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Mensagem por Joao Ruiz em Sab Maio 15, 2010 3:37 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Seguro será candidato "quando o momento se colocar"

por Lusa
Hoje

Partido Socialista - Página 3 Ng1293994

O militante socialista António José Seguro disse hoje, em Guimarães, que, "quando o momento se colocar", assumirá as suas responsabilidades, candidatando-se à liderança do PS.

António José Seguro frisou que o problema não se coloca neste momento "porque o PS tem um líder com um mandato para quatro anos", que deseja que se cumpra até ao fim.

"Mas também digo com muita clareza, que, quando esse momento se vier a colocar e se eu sentir que serei útil, em nome das minhas causas, dos meus princípios e valores, assumirei as minhas responsabilidades", declarou.

António José Seguro falava à Lusa no final de uma reunião com militantes do PS de Guimarães, convocada pela secção local do partido, para debater a situação política e económica do país.

Questionado sobre o tom crítico face à governação socialista assumido por vários militantes presentes e, nomeadamente, pelo presidente Câmara local, António Magalhães, - para quem é necessário "arrepiar caminho" sob pena de o PS perder as próximas eleições - António José Seguro disse se habituou "a viver no PS com opiniões diferentes".

"É a diversidade de opiniões que faz a coesão do PS e o pluralismo é benéfico para um partido democrático", assinalou, dizendo que o que viu na sessão "foram intervenções e contributos de gente que está preocupada com o país e com o PS".

Durante a reunião, António José Seguro disse, por duas vezes, aos militantes que lhe colocaram perguntas incómodas sobre a mudança de posição do Governo acerca dos impostos, que não respondia por estar "numa reunião pública", ou seja, com a presença de jornalistas.

Seguro negou-se, também, a repetir o que disse na reunião da Comissão Política do PS sobre o Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC) e sobre o aumento de impostos decidido pelo Governo com a concordância do PSD.

Na resposta a um militante, para quem o PS já está a entregar o cargo de primeiro ministro a Pedro Passos Coelho, António José Seguro concedeu que o PSD "tem uma nova dinâmica", mas que vai no sentido de reduzir o papel do Estado ao mínimo, algo com que não concorda.

Sobre as agências de rating disse que a solução passa por pedir menos dinheiro ao estrangeiro, mas concordou que o país está a ser vítima de especuladores.

Procurando marcar as diferenças com a actual política governamental, foi defendendo a necessidade de apostar em políticas públicas que promovam o crescimento económico.

Sobre a Europa, António José Seguro lamentou a desunião vivida nos últimos meses no seio da União Europeia e defendeu a realização de um referendo à escala europeia, depois de um debate alargado sobre o que querem os povos europeus da União para o futuro.

In DN

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Última edição por João Ruiz em Dom Jul 11, 2010 4:50 am, editado 1 vez(es)

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Partido Socialista - Página 3 Empty Seguro quer rever lei do financiamento dos partidos

Mensagem por Joao Ruiz em Ter Out 04, 2011 5:12 pm

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Seguro quer rever lei do financiamento dos partidos

por Lusa
Ontem

Partido Socialista - Página 3 Ng1662055

O PS quer rever a lei do financiamento dos partidos e das campanhas eleitorais, para tornar esse processo mais "transparente", e reforçar a fiscalização das declarações de interesses dos titulares de cargos públicos e políticos.

O anúncio foi feito hoje pelo secretário-geral socialista, António José Seguro, no final de um encontro com o presidente do Tribunal Constitucional, Rui Moura Ramos, em Lisboa.

In DN

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Partido Socialista - Página 3 Empty Propostas de Seguro irritam oposição no PS

Mensagem por Joao Ruiz em Sex Out 07, 2011 7:06 am

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Propostas de Seguro irritam oposição no PS

Ontem

Partido Socialista - Página 3 Ng1663513

Seguro quer que o partido proponha uma reforma do poder local. A "oposição" interna quer discutir o Orçamento do Estado para 2012. O líder do PS enfrenta o seu primeiro grande debate interno pós-congresso.

in DN

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Partido Socialista - Página 3 Empty Seguro diz que Portugal não tem ministro da Economia

Mensagem por Joao Ruiz em Sab Out 08, 2011 5:11 pm

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Seguro diz que Portugal não tem ministro da Economia

por Lusa
Ontem

Partido Socialista - Página 3 Ng1666648

O secretário-geral do PS, António José Seguro, criticou este sábado o ministro Álvaro Santos Pereira e disse estar desiludido com as reformas na Economia.

"Na minha opinião não temos um ministro da Economia em Portugal. Não temos e devíamos ter", declarou António José Seguro, durante o discurso que proferiu num plenário intitulado "As pessoas primeiro - Um novo futuro", que decorreu num hotel no Porto com várias dezenas de militantes socialistas.

A afirmação de José Seguro sobre Portugal estar sem um ministro da Economia (o cargo é ocupado por Álvaro Santos Pereira) foi proferida na sequência de ter assumido que se sentia desiludido por não haver uma estratégia de crescimento económico no país.

"Como português e como líder do PS estou muito desiludido, porque não há nenhuma vontade política do nosso Governo em criar uma estratégia de crescimento económico. Apenas existem algumas medidas pontuais e uma ou outra política", lamentou o líder dos socialistas hoje à tarde.

António Seguro afirmou que se "hoje fosse primeiro-ministro" estaria a "desenhar uma proposta de crescimento económico a médio prazo", onde envolveria empresários, universidades e investigadores, entre outras forças vivas da sociedade portuguesa, para fazer crescer o país.

"O PS não vai baixar os braços e não abdicaremos de fazer as nossas propostas, porque o nosso objectivo é criar soluções", informou, referindo, por exemplo, que os jovens vivem momentos difíceis e que quase "um em cada três na idade activa está desempregado".

José Seguro lembrou que o aumento de "200 por cento" nas facturas do gás, água e luz "não constam do memorando da troika" e sugeriu que se peça às empresas com lucros superiores a "dois milhões de euros" para participarem no subsídio de Natal.

"Era mais justo que também as empresas fossem chamadas e essa receita evitava que pagássemos mais na factura da água, electricidade e do gás", mas a proposta socialista não foi aceite, lamentou Seguro.

O líder do PS repetiu hoje que o PS votaria a favor do Orçamento do Estado (OE) para 2012, "porque Portugal não pode ficar sem OE no próximo ano", mas referiu que o Governo de maioria absoluta não precisa dos votos do PS para passar o documento.

"A maioria absoluta não precisa dos votos do PS", declarou, no púlpito, sublinhando que o PS está neste momento a dar um sinal positivo, mas que quer "conhecer a proposta do OE antes de dizer qual o sentido de voto".

In DN

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Partido Socialista - Página 3 Empty Seguro quer acordo para acabar com paraísos fiscais

Mensagem por Joao Ruiz em Ter Out 18, 2011 10:11 am

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Seguro quer acordo para acabar com paraísos fiscais

por Lusa
Hoje

Partido Socialista - Página 3 Ng1677557

O secretário-geral do PS defendeu hoje que no Conselho Europeu de domingo deve haver um acordo no sentido de acabar com os paraísos fiscais, para que esta decisão possa ser tomada na próxima reunião do G20.

"Era importante que neste Conselho os países da União Europeia se vinculassem de modo a que na próxima reunião do G20 [a 3 e 4 de Novembro, em Cannes] pudesse haver finalmente a decisão de acabar com os paraísos fiscais", declarou António José Seguro aos jornalistas, no final de uma reunião com o primeiro-ministro, na residência oficial de São Bento, em Lisboa.

O secretário-geral do PS disse ter transmitido esta posição ao primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho.

"E é inaceitável, é imoral e é absolutamente injusto que isso não aconteça. E está apenas na dependência de uma decisão política. Não é necessário dinheiro, basta os Estados-membros tomarem essa decisão política. E se não o fizerem isso revela uma profunda insensibilidade social, eu diria uma profunda insensibilidade humana", considerou.

In DN

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Partido Socialista - Página 3 Empty Deputado socialista Rui Santos defende voto contra do PS em relação ao OE

Mensagem por Joao Ruiz em Qui Out 27, 2011 9:26 am

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«Tsunami ideológico»

Partido Socialista - Página 3 Rui_santos_2010

Deputado socialista Rui Santos defende voto contra do PS em relação ao OE

O deputado socialista Rui Santos, eleito por Vila Real, defendeu hoje o voto contra do PS no «monstro» que considera ser o Orçamento de Estado (OE) para 2012 e que vai atirar Portugal para um «poço sem fundo».

Rui Santos diz que o que separa o PS da maioria PSD/CDS-PP “é um oceano ideológico”. Por isso, defende que o Partido Socialista “tem que dizer não” ao OE para o próximo ano.

