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Bragança

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Bragança - Página 4 Empty «Mistérios» de Bragança

Mensagem por Viriato Dom Jan 10, 2010 11:40 am

Relembrando a primeira mensagem :

Em especial para o João....

«Mistérios» de Bragança - acrescentado (com um P.S.)




Este artigo, hoje publicado no Haaretz, é extraordinariamente interessante. Desta vez, são biogeneticistas (ignoro se a palavra já existe em português) do Porto que tentam decifrar o «mistério», que apaixona historiadores há mais de 85 anos, da conservação de um «enclave judaico» em Portugal, depois de mais de 400 anos sobre a «abolição» do judaísmo no país. Depois da Inquisição e das suas fogueiras, depois da emigração, depois de tudo.

O artigo tem especial interesse para mim, porque o estudo a que diz respeito centra-se em torno da região de Bragança, região da minha família materna. Como puderam os «judeus» daquela zona subsistir, recorrendo «heroicamente» ao casamento endogâmico como estratégia de preservação da identidade, sem os perigos de uma perda suicidária de diversidade genética?

«Estes resultados só podem ser explicados, assumindo que a dimensão efectiva da população [judaica, de origem, e que naquela zona se manteve] é muito maior do que pareceria à primeira vista», afirma, tentativamente, o Professor António Amorim, «e/ou que existe uma estratégia reprodutiva que minimiza a perda de linhagens masculinas, mas não evita totalmente o input de contributos masculinos não judaicos».

Esta biologia deixa-me siderado - gelado de horror -, sabendo do que é capaz a ciência hoje em dia na caça ao «gene judaico». Hoje, o quadro político e ideológico é diferente, mas não consigo deixar de sentir o que sinto, quando vejo a biogenética a avançar por estes terrenos.

Mas deixo aqui ao estimado Professor António Amorim uma outra sugestão (que não é, aliás, exclusiva das hipóteses que sugere): considere que está por estudar devidamente a relação intensa e continuada - tudo leva a crer que assim foi - entre as comunidades cripto-judaicas de Portugal e as comunidades que os judeus portugueses estabeleceram naquilo a que chamaram o seu exílio, a sua diáspora dentro da diáspora.

A Portugal «regressavam», pelos séculos adiante, filhos, netos, bisnetos, trinetos, tetaranetos de exilados. Alguns pagaram as saudades com o garrote e a fogueira. Não lhe falarei da obscura história da minha família materna, mas da de um conhecido judeu português, Sam Levy, que «em 31 de Dezembro de 1940», veja bem, ainda por essa altura, «447 anos após a sua expulsão (...) voltava à Pátria». É assim que ele narra a sua história. Até 1922, quando ocorreu o grande incêndio de Esmirna, exílio multissecular dos seus maiores, a família conservava a chave da casa que deixara em Portugal, em 1496. A sua avó, «nos momentos de maior afecto, ao chamá-lo para os seus braços, dizia: "vem cá meu Portugal"». Como vê, há coisas que não se esquecem facilmente. Como os Levy, quantos foram os que tentaram voltar ao longo dos tempos, e infundiam no cripto-judaísmo remanescente novo vigor? É que, de facto, o judaísmo não é uma questão de sangue, como dizia Romain Gary. Nem Portugal.

P.S.: Sempre que posto qualquer coisa que envolva o judaísmo, e as relações entre a História de Portugal e o judaísmo, a caixa de comentários é imediatamente invadida por escritos anti-semitas básicos, agressivos, incluindo apelos à morte e erradicação física dos judeus. Tento limpar, por uma questão de higiene elementar. Nem sempre conseguirei, pois não posso estar permanentemente atento. Por eventuais incómodos ao leitor normal, que possam surgir da minha falta de atenção, peço antecipadamente desculpa. Farei o melhor possível.


Publicada por Jorge Costa no "Cachimbo de Magrite"
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Bragança - Página 4 Empty Autocarro chega após telefonema

Mensagem por Joao Ruiz Seg Fev 28, 2011 10:36 am

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Pombares e Montesinho

Bragança - Página 4 Montesinho250903

Autocarro chega após telefonema

Pelas ruas das aldeias de Pombares e Montesinho, em Bragança, os autocarros só circulam se, no dia anterior, foi requisitado, por telefone, à câmara municipal. A medida, em vigor há um mês, é aplaudida pelos moradores.

Poucos habitantes e a falta de estudantes nas aldeias desertificadas levaram a autarquia a optar por esta solução «mais sustentável».

«Antes o autocarro ia todos os dias a estes lugares, mas como havia poucos passageiros optamos por ir apenas nos dias de feira semanal. Mesmo assim, continuava a circular sem ninguém», justifica o vice-presidente da autarquia, Rui Caseiro.

Em Montesinho, a 25 quilómetros da sede de concelho, vivem 45 pessoas, maioritariamente reformados. E a medida, tal como em Pombares, foi bem recebida por todos. «A verdade é que o autocarro andava dias seguidos sem ninguém porque aqui todos temos carro particular», adianta Maria Ramos, de 45 anos. Quem também concorda com a decisão da autarquia é Fernando Rodrigues, reformado, que reconhece que assim «é melhor para nós e para a câmara, que não tem tantos gastos», comenta.

A medida está para já em vigor, de forma permanente, em apenas duas aldeias. No entanto, em Rio de Onor, a 35 quilómetros de Bragança, o sistema será adoptado durante as férias escolares.

CM, 2011-02-28
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Bragança - Página 4 Empty Izeda sem farmácia

Mensagem por Joao Ruiz Ter Mar 01, 2011 4:36 pm

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Izeda sem farmácia

Transferência de Izeda para Santa Maria

A instalação de uma nova farmácia na cidade de Bragança obrigou ao encerramento do único estabelecimento de venda de medicamentos que existia na vila de Izeda.

O caso está a motivar o descontentamento da população que não compreende a situação.

É que o vencedor do concurso para a instalação de uma farmácia na freguesia de Santa Maria é o mesmo que detinha o estabelecimento em Izeda, tendo concorrido com um pedido de transferência.

Neste caso, e segundo informações do Infarmed à Brigantia, “o candidato classificado em primeiro lugar, é obrigado a encerrar a farmácia na antiga localização”.

