África do Sul

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Mensagem por Joao Ruiz em Seg Abr 05, 2010 4:26 am

Nação Arco-Íris teme um novo conflito racial

por PATRÍCIA VIEGAS
Hoje


Morte de líder da extrema-direita inflama tensões entre brancos e negros.

As autoridades sul-africanas temem que o país esteja à beira de um novo conflito racial, a pouco mais de dois meses do início do Mundial de Futebol.

O clima de tensão agudizou-se no país depois de o controverso líder de um partido extremista branco ter sido assassinado à machadada por dois empregados negros. A versão oficial refere que Eugene Terre'Blanche foi morto no sábado na sua fazenda de Ventersdorp após disputas salariais com os funcionários. A do Movimento de Resistência Africânder (AWB) diz que a acção foi motivada pelo slogan "morte ao boer", que consta de uma música zulu ultimamente promovida por Julius Malema, o líder da juventude do Congresso Nacional Africano (ANC).

"É uma declaração de guerra. Vamos avisar essas nações [presentes no Mundial 2010] que estão a mandar as suas selecções para uma terra de assassínios. Não o façam se não tiverem protecção suficiente para elas. Decidiremos que acções tomar para vingar a morte de Terre'Blanche", declarou o secretário-geral da AWB, André Visagie, citado pelas agências. Aos 69 anos, Terre'Blanche continuava a defender o regime racista do apartheid, que acabou na década de 90. Esteve preso por tentar matar um guarda negro e há pouco tempo indicou que tencionava ir propor à ONU a criação de um Estado africânder. "Morte a Malema!", gritava ontem um dos muitos apoiantes brancos que foram expressar o seu pesar e a sua revolta em frente à fazenda do homem que escolheu para bandeira do partido uma cruz semelhante à suástica nazi.

O Presidente da África do Sul e líder do ANC, partido no poder e histórico da luta anti-apartheid, lamentou a morte e apelou "a todos os sul-africanos que não permitam aos agentes provocadores aproveitarem-se da situação para incitar ao ódio racial". Jacob Zuma pediu respeito pela lei e avisou que "ninguém pode fazer justiça pelas suas próprias mãos", segundo o jornal Mail & Guardian. As autoridades sul-africanas detiveram entretanto dois suspeitos: um com 21 anos e outro de apenas 15.

Também a presidente da província do Cabo Ocidental e líder do maior partido da oposição no país, Aliança Democrática, sublinhou que o assassínio de Terre'Blanche veio inflamar a tensão racial na África do Sul. Helen Zille, citada pelas agências, lembrou que "agora, mais do que nunca, devemos resistir à polarização racial e continuar a construir um espaço intermédio não racial de pessoas que querem um futuro pacífico e próspero para todos".

A Nação Arco-Íris, um país onde brancos e negros poderiam conviver em paz e sem rancor, idealizado por Nelson Mandela, parece ter entrado nos últimos anos em estado de regressão, até muito por causa das lutas fratricidas dentro do próprio ANC. Aquilo que o líder histórico da luta anti-apartheid e primeiro presidente negro da África do Sul tanto tempo lutou por conseguir, está agora a ser de certa forma ignorado por novas gerações. E Malema é o rosto que sempre aparece a pôr em causa tudo o que Mandela preconizou e conquistou.

O líder da juventude do ANC, com apenas 29 anos, tem promovidos nos últimos meses a canção Ayesaba Amagwala, que em zulu significa "Os Cobardes têm Medo". Nessa canção há uma parte que diz "morte ao boer". O Supremo Tribunal de Pretória considerou que o hino da altura do apartheid é "um discurso de ódio" e proibiu Malema de o entoar em público. Este resolveu desafiar a ordem judicial, cantando "morte ao boer", no sábado, no Zimbabwe. Aí foi recebido por dirigentes do partido de Robert Mugabe, que também cantaram o tema em sua honra.

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Terre'Blanche terá sido morto por sodomizar empregados

Mensagem por Joao Ruiz em Seg Abr 12, 2010 10:53 am

Terre'Blanche terá sido morto por sodomizar empregados

Hoje


Os dois trabalhadores agrícolas negros acusados pela morte do líder neonazi branco Eugene Terre'Blanche alegaram ter agido em legítima defesa na sequência de agressões sexuais, noticiou o Sunday Times.

"O meu cliente disse que houve um tipo de sodomia e que foi isso que despoletou a morte do senhor Terre'Blanche. Esse será um dos elementos da nossa defesa durante este processo", declarou ao jornal Puna Moroko, um dos advogados de defesa de Chris Mahlangu.

O acusado, de 28 anos, terá morto à pancada o patrão, juntamente com outro menor, de apenas 15 anos. Terre'Blanche, líder do supremacista Movimento de Resistência Africânder, foi encontrado morto na cama da sua fazenda, com as calças para baixo, à altura dos joelhos, segundo o Ministério Público.

Até agora, o motivo do crime, avançado pela imprensa, tinha sido o não pagamento de salários. Ao contrário de Moroko, o advogado do menor, Zola Majavu, recusou entrar em detalhes: "Alguma coisa de muito chocante ocorreu no dia do crime. Eu revelarei aquilo que o meu cliente me contou durante o processo."

Os dois acusados deverão comparecer quarta-feira no tribunal de Ventersdorp, onde fica a fazenda. Aí poderão pedir liberdade sob fiança.

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Libertado um dos acusados de matar Eugène Terre'Blanche

Mensagem por Joao Ruiz em Qua Jul 14, 2010 9:38 am

Libertado um dos acusados de matar Eugène Terre'Blanche

por Lusa
Hoje


Um tribunal sul-africano libertou hoje, sob caução, um dos dois acusados do assassínio do extremista branco Eugène Terre'Blanche e marcou para meados de Novembro o seu julgamento, indicou o advogado.

Chris Malhangu, de 28 anos, "obteve liberdade sob fiança, mediante o pagamento de 5000 rands (cerca de 500 euros)", declarou Puna Moroko, contactada telefonicamente em Ventersdorp (nordeste) pela agência noticiosa francesa AFP.

"Deve apresentar-se duas vezes por dia na esquadra de Mabopani onde vive", adiantou.

O seu cliente é acusado, juntamente com um menor de 15 anos, de ter morto o fundador do Movimento de Resistência Afrikaner (AWB), a 03 de Abril, na sua quinta perto de Ventersdorp.

Os dois homens entregaram-se à polícia e estavam detidos desde o assassínio.

"Eles serão julgados em conjunto de 22 a 26 de Novembro", declarou Moroko.