A posição de Rui Santos sobre a proposta do Governo de Orçamento do Estado para 2012 foi assumida num artigo de opinião enviado para os órgãos de comunicação social.

O deputado eleito pelo círculo eleitoral de Vila Real acusa a actual maioria PPD/CDS de ter mentido aos portugueses para derrubar José Sócrates e depois ganhar as eleições.

“É que, ao contrário do prometido, vai aumentar os impostos directos e indirectos” e o “corte no subsídio de natal e de férias, os cortes nas pensões dos reformados, os cortes na educação, segurança social e saúde, a liberalização encapotada dos despedimentos, são também realidades que os portugueses vão passar a sentir”.

O socialista acusou ainda o Governo de ter “rasgado o memorando assinado com a troika, de renegociar a sua revisão ignorando a oposição, de construir um OE afrontando o Partido Socialista, o Presidente da República e os sociais-democratas que militam no PPD”.

“Criaram um monstro, o OE -2012, sem procurarem envolver os parceiros sociais, quer os trabalhadores o que era espectável com esta maioria, quer os patrões. Até o Presidente da República foi claro nas críticas a este documento”, salientou o parlamentar.

Rui Santos salientou ainda que, quando “este tsunami ideológico” estiver implementado, Portugal terá “uma dívida pública superior à actual, um desemprego superior a 13,4 por cento, serviços públicos minimalistas, uma pobreza crescente, uma economia em recessão, e sectores estratégicos da economia portuguesa negociados, entregues, vendidos a qualquer preço”.


Lusa, 2011-10-27

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Partido Socialista - Página 3 Empty «Já soma mais austeridade à austeridade da troika»

Mensagem por Joao Ruiz em Sab Out 29, 2011 11:42 am

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Seguro falava aos militantes

Partido Socialista - Página 3 Seguro_bgc

«Já soma mais austeridade à austeridade da troika»

O secretário-geral do PS justificou esta sexta-feira a abstenção do Partido Socialista na votação do orçamento rectificativo por a proposta do Governo já conter medidas com as quais discorda.

Seguro lembrou que o Executivo de Pedro Passo Coelho já apresentou, este ano, duas propostas de orçamento rectificativo e que o PS, «em coerência, votou a favor da primeira e absteve-se hoje».

O Partido Socialista «olhou para o conteúdo das propostas e em função dos nossos compromissos, em particular dos assumidos quando se negociou o memorando com a troika, em coerência, só tinha que ter votado a favor no primeiro rectificativo e abster-se hoje, neste segundo, porque já havia medidas com as quais nós tínhamos estado em desacordo», disse.

O secretário-geral do PS falava, em Bragança, numa reunião com militantes e lembrou que já há uns meses, também nesta cidade, tinha dito que «o País não resolveria os seus problemas, se à austeridade que já decorria da aplicação do memorando da troika, nós somássemos mais austeridade».

António José Seguro reiterou que «o que cria riqueza numa economia é o crescimento económico, são as empresas» e foi por isso que discordou da primeira decisão do Executivo PSD-CDS/PP, o corte de 50 por cento do subsídio de Natal, em 2011.

\"Quando o primeiro-ministro tomou como primeira decisão o lançamento do imposto extraordinário sobre o subsídio de Natal exclusivamente sobre os rendimentos do trabalho e das pensões, e da injustiça que isso revela, eu tive a oportunidade de lhe dizer: «senhor primeiro-ministro escolheu mal, soma mais austeridade à austeridade que já decorre do memorando da troika», afirmou.

O líder do PS insistiu que «é necessário consolidar as contas públicas, mas não pode ser só à custa de medidas que trazem austeridade.

António José Seguro considerou que \"o problema não é nacional, mas também europeu\" e defendeu que \"o importante é dar resposta ao desemprego que grassa na Europa e dar estímulos ao crescimento económico\".

O secretário-geral socialista demarcou-se da política do Governo afirmando ter \"uma visão distinta\" do problema e acrescentando que \"também na Europa existe essa diferença, porque a esmagadora maioria dos governos são conservadores, são governos de direita, que acreditam que é preciso que os países empobreçam para, através desse empobrecimento, gerarem ganhos de competitividade com outras regiões\" do mundo.

\"Honestamente, não acredito que esta seja a solução mais adequada\", declarou


Lusa, 2011-10-29

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Partido Socialista - Página 3 Empty JS de Bragança com novo coordenador

Mensagem por Joao Ruiz em Sab Nov 12, 2011 4:42 pm

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Carlos Rodrigues

JS de Bragança com novo coordenador

Carlos Rodrigues é o novo coordenador da Concelhia da Juventude Socialista de Bragança. Eleito por unanimidade, o jovem socialista quer dar voz a todos os jovens do concelho de Bragança. A criação do Conselho Municipal da Juventude e o aumento do número de militantes são os principais objectivos de Carlos Rodrigues para o próximo mandato. O coordenador da JS quer incentivar os jovens a envolverem-se nas questões políticas.

“Neste momento como objectivo principal temos a implementação do CMJ no concelho. Depois também queremos aumentar o número de militantes e a formação dos mesmos. Achamos que são os pontos fundamentais para que consigamos defender os interesses dos jovens no concelho”, realça Carlos Rodrigues.

O coordenador da JS acusa a Câmara de Bragança de ter uma atitude de resistência no que toca à criação do Conselho Municipal de Juventude. Carlos Rodrigues afirma que os municípios de Mogadouro e Alfândega da Fé já aprovaram a criação destas estruturas, para que os jovens possam ter voz na política local.

“Na altura até já enviámos um comunicado ao presidente da Câmara, mas não tivemos nenhuma resposta. Achamos que é fundamental um CMJ em Bragança, porque ao longo destes anos temos lutado e só através do CMJ é que os jovens do concelho podem ter uma voz activa na participação das políticas municipais. Sinceramente não percebemos o porquê de tanta resistência. Se é um diploma que já foi publicado em 2009, Mogadouro e Alfândega da Fé já aprovaram, e um município como Bragança ainda não tem um CMJ”, lamenta o coordenador da JS.

Envolver mais os jovens na política é um dos objectivos que Carlos Rodrigues quer concretizar durante os próximos dois anos à frente da JS de Bragança.

Brigantia, 2011-11-11
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Partido Socialista - Página 3 Empty PS faz as suas primeiras Jornadas Parlamentares em Bragança

Mensagem por Joao Ruiz em Sex Mar 23, 2012 1:05 pm

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Dias 16 e 17 de Abril

Partido Socialista - Página 3 Logo_ps_cor

PS faz as suas primeiras Jornadas Parlamentares em Bragança

O líder da bancada socialista anunciou hoje que as Jornadas Parlamentares do PS decorrerão em Bragança, entre 16 e 17 de abril, numa declaração em que acusou o Governo de estar «nervoso» com os maus indicadores financeiros.

Em declarações aos jornalistas, Carlos Zorrinho disse que as Jornadas Parlamentares do PS, que serão as primeiras da presente legislatura, terão como tema o \"Crescimento e emprego para vencer a crise\".

\"O PS está muito focado em propor soluções concretas para Portugal vencer a crise, crescer e gerar emprego\", disse, antes de fazer uma crítica ao comportamento do executivo PSD/CDS.

De acordo com o líder parlamentar do PS, nos últimos dias, \"o Governo tem revelados um enorme nervosismo, que só pode ser explicado pelo facto de os indicadores de consolidação orçamental, de crescimento e de emprego mostrarem que as políticas que estão a ser aplicadas não são as mais adequadas\".

\"Gostaria de dizer ao Governo que, quando as coisas não estão a correr bem, a resposta não é atacar a oposição, mas sim fazer as coisas de forma diferente. Com as Jornadas Parlamentares, o PS vai dar mais um contributo propondo soluções\", acrescentou.


Lusa, 2012-03-23

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Partido Socialista - Página 3 Empty PS acusa Câmara do Porto de "desleixo e negligência"

Mensagem por Joao Ruiz em Dom Mar 25, 2012 10:07 am

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PS acusa Câmara do Porto de "desleixo e negligência"

por Lusa
Hoje

O PS Porto acusou hoje a Câmara Municipal de "abandono, desleixo e negligência" em mais de 20 edifícios municipais na zona da Fontinha, defendendo uma "nova política estratégica" para a habitação da cidade.

"O que verificámos é o total abandono, desleixo e negligência da Câmara quanto ao seu próprio património. Isto mina completamente a autoridade moral da autarquia relativamente aos proprietários privados. Se a Câmara não cuida do seu património, como há de impor regras aos privados? Isto exige uma alteração das políticas municipais", defendeu Manuel Pizarro, presidente da Comissão Política Concelhia do PS Porto.

O socialista explicou que o PS se prepara para apresentar "uma nova política estratégica para a habitação no Porto", porque "a atual tem-se revelado um insucesso".