Mas a presidente da junta de freguesia critica a forma como foi feito o encerramento.

“Eles carregaram os medicamentos uma noite e para o outro dia a farmácia estava fechada sem avisarem a população nem a mim” refere Rosa Pires acrescentando que “durante muito tempo a população foi o sustento deles e esta foi a forma ingrata que arranjaram de pagar a uma população que durante muito tempo lhe foi fiel na compra de medicamentos”.

Apesar deste encerramento, o Infarmed diz ainda que os restantes classificados no concurso para a instalação da farmácia em Santa Maria vão agora ser “notificados, por ordem decrescente da classificação, para que, querendo, possam instalar uma farmácia no local deixado vago”.

Mas a presidente da junta garante mesmo que a segunda classificada do concurso vai avançar com a abertura de uma nova farmácia na vila dentro de dois meses.

“Já entrei em contacto com ela e dentro de dois meses teremos uma nova farmácia, renovada e com melhor assistência” adianta a autarca. “Não vai ficar no mesmo local. A nova farmácia vai necessitar de um espaço mais amplo para se instalar” acrescenta.

Até que o estabelecimento seja instalado, Rosa Pires adianta que já concertou com a nova farmacêutica uma forma de poder aviar as receitas dos utentes.

“Já pedi autorização ao centro de saúde para ver se eu posso colocar um aviso para que quando as pessoas forem ao médico deixarem ali as receitas, a junta de freguesia recolhe e depois duas ou três vezes por semana trazem-se para Bragança e a directora técnica que irá para Izeda avia essa receitas” explica Rosa Pires

Há 15 dias que a vila de Izeda está sem farmácia.

Dentro de dois meses deverá abrir um novo estabelecimento.

Brigantia, 2011-03-01
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Bragança - Página 4 Empty Construção cai 40% em 2007

Mensagem por Joao Ruiz Qua Mar 02, 2011 5:24 am

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Construção cai 40% em 2007

População das aldeias aposta na recuperação de casas antigas

Em contrapartida, aumentou o pedido de licenças para a recuperação de edifícios devolutos.
A Câmara Municipal de Bragança (CMB) registou um decréscimo de 40 por cento nas receitas da construção civil. Este número, divulgado na última Assembleia Municipal, reporta-se a 2007, altura em que a crise começou a afectar o sector.

Segundo o presidente da CMB, Jorge Nunes, a crise económico-financeiras contribuiu para a diminuição da construção de novos edifícios no País e Bragança não é excepção. “Os jovens que precisam de habitação não têm acesso ao crédito, as empresas têm um limite muito forte no acesso a financiamentos e tudo isto contribui para o decréscimo da actividade. Ainda assim há iniciativas privadas que estão a decorrer”, justifica o edil.
A reabilitação de imóveis na zona histórica da capital de distrito e, sobretudo, no Mundo Rural parece ser a solução encontrada para quem quer aplicar as suas poupanças na valorização do património. No entanto, a recuperação de edifícios tem taxas muito reduzidas, o que não permite ao município colmatar o decréscimo de receitas resultante da diminuição da construção.

População das aldeias do concelho de Bragança aposta na recuperação de casas antigas

“O que ocorre no centro histórico de Bragança não dá receitas para o município”, constata Jorge Nunes.
No entanto, o autarca brigantino mostra-se satisfeito com a requalificação de imóveis devolutos no centro histórico. Aliás, a própria autarquia vai avançar com a reconstrução de imóveis na zona nobre da cidade, numa parceria com o Instituto Politécnico de Bragança, para a criação de mais residências para estudantes.

No Mundo Rural, o pedido de licenças para a recuperação de edifícios também tem aumentado significativamente nos últimos anos. “Do meu ponto de vista, esta situação reflecte uma atitude inteligente das pessoas, que é aplicar as suas economias na valorização do património, não o deixando degradar em detrimento da construção de casas novas”, salienta Jorge Nunes.

Com a recuperação dos imóveis em ruínas, o centro histórico da cidade fica de cara lavada, tornando-se mais atractivo para os turistas, ao passo que as aldeias também ganham mais vitalidade e uma imagem mais atractiva para os visitantes.


Teresa Batista, Jornal Nordeste, 2011-03-02

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Bragança - Página 4 Empty Ciclovia que causou polémica na Assembleia Municipal de Bragança já arrancou

Mensagem por Joao Ruiz Ter Mar 08, 2011 5:40 am

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Concluída no final do ano

Bragança - Página 4 Ciclovia_maedagua_1

Ciclovia que causou polémica na Assembleia Municipal de Bragança já arrancou

Dentro de sete meses estará pronta a ciclovia e o parque de lazer do bairro da Mãe d Água, em Bragança. Pelo menos essa é a expectativa da autarquia, que na sexta-feira entregou formalmente a obra ao empreiteiro responsável.

“É uma obra integrada num projecto de regeneração urbana do bairro da Mãe d Água e envolve um conjunto de cinco obras. Esta é uma das últimas a executar e envolve a construção de uma ciclovia, com cerca de um quilómetro de extensão, e de uma zona de lazer”, explicou o presidente da câmara.

Esta obra esteve no centro de uma polémica dentro do próprio PSD de Bragança, com alguns deputados social-democratas a chumbarem, na Assembleia Municipal, a proposta de empréstimo feita pela autarquia para o financiamento da obra.

No dia de início dos trabalhos, Jorge Nunes não se esqueceu de mandar recados.
“Não percebemos qual foi a razão porque os cidadãos desta zona da cidade também têm direito a ter as áreas públicas dos bairros devidamente requalificadas”, destacou Jorge Nunes, lamentando que “alguns deputados não tivessem compreendido essa necessidade, incluindo o próprio presidente da junta de freguesia”.

Esta ciclovia vai aproveitar parte do corredor da antiga linha do comboio, desde a central de camionagem até à avenida Abade de Baçal.

Daí será ligada à ciclovia do IPB.
Mas com o chumbo do empréstimo de 675 mil euros, Jorge Nunes admite que a construção da avenida circular externa de Bragança, que será paralela à ciclovia, pode estar em causa.

“Eventualmente sim. Estamos a ponderar. Gostávamos que a ciclovia entroncasse com a Av. Abade de Baçal, construindo um importante troço da circular, mas não temos a certeza de ser possível.

