas de crescimento económico.

Todos os bancos analisados estão agora com uma classificação negativa com exceção do BPN, que tem perspectivas de desenvolvimento em todas as categorias, refere a agência.

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Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Empty Bancos confirmam restrições na concessão de crédito

Mensagem por Joao Ruiz Sex Out 07, 2011 8:21 am

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Bancos confirmam restrições na concessão de crédito

por Lusa
Hoje

Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Ng1665335

A concessão de crédito às empresas fora do sector financeiro tornou-se mais restritivo no terceiro trimestre, segundo as informações dadas pelos cinco maiores bancos ao Banco de Portugal, que hoje divulgou um inquérito sobre o Mercado de Crédito.

"De acordo com os resultados do inquérito realizado aos cinco grupos bancários portugueses incluídos na amostra, os critérios de concessão de empréstimos ao sector privado não financeiro tornaram-se mais restritivos no decurso do terceiro trimestre de 2011", afirma o Banco de Portugal no relatório.

De acordo com o documento, "os principais fatores apontados pelas instituições inquiridas como determinantes desta evolução foram o aumento do respectivo custo de capital e restrições de balanço, bem como uma percepção menos favorável dos riscos. O aumento da exigência dos critérios de concessão de empréstimos ter-se-á traduzido num aumento dos spreads aplicados e, embora em menor grau, na aplicação de outras condições contratuais mais restritivas", conclui a entidade liderada por Carlos Costa.

In DN

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Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Empty Assessor do FMI prevê colapso "em duas ou três semanas"

Mensagem por Joao Ruiz Sex Out 07, 2011 8:25 am

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Assessor do FMI prevê colapso "em duas ou três semanas"

por Dinheiro Vivo
Hoje

Duas ou três semanas. Esta é a linha de vida para a banca europeia, prevista pelo assessor do Fundo Monetário Internacional (FMI), Robert Shapiro.

Depois da entrevista do corretor Alessio Rastani, que afirmou que a Goldman Sachs manda no mundo, as entrevistas da BBC continuam a dar que falar.

Ontem, no notíciário nocturno da cadeia pública britânica, Shapiro participou numa tertúlia sobre a situação económica da zona euro.

Nela, o assessor do FMI assegurou que se os políticos não encontrarem uma fórmula "credível" para atacar a crise, em duas ou três semanas "teremos uma fusão da dívida soberana que vai levar a um colapso do sistema bancário europeu".

http://www.dinheirovivo.pt/Mercados/Artigo/CIECO017162.html

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Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Empty Cavaco desafia o país a "vencer previsões negativas"

Mensagem por Joao Ruiz Sex Out 07, 2011 8:30 am

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Cavaco desafia o país a "vencer previsões negativas"

por Lusa
Hoje

Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Ng1665548

O Presidente da República, Cavaco Silva, desafiou hoje os portugueses a "vencerem as previsões negativas" do Banco de Portugal (BP) para a economia nacional em 2012.

Em Oliveira do Bairro, distrito de Aveiro, Aníbal Cavaco Silva disse que a possibilidade de contrariar, "já em 2011", as previsões "bastante negativas" do Banco de Portugal, "vai depender muito da atitude dos portugueses".

"Não será possível fazer com que a realidade venha a ser melhor?", questionou, explicando que esta e outras perguntas lhe "foram dirigidas por alguns portugueses" desde quinta-feira.

A recessão no próximo ano será mais profunda, segundo o Banco de Portugal, que quinta-feira agravou a sua projecção para uma contração de 2,2 por cento, quando antes esperava uma quebra de 1,8 por cento, tal como a 'troika'.

"Gostaria que os portugueses assumissem o desafio de vencerem as previsões para 2011 e 2012", insistiu hoje Cavaco Silva, ressalvando, no entanto, as previsões do BP "são feitas por gente altamente qualificada".

O Presidente da República admitiu que será possível imprimir à economia nacional uma dinâmica que acabe por contrariar as projeções do Banco de Portugal para 2012.

"É preciso que trabalhemos mais, que trabalhemos com qualidade, que tenhamos mais força", enfatizou.