O responsável falava à Lusa no final de uma visita à zona da Fontinha, situada na Baixa da cidade, onde "grande parte dos edifícios e do espaço público se encontram totalmente abandonados".

"Só na rua das Musas há mais de 20 casas municipais parcialmente entaipadas sem que tenham sido limpas no seu interior, constituindo um foco de insalubridade e risco para a saúde pública que prejudica os moradores, os turistas que ali se deslocam por causa das vistas que a zona tem sobre a cidade e as pessoas que ali se deslocam para visitar o atelier de José Rodrigues", descreve Manuel Pizarro.

Para o responsável socialista, esta atitude da Câmara permite perceber por que motivo a centenas de metros, na avenida dos Aliados, "há edifícios degradados e com vidros partidos".

"Estamos a referir-nos à zona da Baixa, que para a atual maioria camarária é considerada uma prioridade em matéria de reabilitação e reabitação urbana. Mas a atual estratégia habitacional da Câmara do Porto falhou. A prova disso é que a cidade perdeu 35 mil habitantes na última década", acusou Manuel Pizarro.

O responsável adiantou ainda que é intenção do PS promover, "na última semana de abril", um "seminário sobre habitação".

O PS iniciou há três semanas um conjunto de visitas a "diferentes componentes do panorama habitacional da cidade", com vista a propor, em abril, a realização de uma reunião extraordinária da autarquia para debater o tema.

In DN

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Partido Socialista - Página 3 Empty Zorrinho cumpre "ações punitivas por ordens de cima"

Mensagem por Joao Ruiz em Qui Abr 05, 2012 4:06 pm

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Zorrinho cumpre "ações punitivas por ordens de cima"

por Lusa
Ontem

Partido Socialista - Página 3 Ng1889410

O deputado socialista José Lello considerou hoje que Carlos Zorrinho está a protagonizar "ações punitivas" na bancada socialista com "angústia existencial", cumprindo ordens "de cima", e que deixou de ter condições para ser líder parlamentar.

José Lello falava aos jornalistas na Assembleia da República, depois de reiterar que a maioria dos membros da direção da bancada socialista, da qual não faz parte, discordou de qualquer procedimento junto da deputada independente Isabel Moreira por ter quebrado a disciplina de voto interna.

"Sou amigo dele e conheço suficientemente o dr. Carlos Zorrinho para saber que ele faz este tipo de ações punitivas com dor e com angústia existencial, porque não está no seu quadro mental e anímico tomar esse tipo de atitudes. Se [Carlos Zorrinho] decide acatar este tipo de orientações é problema dele, mas está a agir mal", afirmou o ex-secretário nacional do PS para as Relações Internacionais.

José Lello manteve a sua tese de que Carlos Zorrinho "não tem grandes condições para continuar [líder parlamentar] do PS" e sugeriu que o presidente da bancada está a cumprir ordens vindas da direção do partido.

"A autonomia do Grupo Parlamentar do PS tem sido menorizada por um quadro de orientações que vem de cima, que vem do além e que Carlos Zorrinho acata com grande dedicação e disciplina. Mas não é assim que funciona um Grupo Parlamentar do PS, que sempre foi uma bancada interveniente e que não se pode alhear da realidade de hoje", disse.

Depois, José Lello fez duras críticas à forma como o PS está a fazer oposição ao Governo.

"O PS tem de fazer uma oposição consciente e não uma oposição sistemática da abstenção e sem alternativas. O PS não está a fazer uma oposição em que os portugueses se revejam com rigor e credibilidade perante um Governo que é um falhanço total", sustentou.

In DN

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Partido Socialista - Página 3 Empty Assis apela ao sentido de responsabilidade e pede mais inclusão internamente

Mensagem por Joao Ruiz em Qui Abr 05, 2012 4:12 pm

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Assis apela ao sentido de responsabilidade e pede mais inclusão internamente

por Lusa
Hoje

O ex-líder parlamentar do PS Francisco Assis fez hoje uma intervenção de apelo ao sentido de responsabilidades das diferentes correntes entre os socialistas e defendeu que a liderança parlamentar deverá ser inclusiva.

A intervenção de Francisco Assis, segundo deputados presentes na reunião do Grupo Parlamentar do PS, a decorrer à porta fechada e que tem a presença do secretário-geral, António José Seguro, foi até agora uma das mais marcantes.

Num recado para os críticos da direção de António José Seguro, que têm colocado em causa a liderança parlamentar de Carlos Zorrinho, Assis apelou para que se respeitem os órgãos representantes dos órgãos "legitimamente eleitos".

A seguir, Assis dirigiu-se a membros da atual direção do PS, frisando que "têm de proteger" o passado recente do partido, ou seja, o período dos governos de José Sócrates.

Francisco Assis deixou ainda um reparo à direção do Grupo Parlamentar do PS, sustentando que tem de assumir uma atitude "mais inclusiva", deixando de andar à procura de "supostas dissidências" internas.

Também o ex-ministro da Economia Vieira da Silva, segundo fonte socialista, referiu que a direção parlamentar poderia estar a ser melhor exercida, embora reconhecendo o atual quadro de dificuldades políticas.

Numa intervenção considerada longa, Vieira da Silva afirmou que há espaço para o PS assumir uma oposição diferente face ao Governo PSD/CDS

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Partido Socialista - Página 3 Empty Seguro afasta voto contra dos socialistas ao Tratado Orçamental da União Europeia

Mensagem por Joao Ruiz em Qui Abr 05, 2012 4:17 pm

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Seguro afasta voto contra dos socialistas ao Tratado Orçamental da União Europeia

por Lusa
Hoje

O secretário-geral do PS afastou hoje a hipótese de os socialistas votarem contra o Tratado Orçamental da União Europeia e vincou perante os deputados que a condução política do partido cabe à Comissão Política Nacional.

Estas posições foram assumidas por António José Seguro na sua intervenção final na reunião com o Grupo Parlamentar do PS, que durou cerca de cinco horas.

Num dos pontos considerados mais relevantes da sua intervenção, Seguro, citado por um deputado socialista, definiu o PS "como um partido responsável e europeu", razões que o levaram a excluir o voto contra o Tratado Orçamental da União Europeia.

Seguro disse mesmo ter a certeza que o PS, se estivesse no Governo, adotaria este princípio perante o Tratado Orçamental da União Europeia, que impõe regras de disciplina financeira aos Estados-membros e é contestado pelo ex-Presidente da República Mário Soares e também pelo ex-candidato presidencial Manuel Alegre.

Perante os deputados, António José Seguro disse que participará em mais reuniões com o Grupo Parlamentar - esta foi a segunda vez em que esteve presente desde que assumiu a liderança - e aproveitou para frisar a quem cabe a coordenação política do PS: à Comissão Política Nacional.

De acordo com fontes da bancada socialista, Seguro disse ainda que assume toda a História do PS, incluindo os últimos seis anos (governos de José Sócrates), mas avisou que não é obrigado a aceitar tudo o que foi feito.

Numa linha diferente, o ex-ministro da Presidência Pedro Silva Pereira foi um dos deputados que defendeu a deputada independente Isabel Moreira, que quebrou a disciplina interna ao votar contra a proposta do Governo de revisão do Código de Trabalho, e considerou necessária "uma alteração climática" na direção do Grupo Parlamentar.

Segundo um dos deputados presentes na reunião, Pedro Silva Pereira recusou a ideia de que há grupos organizados dentro do PS contra as direções do partido e do Grupo Parlamentar e, em contraponto, advogou que há um défice de gestão na diversidade da bancada socialista.

Fontes socialistas referiram ainda que Pedro Silva Pereira considerou insuficiente a oposição feita pelo PS ao Governo e advertiu que a controvérsia em torno do passado (governos de José Sócrates) serve de tabu e enfraquece o combate ao executivo PSD/CDS.

In DN

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Partido Socialista - Página 3 Empty Seguro garante enfrentar quem obstruir a sua direção

Mensagem por Joao Ruiz em Qui Abr 05, 2012 4:22 pm

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Seguro garante enfrentar quem obstruir a sua direção

por Miguel Marujo
Hoje

Partido Socialista - Página 3 Ng1889887

O secretário-geral do PS avisou que há diferenças entre "opinião diferente e obstrução permanente" dentro do seu partido e disse que irá enfrentar quem está a obstruir a ação política da direção.

O líder dos socialistas declarou também que ninguém é obrigado a concordar com a estratégia definida pela direção do seu partido e que já foi sufragada em congresso pelos militantes. "Ninguém é obrigado a concordar, mas todos têm o dever de a respeitar", disse, citado por fonte socialista. "Há muita diferença entre a opinião diferente e a obstrução permanente. Desejo a primeira, enfrentarei a segunda", avisou o líder socialista.