A obra vai custar cerca de 900 mil euros, com 70 por cento de comparticipação comunitária e, quando estiver pronta, Bragança vai ficar com cerca de quatro quilómetros de pista própria para bicicletas.

No jardim da Mãe d Água, junto à estação de camionagem, será construído um espaço verde com alguns equipamentos como campo de jogos, parque infantil e um pequeno circuito de manutenção para os mais velhos.
Deverá estar concluída no final do ano.

Brigantia, 2011-03-08
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Bragança - Página 4 Empty Médico regressa a Rio de Onor

Mensagem por Joao Ruiz Qui Mar 10, 2011 8:22 am

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Francisco Preto aplaude

Bragança - Página 4 11628_jn

Médico regressa a Rio de Onor

Aldeia inserida no Parque Natural de Montesinho volta a ter consultas 20 anos depois do posto médico ter fechado as portas.

Francisco Preto tem 80 anos e foi o primeiro habitante de Rio de Onor a ser consultado na passada terça-feira. A idade avançada está na origem de alguns problemas de saúde que obrigam a cuidados redobrados no dia-a-dia deste idoso. Depois da avaliação médica, Francisco apresentava a tensão arterial demasiado elevada, mas conseguiu controlar a diabetes com a medicação que toma diariamente.

“Antes de vir para aqui já tomei quatro comprimidos e ainda tomo outros tantos até ao final do dia. A minha tensão está sempre alta, mesmo com a medicação. É um problema”, desabafa este habitante de Rio de Onor.
Esta foi a primeira aldeia a ter médico no âmbito da parceria que envolve a Associação dos Residentes do Parque Natural da Serra de Montesinho (ARPNSM), a Clínica de Enfermagem Brigantina e a Associação Sócio-Cultural e Recreativa de Rio de Onor.

A cooperação entre estas entidades permite a esta localidade voltar a ter médico 20 anos após o encerramento do posto médico, melhorando a qualidade de vida das populações e evitando a deslocação dos idosos a Bragança para aviarem uma receita médica.

“Sabemos que a maior parte das aldeias tem gente idosa, que necessita de ir a Bragança para obter as receitas. Com este protocolo evita-se a deslocação, porque o médico consulta as pessoas, passa as receitas, ao passo que a associação leva as receitas para Bragança e a farmácia vem trazer os medicamentos ao domicílio”, explica o presidente da ARPNSM, Carlos Fernandes.

Rio de Onor, Varge e Carragosa são as aldeias que nesta primeira fase vão ter médico uma vez por mês

Francisco Preto aplaude o facto de Rio de Onor voltar a ter médico e mostra-se satisfeito por não precisar de ir a Bragança para conseguir receitas ou para ter uma consulta. “Já estamos velhos e apanhávamos muito frio para apanhar o STUB de manhã cedo”, afirma o idoso.
Por sua vez, a directora da Clínica de Enfermagem Brigantina, Sandra Mela, salienta que esta é uma forma de ajudar as pessoas que estão no Mundo Rural a ter cuidados de saúde de qualidade. “Pelo menos 15 médicos colaborarão connosco na vinda às aldeias”, frisa a responsável.

Através desta parceria, a Clínica Brigantina garante as consultas médicas gratuitas à população. Caso sejam detectadas situações mais graves que necessitem de um acompanhamento mais especializado, a Clínica disponibiliza um vasto leque de especialidades e exames complementares de diagnóstico aos idosos.
O presidente da Associação de Rio de Onor, José Preto, afirma que na aldeia há cerca de 50 residentes com idades acima dos 60 anos, que poderão usufruir desta consultas mensais.

A ARPNSM vai levar o médico a outras aldeias, nomeadamente Varge e Carragosa, e está a negociar com Juntas de Freguesia do concelho de Vinhais para que possam ser abertos mais postos médicos.

Jornal Nordeste, 2011-03-10

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Bragança - Página 4 Empty Igreja pede aos fiéis para participarem nos Censos 2011

Mensagem por Joao Ruiz Seg Mar 14, 2011 5:59 am

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«Sensibilizar a população»

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Igreja pede aos fiéis para participarem nos Censos 2011

Os párocos da diocese de Bragança-Miranda estão a sensibilizar os fiéis, durante as homilias, para a participação nos Censos 2011.

A secretaria episcopal emitiu uma nota para que os sacerdotes «sensibilizem os membros das suas comunidades para o atempado e cuidadoso preenchimento dos questionários».

O bispo da diocese explica que se trata de um procedimento habitual solicitado pelo próprio Instituto Nacional de Estatística, entidade responsável pelo processo.

“Todos os bispos receberam uma circular do conselho directivo do INE, solicitando que fossem sensibilizado os fiéis para o preenchimento cuidadoso dos censos. Foi o que eu fiz”, explica.

Dom António Montes Moreira considera que desta forma poderá ser mais fácil chegar a uma franja da população que não está tão receptiva à importância dos Censos.

“Atendendo a que as celebrações se realizam em todas as aldeias, é uma forma de sensibilizar a população, sobretudo a mais idosa. Mandei uma comunicação a todos os padres.”

De salientar que há 10 anos, aquando da introdução da moeda única europeia, a igreja fez uma sensibilização semelhante a esta.

Brigantia, 2011-03-14
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Bragança - Página 4 Empty Clube de Bragança celebra centenário

Mensagem por Joao Ruiz Seg Mar 14, 2011 6:13 am

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Em plena Praça da Sé

Bragança - Página 4 Clube_braganca

Clube de Bragança celebra centenário

O Clube de Bragança que está a comemorar 100 anos de existência deverá regressar à sua designação inicial.

Fundado em 1911, após a implantação da República, tinha o nome de Centro Republicano Emídio Garcia.

Em 1935 foi alterado para Clube de Bragança.

Agora, o ex-director, Júlio de Carvalho, quer que passe a ter a denominação inicial.

«O Clube está vivo e tem uma alma republicana e é tempo de ele passar a ser Centro Republicano Emídio Garcia e estou convencido que em breve vai ser» afirma, acrescentando que «neste momento temos uma comissão administrativa, mas dentro de dias vamos convocar eleições e eu tenho em mente propor uma revisão estatutária para que o Clube passe a ser denominado Centro Republicano Emídio Garcia».

