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Mensagem por Joao Ruiz Sab Nov 13, 2010 4:05 pm

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Aung San Suu Kyi foi libertada

por Lusa
Hoje

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A líder da oposição birmanesa, Aung San Suu Kyi, foi libertada hoje após sete anos e meio consecutivos em prisão domiciliária, noticiou a AFP citando um responsável birmanês.

A líder da oposição birmanesa, Aung San Suu Kyi, libertada hoje após ter cumprido uma pena de prisão domiciliária, apelou aos birmaneses para trabalharem em conjunto para o futuro do país.

Aung San Suu Kyi convidou os seus apoiantes para a ouvirem no domingo ao meio-dia (05:30 em Lisboa) na sede do seu partido.

A laureada com o Nobel da Paz em 1991, considerada por muitos birmaneses como a única solução alternativa à junta militar no poder, apareceu sorridente à porta de casa, minutos depois de ter tomado conhecimento da ordem de libertação.

A dirigente, muito aplaudida pelos populares que a aguardavam, dirigiu poucas palavras à multidão e estas foram quase abafadas pelos aplausos.

"Temos de trabalhar juntos, em uníssono", declarou.

"Se quiserem ouvir, venham por favor amanhã ao meio-dia ao gabinete" da Liga Nacional para a Democracia, o partido de Aung San Suu Kyi dissolvido em maio passado por se ter recusado a afastá-la como determinavam as novas leis eleitorais.


Primeiras reacções internacionais
David Cameron

Libertação de Aung San Suu Kyi devia ter ocorrido há mais tempo

O primeiro-ministro britânico, David Cameron, disse hoje que a libertação da opositora birmanesa Aung San Suu Kyi "devia ter ocorrido há mais tempo".

Nicolas Sarkozy

França vai estar "muito atenta" às condições da liberdade de Suu Kyi

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, alertou hoje as autoridades birmanesas contra "qualquer interferência contra a liberdade de movimento e de expressão" da líder da oposição Aung San Suu Kyi, afirmando que "seria inaceitável uma negação dos seus direitos de novo".

Num comunicado divulgado logo após ser conhecida a libertação da Nobel da Paz, o presidente francês congratula-se "que a senhora Aung San Suu Kyi tenha encontrado agora uma liberdade da qual nunca deveria ter sido privada".

Nicolas Sarkozy referiu que "a França está muito atenta às condições em que Aung San Suu Kyi vai desfrutar de sua liberdade recém conquistada", e acrescentou que "qualquer restrição à sua liberdade de movimento e de expressão seria uma negação inaceitável das suas novas funções".

Barak Obama

o presidente dos Estados Unidos da América, Barak Obama, congratula-se com libertação de Aung Suu Kyi e chama-a "minha heroína"

O presidente norte-americano, Barak Obama, congratulou-se hoje com a libertação da líder da oposição birmanesa, a Nobel da Paz Aung San Suu Kyi, apelidando-a de "minha heroína" e reclamando a libertação de todos os presos políticos do país.

Obama disse ainda que, estivesse Suu Kyi presa em sua casa ou no seu país, isso não muda o facto de o movimento que ela representa, a Liga Nacional para a Democracia (LND), ter sido "sistematicamente silenciado" e de lhe ter sido negada a oportunidade de iniciar um processo político que poderia mudar o país.

Durão Barroso

O Presidente da Comissão Europeia pede "total liberdade" de movimentação para Aung San Suu Kyi

José Manuel Durão Barroso, saudou hoje a libertação de Aung San Suu Kyi, pedindo "total liberdade de movimento" para a opositora birmanesa e a libertação de todos os presos políticos.

"Agora é crucial que Aung San Suu Kyi beneficie de total liberdade de movimento e de expressão e possa participar em pleno no processo político do seu país", declarou Durão Barroso, em comunicado.

O presidente da Comissão Europeia apelou também "à libertação incondicional" de todas as pessoas detidas por convicções políticas.

Angela Merkel

A chanceler alemã pede libertação de todos os presos políticos

Angela Merkel, saudou hoje a libertação de Aung Sang Suu Kyi, símbolo da luta pela democracia na Birmânia, e apelou a que sejam libertados "os mais de dois mil outros presos políticos" no país.