José Lello, cujas declarações recentes tanta polémica provocaram, tentou enfrentar Seguro apontando o facto de no passado o líder dos socialistas já ter votado contra algumas matérias do anterior Governo PS. António José Seguro, segundo fontes contactadas pelo DN, desmentiu o exemplo dado - o tratado de Lisboa - pelo deputado.

Isabel Moreira, a deputada independente na bancada socialista que furou a disciplina de voto no código laboral, afirmou que "está a ser bode expiatório" e "a ser perseguida", mas que "tem contribuído para o grupo parlamentar", segundo disseram fontes socialistas ao DN.

Por sua vez, o líder da bancada, Carlos Zorrinho, numa intervenção breve, apontou o facto do PS ter tido "hoje duas vitórias e muito ruído". "No grupo parlamentar temos diversidade, debate rico e profundo, liberdade e responsabilidade", disse, para depois apontar o dedo a "alguns membros" da bancada que "deveriam travar" o combate no local certo, que é o partido, não o Parlamento.

In DN

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Partido Socialista - Página 3 Empty Isabel Moreira diz estar "como sempre" com José Seguro

Mensagem por Joao Ruiz em Qui Abr 05, 2012 4:30 pm

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Isabel Moreira diz estar "como sempre" com José Seguro

por Lusa
Hoje

Partido Socialista - Página 3 Ng1890609

A deputada independente do PS Isabel Moreira considerou hoje "muito positiva" a reunião do grupo parlamentar, em que disse ter ficado "claro" que não fazia "sentido" ser tratada de forma diferente de outros deputados que violaram a disciplina de voto.

"A reunião foi muito positiva, eu, pessoalmente gostei muito da intervenção do secretário-geral e, como sempre, estou com ele", disse Isabel Moreira aos jornalistas no Parlamento, sublinhando que "do ponto de vista jurídico" não existiu qualquer advertência ao seu comportamento.

A deputada considerou ter ficado "claro da reunião" que não fazia "sentido" que fosse "tratada de forma diferente de outros deputados que já furaram a disciplina de voto e deputados que venham a furar a disciplina de voto".

"Penso que ninguém acredita nessa tese que poderia correr implicitamente para a imprensa de que uma deputada que trabalha arduamente todos os dias para o melhor do grupo parlamentar, para o melhor do partido e, sobretudo, para o melhor do país, por ter votado na especialidade contra dois processos que não constavam do memorando e por ter votado na generalidade contra o Código do Trabalho (que ultrapassa o memorando) é responsável por problemas que eventualmente existam no grupo parlamentar ou na articulação com a direção", argumentou.

"Seria um bocado de mais, eu não tenho peso suficiente para ser a causa de tudo isso, mas penso que a reunião de ontem foi muito positiva e contribuiu para limar algumas arestas que são normais, a necessidade de limar essas arestas é normal num grupo muito grande", acrescentou.

Isabel Moreira sublinhou que, apesar da "sanção pública" ou "política" de uma informação transmitida à imprensa, "do ponto de vista jurídico" não existiu nenhuma advertência, cuja "decisão, fundamentos e votação (sendo a direção do grupo parlamentar um órgão colegial)" requereu na reunião.

A deputada sublinhou que não houve qualquer votação.

"Acho que não passou de uma converseta porque não há nada. Acho que os jornalistas quando leram essa pseudodecisão leram um sms que lhes foi enviado", disse.

"Houve uma sanção pública, isso não há dúvida nenhuma, se aparece nos telejornais que a direção se reuniu a falar sobre o meu caso em particular e não sobre outros casos passados de outras pessoas", referiu, dizendo que "os jornalistas não inventaram nada, alguma coisa lhes chegou aos telemóveis".

In DN

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Partido Socialista - Página 3 Empty Críticas à falta de debate político marcam jornadas do PS

Mensagem por Joao Ruiz em Ter Abr 17, 2012 10:14 am

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Jornadas em Bragança

Críticas à falta de debate político marcam jornadas do PS

Vários deputados confessaram ao Diário Económico que não irão às jornadas em Bragança por considerarem que falta tempo para o debate político no programa.

São as primeiras jornadas parlamentares do reinado de António José Seguro à frente do PS e prometem ser também mais um elemento de tensão entre os deputados socialistas.

O programa e os oradores escolhidos para a reunião de Bragança não agradam a todos e em clima de divisão como o que se vive na bancada rosa, multiplicam-se as críticas à falta de tempo para debate político e de convite a figuras do exterior que enriquecessem a discussão.

Ao que o Diário Económico apurou, válrios parlamentares vão mesmo faltar à reunião, embora tenham preferido não o assumir publicamente. José Lello é um dos que não esconde que os seus planos para hoje e amanhã não passam por Bragança, mas em tom de conciliação admite que \"num momento de dissidências é importante olhar para dentro\" e, por isso, considera que o programa e os temas são \"oportunos\".

As jornadas arrancam sob o tema Crescimento Económico e Emprego, com painéis dedicados à coesão social e territorial, a inovação e competitividade da economia e ao emprego. Mas para alguns a reunião já chega tarde, até porque nestes últimos meses o partido teve \"temas muito mais pertinentes e mais exigentes para colocar na ordem de trabalhos\", desde as leis laborais ao Orçamento Rectificativo, avança um deputado ao Diário Económico.

Outro parlamentar, constata que \"basta olhar para a ordem de trabalhos para perceber que não deixaram tempo para o debate político e, por isso, não vou a Bragança para beneficiar das luzes de colegas com quem estou todos os dias no Parlamento\".


DE, Márcia Galrão, 2012-04-16

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Partido Socialista - Página 3 Empty Sócrates aplaudido e elogiado nas jornadas do PS

Mensagem por Joao Ruiz em Ter Abr 17, 2012 10:19 am

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«Reflexo pavloviano»

Sócrates aplaudido e elogiado nas jornadas do PS

Na abertura das jornadas parlamentares do PS, Mota Andrade pediu uma salva de palmas para José Sócrates, Mário Lino e Paulo Campos pelo trabalho que fizeram para melhorar as acessibilidades a Bragança.

Vice-presidente da bancada socialista e líder do PS/Bragança, Mota Andrade citou parte da letra de uma música dos Xutos e Pontapés que diz que de Lisboa a Bragança são 9 horas de distância. \"Hoje, como todos os deputados que estão aqui verificaram, já não é assim e o tempo de viagem é muito inferior\", disse, antes de pedir \"uma homenagem ao trabalhado desenvolvido pelos anteriores governos socialistas.

\"Reconhecer esse grande trabalho que foi feito pelo Governo do PS, com o anterior primeiro-ministro José Sócrates, com o ministro das Obras Públicas, Mário Lino, e também com o Paulo Campos, que é hoje nosso colega e que teve um papel determinante para que essas estradas fossem construídas e sejam hoje uma realidade no distrito\", continuou.

Também Francisco Assis lembrou o papel de José Sócrates. \"Olhando para alguns analistas, para alguns observadores da vida pública em Portugal, que quando se fala do passado e em particular do principal interveniente desse passado, parece que desligam as suas funções cerebrais e ativam puramente as glandulas salivares num reflexo pavloviano competamente inadmissível\", disse.


Lusa, 2012-04-17

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Partido Socialista - Página 3 Empty Jornadas parlamentares do PS

Mensagem por Joao Ruiz em Ter Abr 17, 2012 10:52 am

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Jornadas parlamentares do PS

Partido Socialista - Página 3 Seguro_2012

Seguro hoje em Bragança com propostas para desagravar tarifas da energia a empresas e famílias

O secretário-geral socialista, António José Seguro, encerra hoje em Bragança as jornadas parlamentares do PS, devendo anunciar propostas de corte das rendas no setor da energia para desagravar custos às empresas e às famílias.

As medidas alternativas que deverão ser apresentadas por António José Seguro coincidem com o último dia do prazo para a apresentação de propostas de alteração ao Orçamento Retificativo na Assembleia da República e surgem um dia depois do anúncio do aumento do gás natural.

Desde que foi eleito secretário-geral do PS, António José Seguro tem manifestado apreensão face à evolução das tarifas no setor energético e, entre outras medidas, tentou no final do ano passado evitar a antecipação do aumento do IVA da eletricidade, defendendo em contraponto cortes ao nível da co-geração.

António José Seguro encerra também as Jornadas Parlamentares do PS em Bragança num momento em que acentua as suas críticas às opções económicas do Governo, que diz agravarem desigualdades sociais em Portugal.

\"Quem pode investir na criação de uma empresa no interior do país quando todos os dias há notícias de que nestas regiões vão encerrar serviços públicos? Que quadros superiores aceitam deslocar-se para o interior se não tiverem acesso a serviços indispensáveis\", questionou António José Seguro na segunda-feira em Vinhais, município cujo tribunal poderá encerrar a prazo.