Em maio, Chris Malhangu indicou que não se declararia culpado. "O que fiz foi em legítima defesa", afirmou.

O outro acusado, que se encontra num centro de detenção juvenil, tem sido ouvido em audiências distintas à porta fechada devido à sua idade. Na última audiência, a 08 de Julho, não pediu a libertação provisória.

O assassínio de Eugène Terre'Blanche, de 69 anos, fez ressurgir o espectro da violência racial num país que continua a carregar o legado do "apartheid", 16 anos após o início da democracia.

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O controverso herdeiro de Mandela

Mensagem por Joao Ruiz em Sab Ago 07, 2010 9:29 am

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O controverso herdeiro de Mandela

por PATRÍCIA VIEGAS
Hoje


Neto mais velho do herói 'anti-apartheid', Mandla Man- dela reivindica o legado do avô. Mas, ao contrário dele, aceitou ser líder tribal, menosprezou os estudos e seguiu a poligamia. A primeira mulher acusa-o de traição e agressão.

Nas minhas veias corre o sangue dos Mandelas". É com esta frase que o neto mais velho de Nelson Mandela costuma reivindicar para si a herança do legado do ex-presidente sul-africano e herói da luta anti-apartheid. Líder tribal, acusado de adultério, poligamia, violência doméstica, ambições financeiras desmedidas, Mandla Mandela, de 35 anos, parece seguir todos os exemplos menos o do avô.

Filho de Makgatho Mandela, o segundo filho de Mandela com a sua primeira mulher, Evelyn, Mandla Zwelivelile Mandela nasceu no Soweto, bairro negro que constituiu o epicentro da luta contra o regime racista branco levada a cabo pelo ANC. Viu o pai morrer há cinco anos, vítima de VIH/sida, um dos maiores flagelos da África do Sul.

A morte do pai abriu caminho para que ele chegasse à liderança da tribo thembu e do conselho tradicional da aldeia de Mvezo, no Transkei, a terra natal do avô. Vestido a rigor, com uma pele de tigre, assumiu o cargo em 2007, passando a ter entre as suas responsabilidades a resolução de disputas tribais ou a representação política da sua tribo.

Ao contrário dele, Mandela recusou ser líder tribal há sete décadas, para poder estudar para advogado e defender os direitos dos negros oprimidos pela minoria branca. Mandla apenas concluiu a sua formação há três anos, quando se formou em Política pela Universidade Rhodes.

Ao contrário do avô ele usa a liderança tribal como argumento para a poligamia. Nelson Mandela casou ao longo da vida com três mulheres, Evelyn, Winnie e Graça, mas com uma de cada vez. Mandla casou com Tando Mabunu a 21 de Junho de 2004, mas três anos depois as coisas começaram a correr mal entre o casal e ele decidiu arranjar uma segunda esposa, sem se ter no entanto divorciado da primeira.

"Alguém da realeza tem o direito de ter quantas mulheres quiser e chegará uma altura em que o clã decide quem será a esposa principal", disse Bheki-zulu Mnqanqeni, um porta--voz da família. Também aqui, em vez de se parecer mais com o avô, Mandla assemelha-se mais a Jacob Zuma, actual chefe do Estado sul-africano e líder do ANC, que actualmente tem três mulheres e mais de duas dezenas de filhos de várias relações.

A 20 de Março deste ano, Mandla casou numa cerimónia tradicional em Mvezo com Anais Grimaud, uma francófona natural da ilha da Reunião, de apenas 19 anos, pela qual ofereceu como dote uma quinzena de vacas. Tando Mabunu-Mandela, de 31 anos, tentou impedir a união, por ainda ser legalmente casada com Mandla, mas não conseguiu. A estudante de pós-gradução na universidade de Rhodes acusa o marido de a ter traído e agredido e de recusar dar-lhe a parte do dinheiro e das propriedades a que tem direito por separação de bens. "Isto começou em 2007, quando ele começou a flirtar com outras mulheres, em frente a toda a gente. Tando nunca achou muita graça a esse tipo de piadas que ele fazia sobre outras mulheres", contou uma amiga dela citada pelo Times Live.

Tando descreve o marido como um caçador de tesouros, que tem milhares de rands em contas bancárias, várias casas, carros, gado, negócios em pelo menos oito empresas. Eleito deputado pelo ANC, nas eleições de 2009, Mandla chegou a ser acusado de estar a negociar com a televisão pública os direitos de transmissão do funeral do seu avô. Um antigo director executivo da SABC disse, ao Sunday World, que estavam reservados cerca de 65 milhões de euros para o Projecto M. Mandla, que desmente tudo, teria até recebido um adiantamento. Nelson Mandela, que fez 92 anos no dia 18 de Julho, encontra-se debilitado e raramente sai de casa para fazer aparições públicas. O neto assume-se, por isso, como a pessoa mandatada para falar em seu nome. Isso aconteceu muito recentemente, durante o Campenato Mundial de Futebol, que foi realizado na África do Sul.

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Grevistas desligam frigoríficos da morge e trocam corpos

Mensagem por Joao Ruiz em Qui Set 02, 2010 7:32 am

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Grevistas desligam frigoríficos da morge e trocam corpos

por Lusa
Hoje


Funcionários que aderiram à greve decretada há 16 dias na África do Sul desligaram geradores e frigoríficos da morgue central de Durban, cortaram as etiquetas de identificação dos cadáveres e mudaram-nos dos gavetões onde estavam originalmente conservados, para dificultar a sua identificação.

A denúncia, feita hoje, partiu de Mary de Haas, que dirige uma organização não governamental de monitorização da violência, e que classifica as acções dos grevistas do sector público como "violência depravada".

Mary de Haas apelou ao Ministério da Saúde para que suspenda os trabalhadores envolvidos em tais acções, e lhes instaure processos disciplinares.

"Este tipo de conduta diz muito sobre o desrespeito com que alguns grevistas tratam os defuntos, cujos restos mortais lhes são entregues para que deles tomem conta, com a dignidade merecida", salientou aquela monitora.

Aquela responsável fez, assim, eco das observações da sua organização e de notícias na Imprensa local sobre o abandono, pelos trabalhadores em greve de instalações mortuárias de vários bairros de Durban, o que coloca em risco até mesmo as investigações de vários homicídios (uma vez que os corpos ficaram ao abandono e sem refrigeração).

Mary de Haas recordou que as ações dos grevistas colocam em causa não só as regras básicas de ética impostas pelos protocolos internacionais, como todo o sistema de análise forense do Estado.