Manuel Gomes é o sócio número um e actual presidente da comissão administrativa do Clube.

Avisa desde já que não vai avançar para essas eleições.

«Eu estou aqui há três ou quatro meses e já estou pela ponta dos cabelos porque isto é muito trabalho e há aqui sócios mais jovens e com mais capacidade para poderem desempenhar um papel melhor» refere Manuel Gomes, salientando que «vamos deixar isso para os mais novos».

Declarações feitas à margem das comemorações do centenário do Clube de Bragança.

Júlio de Carvalho, o coordenador das celebrações, diz que um dos objectivos para o futuro é abrir o espaço aos estudantes.

«Pensa-se em promover uma serie de actividades de ordem artística e permitir aos estudantes que ocupem este espaço pois tem condições para se promoveram várias actividades, encontros e até um centro de estudo» explica.

O Clube de Bragança tem mais de 200 sócios.

Nos últimos anos investiu cerca de 30 mil euros na requalificação das instalações, em plena Praça da Sé.

Brigantia, 2011-03-14
In DTM

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Bragança - Página 4 Empty Autarcas defendem agrupamento de freguesias

Mensagem por Joao Ruiz Qui Mar 24, 2011 4:20 am

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«A Câmara é que tem o poder»

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Autarcas defendem agrupamento de freguesias

Paulo Xavier garante que 90% dos presidentes de Junta do distrito defendem a criação de uma nova figura jurídico-constitucional.
A maioria dos autarcas das 299 freguesias do distrito de Bragança defende o agrupamento e a criação de uma nova figura jurídico-constitucional, que clarifique as competências das autarquias.

Quem o diz é o presidente da delegação distrital de Bragança da ANAFRE, Paulo Xavier, numa altura em que Lisboa lançou o debate sobre a redução de freguesias e o Governo começa a agendar debates nalguns distritos para discutir esta matéria.
Paulo Xavier lembra que também a capital distrital acolheu uma palestra importante sobre a reorganização administrativa, no passado dia 19 de Fevereiro, que contou com a presença dos três deputados eleitos pelo círculo eleitoral de Bragança na Assembleia da República.
“As Juntas devem ter um cariz mais imaterial do que material, ficando a parte material a cargo das Câmaras. Os presidentes de Junta são executivos e não devem estar num órgão deliberativo, que é a Assembleia Municipal, até porque, na maioria das vezes, se não votarem favoravelmente determinados documentos, não levam dinheiro nenhum”, lamenta o responsável.
Paulo Xavier lembra que já se quis avançar com uma reforma administrativa, com a assinatura do PS e do PSD, que afastava os presidentes de Junta de algumas votações em Assembleia Municipal, como da prestação de contas e o orçamento. “Penso que os autarcas não deveriam estar na Assembleia e acho mal que estejam para umas coisas e para outras não”, defende o autarca.
Além disso, o responsável defende uma clarificação de competências, para evitar misturas com as funções das Câmaras. “A Câmara é que tem o poder, servindo-se da freguesia como muleta do poder local municipal, que não tem identidade, nem capacidade autónoma para gerir o seu espaço”, enfatiza Paulo Xavier.

Delegação distrital de Bragança da ANAFRE lança desafio para discutir o agrupamento de freguesias até somar 2 mil eleitores

Neste sentido, o representante distrital da ANAFRE realça que a reforma administrativa é um assunto transversal a todos os concelhos do Nordeste Transmontano. “Todos querem uma reforma administrativa, fazendo com que haja agrupamentos de freguesias, núcleos ou outra figura para o território de cada concelho”, acrescenta Paulo Xavier.
No entanto, o responsável reconhece que, apesar dos autarcas se manifestarem favoráveis à reorganização das freguesias, o cenário pode ficar cinzento quando o agrupamento de freguesias avançar no terreno.
Quanto a números, Paulo Xavier avança que a delegação distrital de Bragança da ANAFRE defende um mínimo de 2 mil eleitores por freguesia e um mínimo de cinco freguesias por concelho. Esta situação implicaria, igualmente, que alguns concelhos fossem agrupados. “É um desafio. É claro que isto não pode ser uma tábua rasa e é preciso fazer ajustamentos, tendo em conta a realidade do distrito, mas será que se justificam freguesias tão pequenas?”, questiona o representante distrital da ANAFRE.
Os principais problemas são, segundo Paulo Xavier, as freguesias onde não há pessoas suficientes para formar mais do que uma lista nas próximas eleições autárquicas (ver caixa). “Isto não é democrático”, denuncia o autarca.
Por isso, o responsável defende que este “ é o ano de ouro para se fazer uma reorganização administrativa, com clarificação de competências, para que nas próximas eleições os candidatos já saibam com o que podem contar”.
No entanto, Paulo Xavier reconhece que esta reorganização só avança se houver vontade política e lembra que esta matéria já tem vindo a ser debatida há décadas, sem que nada tenha sido concretizado em termos de reestruturação autárquica.


Muitas freguesias e poucos eleitores
O número de freguesias transformadas em plenário, por terem menos de 150 eleitores, tem vindo a aumentar.
Esta situação verifica-se em todos os concelhos do Nordeste Transmontano, como é o caso de Pombares, em Bragança, Ribalonga, em Carrazeda de Ansiães, Burga, Santa Combinha ou Vilarinho do Monte, em Macedo de Cavaleiros, Vilar de Rei, em Mogadouro, ou Mofreita, Santa Cruz e S. Jumil, em Vinhais, entre outras.
A região tem ficado despovoada e o número de freguesias começa a ser excessivo para o número de eleitores que vão às urnas.
Bragança é o concelho que regista maior número de freguesias (49), mas também é aquele que tem maior número de eleitores. Já Vinhais tem 35 freguesias, mas há um grande número de freguesias com menos de 200 eleitores, à semelhança de Macedo de Cavaleiros, que conta com 38 freguesias, muitas delas com reduzidos cadernos eleitorais.