"Aung San Suu Kyi é uma figura simbólica no combate mundial em defesa dos direitos humanos. O seu pacifismo e a sua intransigência fizeram dela um modelo", referiu a chanceler.

Ban Ki-moon

O secretário-geral da ONU saúdou libertação de Aung San Suu Kyi

Ban Ki-moon, saudou hoje a libertação da opositora birmanesa Aung San Suu Kyi e apelou à junta militar no poder para libertar todos os presos políticos.

"O secretário-geral espera que não lhe seja imposta nova restrição e exorta as autoridades birmanesas a consolidar o gesto de hoje libertando todos os outros presos políticos", refere um comunicado divulgado por um porta-voz de Ban Ki-moon.

"A democracia e a reconciliação nacional exigem que todos os cidadãos birmaneses sejam livres de participar como querem na vida política do seu país", diz o texto, no qual Ban Ki-moon considera que a dirigente birmanesa é "um exemplo" para o mundo.

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Última edição por Joao Ruiz em Seg Ago 27, 2012 5:36 am, editado 1 vez(es)

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Myanmar (Birmânia) Empty Suu Kyi libertada sem condições

Mensagem por Joao Ruiz Dom Nov 14, 2010 4:10 am

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Suu Kyi libertada sem condições

por ABEL COELHO DE MORAIS
Hoje

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Líder da oposição fará hoje primeira intervenção política. Milhares saudaram o fim da prisão domiciliária.

Figura histórica da oposição e símbolo do combate pela democracia na Birmânia, Aung San Suu Kyi, apareceu finalmente em público, ontem ao final da tarde, no exterior da sua residência em Rangum. Minutos antes, a polícia tinha retirado as barreiras de protecção que cercavam a casa da Nobel da Paz de 1991, enquanto no interior representantes oficiais lhe anunciavam o fim dos 18 meses de prisão domiciliária, a que foi condenada em 2009.

Suu Kyi foi libertada "sem condições", referiu às agências um dirigente do regime militar, a coberto do anonimato. "Ela tem liberdade total", disse aquele responsável. Por seu lado, a televisão oficial anunciou que a oposicionista "obtivera uma amnistia" devido "ao seu bom comportamento".

A decisão do regime birmanês foi recebida com satisfação na generalidade das capitais mundiais, com as ONG de direitos humanos a exigirem a libertação dos restantes presos políticos e apelando ao início de um processo de diálogo entre poder e oposição (ver texto nesta pág.).

Saudada por milhares de pessoas concentradas desde madruga nas imediações da sua residência, foi uma Suu Kyi sorridente que defendeu, na sua primeira intervenção, "a unidade" de toda a oposição no combate pelo futuro da Birmânia.

"Quero dizer-vos que haverá um momento para sairmos à rua. Não permaneçam em silêncio quando esse momento chegar", declarou a líder da oposição, que falou num tom algo emocionado. Perante estas palavras, segundo as agências, os seus partidários, que a saudavam aos gritos e a aplaudiam constantemente, entraram em verdadeiro delírio.

Os apoiantes da LND já se tinham concentrado sexta-feira diante da casa de Suu Kyi na expectativa de uma libertação antecipada, que não sucedeu. Assim, voltaram a convergir logo de madrugada para o mesmo local, muitos envergando camisolas com a efígie da líder histórica da oposição, em que se podia ler "De pé, com Aung San Suu Kyi".

A Nobel da Paz, que antes de se dirigir à multidão colocara no cabelo uma flor lançada a partir da multidão, convocou para hoje uma manifestação junto da sede do seu partido, Liga Nacional para a Democracia, apesar deste estar oficialmente dissolvido depois de se recusar a participar nas eleições legislativas do passado dia 7.

Será na sede do partido sob sua liderança desde 1988 (ver perfil) que irá realizar uma primeira grande intervenção pública. Implicitamente, deixou ontem claro que não tenciona ceder no seu combate pela reconciliação nacional e pela democracia. "Há muitas coisas que tenho para vos dizer, pois há muito tempo que não estamos face a face."