Os actos de vandalismo verificados na morgue central, situada na rua Magwaza Maphalala, chocaram particularmente os responsáveis e o público, embora situações semelhantes se verifiquem em outras instalações do Estado afectadas pela greve do funcionalismo público na província do Kwazulu-Natal.

"Desde o início da greve que o pessoal deixou de respeitar os mínimos padrões de higiene na conservação dos cadáveres e outros espécimes, resultando no desrespeito pelos protocolos internacionais relativos a corpos humanos, uma conduta claramente desumana e criminosa", referiu De Haas.

Chris Maxon, porta-voz do departamento provincial de Saúde, garantiu que todas as acções que violam as leis, ou que tenham influência directa em investigações de âmbito penal, incluindo os actos de vandalismo nas morgues, estão a ser alvo de investigação.

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Tribunal proíbe muçulmano de queimar bíblias

Mensagem por Joao Ruiz em Sab Set 11, 2010 10:07 am

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Tribunal proíbe muçulmano de queimar bíblias

Hoje


O Tribunal Superior da magistratura de Joanesburgo proibiu sexta-feira um empresário muçulmano de proceder hoje à queima pública de bíblias.

O advogado Zehir Omar, que representa a organização "Scholars of The Truth" (Estudantes da Verdade), citado pela agência de notícias SAPA, disse ter requerido ao tribunal que emitisse uma ordem judicial contra Mohammed Vawda proibindo este de queimar bíblias numa praça de Joanesburgo, um ato agendado para hoje.

"O juiz deliberou que a liberdade de expressão não é ilimitada se o seu exercício por alguém lesar terceiros", disse o queixoso, confirmando que Vawda está impedido de levar por diante o seu plano.

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Cartas de Mandela em 22 países

Mensagem por Joao Ruiz em Ter Out 12, 2010 3:46 am

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Cartas de Mandela em 22 países

por LUMENA RAPOSO
Hoje


A situação dos seus filhos era uma causa de angústia para o mais célebre prisioneiro de Robben Island.

"Durante algum tempo sereis como órfãos sem a vossa casa e os vossos pais (...) . Não tereis festas de aniversário ou de Natal, presentes ou vestidos novos, sapatos ou brinquedos." É assim que Nelson Mandela, após a prisão da sua mulher Winnie, em 1969, e com ele próprio detido, explica às filhas Zenani e Zindzi as alterações de vida que as duas crianças vão sofrer. Fá-lo numa carta que, como muitas outras, está inserida no seu mais recente livro - Conversations with Myself [Conversas comigo mesmo]- hoje publicado em 22 países e em 20 línguas diferentes.

Alguns excertos do livro, prefaciado pelo Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, foram publicados pelo jornal britânico Sunday Times e pelo seu homónimo sul-africano. O produto da venda da obra irá para a Fundação Nelson Mandela, onde se encontra o arquivo do homem que foi o primeiro presidente negro da África do Sul.

Ao longo das cerca de 500 páginas, Madiba - nome como Mandela é carinhosamente tratado pelos sul-africanos e que é, afinal, o nome do clã a que pertence - revela-se não como o ícone da luta contra o apartheid, o guerrilheiro sem medo disposto a dar a vida pela liberdade do seu povo, mas antes como um ser humano com fragilidades, receios, que se desentendeu com a primeira mulher e que sentia a falta da segunda mulher, Winnie, que sofre porque está longe dos filhos e porque a sua prisão os afecta.

Muitas das cartas, à família e amigos, e das anotações contidas no livro foram confiscadas pelas autoridades prisionais de Robben Island, onde Mandela passou 27 anos da sua vida e de onde saiu em 1990. Em 2004, cinco anos após Mandela, hoje com 92 anos, ter deixado o poder, todos esses documentos lhe foram entregues por um ex-responsável pela segurança da prisão em causa.

Algumas das notas são já da época em que Nelson Mandela se encontrava em liberdade. Estão incluídas no que seria um primeiro capítulo de Os Anos Presidenciais, um livro que Madiba nunca chegou a escrever porque desejava fazê-lo na primeira pessoa enquanto os seus conselheiros defendiam que ele deveria entregar a tarefa a um "escritor profissional".

O livro, que chega às livrarias francesas na próxima quinta-feira, foi organizado por uma equipa de arquivistas, editores e colaboradores que há décadas trabalham as cartas, anotações, gravações e outro material arquivado na Fundação Nelson Mandela, o homem que supervisionou o trabalho e recusa ser olhado como santo.

"Um dos problemas que me inquietaram profundamente na cadeia foi relativamente à falsa imagem que eu tinha sem a querer ter projectado no mundo, que me consideravam um santo", escreve Mandela no rascunho do primeiro capítulo de Os Anos Presidenciais. E sublinha: "Nunca o fui, mesmo se utilizarmos a comum definição, segundo a qual um santo é um pecador que tenta constantemente emendar-se."

Referindo-se à sua juventude, Mandela conta que juntou "todas as fraquezas com erros e imprudências de um rapaz do campo (...)". E avança: "Era arrogante para disfarçar as minhas lacunas [culturais]."

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Filme porno com negras na África do Sul

Mensagem por Joao Ruiz em Dom Dez 12, 2010 5:22 am

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Filme porno com negras na África do Sul

Hoje

'Mapona' (nu em língua sotho) é o nome do primeiro filme pornográfico produzido na África do Sul em que as actrizes são negras. Isto acontece 16 anos após o fim do Apartheid.

O diálogo entre actores, ainda mais ligeiro do que as suas roupas, é nos principais idiomas africanos do país: zulu, xhosa e sotho. O produtor, Tau Morena, classifica o filme como "uma experiência voyeurista" e indica que esta é uma história de "pessoas normais para pessoas também elas normais" num país onde 80% da população é negra, indica à AFP .

Desde que o filme se estreou, a 30 de Setembro, já vendeu 5 mil cópias de DVD em sex-shops. Esta iniciativa levantou polémica, pois muitas pessoas afirmam que serve para encorajar práticas sexuais desprotegidas no país mais afectado do mundo pelo vírus da sida. Num total de 50 milhões de habitantes, 5,2 milhões de adultos são portadores do VIH. "Todos os actores fizeram os testes para detectar o vírus e outras doenças sexualmente transmissíveis . Cada cena de sexo do filme implica o uso de preservativo", defendeu o produtor. Uma raridade no panorama sul-africano. O realizador já prometeu um 'Mapona' 2.

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Onze pessoas mortas por relâmpagos num só dia

Mensagem por Joao Ruiz em Seg Jan 03, 2011 9:27 am

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Onze pessoas mortas por relâmpagos num só dia

por Lusa
Hoje

Pelo menos 11 pessoas foram atingidas mortalmente por relâmpagos em todo o território sul-africano no domingo, disseram hoje autoridades.