Teresa Batista, Jornal Nordeste, 2011-03-23

Bragança - Página 4 Notsure

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Bragança - Página 4 Empty Governo vai ajudar a recuperar património no distrito de Bragança

Mensagem por Joao Ruiz Qui Mar 24, 2011 4:25 am

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180 mil euros para 5 projectos

Bragança - Página 4 Jorge_gomes_2010

Governo vai ajudar a recuperar património no distrito de Bragança

180 mil euros vão ser investidos no distrito de Bragança para a recuperação de património religioso, associativo e social.

São cinco projectos que foram contemplados de entre 20 candidaturas a TNSs.

O primeiro protocolo foi assinado em Sendim, Miranda do Douro, para a remodelação do Salão de Festas da vila.

O Governador Civil de Bragança, Jorge Gomes, salienta que nem todos os anos são abertas candidaturas a TNSs.

“Foi um projecto da Junta de Freguesia, uma candidatura que já tem alguns anos. Este ano foram recepcionadas cinco candidaturas das várias que há no distrito de Bragança. Este é um programa com fundos do Estado e depende da disponibilidade”, explicou.

Um investimento no valor de 85 mil euros, comparticipado em 45% pelo Estado.

O presidente da câmara de Miranda do Douro, Artur Nunes, sublinha que a autarquia vai apoiar esta obra, no entanto, ainda não está definido o valor da comparticipação.

“Todos os anos temos apoiado na recuperação de igrejas, de património, e temos apoiado em média uma a duas obras por ano. Esta obra está orçamentada em 80 mil euros, vamos ter de ver qual a comparticipação do Estado e da Câmara Municipal.”

Uma obra desejada há mais de 20 anos, como refere o presidente da Junta de Freguesia de Sendim, Aquilino Ginjo.

“Era um sonho fazer um pavilhão multiusos em Sendim. Agora que tenha várias funções. Há muitas senhoras que gostam de fazer ginástica, aeróbica. Quando queremos fazer alguma coisa é muito quente no Verão e muito frio no Inverno. Temos ainda a questão do Intercéltico. Foram lá feitas as tabernas dos celtas durante vários anos mas a actividade teve de ser suspensa porque era quase impossível pôr lá som.”

Até sábado serão assinados mais quatro protocolos de recuperação mas da área do património religioso.

As freguesias contempladas são Barcel, em Mirandela, Espinhosela, em Bragança, Pinheiro Novo, em Vinhais e Torre de Moncorvo.

Brigantia, 2011-03-24
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Bragança - Página 4 Smile21

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Bragança - Página 4 Empty Patrício Afonso quer renovar com lista forte

Mensagem por Joao Ruiz Qui Mar 24, 2011 4:39 am

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Corrida à direcção da ACISB

Bragança - Página 4 11744_jn

Patrício Afonso quer renovar com lista forte

Presidente cessante fala em lista única, mas, a uma semana das eleições, surge uma segunda candidatura
Duas listas poderão vir a disputar as eleições para a Associação Comercial, Industrial e Serviços de Bragança (ACISB), marcadas para a próxima sexta-feira.

Uma é liderada pelo actual presidente, António José Carvalho, ao passo que a segunda é encabeçada por Patrício Afonso, um empresário do ramo dos Seguros e Contabilidade, que entregou a lista na Assembleia-Geral da passada sexta-feira.

Na sua equipa, Patrício Afonso conta com o notário João Andrade (candidato à presidência da Assembleia Geral), Luís Pereira (Pereira & Filhos), Humberto Anes (Vidraria Brigantina), António Pousa, (Américo António & Pousa), Nuno Rodrigues (David & Nuno), António Rodrigues (Reconco), Pedro Felisberto Pinto (Electro Luso) e José Minhoto (Nordestecópia), entre outros.

A lista já é do conhecimento da Mesa da Assembleia-Geral da ACISB, mas na apresentação e votação do Relatório da Direcção e Contas de Gerência, o presidente da ACISB deu a entender que não iria ter oposição. “Quase que é uma obrigação recandidatar-me. Penso que deveriam existir ideias novas, mas a não acontecer isso, não podíamos deixar a associação órfã”, comentou.

Patrício Afonso mostra-se indignado, pois alega que, no momento em que falou aos jornalistas, António José Carvalho já sabia da existência da sua candidatura.
Isto porque o empresário do ramo segurador fez questão de entregar a sua lista ao presidente da Assembleia-Geral, Amílcar Marcolino, logo no início da apresentação do Relatório de Contas.

Declarações à Comunicação Social indignaram o candidato opositor

“Fiquei indignado com o que ouvi na Rádio Brigantia, em que o actual presidente disse que se sentia quase obrigado a recandidatar-se, visto não haver candidatos. Venho desmentir essa notícia, pois nós apresentámos uma lista no dia da Assembleia”, lamenta Patrício Afonso.
De acordo com o candidato, houve alguns contratempos na entrega da lista, nomeadamente, com os prazos, mas acabou por ser recebida pelo presidente da Assembleia-Geral.

Quanto a expectativas, Patrício Afonso aposta numa “equipa bastante credível, com pessoas capazes de fazer um trabalho diferente, virado para o associativismo que é preciso pôr em prática”, referiu Patrício Afonso.

No que toca ao espírito associativo (ou à falta dele) António José Carvalho tem uma opinião idêntica. “Tudo temos feito para lutar pelo Comércio. Não temos sido correspondidos de igual forma pelos nossos associados, que deviam ser mais participativos e olhar um pouco mais para a sua casa, que é a Associação Comercial”, defende o dirigente, apelando à união dos empresários.
O facto do Relatório de Contas da ACISB ter sido aprovado por, apenas, 14 associados, testemunha essa enorme lacuna no associativismo comercial bragançano, já que a ACISB tem cerca de 1600 sócios, embora só 600 tenham as quotas em dia.

Menos 55 empresas em 2010

No ano de 2010, a ACISB conseguiu aumentar as receitas e reduzir ligeiramente o passivo. “Tivemos alguns eventos que foram comparticipados e isso tem custos. Mas, também, tivemos um aumento de receitas. Do ponto de vista de ratio, estamos no bom sentido desde há 2 anos para cá. Temos vindo a colocar as contas da associação em dia”, revelou António José Carvalho, depois do Relatório ter sido aprovado por unanimidade.

Segundo o responsável, o objectivo é tornar a associação auto-suficiente ou, pelo menos, ter alguma autonomia, sem necessitar de estar sempre dependente dos subsídios.

