Dominique Strauss Kahn foi eliminado por ameaçar a elite financeira mundial

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Mensagem por Viriato em Seg Maio 23, 2011 4:31 am

Dominique Strauss Kahn foi eliminado por ameaçar a elite financeira mundial

Posted: 18 May 2011 10:57 AM PDT


Dominique Strauss Kahn foi vítima de uma conspiração construída ao mais alto nível por se ter tornado uma ameaça crescente aos grandes grupos financeiros mundiais. As suas recentes declarações como a necessidade de regular os mercados e as taxas de transacções financeiras, assim como uma distribuição mais equitativa da riqueza, assustaram os que manipulam, especulam e mandam na economia mundial.



Não vale a pena pronunciar-nos sobre a culpa ou inocência pelo crime sexual de que Dominique Strauss Kahn é acusado, os media já o lincharam. De qualquer maneira este caso criminal parece demasiado bem orquestrado para ser verdadeiro, as incongruências são muitas e é difícil acreditar nesta história.



O que interessa aqui salientar é: quem beneficia com a saída de cena de Strauss Kahn?



Convém lembrar que quando em 2007 ele foi designado para ser o patrão do FMI, foi eleito pelo o grupo do clube Bilderberg, do qual faz parte. Na altura, ele não representava qualquer "perigo" para as elites económicas e financeiras mundiais com as quais partilhava as mesmas ideias.



Em 2008, surge a crise financeira mundial e com ela, passados alguns meses, as vozes criticas quanto à culpa da banca mundial e à ao papel permissivo e até colaborante do governo norte-americano. Pouco a pouco, o director do FMI começou a demarcar-se da política seguida pelos seus antecessores e do domínio que os Estados Unidos sempre tiveram no seio da organização.



Ainda no início deste mês, passou despercebido nos media o discurso de Dominique Strauss Kahn. Ele estava agora bem longe do que sempre foi a orientação do FMI. Progressivamente o FMI estava a abandonar parte das suas grandes linhas de orientação: o controlo dos capitais e a flexibilização do emprego. A liberalização das finanças, dos capitais e dos mercados era cada vez mais, aos olhos de Strauss Kahn, a responsável pela proliferação da crise "made in America".



O patrão do FMI mostrava agora nos seus discursos uma via mais "suave" de "ajuda" financeira aos países que dela necessitavam, permitia um desemprego menor e um consumo sustentado, e que portanto não seria necessário recorrer às privatizações desenfreadas que só atrasavam a retoma económica. Claro que os banqueiros mundiais não viam com bons olhos esta mudança, achavam que esta tudo bem como sempre tinha estado, a saber: que a política seguida até então pelo FMI tinha tido os resultados esperados, isto é os lucros dos grandes grupos financeiros estavam garantidos.



Esta reviravolta era bem-vinda para economistas progressistas como Joseph Stiglitz que num recente discurso no Brooklings Institution, poderá ter dado a sentença de morte ao elogiar o trabalho do seu amigo Dominique Strauss Kahn. Nessa reunião Strauss Kahn concluiu dizendo: "Afinal, o emprego e a justiça são as bases da estabilidade e da prosperidade económica, de uma política de estabilidade e da paz. Isto são as bases do mandato do FMI. Esta é a base do nosso programa".



Era impensável o poder financeiro mundial aceitarum tal discurso, o FMI não podia transformar-se numa organização distribuidora de riqueza. Dominique Strauss Kahn tinha-se tornado num problema.



Recentemente tinha declarado: "Ainda só fizemos metade do caminho. temos que reforçar o controlo dos mercados pelos Estados, as políticas globais devem produzir uma melhor distribuição dos rendimentos, os bancos centrais devem limitar a expansão demasiado rápida dos créditos e dos preços imobiliários Progressivamente deve existir um regresso dos mercados ao estado".



A semana passada, Dominique Strauss Kahn, na George Washington University, foi mais longe nas suas declarações: "A mundialização conseguiu muitos resultados...mas ela também um lado sombrio: o fosso cavado entre os ricos e os pobres. Parece evidente que temos que criar uma nova forma de mundialização para impedir que a "mão invisível" dos mercados se torne num "punho invisível"".