Sete das vítimas, todas da mesma família, foram atingidas em Mpumazi, no Kwazulu-Natal, quando se encontravam em casa, de acordo com o Ministério dos Assuntos Tradicionais daquela província. A mesma fonte acrescentou que um oitavo membro da família sobreviveu, mas está hospitalizado em estado grave.

Também no domingo quatro pessoas tiveram morte imediata ao serem atingidas por um raio em Nyandeni, perto de Lebode, na província do Cabo Oriental.

O desastre, que provocou ferimentos graves em várias outras pessoas, ocorreu entre as 14:00 e as 15:00 locais, disse fonte do governo provincial. Cinco das nove províncias sul-africanas têm sido afetadas por tempestades, com chuvas fortes e trovoadas na última semana.

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Nelson Mandela está estável

Mensagem por Joao Ruiz em Dom Jan 30, 2011 4:13 pm

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Nelson Mandela está estável

por Lusa
Hoje


O estado de saúde de Nelson Mandela é estável e o antigo presidente sul-africano encontra-se a responder bem aos tratamentos, segundo indicou hoje a sua equipa médica citada pelas agências de notícias internacionais.

O responsável da equipa médica militar, Vejaynand Ramlakan, declarou que Nelson Mandela, com 92 anos, está a receber cuidados em casa e que teve uma "noite repousante e tranquila".

O porta-voz do Governo Thabo Masebe assegurou que a saúde de Nelson Mandela é "estável" e que o ex-líder sul-africano consegue falar e andar.

Mandela recebeu hoje várias visitas na sua casa, como o seu neto Mandla e um companheiro da luta anti-apartheid, Andrew Mlangeni.

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Michelle Obama exorta africanas a lutar por direitos

Mensagem por Joao Ruiz em Qua Jun 22, 2011 10:22 am

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Michelle Obama exorta africanas a lutar por direitos

por Lusa
Hoje


A primeira dama norte-americana, Michelle Obama, exortou hoje no Soweto, bastião da luta contra o "apartheid" na África do Sul, as jovens mulheres africanas a lutarem pelos seus direitos e a assumirem o controlo do seu destino.

Discursando na igreja Regina Mundi, local onde muitos ativistas buscavam refúgio quando perseguidos pelo aparelho de segurança do regime de minoria branca, Michelle Obama pediu a uma multidão de jovens que pensassem no slogan da campanha do seu marido, "Yes We Can", como inspiração e motivação nas batalhas que travam ao longo da vida.

Raça, discriminação, democracia, HIV/Sida e desenvolvimento são alguns dos grandes temas que Michelle Obama tem discutido na visita de seis dias que efetua à África do Sul e que lhe proporcionou, na terça-feira, um encontro com o ex-presidente e ícone da luta de libertação Nelson Mandela.

Para Michelle Obama, os líderes do movimento pró-direitos cívicos nos Estados Unidos e anti-apartheid na África do Sul deveriam ser os grandes exemplos a seguir pelas novas gerações de sul-africanos.

"É graças a eles que podemos estar hoje aqui reunidos. É graças a eles que aqui estou, perante vós, como primeira dama dos Estados Unidos da América. Este é o legado da geração da independência, da geração da liberdade. E são vocês, os jovens deste continente, os herdeiros do seu sangue, suor, sacrifícios e amor", afirmou Obama, sob uma forte salva de palmas das milhares de jovens presentes.

Acompanhada das duas filhas e da mãe, Michelle Obama apontou caminhos e desmistificou questões, apelando para que as mulheres de África tenham um papel ativo na luta contra a violência, quer social quer doméstica, e no combate contra o HIV/Sida.

"Vocês podem ser a geração que ponha fim ao HIV/Sida no tempo presente, a geração que combata não só a doença como também o estigma da doença, a geração que ensine ao mundo que o HIV pode ser prevenido e tratado, e não deve ser nunca uma fonte de vergonha", disse.

Considerando a violência contra as mulheres e crianças uma "violação dos direitos humanos", Michelle Obama disse ser chegada a hora de os jovens líderes deixarem de tratar as mulheres como "cidadãs de segunda classe".

"Se alguém vos disser que não podem ou não devem, vocês devem responder a uma só voz: Sim, Nós Podemos (Yes We Can)", concluiu.

Na igreja de Regina Mundi, no coração do Soweto, Michelle Obama foi apresentada às jovens sul-africanas pela mulher do ex-presidente sul-africano Nelson Mandela, a moçambicana Graça Machel, que já na terça-feira fez as honras de dar a conhecer à primeira dama norte-americana os arquivos da Fundação Mandela, em Joanesburgo.

Michelle Obama visitará também o memorial a Hector Pieterson, um dos jovens baleados mortalmente pela polícia do "apartheid" em 16 de Junho de 1976, nos levantamentos populares do Soweto e que se tornou um símbolo da luta pela igualdade e liberdade do povo sul-africano.

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"EUA são imperialistas sedentos de sangue"

Mensagem por Joao Ruiz em Qua Jul 06, 2011 4:34 pm

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"EUA são imperialistas sedentos de sangue"

por Lusa
Hoje


O líder da Juventude do Congresso Nacional Africano (ANC), o partido no poder na África do Sul, Julius Malema, chamou hoje aos Estados Unidos "imperialistas sedentos de sangue" durante uma manifestação frente à embaixada americana em Pretória.

A manifestação, que contou com a participação de cerca de um milhar de pessoas sob a bandeira do Sindicato dos Metalúrgicos, filiado na central COSATU, teve como alvo os bombardeamentos da NATO na Líbia contra posições das tropas fiéis ao líder líbio Muammar Kadhafi, ações que os manifestantes consideram por em perigo o plano de paz da União Africana (AU) para o país.

No exterior da embaixada norte-americana na capital sul-africana, o líder da juventude do ANC dirigiu-se à multidão acusando os EUA de serem "sedentos de sangue e de petróleo".

"Queremos fazer uma pergunta a estes imperialistas: vocês não se fartam de todos os anos bombardearem este e aquele país só por serem sedentos de sangue? Nunca se cansam de lutar por petróleo?", disse Malema.

Para o controverso dirigente, que recentemente acusou os brancos do seu país de serem "criminosos" e "ladrões", é lamentável que o governo sul-africano, controlado pelo seu próprio partido, tenha votado no Conselho de Segurança da ONU a favor das ações militares aliadas na Líbia. Mas acaba por concordar com o presidente Jacob Zuma, em que a NATO extrapolou o mandato que lhe foi dado ao continuar a bombardear as posições de Kadhafi.