Embora a pena de prisão domiciliária que ontem expirou correspondesse aos últimos 18 meses, na prática, Suu Kyi tem sido forçada, de forma quase permanente, a constantes restrições aos seus movimentos desde 2003. De facto, desde 1990, Suu Kyi apenas esteve em liberdade - e por curtos períodos - cerca de cinco anos.

A intervenção de hoje será determinante para entender qual a estratégia que a Nobel da Paz tenciona seguir face à junta militar, que permanece intransigente na recusa de encetar um diálogo político produtivo com a oposição.

Vista nas capitais europeias e muitas asiáticas, bem como nos EUA, como elemento indispensável para uma alternativa ao regime militar, Suu Kyi, de 65 anos, tem como maior desafio a apresentação de uma estratégia que mantenha a mobilização popular e seja, ao mesmo tempo, aceitável para a junta presidida pelo generalíssimo Than Shwe.

Uma estratégia que não pode iludir o facto do poder militar ter criado um simulacro de legitimidade com as legislativas do dia 7, e de terem decorrido duas décadas sobre a vitória nunca reconhecida da LND nas legislativas de 1990.

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Última edição por Joao Ruiz em Seg Ago 27, 2012 5:31 am, editado 1 vez(es)

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Myanmar (Birmânia) Empty Líder da junta alerta contra potências estrangeiras

Mensagem por Joao Ruiz Ter Jan 04, 2011 10:02 am

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Líder da junta alerta contra potências estrangeiras

por Lusa
Hoje

Myanmar (Birmânia) 150px-Than_Shwe_2010-10-11

O generalíssimo Than Shwe, líder da junta militar da Birmânia, apelou hoje ao país para estar alerta contra tentativas de potências estrangeiras «agressivas» de assumirem o controlo político do país.

"Não é estranho que certos países gananciosos e agressivos estejam desejosos de assumir o controlo de um país geograficamente estratégico como a Birmânia", declarou num texto lido em seu nome a propósito do 63.º aniversário da independência da Birmânia. "Pouco importa que um estrangeiro se declare favorável aos interesses da Birmânia, é apenas um discurso 'açucarado'", adiantou.

A Birmânia, dirigida por sucessivos regimes militares desde 1962, organizou a 07 de novembro as primeiras eleições em 20 anos, criticadas pelo ocidente como uma farsa e ganhas por um partido criado especialmente pela junta para o escrutínio.

A junta utiliza todos os anos o aniversário da independência do império britânico, a 04 de janeiro de 1948, para apelar à população para se manter alerta face às ameaças exteriores.

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Última edição por Joao Ruiz em Seg Ago 27, 2012 5:23 am, editado 1 vez(es)

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Myanmar (Birmânia) Empty Dois mortos e sete feridos em explosão em comboio

Mensagem por Joao Ruiz Qua Maio 18, 2011 4:46 pm

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Dois mortos e sete feridos em explosão em comboio

por Lusa
Hoje

Pelo menos duas pessoas morreram e várias ficaram feridas na Birmânia quando uma bomba explodiu num comboio próximo da capital, Naypyidaw, onde um responsável norte-americano se encontra em visita, disseram fontes oficiais.

"Duas pessoas morreram e sete ficaram feridas", indicou um responsável birmanês, que pediu o anonimato, de acordo com a agência noticiosa francesa AFP. O comboio fazia a ligação entre a antiga capital Rangum e Mandalay (norte). A explosão ocorreu cerca das 16:10 (10:10 em Lisboa) perto da estação de Tatkone, na periferia de Naypyidaw.

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Myanmar (Birmânia) Empty Turista japonesa assassinada, taxista suspeito

Mensagem por Joao Ruiz Qui Set 29, 2011 8:40 am

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Turista japonesa assassinada, taxista suspeito

por lusa
Hoje

Uma turista japonesa foi assassinada na quarta-feira na Birmânia, alegadamente por um motorista de moto-táxi entretanto preso, indicou hoje um responsável do governo birmanês.