Dominique Strauss Kahn assinou aqui a sua sentença de morte, pisou a alinha vermelha, por isso foi armadilhado e esmagado.
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Mensagem por Vitor mango em Seg Maio 23, 2011 5:24 am

Viriato escreveu:Dominique Strauss Kahn foi eliminado por ameaçar a elite financeira mundial

Posted: 18 May 2011 10:57 AM PDT


Dominique Strauss Kahn foi vítima de uma conspiração construída ao mais alto nível por se ter tornado uma ameaça crescente aos grandes grupos financeiros mundiais. As suas recentes declarações como a necessidade de regular os mercados e as taxas de transacções financeiras, assim como uma distribuição mais equitativa da riqueza, assustaram os que manipulam, especulam e mandam na economia mundial.



Não vale a pena pronunciar-nos sobre a culpa ou inocência pelo crime sexual de que Dominique Strauss Kahn é acusado, os media já o lincharam. De qualquer maneira este caso criminal parece demasiado bem orquestrado para ser verdadeiro, as incongruências são muitas e é difícil acreditar nesta história.



O que interessa aqui salientar é: quem beneficia com a saída de cena de Strauss Kahn?



Convém lembrar que quando em 2007 ele foi designado para ser o patrão do FMI, foi eleito pelo o grupo do clube Bilderberg, do qual faz parte. Na altura, ele não representava qualquer "perigo" para as elites económicas e financeiras mundiais com as quais partilhava as mesmas ideias.



Em 2008, surge a crise financeira mundial e com ela, passados alguns meses, as vozes criticas quanto à culpa da banca mundial e à ao papel permissivo e até colaborante do governo norte-americano. Pouco a pouco, o director do FMI começou a demarcar-se da política seguida pelos seus antecessores e do domínio que os Estados Unidos sempre tiveram no seio da organização.



Ainda no início deste mês, passou despercebido nos media o discurso de Dominique Strauss Kahn. Ele estava agora bem longe do que sempre foi a orientação do FMI. Progressivamente o FMI estava a abandonar parte das suas grandes linhas de orientação: o controlo dos capitais e a flexibilização do emprego. A liberalização das finanças, dos capitais e dos mercados era cada vez mais, aos olhos de Strauss Kahn, a responsável pela proliferação da crise "made in America".



O patrão do FMI mostrava agora nos seus discursos uma via mais "suave" de "ajuda" financeira aos países que dela necessitavam, permitia um desemprego menor e um consumo sustentado, e que portanto não seria necessário recorrer às privatizações desenfreadas que só atrasavam a retoma económica. Claro que os banqueiros mundiais não viam com bons olhos esta mudança, achavam que esta tudo bem como sempre tinha estado, a saber: que a política seguida até então pelo FMI tinha tido os resultados esperados, isto é os lucros dos grandes grupos financeiros estavam garantidos.



Esta reviravolta era bem-vinda para economistas progressistas como Joseph Stiglitz que num recente discurso no Brooklings Institution, poderá ter dado a sentença de morte ao elogiar o trabalho do seu amigo Dominique Strauss Kahn. Nessa reunião Strauss Kahn concluiu dizendo: "Afinal, o emprego e a justiça são as bases da estabilidade e da prosperidade económica, de uma política de estabilidade e da paz. Isto são as bases do mandato do FMI. Esta é a base do nosso programa".



Era impensável o poder financeiro mundial aceitarum tal discurso, o FMI não podia transformar-se numa organização distribuidora de riqueza. Dominique Strauss Kahn tinha-se tornado num problema.



Recentemente tinha declarado: "Ainda só fizemos metade do caminho. temos que reforçar o controlo dos mercados pelos Estados, as políticas globais devem produzir uma melhor distribuição dos rendimentos, os bancos centrais devem limitar a expansão demasiado rápida dos créditos e dos preços imobiliários Progressivamente deve existir um regresso dos mercados ao estado".