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Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Empty Merkel reitera apoio a recapitalização da banca europeia

Mensagem por Joao Ruiz Dom Out 09, 2011 4:32 pm

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Merkel reitera apoio a recapitalização da banca europeia

por Tiago Figueiredo Silva
Hoje

Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Ng1667341

A chanceler alemã, Angela Merkel, expressou hoje perante o presidente francês, Nicolas Sarkozy, a sua determinação para apoiar uma recapitalização da banca e pediu a "ratificação imediata" do reforço do fundo europeu de resgate por todos os países.

Por seu turno, Sarkozy colocou o ênfase no "esforço comum" de Paris e Berlim para trabalhar "de uma forma estrita e de acordo" dessa direcção.

http://www.dinheirovivo.pt/Mercados/Artigo/CIECO017346.html

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Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Empty Obama manifesta "apoio total" a plano franco-alemão

Mensagem por Joao Ruiz Seg Out 10, 2011 5:32 pm

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Obama manifesta "apoio total" a plano franco-alemão

por Lusa
Ontem

Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Ng1668624

O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, manifestou hoje numa conversa telefónica com o seu homólogo francês Nicolas Sarkozy "total apoio à estratégia definida" pela dupla franco-alemã para tentar ultrapassar a crise da dívida europeia.

No decurso da conversa telefónica, que ocorreu durante a tarde segundo a agência noticiosa AFP, Sarkozy "apresentou os resultados do seu encontro em Berlim em 9 de Outubro com a chanceler Angela Merkel e "sublinhou que a França e a Alemanha concordaram em fornecer uma solução global e durável às dificuldades da zona euro antes da cimeira do G20 em Cannes" (sudeste da França) de 3 e 4 de Novembro, refere um comunicado do Eliseu.

Obama "forneceu o seu inteiro apoio à estratégia definida pela França e a Alemanha para garantir uma solução global que permita restabelecer a estabilidade financeira na zona euro", prossegue o comunicado. Sarkozy e Obama "concordaram permanecer em contacto durante as próximas semanas na perspetiva da cimeira do G20 em Cannes", conclui o texto. No domingo, e após um encontro em Berlim, Merkel e Sarkozy prometeram medidas "rápidas" para regularizar a crise na zona euro, mas não forneceram detalhes.

A França preside em 2011 ao grupo de países mais ricos e dos principais países emergentes, que se vão reunir em Cannes entre 3 e 4 de Novembro. Barack Obama já exigiu um plano de acção dos europeus até essa data.

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Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Notsure

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Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Empty G20 prepara lista com 50 bancos de importância sistémica

Mensagem por Joao Ruiz Dom Out 16, 2011 10:49 am

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G20 prepara lista com 50 bancos de importância sistémica

por Lusa
Hoje

Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Ng1675496

O grupo das 20 maiores economias mundiais está a considerar identificar um total de 50 bancos com importância sistémica para a economia mundial com necessidades de reforço dos seus capitais próprios, avançou a Bloomberg, citando fontes oficiais não identificadas.

A lista, produzida pelo presidente do Conselho de Estabilidade Financeira (FSB, segundo a sigla inglesa) do G20, e novo presidente do Banco Central Europeu, Mário Draghi, será publicada antes do próximo encontro do G20 em Cannes, nos próximos dias 3 e 4 de novembro, acrescentaram as mesmas fontes oficiais.

Os bancos identificados serão obrigados pelos respectivos reguladores a reforçar os seus capitais próprios. A questão tem sido alvo de discordância entre várias instituições e reguladores, com os bancos a argumentar que estas exigências poderão pôr em causa a recuperação da economia mundial.

Jamie Dimon, presidente executivo do JPMorgan Chase, e o seu homólogo do Bank of América, Brian T. Moynihan, estão entre os banqueiros que sugeriram que as novas regras irão implicar uma contração do crédito e um abrandamento do crescimento.

Os ministros das Finanças e os presidentes dos bancos centrais do G20, que se reuniram no sábado em Paris, discutiram os critérios a aplicar na compilação da lista dos bancos sistémicos.

Entre 29 e 40 bancos poderão ser considerados particularmente vulneráveis ao impacto dos mercados financeiros, de acordo com uma fonte não identificada à Bloomberg. As duas fontes oficiais alargaram, em declarações à agência, a mesma lista a cerca de 50 instituições.