No fim da manifestação foi entregue a um funcionário da embaixada um memorando com as exigências dos sindicatos relativamente ao conflito líbio.

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Homem acorda após 21 horas em câmara de morgue

Mensagem por Joao Ruiz em Ter Jul 26, 2011 7:18 am

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Homem acorda após 21 horas em câmara de morgue

por Lusa
Hoje



Um homem acordou epois de ter passado 21 horas numa câmara frigorífica de uma morgue na África do Sul e quando a família o dava como morto há cerca de um dia.

O porta-voz das autoridades de Saúde de África do Sul, Sizwe Kupelo, informou na segunda-feira que um homem com cerca de 80 anos acordou na tarde de domingo numa morgue, 21 horas depois de a família o ter dado como morto e de ter sido levado para a morgue após ter sofrido um ataque de asma.

"Quando chegou à morgue, o seu corpo foi examinado, medida a sua eventual pulsação e batimentos cardíacos, mas não obtivemos resultados", explicou o proprietário da morgue em declarações à Associated Press ao salientar ter sido confirmada a morte do idoso.

Mas um dia depois de os funcionários da morgue terem colocado o corpo numa câmara frigorífica foram ouvidos gritos de ajuda: "Pensavam que era um fantasma", explicou o proprietário da morgue.

"Não quis acreditar, mas são meus funcionários e tive de mostrar-lhes que não estava assustado e chamei a polícia", acrescentou.

Quando a polícia chegou, o corpo foi retirado da câmara frigorífica e o homem, que estava pálido, perguntou apenas como tinha ido ali parar. O idoso foi depois transportado para o hospital para observação e já teve alta.

O caso levou as autoridades de Saúde da África do Sul a exortarem a população a chamarem funcionários dos serviços de Saúde do país para confirmarem a morte dos seus familiares.

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Suspeitos da morte de Terreblanche dizem-se inocentes

Mensagem por Joao Ruiz em Seg Out 10, 2011 5:26 pm

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Suspeitos da morte de Terreblanche dizem-se inocentes

por Dn.pt
Ontem


Teve início o julgamento dos trabalhadores rurais acusados da morte do líder do Movimento de Resistência Afrikaner em 2010.

Chris Mahlangu, de 29 anos, e um menor, de 16, entregaram-se às autoridades sul africanas em 2010 após terem admitido conflitos com Eugene Terreblanche, devido a pagamentos. Os dois trabalhadores rurais começaram hoje a ser julgados na África do Sul pela morte do líder do Movimento de Resistência Afrikaner.

Acusados de homicídio e de roubo na forma agravada, negam agora os crimes, tendo o adolescente de 16 anos afirmado ao seu advogado que não matou o patrão e que apenas encontrou o corpo, com 28 ferimentos, tendo avisado em seguida a polícia.

Terreblanche chegou a passar três anos preso devido à tentativa de assassinato de um trabalhador em 2001.

Apesar da forte presença das autoridades, grupos da comunidade negra da África do Sul, que apelidou Mahlangu de "herói", encontram-se à porta do tribunal da cidade de Ventersdrop no noroeste do país. Ouvindo música Afrikaner e pendurando cartazes que declaram "O Boer [agricultor branco] está aqui para ficar", membros do Movimento de Resistência Afrikaner também rumaram ao local do julgamento.

Desde o fim do regime do Apartheid e da entrada em vigor da democracia, já foram mortos cerca de 3000 agricultores brancos, revelando a ténue harmonia entre as duas comunidades do país.

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Nelson Mandela tem alta até segunda-feira

Mensagem por Joao Ruiz em Sab Fev 25, 2012 4:58 pm

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Nelson Mandela tem alta até segunda-feira

por DN.pt
Hoje



O antigo presidente da África do Sul vai ter alta médica amanhã ou segunda-feira, depois de ter sido internado com dores abdominais. Filha garante que pai "está de perfeita saúde".

Mandela "está bem e plenamente consciente (...). Estamos felizes por ele não estar em perigo e agradecemos aos médicos pelo seu trabalho e profissionalismo", afirmou em comunicado a presidência sul-africana.

A notícia do internamento foi também confirmada numa mensagem do presidente Jacob Zuma, que explica que Mandela foi hospitalizado no dia 25 de fevereiro e deseja ainda as rápidas melhoras ao ex-chefe de Estado da África do Sul.

Mandela tem 93 anos e desde a final do Campeonato do Mundo de Futebol em 2010, que se realizou em Joanesburgo, que não tem nenhuma aparição pública.

Um porta-voz do presidente Jacob Zuma disse ao canal sul-africano eNews que Mandela está bem disposto, enquanto a filha mais velha garantiu não estar preocupada com a hospitalização do pai.

"Não vejo que isso seja um grande [problema]. Este está de perfeita saúde. Eu vi-o recuperar da sua doença no ano passado. Não vejo porque agora será diferente", garante Ndileka Mandela.

No seu 'site', a BBC diz saber que o ex-presidente foi "submetido a uma cirurgia". Contudo, o ANC, partido no poder, veio apelar para que não se façam especulações sobre este assunto. "Se olharmos para o comunicado emitido pela presidência, este não afirma que Mandela foi operado. Não queremos especulação", afirmou o porta-voz do ANC, Keith Khoza.

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Tutu diz a sul-africanos que sigam exemplo de Mandela

Mensagem por Joao Ruiz em Seg Jul 16, 2012 10:35 am

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Tutu diz a sul-africanos que sigam exemplo de Mandela

por Leonor Mateus Ferreira com AFP, editada por Patrícia Viegas
Hoje


Desmond Tutu, ex-arcebispo do Cabo e Prémio Nobel da Paz, pediu hoje aos sul africanos para darem um presente a Nelson Mandela, por ocasião do 94.º aniversário do ex-presidente da África do Sul, esta quarta-feira: seguir o seu exemplo.

"O maior presente que a nossa nação poderia dar ao Tata [pai] Nelson Mandela pelo seu aniversário esta semana seria imitar a sua graça", afirmou Tutu, o primeiro arcebispo negro da Igreja Anglicana da Cidade do Cabo, em comunicado à AFP.

O Dia Mandela, 18 de julho, que corresponde ao dia do aniversário do primeiro presidente negro eleito em 1994, foi reconhecido pela ONU como uma convocação global para dedicar 67 minutos a ajudar os outros em homenagem aos valores do líder da luta contra o Apartheid e aos 67 anos que ele dedicou ao combate político.