A semana passada, Dominique Strauss Kahn, na George Washington University, foi mais longe nas suas declarações: "A mundialização conseguiu muitos resultados...mas ela também um lado sombrio: o fosso cavado entre os ricos e os pobres. Parece evidente que temos que criar uma nova forma de mundialização para impedir que a "mão invisível" dos mercados se torne num "punho invisível"".



Dominique Strauss Kahn assinou aqui a sua sentença de morte, pisou a alinha vermelha, por isso foi armadilhado e esmagado.

Viriato
Sou como cheiraram ja ao longo dos seculos anti-Moeda ( logo anti Judiarias )
Neste caso em que o gajo era Judeu e Frances penso exactamente o Oposto
O Lobby Negro nao existia apenas e so o Judeu Irlandes Mafias Italianas e por ai
Acho que o Judeu confiou no lobby para se atirar para a guiniense e
e.... ela berrou por causas varias ...veio a policia e ai funcionou o Lobby Negro em que a policia mantem nos postes a postes negros
E perante a baba e ranho da vitima nenhum negro iria permitir meter o assunto para debaixo da carpete
Avisei e tenho avisado multiplas e miriadas vezes que um dia o POVO POVO apontaria o dedo ao Judeu ...como sucedeu no passado em Todos os paises por onde eles andaram
As razões sao varias
Foi santo Agostinho quem achou que ...bla bla bla e ..bla bla
Obama é negroide e tem que saber ligar com o lobby judaico ...so que no interior dop0 Lobby ha ja serias divisoes estruturais porque o mundo inteiro lecabtou-se perante a propotencia dos falcoes Israelitas
Mais de 187 paises estao prontis para reconhecer os palestianos ...e apenas os USA seguram o veto que neste momento ja abana e treme É praticamente impossivel travar o vento com uma peneira

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Mensagem por Vitor mango em Seg Maio 23, 2011 5:27 am

clube Bilderberg,

Um judeu e onde haja cacau nem a avo reconhece ...e a imagem do lobby judaica esta mesmo de rastos porque o mundo arabe se levantou em peso
Obama perdeu influencia no medio Oriente e outros valores se levantam

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Mensagem por Joao Ruiz em Seg Maio 23, 2011 5:50 am

Vitor mango escreveu:clube Bilderberg,

Um judeu e onde haja cacau nem a avo reconhece ...e a imagem do lobby judaica esta mesmo de rastos porque o mundo arabe se levantou em peso
Obama perdeu influencia no medio Oriente e outros valores se levantam

Espere pela pancada dos "valores" que se levantam no mundo árabe e logo verá o que acontece, que aliás já está a acontecer, a começar pela insegurança, que tem levado milhares a procurar outro tipo de valores, que não esses.

Twisted Evil


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Mensagem por Vitor mango em Seg Maio 23, 2011 6:09 am

Joao Ruiz escreveu:
Vitor mango escreveu:clube Bilderberg,

Um judeu e onde haja cacau nem a avo reconhece ...e a imagem do lobby judaica esta mesmo de rastos porque o mundo arabe se levantou em peso
Obama perdeu influencia no medio Oriente e outros valores se levantam

Espere pela pancada dos "valores" que se levantam no mundo árabe e logo verá o que acontece, que aliás já está a acontecer, a começar pela insegurança, que tem levado milhares a procurar outro tipo de valores, que não esses.

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Dizia-se da RUSSIA o piorinho e dos chineses
Fujam vejam debaixo da cama eles invadem Tudo
Afinal ..tudo é pax amor e fantasia

O mundo esse sim vai pouco a pouco descalçando santos e religiosos porque

PORQUE ???????????????????

O Milagre de fatima no seu inicio para alem dos pastorinhos tinha o SOL a crescer e diom unuir ...que foi visto no ultimo 13
A Ciencia veio explicar o acso pela ciencia
mas a igreja caladinha
kerem que eu explique porque

Meus amigos religiao nao é e nunca foi atrasos de vida medos papoes e fanatismo
Tal como o sexo religiao é outra loiça nada a ver com ...

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