Recorde-se que, ao longo de 2010, 55 empresas deixaram de ser associadas da ACISB, por falirem ou cessarem a actividade. O número é o mais elevado dos últimos ano, mas representa, apenas, um diferencial de 14, pois entraram 41 novos associados.

Bruno Filena, Jornal Nordeste, 2011-03-23

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Bragança - Página 4 Empty Segunda candidatura à ACISB foi recusada

Mensagem por Joao Ruiz Qui Mar 24, 2011 4:44 am

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Estatutos permitem eternização.

Segunda candidatura à ACISB foi recusada

Foi rejeitada a segunda candidatura à presidência da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Bragança.

A lista apresentada na última sexta-feira e liderada por Patrício Afonso, acabou por ser rejeitada pela Mesa da Assembleia-Geral com base em nove erros processuais.

Patrício Afonso diz que a candidatura foi vítima de vários entraves.

«A candidatura já não vai poder avançar devido aos entraves que nos foram criados. Foi rejeitada por vários pontos, desde a hora de apresentação da candidatura, depois do encerramento dos serviços, ao facto de um dos sócios da nossa lista estar ainda com a sua adesão pendente», explicou.

Patrício Afonso confessa-se desmotivado mas admite avançar com uma nova recandidatura.

«Vamos reflectir e daqui a três anos vamos ver, talvez apresentar uma nova lista.»

As eleições para a ACISB decorrem na próxima sexta-feira.

António José Carvalho é, assim, o único candidato.

Deverá ser reeleito para um quinto mandato.

É necessario alterar os estatutos para impedir a situações de eternização do cargo, já não se usa tanto tempo, até já nas ditaduras Islamicas se fazem revoluções.

Brigantia, 2011-03-24
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Bragança - Página 4 Empty Funcionários do ACES ainda não receberam salários

Mensagem por Joao Ruiz Qua Mar 30, 2011 5:59 am

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«Faz três mese»

Bragança - Página 4 Vitoralves

Funcionários do ACES ainda não receberam salários

Cerca de 40 funcionários do ACES Nordeste ainda não receberam os ordenados em atraso mesmo depois de o director executivo, Vítor Alves ter garantido na semana passada que a situação seria resolvida entre os dias 22 e 25 deste mês.

Alguns funcionários, contratados através de empresas que presam serviços aos ACES Nordeste, já receberam mas outros ainda não nem têm perspectivas de quando poderão ver esta situação resolvida.

É que segundo alguns funcionários, que não quiseram prestar declarações gravadas por receio de represálias, a ARS ainda não pagou às empresas, nem se sabe quando vai pagar.José Brinquete, dirigente do PCP de Bragança, que denunciou a situação, considera que a explicação dada por Vítor Alves na semana passada é inaceitável.“Faz três meses que os trabalhadores estão sem receber e a explicação que o responsável do ACES dá é inaceitável na medida e que não se pode estar sem pagar a trabalhadores por razões burocráticas” refere, garantindo que “nós não nos calaremos e faremos tudo para defender os trabalhadores”.

Por isso, José Brinquete garante que vai avançar com medidas ainda esta semana.“Vamos tomar várias iniciativas e uma delas é apresentar requerimento ao Governo pedindo explicações sem deixar de responsabilizar o director executivo do ACES que não pode ser um mero comissário político mas também a Autoridade para as condições de Trabalho que tem de actuar para obrigar o Estado a assumir as suas responsabilidades” adianta.

Contactado, o director executivo do ACES Nordeste, Vítor Alves remeteu explicações para a ARS Norte que até ao momento ainda não se pronunciou sobre o assunto.

Brigantia, 2011-03-30
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Bragança - Página 4 Empty Fuzileiros «desembarcam» em Bragança

Mensagem por Joao Ruiz Qui Abr 07, 2011 5:33 am

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«Extrair» oito operacionais

Bragança - Página 4 11882_jn

Fuzileiros «desembarcam» em Bragança

Hércules C130 da Força Aérea aterrou no aeródromo para “extrair” oito operacionais.

De 28 de Março a 08 de Abril, a Força Aérea Portuguesa (FAP) realiza o exercício Real Thaw 11 (RT11). As acções desenrolam-se, em grande parte, na região de Monte Real e Covilhã, mas também em Bragança, onde um Hércules C130 aterrou no aeródromo municipal.

Num cenário de guerra simulado, a aeronave procedeu à extracção de oito militares, divididos por dois jipes Land Rover Defender, pertencentes ao Destacamento de Acções Especiais da Marinha.

Esta foi, apenas, uma pequena parte do exercício de 12 dias. À semelhança de outros anos, para além das forças nacionais (FAP, Marinha e Exército) participam no RT11 forças dos Estados Unidos da América, da Bélgica e Espanha.

O seu objectivo visa facultar treino ao nível táctico às forças participantes para testar o seu nível de aprontamento e performance num teatro de operações militares dinâmico e actual nos mais diversos quadros de cooperação internacional da Aliança Atlântica (NATO) e União Europeia (UE).

Não se trata, apenas, de obter um ambiente idêntico ao das actuais operações militares internacionais, como, também, de proporcionar interoperabilidade entre países e respectivos meios.

Apesar de coordenado a partir da Base Aérea N.º5, em Monte Real, este exercício táctico da FAP desenrola-se na região da Covilhã, Penamacor, Seia, Bragança, Monfortinho e Meimoa.

Participam no exercício militares e aeronaves das Forças Aéreas de Portugal, Bélgica, Espanha, um avião de guerra electrónica (FALCON 20) do Reino Unido, um destacamento do Exército Português, bem como forças da Marinha Portuguesa.

Bruno Filena, Jornal Nordeste, 2011-04-07
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Bragança - Página 4 Empty Instituto Politécnico com certificação de qualidade

Mensagem por Joao Ruiz Qui Abr 07, 2011 5:54 am

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Certificação de qualidade

Bragança - Página 4 Ipb_bartolomeu

Instituto Politécnico com certificação de qualidade

O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) obteve a certificação de qualidade depois de um trabalho de três anos que tornou mais eficiente o sistema organizativo de uma das maiores instituições do Nordeste Transmontano.