Dedicadas aos temas do crescimento económico e do emprego, o secretário-geral do PS tem aproveitado as jornadas parlamentares do seu partido para criticar decisões do Governo em áreas como a saúde, a segurança social ou a justiça.

Numa visita à Câmara Municipal de Vinhais, António José Seguro contrapôs à solução de encerramento dos tribunais a possibilidade de serem os magistrados a deslocarem-se por vários concelhos para realizarem os seus julgamentos.

Na mesma ocasião, Seguro considerou inaceitável a existência de crescentes dificuldades nos acessos a cuidados primários de saúde nas zonas mais despovoadas do país e reiterou a sua oposição à extinção de freguesias em áreas rurais.

Ainda em relação a alguma reformas em curso, o secretário-geral do PS exigiu explicações ao Governo sobre rumores de que há um crescente desequilíbrio entre receitas e despesas na Segurança Social - desequilíbrio financeiro que em última instância poderá justificar medidas como a suspensão das reformas antecipadas ou notícias sobre a introdução de um plafonamento nas contribuições para o sistema público.

Antes do discurso de encerramento, o ex-ministro da Economia Vieira da Silva e o ex-presidente do AICEP e atual vice-presidente da bancada socialista Basílio Horta são os oradores de um painel dedicado ao tema da \"Inovação e internacionalização da economia\".

Em debate estará ainda a questão da coesão territorial com intervenções dos presidentes das câmaras de Torres de Moncorvo, Aires Ferreira, e de Alfandega da Fé, Berta Nunes.

Lusa, 2012-04-17

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Partido Socialista - Página 3 Empty Líderança do PS vai a votos em dia de aniversário

Mensagem por Joao Ruiz em Sab Jan 26, 2013 8:49 am

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Líderança do PS vai a votos em dia de aniversário

por João Pedro Henriques
Hoje

Partido Socialista - Página 3 Ng2347324
Mesa da comissão nacional do PS (em setembro de 2011) Fotografia © Henriques da Cunha/Global Imagens

A comissão nacional do PS, convocada ontem à noite para 10 de Fevereiro, vai marcar o próximo processo eleitoral interno no PS para abril, sendo que a data mais provável para se iniciar a eleição direta do secretário-geral será 19 de abril - dia em que o partido celebra 40 anos de existência.

A reunião deste órgão foi anunciada hoje de madrugada, pouco depois da meia-noite. A pedido da direção do partido, a Comissão Nacional (CN, órgão máximo entre congressos) foi convocada para 10 de fevereiro pela presidente do PS, Maria de Belém.

Compete à CN estabelecer o calendário das eleições diretas do secretário-geral do partido e do congresso que se lhe seguirá, para eleição dos órgãos nacionais.

Para terça-feira está convocada uma reunião de um outro órgão do PS, a Comissão Política Nacional (CPN).

Pano de fundo de toda a agitação interna no PS é a possibilidade de António Costa se candidatar a secretário-geral contra o atual líder, António José Seguro.

In DN

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Partido Socialista - Página 3 Empty Militantes socialistas criticam discurso de Cavaco Silva

Mensagem por Joao Ruiz em Sab Abr 27, 2013 9:03 am

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Militantes socialistas criticam discurso de Cavaco Silva

por Lusa, texto editado por Sofia Fonseca
Ontem

À chegada para o XIX Congresso Nacional do PS, que decorre até domingo em Santa Maria da Feira, vários militantes socialistas manifestaram-se hoje contra o discurso de Cavaco Silva na sessão solene de comemoração do 25 de Abril.

A presidente do PS, Maria de Belém, defendeu que o Presidente da República criou uma "situação perigosa do desamparo", tendo reduzido o seu "espaço de intervenção" na construção de consensos entre os partidos. "Portugal é hoje um país angustiado e perante esta situação a intervenção de ontem [quinta-feira] do senhor Presidente da República na celebração de Abril criou a tal situação perigosa do desamparo ao assumir-se como um 'primus inter pares' no âmbito da maioria, reduziu o seu espaço de intervenção à construção de consensos entre os partidos que a integram", criticou.

O presidente honorário do PS, Almeida Santos, defendeu que Cavaco Silva "esqueceu-se de fazer algumas críticas a quem governa, porque neste momento o país tem mais razões de queixa de quem governa do que da oposição".

"O senhor Presidente da República ontem [quinta-feira] proferiu um discurso que o país não estava à espera e agora a crítica nos próximos dias vai revelar isso mesmo", disse. Questionado se o chefe de Estado fez um discurso de fação, o fundador do PS devolveu a pergunta: "Se não foi de fação então de que é?".

"Toda a gente ficou surpreendida, metade do parlamento não bateu palmas, que é uma coisa rara no 25 de Abril, portanto ontem o senhor Presidente colou-se a uma fação, é verdade isso, coisa que não tinha ainda feito", acrescentou.

João Proença, ex-secretário geral da UGT, disse ter visto esse discurso "com alguma preocupação". "Acho que tinha uma mensagem subjacente mas foi extremamente mal expressa e acabou por ser um claro apoio ao Governo e não um claro apoio à mudança de políticas, que eu acho que é o que deveria estar implícito no discurso", disse. Na opinião de João Proença, o Presidente está a apoiar o Governo de uma maneira "um bocado excessiva porque devia ser o Presidente de todos os portugueses". "Hoje, cada vez mais, o país precisa do PS enquanto alternativa ao Governo e sobretudo da mensagem do PS, das alternativas que oferece em termos das políticas", defendeu.

Já o ex-ministro da Justiça Alberto Martins considerou que Cavaco Silva "ou é um árbitro e um moderador e um equilibrador das tensões institucionais ou, se quer abandonar essa posição, não serve realmente a função para a qual foi eleito pelos portugueses". "O Presidente da República, politicamente, apoiou o Governo e sustentou as posições do Governo. Deve ser imparcial, isento, equidistante para cumprir as suas funções institucionais de árbitro e moderador. Deu um passo num sentido que o distancia dessa condição", enfatizou.

O vice-presidente da bancada parlamentar do PS José Junqueiro garantiu que o discurso de Cavaco Silva não condicionou o debate dentro do PS mas sim "o próprio Presidente da República". "Como diz o Dr. Pacheco Pereira, o Presidente da República deve ser um pontífice para fazer pontes. Ele não fez pontes e colocou-se do lado do problema, que é o Governo e que é a 'troika'. Aliás, como se sabe, há dois anos ele já se tinha colocado do lado das agências de 'rating'. Só quando mudou o Governo é que começou a criticar as agências de 'rating'", criticou.

Já o líder da bancada parlamentar do PS, Carlos Zorrinho, afirmou que o discurso do chefe de Estado "foi muito clarificador" e que "ficou claro que a maioria de direita e o Presidente da República defendem para Portugal medidas que são medidas de continuação da austeridade". "Os portugueses esperam de nós que nós estejamos à altura deste momento, ou seja, sermos o partido da esperança contra a grande desilusão que foi a coligação reforçada ontem [quinta-feira] entre o Governo e o senhor Presidente da República", sublinhou.

O dirigente socialista António Costa considerou que o Presidente da República teve "uma evolução de pensamento e de postura" desde o encontro com o primeiro-ministro e Vítor Gaspar, após o 'chumbo' do Tribunal Constitucional. O autarca de Lisboa começou por remeter os jornalistas para o que tinha dito na véspera no programa "Quadratura do Círculo", na SIC Notícias, em que disse ter dúvidas sobre o que se passou no encontro entre os três, a 6 de abril, um dia depois do 'chumbo' do Tribunal Constitucional a quatro normas orçamentais.

"Desde esse encontro para cá houve uma evolução no pensamento, na postura do senhor Presidente da República. Tendo a atribuir a esse encontro uma explicação para essa mudança, como essa mudança não foi explicada eu tenho curiosidade, mas essa curiosidade não é exclusivamente minha", afirmou.

Depois dessa audiência em Belém, Cavaco Silva reiterou "o entendimento de que o Governo dispõe de condições para cumprir o mandato democrático".

In DN

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Partido Socialista - Página 3 Empty PSD exige desculpas por causa de comentário de Galamba

Mensagem por Joao Ruiz em Sab Abr 27, 2013 9:34 am

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PSD exige desculpas por causa de comentário de Galamba

por Lusa, texto editado por Sofia Fonseca
Ontem

O PSD exigiu hoje um "pedido de desculpas formal" do PS pelas declarações "de falta de respeito pessoal e institucional" que um "destacado deputado" socialista fez a propósito da mensagem de Cavaco Silva de 25 de abril.