"Nelson Mandela ensinou-nos a amar, amar-nos uns aos outros e ao nosso país. Ele colocou a mesa para todos os sul africanos comerem. Devemos assegurar que todos os membros da família são convidados", acrescentou.

Os sul africanos são convidados a multiplicar as boas ações, considerar o contributo dos heróis da luta anti Apartheid e dar o exemplo de perdão e tolerância que caracteriza a vida de Nelson Mandela, sublinhou Tutu, que recentemente esteve em Lisboa a participar numa conferência na Fundação Calouste Gulbenkian.

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Mineiros sul-africanos sob ameaça de despedimento

Mensagem por Joao Ruiz em Seg Ago 20, 2012 5:31 am

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Mineiros sul-africanos sob ameaça de despedimento

por Susana Salvador, com AFP
Ontem


A empresa mineira Lonmin pediu aos grevistas de Marikana que voltem ao trabalho amanhã, sob ameaça de "possíveis despedimentos", três dias após o massacre de 34 mineiros às mãos da polícia.

"O ultimato final foi adiado para segunda-feira, dia 20, depois dos acontecimentos de quinta-feira", explicou Gillian Findlay, porta-voz da Lonmin num email enviado à AFP. "O ultimato final dá aos funcionários uma última hipótese de regressarem ao trabalho ou serem alvo de um possível despedimento", acrescentou.

Questionados pela AFP, os mineiros recusaram a possibilidade de voltar ao trabalho, por respeito aos 34 colegas mortos pela polícia, sem que a empresa responda às suas reivindicações.

Cerca de dois mil funcionários da mina de platina de Marikana entraram em greve a 10 de agosto, exigindo o triplicar dos seus salários, que é atualmente de quatro mil rands (cerca de 400 euros) por mês.

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Zuma declara uma semana de luto nacional

Mensagem por Joao Ruiz em Seg Ago 20, 2012 5:37 am

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Zuma declara uma semana de luto nacional

por Agência Lusa, publicado por Susana Salvador
Ontem

O Presidente sul-africano, Jacob Zuma, declarou hoje uma semana de luto nacional pela violência na mina de platina onde 34 mineiros grevistas foram mortos pela polícia.

"A nação está em choque e dor. Devemos refletir durante esta semana sobre a santidade da vida humana e do direito à vida, como o consagrado na Constituição da República", disse Zuma, três dias depois da tragédia que provocou a morte a 34 mineiros em Marikana.

A mina de Marikana fica a noroeste de Joanesburgo e morreram na última semana 34 pessoas em confrontos entre mineiros em greve e as forças policiais, havendo ainda muitos feridos em tratamento.

Agentes da polícia abriram fogo na quinta-feira passada sobre uma multidão de mineiros que alegadamente atacava com catanas, paus e outras armas, matando 34 e ferindo 78.

A violência em Marikana, nos arredores de Rustenburg, região onde se situam alguns dos maiores depósitos de platina do mundo, eclodiu na sequência de uma greve ilegal decretada por mais de 3 mil mineiros da empresa Lonmin, divididos entre dois sindicatos que lutam pela hegemonia nas minas.

Nesses confrontos entre mineiros já tinham morrido antes dez pessoas, entre as quais dois polícias.

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Lonmin diz que um quarto dos mineiros foi trabalhar

Mensagem por Joao Ruiz em Seg Ago 20, 2012 5:44 am

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Lonmin diz que um quarto dos mineiros foi trabalhar

por Patrícia Viegas com AFP
Hoje


Um em cada quatro mineiros da mina de platina de Marikana, na África do Sul, foram trabalhar hoje de manhã, informou a Lonmin, empresa exploradora, citada pela AFP.

Segundo a Lonmin, 27% dos trabalhadores do turno da manhã foram trabalhar. No entanto, cerca de um milhar de homens reagrupou-se, recusando-se a regressar ao trabalho, apesar do ultimato da empresa, que ameaçou despedir todos aqueles que não se apresentassem hoje ao trabalho.

Os dirigentes sindicais, por seu lado, reuniram-se para decidir o caminho a seguir, numa mina que emprega quase 30 mil pessoas. E na qual 34 mineiros grevistas foram mortos a tiro pela polícia na quinta-feira.O incidente chocou a África do Sul.

"Eles podem fazer o que quiserem. Nós não voltaremos ao trabalho. [Jacob] Zuma [o Presidente sul-africano] deve fechar esta mina", disse um dos mineiros aos seus colegas, segundo constatou no terreno a reportagem da AFP.

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Centenas em homenagem a mineiros mortos em Marikana

Mensagem por Joao Ruiz em Qui Ago 23, 2012 9:59 am

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Centenas em homenagem a mineiros mortos em Marikana

por Texto da Agência Lusa, publicado por Patrícia Viegas
Hoje


Muitas centenas de pessoas participam hoje num serviço fúnebre em memória dos 34 mineiros da Lonmim mortos numa carga policial na localidade de Marikana, no noroeste da África do Sul.

Por imposição dos organizadores das cerimónias fúnebres, familiares e dirigentes locais, a polícia sul-africana está ausente do local do evento, em que participam igualmente membros dos executivos nacional e provincial e líderes religiosos de diversas denominações.

A maior das cerimónias que hoje têm lugar em Marikana, perto do local onde há uma semana a polícia abriu fogo com munições reais contra um grupo de mineiros em greve que a ameaçava com paus, catanas e, segundo alguns testemunhos, armas de fogo, decorre numa tenda branca, que não foi suficientemente grande para todos os que queriam prestar homenagem aos mortos e feridos dos acontecimentos da semana passada.

Nas imediações da tenda onde decorrem as cerimónias, muitos populares escutam os discursos e rezas amplificados pela aparelhagem sonora instalada no local. Muitos são os que criticaram a organização - que ninguém sabe até ao momento a quem pertence - por não ter garantido serviços básicos, tais como casas de banho portáteis e serviços de emergência médica para tantas pessoas presentes.

Só quando três mulheres perderam os sentidos logo no início da cerimónia, perto do meio-dia (11:00 de Lisboa) duas ambulâncias chegaram ao local, tendo o ministro da Saúde, Aaron Motsoaledi, ele próprio um médico, prestado os primeiros socorros às mulheres.

Durante a manhã, muitos familiares e amigos próximos das vítimas do massacre da semana passada, na sua maioria vindos de regiões tão distantes como o Cabo Oriental - de onde são oriundos muitos dos mineiros - prestaram uma homenagem aos mortos de Marikana no local exato onde foram mortos pela polícia sul-africana.