O vice-presidente do IPB, Orlando Rodrigues, explicou hoje, em conferência de imprensa, que a instituição de ensino superior obteve a certificação de qualidade ISO 9001:2008, o que significa que adotou com sucesso um sistema de gestão da qualidade com um conjunto de normas técnicas mais eficientes.

Para o responsável, trata-se de «um reconhecimento externo, fruto de um trabalho que vem sendo desenvolvido há cerca de três anos, de repensar a instituição, a organização no sentido de a tornar mais eficiente e mais centrada na satisfação dos nosso clientes».

Lusa, 2011-04-07

Bragança - Página 4 000203CE

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Bragança - Página 4 Empty Remodelação da Escola Secundária Abade de Baçal

Mensagem por Joao Ruiz Sáb Abr 09, 2011 4:39 am

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Obras com atraso de um ano

Remodelação da Escola Secundária Abade de Baçal

As obras de remodelação da Escola Secundária Abade de Baçal, em Bragança, já levam um ano lectivo de atraso. A revelação foi feita à Rádio Brigantia pela própria presidente do Conselho Executivo, Teresa Sá Pires, que justifica a situação com problemas financeiros da empresa que estava a executar a empreitada.

Recorde-se que os trabalhos arrancaram em Julho de 2009, com um prazo de execução de 12 meses.
Na sequência das dificuldades do empreiteiro, as obras foram entregues a uma outra construtora, da zona de Braga, que já retomou os trabalhos. “Esperemos ter os três blocos prontos no final deste ano civil”, refere a responsável.

À medida que os trabalhos forem concluídos, alunos e professores irão ocupar as novas instalações, de modo a libertar o bloco principal, que corresponde à última fase da empreitada. “O Bloco C, onde estão as oficinas, já está a ser ocupado e o novo ginásio também já tem as marcações feitas e este ano lectivo começa a funcionar”, garante Teresa Sá Pires.

Jornal Nordeste, 2011-04-09
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Bragança - Página 4 Empty Junta de Santa Maria quer novo concurso para mais uma farmácia na freguesia

Mensagem por Joao Ruiz Qua Abr 20, 2011 7:08 am

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Junto da zona histórica

Bragança - Página 4 Jorge_novo

Junta de Santa Maria quer novo concurso para mais uma farmácia na freguesia

A junta de Freguesia de Santa Maria, em Bragança, quer um novo concurso para a instalação de uma farmácia na freguesia. Depois da polémica que envolveu o anterior concurso, que durou seis anos e culminou com a instalação de uma farmácia no limite da freguesia o presidente da junta, já escreveu ao Infarmed a pedir a abertura de um novo concurso.

“Queremos que esse novo concurso indique precisamente o local mais exacto e onde ninguém possa depois fugir a ele para a instalação da farmácia. Vamos ser claros.

Se nós lutamos pela instalação da farmácia foi para que ela fosse colocada junto da zona histórica para servir a população mais idosa e para servir a população que está nas IPSSs que ali estão instaladas, bem como a população estudantil, bem como os bairros novos da freguesia de Santa Maria.

É uma parte da cidade que precisa de uma farmácia”, salienta o autarca. Jorge Novo diz que é uma obrigação da junta continuar a lutar por uma farmácia no coração da freguesia, pois as necessidades da população daquela zona não foram acauteladas.“É um imperativo ético de consciência continuarmos nesta luta.

O País existe para que haja aos anseios e às preocupações das pessoas para que haja, na medida do possível, as melhores respostas, e quando as melhores respostas não são dadas elas não satisfazem é o caso, nós não estamos satisfeitos exigimos que um novo concurso seja aberto”, realça o presidente da junta.

O autarca diz mesmo que o actual processo deixou muito a desejar.“Aliás, neste processo curiosamente ninguém ficou satisfeito. Não ficou satisfeito Izeda, nem Santa Maria e inclusive o próprio vencedor do concurso que também gostar do resultado de um concurso que demorou cinco anos”, afirma Jorge Novo.

O pedido já foi enviado ao Infarmed há cerca de dois meses. Até ao momento, a junta de freguesia de Santa Maria não obteve resposta.Por isso, Jorge Novo até já sabe o que fazer se o pedido continuar a ser ignorado.“Vamos esperar pelo novo governo e junto dos responsáveis da Saúde pedir que haja um interlocutor que seja sensível aos nossos argumentos e que as pessoas que têm responsabilidades entendam de uma vez por todas o que está aqui em causa.

Nós não estamos interessados na farmácia pela actividade económica, é a farmácia por aquilo que ela significa, por um lado por outro lado de dar condições para quem vive na zona histórica possa dizer que vale a pena viver na zona histórica, é mais uma âncora para fixar pessoas na zona histórica”, enaltece o autarca.

Apesar da instalação de uma farmácia nos limites da freguesia de Santa Maria, junto ao novo centro de saúde, a junta de freguesia considera indispensável a abertura de um novo concurso para a instalação de um outro equipamento junto à zona histórica da cidade de Bragança.


, 2011-04-18
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Bragança - Página 4 Empty Prejuízos do Centro Hospitalar do Nordeste aumentaram 50 por cento

Mensagem por Joao Ruiz Qui Abr 21, 2011 8:06 am

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Perda de receita

Bragança - Página 4 Hospitalbgc

Prejuízos do Centro Hospitalar do Nordeste aumentaram 50 por cento

Em cinco anos de entidade pública empresarial, o Centro Hospitalar do Nordeste (CHNE) passou de três milhões de euros de resultados para um défice de 15 milhões, em 2010.

Os números foram divulgados esta terça-feira pelo conselho de administração num encontro com os jornalistas.

Só no último ano o CHNE obteve 52 milhões de euros de receitas, mas no capítulo das despesas os valores fixaram-se nos 67 milhões.

O presidente justifica esta situação com a diminuição em cerca de 20% das transferências do Serviço Nacional de Saúde e com a centralização no Ministério da gestão dos subsistemas de saúde.

“Estes resultados reflectem, pura e simplesmente, uma perda de receitas, desde 2005, que não são passíveis de serem compensadas por aumentos de produção”, explicou, adiantando que houve um agravamento “pelo facto de as receitas dos subsistemas serem centralizadas”. “Só isso penalizou-nos em 4,3 milhões este ano”, garante.