Os reguladores estão ainda a ponderar a eventual categorização das instituições consoante a capacidade de absorverem prejuízos potenciais.

No comunicado final da reunião de sábado do G20, o grupo manifesta o apoio a um conjunto de medidas que reduzam os riscos colocados por instituições com importância sistémica. As medidas deverão incidir no reforço da supervisão, num plano de abordagem global e no reforço obrigatório dos capitais próprios por parte das instituições mais vulneráveis.

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Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Empty Durão Barroso quer sanções penais aos actores financeiros

Mensagem por Joao Ruiz Dom Out 16, 2011 10:53 am

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Durão Barroso quer sanções penais aos actores financeiros

por Lusa
Hoje

Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Ng1675390

O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, anunciou que vai propor a inclusão no direito europeu de uma "responsabilidade penal individual dos atores financeiros", que permitirá a aplicação de "sanções penais".

"Vou propor na próxima quinta-feira que uma responsabilidade penal individual dos actores financeiros seja finalmente reconhecida no direito europeu", disse Durão Barroso em entrevista ao jornal Le Parisien, hoje publicada.

Ao salientar que foram "observados comportamentos abusivos nos mercados, alguns dos quais que provocaram a crise actual", o presidente da Comissão Europeia garante que "essas práticas serão reguladas".

"Aqueles que violarem [as normas] serão alvo de sanções penais. Será a primeira vez na legislação europeia e um sinal forte", explicou.

Quando se multiplicam as dúvidas sobre a capacidade da política europeia de lidar com a crise na zona euro, Durão Barroso aponta como "preocupante" o facto de "por vezes os partidos tradicionais incorporarem alguns elementos do discurso de extrema-direita, pensando responder, assim, às preocupações das pessoas".

Neste contexto, Barroso alerta os "líderes da direita, esquerda e do centro" que "é preciso terem a coragem de defender a Europa".

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Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Empty Trichet defende alteração de tratados europeus

Mensagem por Joao Ruiz Dom Out 16, 2011 10:57 am

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Trichet defende alteração de tratados europeus

por Lusa
Hoje

Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Ng1675379

O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, rejeitou hoje que o euro esteja "ameaçado" pela crise da dívida, mas apelou para uma reforma dos tratados europeus para que as derrapagens de um país da zona euro ameace os outros.

"Amanhã [segunda-feira], no meu entender, é preciso alterar os tratados para que seja possível impedir um membro da zona euro de errar e de criar problemas para todos os outros", disse Trichet em declarações à rádio francesa Europe 1 e ao canal de informação i-TELE.

Trichet insistiu que "é preciso ser capaz de o fazer [alterar os tratados da União Europeia] porque esta é a lição da crise".

Neste sentido, o presidente do banco central apelou para uma reforma que permita ao Conselho Europeu ser "capaz de impor decisões" a um país em derrapagem "com base numa proposta da Comissão, com regras apropriadas de maioria".

E reforçou: "A lição da crise, é o que faz efectivamente ir para além das recomendações, eventualmente, através de sanções".

Além das medidas de emergência nas quais a Europa está a trabalhar para travar o contágio da crise grega, e tendo os 27 prometido não voltar aos anteriores tratados, depois do Tratado de Lisboa, recentemente, o velho Continente deu os primeiros sinais para uma possível mudança no texto.

As declarações de Trichet estão em linha com as proferidas recentemente pela chanceler alemã, Angela Merkel, que no início de outubro afirmou em Bruxelas que "a revisão dos Tratados da UE não deve ser um tabu".

Também o presidente francês, Nicolas Sarkozy, havia anunciado a 8 de Outubro que Paris e Berlim iriam propor "alterações significativas" nos textos europeus, mas sem especificar o teor dessas mudanças.

Ainda em declarações aos meios de comunicação social franceses, Trichet insistiu na necessidade de todos os europeus estarem "extremamente vigilantes" em matéria de finanças públicas.

"Não acredito de todo que a zona euro esteja sob ameaça e acredito acima de tudo que o euro, enquanto moeda, seja o menor dos problemas do mundo ameaçado",

No entanto, instou o presidente do banco central, "todos os países da zona euro, sem exceção, devem estar extremamente vigilantes, todos sem exceção devem ser extremamente prudentes".