Em causa estão declarações de João Galamba, deputado do Partido Socialista que, sobre a mensagem do chefe de Estado, escreveu quinta-feira na sua conta pessoal no Twitter: "Cavaco quer cumprir o tratado orçamental mas queixa-se da austeridade generalizada em toda a Europa. É oficial: endoidou." Galamba escreveu ainda que foi um "discurso miserável de um miserável Presidente. Que vergonha".

Para o PSD estas declarações "são de falta de respeito pessoal e institucional pelo senhor Presidente da República", pelo que, através da vice-presidente Francisca Almeida, "merecem um pedido de desculpa do próprio e do Partido Socialista, um pedido de desculpas formal que esperamos que aconteça, se não antes, pelo menos no decurso deste congresso".

Lembrando a mensagem de Cavaco Silva durante as comemorações do 25 de abril, nas quais o Presidente da República pediu "consenso político", a deputada deixou o desejo do PSD que os trabalhos no congresso socialista que hoje arranca decorram "da melhor forma possível" e "sob o signo desse consenso".

"O que não gostávamos de facto (...) de ver neste congresso do PS seriam declarações como as que ontem vimos de um destacado deputado do PS, a propósito da mensagem do senhor presidente da República. Declarações que consideramos que são elas próprias a negação daquele que é o espírito do 25 de abril, de tolerância e de democracia", frisou Francisca Almeida.

Almeida Santos, vice-presidente do PS, comentou hoje, à chegada ao congresso do PS, em Santa Maria da Feira, as declarações de João Galamba e defendeu que a expressão usada pelo deputado socialista no Twitter, "endoidou", "não é uma expressão que deva ser usada em relação a um Presidente da República". No entanto, realçou que "cada um é livre de usar as expressões que lhe convém ou que lhe interessa para caracterizar uma situação ou mesmo uma pessoa".

In DN

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Partido Socialista - Página 3 Empty João Galamba diz que Cavaco é que deve pedir desculpas

Mensagem por Joao Ruiz em Sab Abr 27, 2013 9:38 am

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João Galamba diz que Cavaco é que deve pedir desculpas

por Lusa, texto publicado por Sofia Fonseca
Ontem

O deputado socialista João Galamba recusou hoje pedir desculpas por ter escrito que o Presidente da República "endoidou" e considerou que é Cavaco Silva quem deve um pedido de desculpas pelo seu recente discurso no 25 de Abril.

João Galamba falava à agência Lusa, depois de o PSD, por intermédio da deputada Francisca Almeida, ter exigido um "pedido de desculpas formal" do PS pelas declarações "de falta de respeito pessoal e institucional" que um "destacado deputado" socialista [João Galamba] fez a propósito do discurso proferido por Cavaco Silva na sessão solene do 25 de abril na Assembleia da República.

"São declarações que consideramos que de falta de respeito pessoal e institucional pelo senhor Presidente da República e que cremos que merecem um pedido de desculpa do próprio e do PP, um pedido de desculpas formal que esperamos que aconteça, se não antes, pelo menos no decurso deste congresso", afirmou Francisca Almeida, vice-presidente do grupo parlamentar do PSD.

"Quem deve um pedido de desculpas é o Presidente da República, que quinta-feira insultou os portugueses, a democracia e o 25 de Abril de 1974. O que fez na quinta-feira no Parlamento foi de uma enorme gravidade, porque no dia em que se celebra a libertação de um povo de uma ditadura, em que se celebra a soberania democrática e liberdade, o mais alto magistrado da não disse no Parlamento, a casa da democracia, que as eleições deixaram de ter qualquer relevância", declarou.

Confrontado com os protestos por ter usado a palavra "endoidou" para caracterizar a intervenção do chefe de Estado, João Galamba disse que usou essa expressão "no twitter e no Facebook".

"Usei essa expressão porque o Presidente da República afirmou uma coisa contraditória: Que era preciso cumprir integralmente o Tratado Orçamental da União Europeia, mas também era preciso combater a austeridade, o que é uma contradição. Endoidou pode não ter sido a expressão mais feliz do mundo, mas foi dita num contexto muito especial, nas redes sociais. O ponto grave não foi essa expressão, mas o discurso do Presidente da República", justificou.

In DN

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Partido Socialista - Página 3 Empty Discurso de Seguro põe militantes a apupar Cavaco

Mensagem por Joao Ruiz em Sab Abr 27, 2013 9:49 am

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Discurso de Seguro põe militantes a apupar Cavaco

por João Pedro Henriques/Miguel Marujo
Ontem


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António José Seguro discursa no congresso Fotografia ©️ Fábio Poço / Global Imagens

António José Seguro pôs os participantes no XIX congresso do PS, em Santa Maria da Feira, a apupar o Presidente da República, depois de o acusar de ter prestado à democracia "o pior serviço" que podia prestar: "o da descrença na capacidade do povo para criar soluções para os problemas com que está confrontado" porque "em democracia há sempre soluções".

Referindo explicitamente o Presidente da República, o líder do PS denunciou o seu "erro maior" no discurso do 25 de abril: "O erro de negar a esperança e a evidência de que há um caminho alternativo para sairmos da crise." E foi nesta altura que os militantes apuparam o chefe do Estado - alvo, antes dos trabalhos se iniciarem, de vários comentários críticos por vários dirigentes.

"Erram aqueles que negam ao nosso país o direito a poderemos acreditar que há um caminho diferente do prosseguido por este Governo para encarar e resolver os problemas nacionais. O caminho desta austeridade a qualquer preço é o caminho da recessão sem solução, do desemprego sem esperança, da submissão sem ambição", disse ainda.

Seguro aproveitou também a ocasião para tornar mais claro do que nunca de que só com um recuo do Governo sobre as políticas de austeridade é que poderá aceitar "consensos" sobre políticas de crescimento. "Não nos peçam para fazermos consensos com um Governo que defende e aplica uma política de austeridade, à qual nos opomos. Não nos peçam para fazer consensos com um Governo que aplica uma política de empobrecimento contra a qual estamos em absoluto desacordo."

Insistiu, ao mesmo tempo, na ideia de que nunca aceitará formar Governo sem eleições. "Não nos peçam para fazer consensos com um Governo que está esgotado, que já não tem a energia, nem a credibilidade indispensáveis para mobilizar o nosso país. E também por isto, não nos peçam para irmos para o Governo. Quero reafirmar perante vós que o PS só voltará ao governo por vontade dos portugueses."

Contrariando as teses defendidas a abrir o congresso por Pedro Nuno Santos - líder do PS de Aveiro, anfitrião da reunião máxima dos socialistas -, Seguro insistiu também em explicitar que a sua política de alianças pós eleitorais não exclui setores políticos à direita do PS.

O partido - disse - é o único que está em condições de "liderar" um "novo consenso" e isso será feito "através de uma alternativa política responsável, aberta à participação de todos os progressistas, humanistas, sociais-democratas, democratas cristãos, que não se conformam, nem se resignam com a situação a que o nosso país chegou".

Num discurso que apresentou como sendo originalmente virado para fora - a tradição seria no primeiro discurso do congresso falar para o interior do partido -, o secretário-geral do PS prometeu lançar um Pacto do Emprego, desafiando os outros partidos e os parceiros sociais. Objetivos: reduzir para metade o desemprego jovem até 2020; e aumentar a Taxa de Emprego nacional para mais de 70% (da população ativa 20-64 anos), no mesmo horizonte temporal.

Seja como for, não deixou de falar para dentro, sublinhando que conta com a colaboração de dois dirigentes que foram seus adversários no congresso de há dois anos. "Conto com o António Costa e saúdo o teu valioso contributo para o reforço da unidade do nosso PS", disse.

Acrescentando: "Conto com o Francisco Assis, a quem envio um abraço amigo. Como sabem, no último Congresso, fomos adversários leais. Desde então, em particular nos momentos mais difíceis, senti-te sempre ao meu lado. Uma atitude que não esquecerei. Hoje estamos aqui, unidos, para reafirmar o nosso compromisso para melhor servir o nosso país"."Convosco, António e Francisco, o PS não fica apenas mais unido, fica mais forte", concluiu.

In DN

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Partido Socialista - Página 3 Empty Seguro responderá a carta do Governo "para a semana"

Mensagem por Joao Ruiz em Sab Abr 27, 2013 10:02 am

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Seguro responderá a carta do Governo "para a semana"

por Lusa
Hoje

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Fotografia © Pedro Correia - Global Imagens

O secretário-geral do PS, António José Seguro, garantiu hoje que "todas as cartas têm resposta" e que a última que recebeu do Governo será respondida "para a semana".

De acordo com a edição de hoje do semanário Expresso, a carta assinada pelo novo ministro adjunto, Miguel Poiares Maduro, chegou à sede do PS na quarta-feira para um novo encontro de trabalho na próxima semana.