O Governo faz-se representar pelos ministros da Saúde, Aaron Motsoaledi, da Presidência, Collins Chabane, e da Polícia, Nathi Mthethwa, bem como a governadora do Noroeste, Thadi Modise.

No serviço fúnebre, participam também o ex-líder da Juventude do ANC Julius Malema, expulso recentemente do partido no poder, que desde o início da crise provocada pelo massacre tem utilizado Marikana como palco da sua campanha anti-(Presidente) Zuma e anti-Governo, incitando os mineiros a não cederem nas suas exigências em discursos feitos na zona e apelando à demissão do Presidente e do seu executivo.

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Moçambique autoriza alunas muçulmanas a usar véu

Mensagem por Joao Ruiz em Qui Ago 23, 2012 10:15 am

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Moçambique autoriza alunas muçulmanas a usar véu

por Texto da Agência Lusa, publicado por Patrícia Viegas
Hoje

O Governo moçambicano autorizou na quarta-feira as alunas muçulmanas a usarem "a todo o tempo" o lenço islâmico nas escolas, disse hoje à Lusa em Maputo o presidente do Conselho Islâmico de Moçambique, Abdul Carimo.

Segundo Abdul Carimo, a autorização foi comunicada aos líderes da comunidade islâmica de Moçambique pelos ministros da Educação, Zeferino Martins, e da Justiça, Benvinda Levi.

Na semana passada, Zeferino Martins emitiu uma circular que autorizava as alunas muçulmanas a usarem o lenço durante o mês de Ramadão, revogando uma anterior decisão da instituição que vedava a utilização dessa peça.

"É uma decisão que na verdade reconhece um direito que a própria Constituição da República estipula, que é a liberdade religiosa", afirmou o presidente do Conselho Islâmico de Moçambique.

Para Abdul Carimo, a posição do Governo acaba com uma situação de discriminação religiosa de que vinham sofrendo "as raparigas muçulmanas".

"Era pesado para as meninas não poderem tapar o cabelo, enquanto a sua religião impõe isso", enfatizou o presidente do Conselho Islâmico de Moçambique.

A decisão não retira a obrigatoriedade do uso do uniforme escolar, uma vez que as alunas muçulmanas continuarão a trajar a farda imposta a todos, acrescentou Abdul Carimo.

O presidente do Conselho Islâmico de Moçambique confirmou que alguns grupos da comunidade muçulmana ameaçavam retaliar com voto contra a Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partido no poder, nas próximas eleições municipais, em 2013, e gerais, em 2014, pela decisão de proibir o lenço islâmico.

"São cerca de cinco mil mesquitas espalhadas por todo o país, é normal que alguns tenham defendido medidas mais drásticas, mas também houve algum aproveitamento político, porque há muçulmanos que nunca votaram na Frelimo", salientou Abdul Carimo.

Em declarações ao canal público Televisão de Moçambique, a ministra da Justiça moçambicana afirmou que o Governo "esclareceu a sua posição à comunidade islâmica" por entender que "nada justifica que as meninas muçulmanas não possam usar o lenço".

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Aberto inquérito sobre o tiroteio nas minas Marikana

Mensagem por Joao Ruiz em Seg Out 01, 2012 4:29 am

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Aberto inquérito sobre o tiroteio nas minas Marikana

por Graciosa Silva
Hoje


Uma comissão de inquérito, nomeada pelo presidente Jacob Zuma, sobre o massacre de 34 mineiros pela polícia em Agosto em Manika, iniciou oficialmente os trabalhos.

A investigação determinará os papéis desempenhados pela polícia, pela gestão da mina de platina, pelos sindicatos e pelo Governo. Serão ainda analisadas as mortes de outras 10 pessoas nos meses anteriores ao crime.

A 16 de Agosto, três mil mineiros em greve na mina de extração de platina, empunhando armas tradicionais, recusaram-se a dispersar, apesar dos apelos da polícia. Os mineiros reivindicavam por um aumento salarial. Em circunstâncias que o inquérito deverá apurar, a polícia abriu fogo com balas reais, causando 34 mortos. Os acontecimentos causaram ainda mais 12 mortos em Agosto e Setembro. As mortes foram a ação policial mais mortífera desde o fim do apartheid, em 1994.

A comissão reúne pela primeira vez esta manhã em Rustenburg, presidida pelo juiz Ian Gordon Farlam, encarregue para "inquirir sobre as questões de interesse público nacional e internacional relacionadas com os incidentes trágicos da mina de Lonmin, em Marikana".

A comissão deverá divulgar os resultados apurados num prazo de quatro meses, enviando um relatório provisório ao presidente uma vez por mês

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Assassinado delegado sindical nas minas de Marikana

Mensagem por Joao Ruiz em Sab Out 06, 2012 10:07 am

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Assassinado delegado sindical nas minas de Marikana

por Lusa, publicado por Helena Tecedeiro
Hoje


Um delegado sindical foi assassinado na noite de sexta-feira em Marikana, no noroeste da África do Sul, revelou hoje o Sindicato Nacional dos Mineiros (NUM).

Segundo o porta-voz do NUM, Lesiba Seshoka, a vítima era delegado sindical na mina Western Platinum e foi morto a tiro na sua residência por desconhecidos.

Seshoka afirmou que este é o quinto delegado sindical assassinado na região, onde, no mês de agosto, 34 mineiros foram mortos numa carga policial, depois de outras dez pessoas, incluindo dois polícias e dois seguranças, terem sido mortos em confrontos durante uma greve na mina de platina da Lonmim.

A onda de greves no setor mineiro sul-africano, que já se arrasta há dois meses teve na sua génese, segundo analistas locais, a rivalidade entre o histórico NUM e sindicatos mais pequenos que têm surgido nas minas para preencherem o vazio provocado por alegado distanciamento do NUM face aos reais problemas dos mineiros.

Altos responsáveis do NUM, incluindo o seu secretário-geral, Frans Baleni, têm rejeitado essa leitura, mas em várias ocasiões os seus delegados sindicais têm sido vaiados por multidões de mineiros em greve e mesmo impedidos de participar em ações de massas marcadas por outros sindicatos ou representantes eleitos pelos trabalhadores.

Esta manhã, entretanto, algumas centenas de mineiros concentraram-se num estádio de Rustenburg em protesto pelo despedimento, ontem anunciado, de 12 mil mineiros pela empresa Anglo-American Platinum (Amplats). Um forte contingente policial, que inclui carros blindados e helicópteros a sobrevoarem a zona, foi destacado para o local.