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Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Empty Negociado perdão de 50% da dívida grega

Mensagem por Joao Ruiz Dom Out 16, 2011 11:03 am

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Negociado perdão de 50% da dívida grega

por Lusa
Hoje

Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Ng1675606

O presidente do Deutsche Bank, Josef Ackermann, está a participar nas negociações para o perdão até 50 por cento da dívida grega, de acordo com o diário alemão "Bild", citado pela EFE.

Segundo o jornal, que cita fontes não identificadas do governo alemão, a banca privada está disponível para aceitar um perdão até esse limite máximo, faltando apurar se a decisão pode ser fechada até ao final da semana.

Os países da zona euro pretendem ter pronto um pacote de soluções contra a crise das dívidas soberanas antes do Conselho Europeu do próximo dia 23 em Bruxelas, indicou no sábado o ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schäuble, à saída da reunião do G20 em Paris.

Os meios de comunicação alemães têm nos últimos dias vindo a admitir como facto irreversível a reestruturação da dívida grega, e um perdão consequente, que estimam entre os 50 e os 60 por cento da dívida. A decisão terá um forte impacto nos credores e na situação dos bancos privados expostos à dívida pública grega.

Ackermann, que é também presidente da Associação Internacional da Banca (IIF), pronunciou-se na última quinta-feira contra a proposta defendida pelo presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, de recapitalização da banca europeia, considerando-a contraproducente, com o argumento de que seria um sinal claro de que se prepara a reestruturação da dívida grega.

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Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Empty Christine Lagarde: FMI tem os meios "apropriados"

Mensagem por Joao Ruiz Seg Out 17, 2011 5:56 am

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Christine Lagarde: FMI tem os meios "apropriados"

por Dinheiro Vivo | Lusa
Hoje

Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Ng1676186

Os recursos do Fundo Monetário Internacional (FMI) são adaptados à situação, afirmou hoje à rádio Europe 1 a directora-geral Christine Lagarde, quando vários países europeus ponderam recorrer ao fundo para evitar qualquer contágio da crise da zona euro.

"Considero que hoje o FMI tem os meios apropriados", afirmou Lagarde.

Vários países membros do G20, cujos ministros das finanças se reuniram na sexta-feira e sábado em Paris, manifestaram o desejo de aumentar os recursos do Fundo.

Os Estados Unidos opuseram-se a essa hipótese considerando que os recursos são suficientes.

Interrogado sobre o que constitui um nível adequado de recursos para o FMI, Lagarde não quis avançar números.

http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO018244.html

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Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Empty Philips vai suprimir 4.500 empregos até 2014

Mensagem por Joao Ruiz Seg Out 17, 2011 7:05 am

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Philips vai suprimir 4.500 empregos até 2014

por Lusa
Hoje

O gigante holandês da electrónica Philips anunciou hoje a supressão de 4.500 empregos até 2014, entre os quais 1.400 na Holanda, no quadro de um programa de redução de custos de 800 milhões de euros.

"O programa de redução de custos levará à perda de 4.500 postos de trabalho, o que é lamentável mas é uma etapa inevitável para melhorar o nosso modelo operacional e para o tornar mais ágil, ligeiro e competitivo", afirmou o director executivo do grupo, Frans van Houten, citado em comunicado, durante a publicação dos resultados do terceiro trimestre.

Cerca de 60% da poupança realizada no âmbito do programa de redução de custos estará "ligada ao pessoal", indicou a Philips, enquanto os 40% restantes estão relacionados "com outros custos estruturais".

O grupo holandês, que emprega cerca de 120.000 pessoas em todo o Mundo, entre os quais 14.000 na Holanda, especializou-se durante muito tempo na produção de televisores e de pequenos electrodomésticos.

Nos últimos anos, o grupo que também opera em Portugal, desenvolveu igualmente o fabrico de material médico como, por exemplo, "scanners" de ressonância magnética.

"A estratégia do grupo é investir na investigação e no desenvolvimento, para um melhor crescimento, mas é preciso que o dinheiro venha de algum lado", explicou Steve Klink, um porta-voz da Philips.