"Nós recebemos uma carta com o objetivo de nos entregar um documento e de haver várias reuniões com os partidos. Essa carta terá resposta", respondeu Seguro à chegada do segundo dia do XIX Congresso Nacional do PS, em Santa Maria de Feira.

O secretário-geral do PS foi perentório: "Todas as cartas têm resposta e portanto para a semana haverá uma resposta a essa carta".

Seguro garantiu ainda que "o destinatário da resposta será o primeiro a saber" a posição do PS.

Sobre a notícia avançada por Expresso e i, nas suas edições online, de que o Conselho de Ministros de sexta-feira teria decorrido num clima de grande tensão entre os ministros, Seguro respondeu apenas ver "com muita preocupação" este facto.

Perante a insistência dos jornalistas, o líder socialista remeteu para aquilo que disse na abertura do congresso "sobre consensos".

Na sexta-feira, no seu discurso de abertura no Congresso, o líder do PS rejeitou consensos de médio prazo com o executivo e sublinhou que "a alternativa é tão valiosa quanto o consenso".

Seguro, que foi interrogado diversas vezes pelos jornalistas, seguiu o seu caminho depois de dar estas respostas sem acrescentar mais nada, entre inúmeras câmaras e cabos, pedindo para que o deixassem passar para acompanhar o "amigo Martin Schulz".

In DN

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Partido Socialista - Página 3 Empty Laranjeiro diz que há descordenação política no Governo

Mensagem por Joao Ruiz em Sab Abr 27, 2013 10:08 am

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Laranjeiro diz que há descordenação política no Governo

por Lusa
Hoje

O secretário nacional do PS para a organização, Miguel Laranjeiro, afirmou hoje que começam a existir sinais de descoordenação no interior do Governo, frisando que é o primeiro-ministro o primeiro responsável pela coordenação política.

Miguel Laranjeiro falava aos jornalistas à entrada para o segundo dia de trabalhos do XIX Congresso Nacional do PS, que decorre até domingo em Santa Maria da Feira.

Interrogado pelos jornalistas sobre alegadas divergências existentes no interior do Governo a propósito da elaboração do Documento de Estratégia Orçamental, o secretário nacional do PS para a organização afirmou desconhecê-las, mas deixou uma observação: "É uma situação que, a existir, preocupa o Governo".

"O primeiro-ministro é o primeiro responsável pela coordenação política do Governo. Parece que no Governo não há coordenação política", afirmou.

Questionado se os socialistas recusam em definitivo qualquer possibilidade de consenso com o Governo PSD/CDS, o dirigente socialista disse que o PS recusa o tipo de "consenso que foi posto em cima da mesa" pelo executivo, "porque é desde logo um falso consenso".

"Os consensos não se anunciam, constroem-se. O Governo está a meio do seu mandato, já passaram quase dois anos e só agora é que se lembrou do PS, só agora descobriu que há outras visões e outros caminhos para Portugal", acrescentou.


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Partido Socialista - Página 3 Empty Silva Pereira diz que Governo está a "encenar diálogo"

Mensagem por Joao Ruiz em Sab Abr 27, 2013 10:11 am

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Silva Pereira diz que Governo está a "encenar diálogo"

por Lusa
Hoje

O socialista Pedro Silva Pereira criticou hoje o Governo por marcar uma conferência de imprensa para a abertura do congresso do PS e disse que isso "não é próprio de quem quer consensos", mas "encenar um diálogo".

"Quando o primeiro-ministro, no dia da abertura do congresso do PS, convoca uma conferência de imprensa à mesma hora discurso de abertura do secretário-geral para fazer acusações ao PS isso não é próprio de quem quer um consenso", afirmou o antigo ministro da Presidência dos dois governos liderados por José Sócrates.

O dirigente do PS falava aos jornalistas à chegada ao XIX Congresso do PS, no Europarque, em Santa Maria da Feira, a propósito da conferência de imprensa de sexta-feira do Governo, onde a secretária de Estado do Tesouro, Maria Luís Albuquerque, afirmou que os contratos financeiros de alto risco feitos por empresas públicas foram feitos durante o anterior Governo do PS, liderado por José Sócrates.

Para Pedro Silva Pereira, ministro da Presidência desse executivo, essas são "acusações graves dirigidas ao PS" e "isso não é próprio de quem quer realmente um consenso".

O deputado do PS afirmou também que as posições do primeiro-ministro revelam que não há vontade de alcançar consensos com os socialistas e criticou o executivo PSD/CDS-PP por não partilhar documentos essenciais no plano orçamental.

"Quando [o primeiro-ministro] escreve uma carta para uma discussão na próxima semana e continua a não partilhar com o PS o documento de estratégia orçamental que se prepara para aprovar na terça-feira de manhã, isso não é próprio de quem quer um consenso", assinalou.

Para Silva Pereira, é preciso "perceber realmente o que está a acontecer e até que ponto é genuína esta vontade de consenso".

"O primeiro-ministro escreveu já anteriormente ao secretário-geral do PS dizendo que queria discutir com ele alguns aspetos importantes da governação com uma condição, que não fosse renegociado o memorando e as metas orçamentais, ora, excluindo a proposta central do PS para travar as políticas de austeridade, é evidente que o Governo está a dizer ao mesmo tempo que quer falar mas não quer consenso", disse.

O ex-ministro socialista frisou que o PS se mantém disponível para dialogar com o Governo, mas não para "que se crie uma encenação de um diálogo e de um consenso que realmente não corresponde à realidade".

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Partido Socialista - Página 3 Empty Eurico Dias acusa Governo de aceitar "estigma do devedor"

Mensagem por Joao Ruiz em Sab Abr 27, 2013 10:31 am

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Eurico Dias acusa Governo de aceitar "estigma do devedor"

por Lusa
Hoje

O dirigente socialista Eurico Dias acusou hoje o Governo de aceitar passivamente o estigma do país devedor, enquanto o líder do PS/Porto considerou que Seguro reforçou a sua autoridade política nos últimos dois anos.

António José Seguro escolheu para apresentar a sua moção de estratégia, a única em debate no XIX Congresso Nacional do PS, Eurico Brilhante Dias, membro do Secretariado Nacional e porta-voz da direção para os assuntos económicos, e o líder do PS/Porto, José Luís Carneiro.

Eurico Brilhante Dias fez um discurso de caráter ideológico, apresentando uma análise da atual conjuntura económica e financeira nacional e da União Europeia, enquanto o líder do PS/Porto debruçou-se em parte sobre a forma como António José Seguro exerceu o cargo de secretário-geral e sobre a situação das autarquias.

"O problema central de Portugal não é a sua dívida e muito menos o seu défice orçamental. A questão central é o diferencial de competitividade face aos países do norte da Europa, numa área monetária que concorre com o dólar norte-americano e que limita o seu potencial de crescimento, de criação de emprego, num quadro de concorrência internacional", sustentou o dirigente socialista.

Para Eurico Brilhante Dias, Portugal "deve retomar" um caminho de ajustamento competitivo da economia, através da qualificação de pessoas e empresas.

"Esse caminho de ajustamento competitivo deve fazer-se com base no aumento do valor acrescentado dos bens transacionáveis nos mercados internacionais e da criação de postos de trabalho qualificados. Só assim, sublinho só assim, faz sentido continuarmos - como queremos continuar - como membros de uma área monetária forte, caso do euro", salientou.

Num discurso muito crítico em relação ao modelo de autorregulação e de segmentação dos mercados financeiros, Eurico Brilhante Dias considerou que a União Europeia deixou-se "sequestrar pelos interesses nacionais e pela discussão entre credores e devedores".

"A culpa dos países do sul, dos mais frágeis, parece ser um estigma aceite pela direita portuguesa de Passos Coelho de Paulo Portas, que se traduzirá inevitavelmente num empobrecimento, sobretudo dos mais frágeis e jovens. Portugal não viveu acima das suas possibilidades", apontou.

Neste contexto, Eurico Dias falou na impossibilidade de haver crescimento ou emprego a prazo "sem uma nova geração de procura" interna na União Europeia, com o Banco Central Europeu a assumir-se como "prestamista de último recurso"

Já José Luís Carneiro recebeu um forte aplauso quando reiterou a oposição do PS à privatização da empresa Águas de Portugal, "um bem público essencial", e acusou as forças que suportam o Governo de estarem apostadas na "desestruturação dos serviços do Estado".

"Veja-se o ataque ao poder local democrático, todos os dias fustigado por medidas que o desvaloriza", disse.

José Luís Carneiro referiu-se também aos últimos dois anos de mandato de António José Seguro como secretário-geral do PS.