A Amplats foi autorizada pelos tribunais a despedir coletivamente os 12 mil trabalhadores que paralisaram há várias semanas sem aviso prévio dos sindicatos reconhecidos pelo setor e pelo Ministério do Trabalho, e que reivindicavam aumentos salariais muito acima dos que foram propostos pela empresa.

Outras minas, de ouro e platina, estão paralisadas em diversos pontos das províncias de Gauteng e do Noroeste por greves consideradas ilegais, enquanto se acentuam os conflitos entre sindicatos rivais que operam no setor.

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Zuma sacrifica 12 vacas para manter liderança do ANC

Mensagem por Joao Ruiz em Seg Nov 26, 2012 8:22 am

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Zuma sacrifica 12 vacas para manter liderança do ANC

por AFP, traduzido por Susana Salvador
Hoje


A primeira página do jornal 'The Star'O Presidente sul-africano, Jacob Zuma, efetuou este fim de semana o sacrifício ritual de 12 vacas na sua aldeia natal de Nkandla, para invocar a proteção dos seus antepassados face aos seus rivais, antes do próximo congresso do ANC.

A primeira página do jornal The Star, mostra uma fotografia de Zuma a dançar, vestido com os trajes tradicionais que ionclem uma pela de leopardo, enquanto o jornal Times dá pormenores das invocações pronunciadas por um ancião do clã do Presidente, Maqhinga Zuma.

"Nós pedimo-vos, antepassados, protejam o nosso filho. Pedimo-vos, antepassados do clã Nxamalala. Estejam com ele, guiem-no e protejam-no daqueles que se uniram contra ele", afirmou.

As dezenas de convidados, que chegaram de autocarro, participaram depois num banquete na propriedade privada de Zuma.

Apesar de impopular por causa de vários escândalos - o último prende-se precisamente com os custos da renovação da sua casa em Nkandla - Zuma pretende continuar à frente do Congresso Nacional Africano (ANC, na sigla inglesa), no congresso que se realiza de 16 a 20 de dezembro.

Uma coligação apelidada "Qualquer um, exceto Zuma", que inclui por exemplo o ex-líder da juventude do partido (excluído do ANC em abril), Julius Manema, está a fazer campanha para a eleição do vice-presidente Kgalema Motlanthe. Contudo, os analistas acreditam que o partido deverá optar pela continuidade e Zuma será reeleito.

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"Tem sido doloroso vê-lo envelhecer"

Mensagem por Joao Ruiz em Ter Dez 11, 2012 5:00 pm

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"Tem sido doloroso vê-lo envelhecer"

por Lusa, editado por Patrícia Viegas
Hoje


Nelson Mandela com Graça Machel, a sua terceira mulher, num concerto da campanha anti-Sida 46664 (que usa o seu antigo número de prisioneiro em Robben Island) Fotografia © Reuters

Graça Machel, mulher de Nelson Mandela, confessou, numa entrevista que hoje voltou a ser difundida pela televisão sul-africana E-nca, a "amargura" que tem sentido ao testemunhar a deterioração do estado de saúde do seu marido, primeiro Presidente da África do Sul democrática e Nobel da Paz.

"Tem sido doloroso vê-lo envelhecer. Percebemos que um dia [a morte] terá que chegar, mas é de partir o coração observar o seu espírito e a sua chama a extinguirem-se", declarou a moçambicana Graça Machel, casada com Mandela desde 18 de Julho de 1998, em declarações ao canal de notícias "e-Nca", numa entrevista que deu ao canal em 2009 e que hoje voltou a ser transmitida.

Nelson Mandela passa a terceira noite no hospital militar 1, em Pretória, onde foi internado no sábado passado, para, segundo a Presidência sul-africana, ser sujeito a exames clínicos.

A Presidência, através do porta-voz Mac Maharaj, voltou hoje a garantir que o ex-Presidente "está bem, confortável e em boas mãos".

Também a ministra da Defesa, Nosiviwe Mapisa-Ngakula, que visitou Mandela no hospital militar 1, assegurou que o ícone da luta anti-"apartheid" e Prémio Nobel da Paz "está muitíssimo bem, apelando aos sul-africanos para não entrarem em pânico face a rumores sobre a saúde de Mandela.

No entanto, no exterior do estabelecimento hospitalar, o contingente de jornalistas, muitos apoiados por carros de exteriores das televisões nacionais e estrangeiras, cresceu significativamente ao longo do dia e da noite de hoje, dando um sinal claro que os olhos da Nação sul-africana e do mundo estão virados para a situação clínica do primeiro Presidente da "nova África do Sul", e preparados para tudo.

Segunda-feira foi um dia particularmente importante para Madiba (nome dado a Mandela pelo seu clã da tribo xhosa), pois foi em 10 de dezembro de 1993 que ele recebeu o Nobel da Paz.

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Nelson Mandela continua hospitalizado em estado grave

Mensagem por Joao Ruiz em Seg Jun 10, 2013 6:21 am

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Nelson Mandela continua hospitalizado em estado grave

por Susana Salvador, com agências
Hoje


Fotografia © Reuters

O estado de saúde de Nelson Mandela, de 94 anos, não evoluiu desde que foi admitidono hospital, no sábado, continuando em estado grave, indicaram as autoridades sul-africanas, depois de 48 horas de silêncio que inquietaram o país.

"O ex-presidente Nelson Mandela continua hospitalizado e o seu estado continua inalterado. Madiba [nome do clã pelo qual é conhecido] foi admitido no sábado, 8 de junho de 2013, para receber tratamento num hospital de Pretoria por causa de uma infeção pulmonar", afirmou a presidência num breve comunicado.

"O Presidente Jacob Zuma apela novamente aos sul-africanos que rezem por Madiba e a sua família", diz ainda o mesmo comunicado.

Esta é a quarta vez desde dezembro que Nelson Mandela é hospitalizado.

Mandela lutou 67 anos contra o regime de segregação racial e passou 27 anos preso pelo regime do apartheid.

Em 1993 foi galardoado com o Prémio Nobel da Paz e foi o primeiro presidente negro da história da África do Sul.

A última aparição pública de Mandela remonta a 2010, na cerimónia de encerramento do Mundial de Futebol que se realizou na África do Sul.

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Nelson Mandela continua em estado crítico

Mensagem por Joao Ruiz em Seg Jun 24, 2013 4:24 am

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Nelson Mandela continua em estado crítico

Hoje


Fotografia © Arquivo Reuters


O antigo presidente sul-africano Nelson Mandela, hospitalizado há 16 dias devido a uma infecção pulmonar, encontra-se há já 24 horas em "estado crítico".

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