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Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Empty Cavaco convoca Conselho de Estado para 25 de Outubro

Mensagem por Joao Ruiz Seg Out 17, 2011 7:09 am

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Cavaco convoca Conselho de Estado para 25 de Outubro

por Lusa
Hoje

Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Ng1676420

O Presidente da República convocou o Conselho de Estado para dia 25 de Outubro, tendo como ponto único de agenda o tema "Portugal no contexto da crise da Zona Euro", foi hoje anunciado.

"O Presidente da República convocou o Conselho de Estado para o próximo dia 25 de Outubro, às 17:00 horas, tendo como ordem de trabalhos o tema "Portugal no contexto da crise da Zona Euro"", lê-se numa nota divulgada no "site' da Presidência da República.

Na mesma nota é ainda referido que imediatamente antes da reunião tomarão posse os cinco membros designados pela Assembleia da República.

A reunião acontecerá poucos dias antes do início da discussão do Orçamento do Estado para 2012 na Assembleia da República - a votação na generalidade será nos dias 3 e 4 de Novembro e a votação final global no dia 29 de Novembro.

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Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Empty 71% dos portugueses acha que a crise vai agravar-se

Mensagem por Joao Ruiz Seg Out 17, 2011 7:16 am

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71% dos portugueses acha que a crise vai agravar-se

por Lusa
Hoje

A esmagadora maioria dos portugueses (96 por cento) considera que a situação económica do país está mal e quase três em cada quatro (71 por cento) acreditam que vai piorar, segundo um Eurobarómetro hoje divulgado em Bruxelas.

Segundo a sondagem, que foi realizada em Junho - antes do anúncio das novas medidas de austeridade -, apenas três por cento dos inquiridos dizem-se satisfeitos com a situação económica portuguesa, cinco por cento preveem melhorias nos próximos 12 meses e 20 por cento creem que ficará na mesma.

A média europeia (UE 27) é de 67 por cento de descontentes com a situação nacional, contra 30 por cento de insatisfeitos.

Em relação ao futuro, 36 por cento dos europeus pensam que será pior, 20 que será melhor e 40 por cento julgam que estará na mesma.

Questionados sobre a situação do emprego no seu país, 95 por cento dos portugueses (73 UE27) dizem ser má e apenas quatro por cento estão optimistas (24 por cento UE27).

No próximo ano será pior, na opinião de 69 por cento dos portugueses (33 UE27), melhor para cinco por cento (21 por cento UE27) e 22 por cento acham que não vai mudar(41 UE27).

Por outro lado, 95 por cento dos inquiridos criticam o custo de vida (73 por cento UE27) e cinco por cento dizem viver bem (26 por cento UE27).

Sobre a evolução do custo de vida nos próximos 12 meses, 75 por cento acham que vai subir (59 UE27), três por cento respondem que vai descer (9 por cento UE27) e 18 por cento dizem que estará na mesma (30 UE27).

O sistema de reformas em Portugal desagrada a 88 por cento das pessoas (53 por cento UE 27) contra 10 por cento que se dizem satisfeitos (39 UE27).

Por outro lado, 76 por cento mostram-se desagradados com o sistema de subsídios de desemprego (48 UE27), contra 13 (37 UE27).

A sondagem Eurobarómetro foi realizada em Portugal pela TNS Euroteste, tendo sido realizadas 1 048 entrevistas entre 04 e 19 de Junho.

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Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Empty 286 mil euros a quem der solução para sair do Euro

Mensagem por Joao Ruiz Qua Out 19, 2011 8:37 am

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286 mil euros a quem der solução para sair do Euro

por Lusa
Hoje

Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Ng1678487

Um empresário britânico que se opôs à adesão do Reino Unido à moeda única europeia está disposto a pagar 286 mil euros a quem descobrir a melhor solução para a "saída ordeira" de um ou mais países da zona euro.

Lorde Simon Wolfson entende que o prémio, criado apenas para este efeito e cuja atribuição será feita apenas uma vez, pode ajudar a evitar uma crise criada pelo colapso do euro.

"Não quero que caia e se puder ser evitado é a melhor solução. Mas há a possibilidade real de acontecer", avisou, durante a apresentação da iniciativa em Londres.