Chiharu Shiramatsu, de 31 anos, foi assassinada na quarta-feira junto a Kyaukpadaung, nas proximidades da antiga capital imperial de Bagan, no centro do país, depois de ter pedido um serviço de moto-táxi para visitar a zona.

"Ela foi morta por um motorista de moto-taxi, que tentou violá-la", indicou à AFP um responsável birmanês sob anonimato.

De acordo com as autoridades birmanesas, o suspeito tem 39 anos.

Os crimes violentos com turistas estrangeiros são relativamente raros na Birmânia.

In DN

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Myanmar (Birmânia) Empty Birmânia: Bomba mata dez pessoas

Mensagem por Joao Ruiz Seg Nov 14, 2011 9:11 am

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Birmânia: Bomba mata dez pessoas

por Lusa
Hoje

Pelo menos 10 pessoas morreram na explosão de uma bomba na capital do estado de Kachin, no norte da Birmânia, disseram hoje as autoridades governamentais birmanesas.

A explosão, registada no domingo à noite, na cidade de Myitkyina, causou 23 feridos, incluindo cerca de 15 crianças, de acordo com a agência noticiosa France Presse, citando uma fonte estatal, que pediu o anonimato.

Aparentemente, a explosão não foi intencional e terá ocorrido quando um homem tentava mostrar a outros "como colocar uma bomba", disse a mesma fonte da administração birmanesa, citada pela AFP.

No sábado explodiram outras duas bombas na mesma cidade, sem causar vítimas, noticiou o jornal oficial estatal birmanês New Light of Myanmar.

O país tem registado, nos últimos anos, a explosão de diversas bombas, que as autoridades birmanesas atribuem a grupos no exílio ou a rebeldes das minorias étnicas que reclamam mais autonomia face ao governo birmanês.

Kachin é um dos mais perigosos estados da Birmânia, sendo o palco de um conflito de décadas entre representantes da etnia kachin e as tropas governamentais.

O governo da Birmânia, que quer presidir à Associação dos Estados do Sudeste Asiático (ASEAN, na sigla inglesa) em 2014, tem vindo a tentar algumas tímidas reformas políticas, para reduzir o isolamento.

Desde que Thein Sein, um antigo militar, assumiu o poder no país, em março, na sequência das eleições gerais, o regime birmanês iniciou conversações com a líder da oposição, Aung San Suu Kyi, e congelou a construção de uma grande e polémica barragem financiada pela China, afrontando assim Pequim, um aliado tradicional da Birmânia.

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Myanmar (Birmânia) Empty Suu Kyi poderá viajar em junho

Mensagem por Joao Ruiz Qua Abr 18, 2012 8:51 am

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Suu Kyi poderá viajar em junho

por LN
Hoje

Myanmar (Birmânia) Ng1905302

Zeya TunA líder da oposição birmanesa está disposta a ir a Oslo, o que indica a sua confiança na sinceridade da transição política que os generais estão a tentar no país.

A líder da oposição birmanesa, Aung San Suu Kyi, poderá deslocar-se à Noruega em junho para receber o seu prémio nobel da Paz de 1991. O anúncio da viagem foi feito em Oslo e ainda não foi confirmado pela própria, mas Suu Kyi pediu um passaporte, que por enquanto não lhe foi entregue.

A notícia da possível deslocação a Oslo é um momento de grande simbolismo, já que a dirigente birmanesa foi até agora impossibilitada de se deslocar ao estrangeiro, ou por estar presa ou por temer que o regime militar a forçasse ao exílio.

Entretanto, os EUA anunciaram o fim das sanções que proíbem a exportação de certos serviços financeiros para a Birmânia, o que suaviza as medidas contra o regime ditatorial. A Europa deverá por seu turno anunciar uma redução das suas próprias sanções, estando o processo ligado à continuação da transição.

A situação política na Birmânia melhorou na sequência das eleições de 1 de abril, que para a comunidade internacional funcionaram como um teste à abertura do regime. Aung San Suu Kyi foi eleita para o parlamento, como se esperava, e a sua Liga Nacional para a Democracia (LND) é agora a maior força da oposição, tendo ganho 43 dos 45 lugares do parlamento que foram disputados.