"O nosso secretário-geral é o nosso candidato a primeiro-ministro. Ele interpreta uma liderança democrática, plural e dá garantias que a sua autoridade política está reforçada. Seguro tem uma cultura de transparência e de prestação de contas, dimensões fundamentais para que os cidadãos se reencontrem com a política e com os partidos", defendeu o líder da maior federação socialista do país.

In DN

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Partido Socialista - Página 3 Empty Edite Estrela defende alianças à esquerda

Mensagem por Joao Ruiz em Sab Abr 27, 2013 10:37 am

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Edite Estrela defende alianças à esquerda

por Lusa
Hoje

A socialista Edite Estrela afirmou hoje que o PS deve procurar preferencialmente alianças à esquerda para um governo maioritário, porque o país exige soluções de amplo apoio e tem "um Presidente fragilizado que em vez de unir divide"

Numa intervenção durante o XIX Congresso do PS, em Santa Maria da Feira, a eurodeputada do PS apontou críticas ao rumo da União Europeia e defendeu Martin Schulz, o atual presidente do Parlamento Europeu para suceder a Durão Barroso à frente da Comissão Europeia.

"É evidente que todos somos a favor de uma aliança com a esquerda preferencial, mas é preciso que os outros partidos estejam disponíveis, a resposta do BE e do PCP ao convite de António Costa em Lisboa não prenuncia nenhuma possibilidade de entendimento", afirmou.

Edite Estrela lamentou que "a esquerda portuguesa esteja tão dividida e que só a direita se consiga unir", mas defendeu que o PS deve procurar soluções maioritárias de governo.

"Meu caro António José Seguro, um Governo minoritário é que nunca, não só porque a situação exige um amplo apoio parlamentar, mas porque Portugal tem um Presidente da República fragilizado que em vez de unir divide, não promove o consenso mas a desunião como se viu no infeliz discurso do 25 de Abril", criticou.

A socialista afirmou que a política de direita falhou em toda a linha e defendeu que no atual contexto "os portugueses só têm uma solução, mudar de Governo e mudar de políticas".

"Mas só se pode derrubar o Governo se Paulo Portas quiser, é o político mais poderoso do país, só ele pode decidir se e quando cai o Governo", acrescentou.

Em relação ao PS, Edite Estrela advogou que o partido tem "responsabilidade de apresentar propostas claras, concretas e mobilizadoras".

"Não rasgamos o memorando original, mas devemos rasgar os remendos da responsabilidade do Governo, Portugal tem de renegociar a dívida e de exigir condições justas que aliviem os sacrifícios dos portugueses", concluiu

In DN

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Partido Socialista - Página 3 Empty Zorrinho desvaloriza reuniões Passos-Seguro

Mensagem por Joao Ruiz em Sab Abr 27, 2013 10:43 am

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Zorrinho desvaloriza reuniões Passos-Seguro

por João Pedro Henriques
Hoje

O líder da bancada parlamentar do PS não leva muito a sério os convites de Passos Coelho a Seguro para conversar sobre uma agenda para o crescimento.

"Penso que não faz muito sentido fazer essa reuniões. São reuniões vazias quando há claramente um discenso na perspectiva que temos em relação ao futuro de Portugal", afirmou Carlos Zorrinho.

"O Governo quanto mais se afasta do caminho correto, quanto mais se aproxima do naufrágio, quanto mais leva os portugueses para esse naufrágio, mais procura que o PS atire uma bóia de salvação", acrescentou ainda.

António José Seguro já confirmou ter recebido uma carta de Passos Coelho convidando-o para conversar. Disse que responderá na próxima semana mas acrescentando que o primeiro-ministro saberia em primeiro o conteúdo dessa resposta.

Seja como for, ontem, no discurso com que abriu o XIX congresso nacional do PS, em Santa Maria da Feira, deixou claro que seria preciso o Governo desistir da sua agenda de austeridade para o PS aceitar acordos substantivos numa agenda para o crescimento e para o emprego.

"Não nos peçam para fazermos consensos com um Governo que defende e aplica uma política de austeridade, à qual nos opomos", disse Seguro.

In DN

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Partido Socialista - Página 3 Empty Costa diz que há mais Europa para além da troika e de Merkel

Mensagem por Joao Ruiz em Sab Abr 27, 2013 10:56 am

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Costa diz que há mais Europa para além da troika e de Merkel

por Lusa, texto publicado por Sofia Fonseca
Hoje

O presidente da Câmara de Lisboa considerou hoje que há mais Europa para além da "troika" e mais Alemanha para além de Merkel e defendeu a renegociação do memorando para evitar a morte do devedor.

Este segundo dia do XIX Congresso Nacional do PS foi aberto por uma intervenção do presidente do Parlamento Europeu e dirigente social-democrata germânico, Martin Schulz.

Um discurso que serviu depois ao dirigente socialista António Costa para tentar demonstrar a tese de que se impõe a renegociação do memorando da "troika" (Banco Central Europeu, Comissão Europeia e Fundo Monetário Internacional) e que há uma alternativa para Portugal no contexto europeu.

"Ouvimos aqui hoje o nosso camarada Martin Schulz. Há mais Europa para além da 'troika', há mais Alemanha para além de Merkel", disse, recebendo palmas dos congressistas socialistas, numa alusão crítica à atuação da chanceler germânica Ângela Merkel.

No plano europeu, António Costa afirmou que "Portugal não pode capitular na defesa do interesse dos outros" e, pelo contrário, tem de bater-se pela imprescindível renegociação do memorando, alegando que nenhuma das metas propostas foi atingida.

A seguir, Costa argumentou que essa renegociação não só é necessária, como também é muito possível.

"Nenhum credor quer a morte do devedor. Qualquer credor quer que o devedor esteja de boa saúde e produza o rendimento suficiente para sobreviver e para ter o excedente necessário para pagar o que deve", advogou.

Num discurso de caráter programático, o presidente da Câmara de Lisboa defendeu a estabilização da economia, através da recuperação do setor da construção com um plano de reabilitação urbana e através da dinamização do mercado interno com medidas como o aumento do salário mínimo e a redução do IVA da restauração.

António Costa advertiu neste contexto que Portugal tem de negociar e aplicar de forma diferente o próximo programa de fundos comunitários.

Os fundos comunitários, de acordo com a sua conceção, têm de servir de base de investimento e para atacar os problemas estruturais que "minam" a competitividade da economia portuguesa.

Nesse sentido, propôs duas frentes territoriais: uma do litoral com capacidade competitiva no mercado transatlântico, e uma zona fronteiriça com vocação para o mercado ibérico.

"Nesse mercado ibérico, nós não somos interior mas sim centrais, porque estamos no centro do mercado da Península Ibérica. Não há nada mais inteligente do que mobilizarmos os fundos comunitários para um grande programa de empreendedorismo e de empregabilidade, sobretudo dirigida à geração mais qualificada em Portugal", advogou.

Outra ideia apresentada por António Costa relacionou-se com a celebração "de um grande acordo estratégico de concertação", capaz de resolver os impasses políticos (reforma do sistema político), estabilizar o quadro fiscal e assegurar a sustentabilidade do Estado social.

In DN


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Partido Socialista - Página 3 Empty Álvaro Beleza levanta congresso e emociona Seguro

Mensagem por Joao Ruiz em Sab Abr 27, 2013 11:00 am

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Álvaro Beleza levanta congresso e emociona Seguro

por João Pedro Henriques
Hoje

Com elogios que emocionaram o seu "amigo de há 30 anos" António José Seguro, Álvaro Beleza, membro do secretariado nacional, conseguiu fazer levantar em aplausos os participantes do XIX congresso nacional do PS, em Santa Maria da Feira.

"Além de tudo, és uma pessoa extraordinária. Tu sabes somar, sabes unir. Estamos contigo", disse o dirigente socialista.

Álvaro Beleza subiu também ao palco para, como criticar os militantes - dinamizados por João Tiago Silveira - que querem a eleição do candidato do partido a primeiro-ministro eleito também por simpatizantes socialistas - e não apenas por militantes.

"É uma matéria interessante. Mas não neste congresso, não estava agendada", disse, recordando que em 1990 defendeu, com Francisco Assis, a eleição interna dos dirigentes por voto universal dos militantes (as chamadas 'diretas') e a eleição de alguns dos seus candidatos a órgãos externos (autarcas, deputados e candidato a Presidente da República) abertas também a simpatizantes.

Argumentando que "não há nenhum país com primárias abertas a simpatizantes para eleger órgaos dos partido"., Beleza criticou a proposta de João Tiago Silveira - que este havia defendido momentos antes no palco do congresso, dizendo que a falta de apoio da direção não o iria fazer desistir ("isto é mesmo só o início").

E além do mais, acrescentou Álvaro Beleza, os primeiros-ministros podem mudar a meio das legislatura, por vontade dos respetivos partidos, pelo que "no nosso sistema constitucional isso não faz sentido".

In DN

Wink

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