Os rumores já existem mas os governos não arriscam a discuti-la, afirmou, pelo que defende que deve ser feita investigação académica sobre como gerir a transição. "Um grande problema intelectual como este merece um grande intelecto", capacidade que admitiu faltar-lhe, argumentou Simon Wolfson.

Por isso apela a académicos e profissionais de todo o mundo em áreas como a economia, o direito ou a história para reflectirem sobre o tema.

O valor de 250 mil libras (286 mil euros) é considerado o maior prémio da área da economia a seguir ao Nobel e será atribuído pela Charles Wolfson Charitable Trust, fundação criada pela família há meio século.

A organização do prémio está a ser gerida pelo instituto de estudos Policy Exchange, considerado influente junto do partido Conservador, actualmente no poder.

O prazo de entrega de trabalhos é 31 de Janeiro e o vencedor será escolhido por um júri constituido por "importantes académicos economistas" a ser anunciado em Março.

Wolfson, que foi um activo opositor da adesão britânica à moeda única e à ractificação do Tratado de Lisboa e aconselhou o ministro das Finanças, George Osborne, antes das eleições de 2010, é cândido nas suas intenções.

O presidente executivo da rede de lojas de roupa Next receia o impacto de uma "saída desordeira" e consequente restruturação da zona euro e custo no resto do mundo.

Preocupa-se com questões "extremamente complexas" que resultariam deste cenário, como os blocos de divisas emergentes e o que aconteceria às dívidas soberana e privada, às poupanças das pessoas e aos bancos.

A curto prazo está confiante que não há risco, mas mesmo assim quer promover com o prémio a criação de um "plano de contingência".

O resultado do exercício, "mesmo que conclua que o fim do euro é impossível", será transmitido a Bruxelas e distribuído pela Europa.

O lorde britânico diz que avançou para esta iniciativa "porque mais ninguém o fez". "E porque eu não consigo encontrar a solução, por isso gostaria que outros o fizessem", acrescentou.

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Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Empty Durão Barroso: Programas de ajustamento funcionam

Mensagem por Joao Ruiz Qua Out 19, 2011 10:42 am

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Durão Barroso: Programas de ajustamento funcionam

por Lusa
Hoje

Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Ng1678821

O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, defendeu hoje em Bruxelas que os programas de ajustamento podem ser bem sucedidos e que são muitos os exemplos de sucesso na Europa, já que contenção orçamental e crescimento são conciliáveis.

"Sei do cepticismo que existe na Grécia e também fora da Grécia sobre as possibilidades de sucesso com este género de programa (de ajustamento). E a minha mensagem clara é a seguinte: pode funcionar", disse José Manuel Durão Barroso, durante uma conferência de imprensa em Bruxelas.

Questionado em concreto sobre o caso grego, o presidente do executivo comunitário respondeu de uma forma geral, sustentando que são muitos os casos de sucesso de programas de dura consolidação orçamental, "dentro da Zona Euro e fora da Zona Euro", ainda que admitindo que, nalguns casos, há um "período de transição" entre a austeridade e o crescimento.

"É verdade que, nalguns casos, numa fase de transição, depois de grandes desequilíbrios e gastos excessivos, há um momento de ajustamento que é inevitável e nalguns casos extremamente doloroso, e temos a maior consideração por aqueles que sofrem as consequências", apontou.

Durão Barroso insistiu todavia que é necessário passar por esse ajustamento, sem o qual "não se pode restaurar crescimento, confiança e emprego", e, entre os casos de sucesso, apontou o da Letónia, que aplicou duras medidas, e Irlanda, um dos países com programa de ajustamento em curso.

"A Letónia sujeitou-se à maior consolidação de sempre, com sacrifícios acima daqueles feitos pela Grécia, e as nossas estimativas para o próximo ano são de um crescimento de 4 por cento para a Letónia e subida da taxa de emprego", sublinhou, acrescentando que também a Irlanda, com um "programa muito ambicioso" em curso, deverá conhecer um crescimento de dois pontos percentuais já em 2012.

"É por isso muito importante sublinhar este ponto: consolidação orçamental não significa necessariamente recessão", concluiu.

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Crise financeira zona euro(2010) - Página 6 Empty Re: Crise financeira zona euro(2010)

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