Filha de um general herói da independência, Aung San Suu Kyi liderou a oposição ao regime militar durante duas décadas e meia, tendo o seu partido vencido as eleições legislativas de 1990, o que desencadeou uma longa interrupção do processo democrático. A líder oposicionista ficou a maior parte deste tempo, 15 anos, sob prisão domiciliária.

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Myanmar (Birmânia) Empty Suu Kyi e oposição boicotam entrada no Parlamento

Mensagem por Joao Ruiz Dom Abr 22, 2012 4:14 pm

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Suu Kyi e oposição boicotam entrada no Parlamento

por Lusa
Hoje

Myanmar (Birmânia) Ng1910553

A líder da oposição da Birmânia, Aung San Suu Kyi, e os restantes membros eleitos do seu partido vão boicotar segunda-feira a sessão inaugural do Parlamento por discordarem do juramento.

"É 100 por cento certo que eles não irão comparecer na segunda-feira, mas não temos a certeza em relação aos próximos dias", afirmou hoje o porta-voz da Liga Nacional para a Democracia, Nyan Win.

Estava inicialmente previsto que Aung Suu Kyi e outros 36 membros do principal partido da oposição birmanesa que foram eleitos nas eleições de 01 de abril prestassem juramento para o Parlamento na capital Naypytaw, a 350 quilómetros do norte de Yangon, na segunda-feira.

No entanto, Suu Kyi e os restantes eleitos da oposição mostraram objeções ao juramento que os obriga a "salvaguardar" a constituição promulgada em 2010, redigida pela junta militar já dissolvida que governava o país. A oposição pediu que as palavras fossem alteradas para "respeito" à constituição.

O partido pediu diretamente ao presidente da Birmânia, Thein Sein, para permitir a alteração do juramento, mas até ao momento o presidente, que se encontra em viagem no Japão, ainda não deu uma resposta.

O porta-voz da Liga Nacional para a Democracia rejeitou que esta decisão do partido coloque em causa os seus assentos parlamentares.

"A senhora Aung San Suu Kyi não está a correr um grande risco", afirmou a porta-voz, sublinhando que o presidente já havia permitido ao partido alterar a palavra em causa como pretendiam os deputados quando registaram o partido para concorrer às eleições de 01 de abril, nas quais a Liga Nacional para a Democracia ganhou 43 dos 45 lugares em disputa.

"Nós estamos só a defender os mesmos princípios", garantiu.

Aung Suu Kyi, de 66 anos, prometeu durante a campanha eleitoral tentar fazer alterações à Constituição da Birmânia, incluindo um artigo que permite aos militares nomear 25 por cento dos membros das três câmaras do parlamento.

A Birmânia foi governada por regimes militares entre 1962 e 2010, e actualmente tem um governo pró-militar que venceu as eleições de 07 de novembro, 2010, que o partido de Suu Kyi boicotou.

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Myanmar (Birmânia) Empty Inundações desalojam cerca de 70.000 pessoas

Mensagem por Joao Ruiz Seg Ago 27, 2012 5:20 am

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Inundações desalojam cerca de 70.000 pessoas

por Lusa, publicado por Ricardo Simões Ferreira
Hoje

Inundações na Birmânia obrigaram cerca de 70.000 pessoas a deixarem as suas casas e a procurarem refúgio, informaram hoje as autoridades locais, citadas pela agência AFP.

Segundo o Ministério dos Assuntos Sociais, mais de 68.000 pessoas encontram-se em 308 abrigos.

"Estamos a dar às vítimas a assistência necessária, como arroz e equipamentos de base", indicou o diretor-geral dos Assuntos Sociais, Soe Aung.

As cheias, que na semana passada mataram dois homens em Lashio, no Estado de Shan, já destruíram mais de 54.000 hectares de culturas agrícolas.

O Delta de Irrawaddy, no sudoeste da Birmânia, é a zona mais atingida pelos efeitos das inundações, com as chuvas a serem mais intensas desde o ciclone Nargis, que há quatro anos devastou toda a região, fazendo milhares de mortos e desaparecidos.

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Myanmar (Birmânia) Empty Thein Sein "aceitaria" que Aung Suu Kyi fosse presidente

Mensagem por Joao Ruiz Dom Set 30, 2012 8:09 am

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Thein Sein "aceitaria" que Aung Suu Kyi fosse presidente

por Paula Mourato
Hoje

Myanmar (Birmânia) Ng2143407

O presidente birmanês, Thein Sein, afirmou que não se oporia a que Aung Suu Kyi fosse sua sucessora se fosse essa a vontade do povo, mas sublinhou que não tinha poderes para alterar a Constituição de forma a permitir que a membro da oposição tivesse acesso ao mais alto cargo.

"Depende das pessoas. Se quiserem (Suu Kyi), vou aceitar isso... Trabalhamos juntos. Agora não há nenhum problema entre nós", disse o chefe de Estado em entrevista à BBC.

O partido da líder da oposição, a Liga Nacional para a Democracia, é favorito para as eleições parlamentares de 2015, depois de vencer 43 dos 44 assentos no parlamento, em abril passado.

Mas Suu Kyi é viúva de um britânico e mãe de dois britânicos, o que a impede, segundo a Constituição de 2008, de chegar à presidência.

Thein Sein, lembrou não ter poder para alterar sozinho a Constituição. "Os parlamentares e as pessoas devem aprovar qualquer reforma", sublinhou.

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Myanmar (Birmânia) Empty Novo balanço regista 13 mortos e 40 feridos em sismo

Mensagem por Joao Ruiz Dom Nov 11, 2012 8:25 am

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Novo balanço regista 13 mortos e 40 feridos em sismo

por Lusa, publicado por Aldara Rodrigues
Hoje

Pelo menos 13 pessoas morreram e 40 ficaram feridas em várias localidades, no centro da Birmânia, devido a um forte sismo, seguido de diversas réplicas, indicou hoje a ONG Save The Children.

Pelo menos 13 pessoas morreram e 40 ficaram feridas em várias localidades, no centro da Birmânia, devido a um forte sismo, seguido de diversas réplicas, indicou hoje a ONG Save The Children.

De acordo com a organização não governamental, que dispõe de escritórios na Birmânia, 13 vítimas morreram em quatro localidades próximas do epicentro.

O primeiro sismo, com uma magnitude de 6,6, ocorreu às 07:30 (00:00 em Lisboa) a nove quilómetros de profundidade, a 116 quilómetros de Mandalay e a 130 quilómetros a nordeste de Monywa.

Cerca de 20 minutos depois, registou-se uma réplica de magnitude 5,5, a 81 quilómetros a norte de Mandalay, com 1,3 milhões de habitantes.

O balanço inicial, da imprensa local, referia seis mortos e 20 feridos.

O sismo foi sentido em Banguecoque e em Chiang Mai, na vizinha Tailândia.

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Myanmar (Birmânia) Empty Violência sectária leva à detenção de 35 pessoas

Mensagem por Joao Ruiz Seg Mar 25, 2013 10:31 am

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Violência sectária leva à detenção de 35 pessoas

por Lusa, texto publicado por Paula Mourato
Hoje

Myanmar (Birmânia) Ng2456025
Protestos contra a violência em Myanmar (Birmânia) Fotografia ©️ Reuters

As autoridades da Birmânia detiveram 35 pessoas no âmbito da violência sectária espoletada na região central do país, que causou 32 mortos e cerca de 10 mil deslocados, informou hoje a imprensa local.

As forças de segurança prenderam 18 birmaneses alegadamente vinculados aos distúrbios em Meiktila, localidade onde foram registados distúrbios desde quarta-feira, alegadamente despoletados por uma discussão entre os donos muçulmanos de uma ourivesaria e clientes budistas, segundo fontes oficiais citadas pelo diário estatal "Nova Luz de Myanmar".

As outras 17 pessoas detidas participaram nos distúrbios registados em Yamethin, a cerca de 60 quilómetros de Meiktila, na noite de sábado, incendiando mesquitas e casas de muçulmanos.

O presidente da Birmânia, Thein Sein, declarou na sexta-feira o estado de emergência em algumas zonas da região central do país, na sequência da morte de pelo menos 20 pessoas devido à violência sectária.

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