Henrique Capelas defende a reavaliação urgente do sistema de classificação dos hospitais do país pois no seu entender o CHNE está a ser penalizado.

“O actual sistema de financiamento da saúde, somos pagos ao acto. Quanto mais saúde, mais actos. O sistema mais correcto de financiamento é o da capitação, por habitante. Este sistema de capitação está vocacionado para a boa saúde do cidadão. Interessa apostar mais na medicina preventiva.”

Na cirurgia de ambulatório, as listas de espera em oftalmologia foram eliminadas.
Por isso, o CHNE colocou à disposição do ministério da saúde a sua capacidade de intervenção, mas não obteve resposta.

“Há dois anos fiz essa proposta, dizendo que o CHNE disponibilizava a sua capacidade. Mas não obteve resposta. Agora, não deixa de haver listas de espera que com uma melhor organização do país se conseguissem eliminar.”
Desde 2005, o CHNE investiu cerca de 22 milhões de euros.

Desde essa altura registou-se um aumento de 10% no número de cirurgias realizadas.
O mesmo aconteceu com as consultas.

Brigantia, 2011-04-20
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Bragança - Página 4 Empty Espinhosela já tem sede da junta de freguesia

Mensagem por Joao Ruiz Ter Abr 26, 2011 5:52 am

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Falta apenas uma

Espinhosela já tem sede da junta de freguesia

Está praticamente concluído o processo de construção de sedes de junta de freguesia no concelho de Bragança.Das 49 existentes, ontem foi inaugurada a 48ª, em Espinhosela.Falta apenas uma que deverá estar concluída dentro de um mês.

Para o presidente da câmara esta é uma forma de dignificar e valorizar o poder local.“Há 13 anos iniciámos um projecto construindo sedes de junta de freguesia para que os autarcas eleitos pudessem ter espaços condignos para receber os cidadãos e tratar dos assuntos das freguesias” recorda Jorge Nunes, acrescentando que “estamos prestes a terminar esse ciclo com a inauguração em breve da sede de junta de freguesia de Outeiro”. “Todas as juntas estão com bons edifícios, funcionais e com boa capacidade para as actividades autárquicas e actividades complementares da população”. A construção da sede da junta de freguesia de Espinhosela iniciou-se em 2004.As obras estiveram paradas durante vários anos e só agora ficaram concluídas.O presidente da câmara justifica o atraso com a falta de dinheiro.

“Os orçamentos foram-se ajustando à medida que foi possível” explica. “De facto começou a ser construída há algum tempo e só foi concluída neste mandato”.

Esta obra significa também o regressar da junta à sede da freguesia uma vez que durante vários anos ela foi deslocalizada para uma aldeia anexa. “A junta esteve a trabalhar em Terroso nos últimos 13 anos, desde que a escola primária foi descativada, ocupando as suas instalações” recorda o autarca local, salientando que “na sede de freguesia não havia um edifício publico onde pudesse funcionar a junta”.

Para Telmo Afonso o espaço estava a fazer falta à população. “Acho que esta obra faz mais falta á população do que propriamente ao executivo pois tem aqui um centro de convívio e um centro de atendimento com muita dignidade para todos os que queiram utilizar”. O edifício da sede da junta de freguesia de Espinhosela custou cerca de 200 mil euros.A câmara de Bragança financiou 80%.Os restantes 20% foram assegurados pela junta de freguesia

Brigantia, 2011-04-26
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Bragança - Página 4 Tiphat

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Bragança - Página 4 Empty Combustível pode faltar nas viaturas em Bragança devido aos cortes orçamentais

Mensagem por Joao Ruiz Ter maio 03, 2011 9:36 am

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6.000 quilómetros quadrados

Bragança - Página 4 Gnr_bgc

Combustível pode faltar nas viaturas em Bragança devido aos cortes orçamentais

O combustível pode faltar este ano nas viaturas da GNR de Bragança devido aos cortes orçamentais, que fazem o comandante distrital, António Fernandes, antever que «o dinheiro não vai chegar para o ano todo».

Num dos distritos com maior área do país e com uma população mais dispersa, a GNR é a força responsável pela segurança de 80 por cento da população e 99 por cento dos cerca de 6.000 quilómetros quadrados de território.

As cidades de Bragança e Mirandela, com 32 mil dos cerca de 149 mil habitantes da região, são da responsabilidade da PSP.


Lusa, 2011-05-03

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Bragança - Página 4 Empty Mulher que esteve sequestrada uma semana diz que não perdoa a filha

Mensagem por Joao Ruiz Ter maio 03, 2011 9:41 am

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Aldeia de Paredes

Bragança - Página 4 Indiana_filha

Mulher que esteve sequestrada uma semana diz que não perdoa a filha

Ficaram sujeitas a apresentações periódicas às autoridades as duas suspeitas de terem sequestrado uma mulher de 68 anos durante sete dias em Paredes, uma aldeia de Bragança. Etelvina Costa e Eugénia Gonçalves foram ouvidas por uma juíza do tribunal de Bragança no último sábado e acabaram por sair em liberdade.

À saída, Etelvina Costa, filha da vítima, mostrava-se arrependida.

Garante que foi maltratada pela mãe desde criança e contou que não premeditou o sequestro e que a alegada cúmplice, irmã do namorado da mãe, apareceu de forma casual.

“Foi tudo muito rápido. Ela só foi lá tomar um café comigo e não imaginavam que a minha mãe estivesse lá. Aquilo foi tudo instantâneo e uma coisa levou a outra. Eu queria que ela ficasse cá até o Daniel se ir embora. Sempre cuidei dela. Ela não estava muito presa, porque ela mexia-se à vontade”, afirma.

Etelvina Costa confirma que foi por causa do namorado da mãe que decidiu prendê-la em casa durante uma semana.

“Fez tudo para me expulsar de casa, mas aquela casa foi construída por mim e pela minha irmã. Nós trabalhávamos como escravas na altura, de dia e de noite, e ele, o namorado da minha mãe, é que é o culpado de tudo. Desde Agosto passado que ele andava a incitar a minha mãe para que me pusesse na rua”, conta.

Quem ainda não se refez do susto foi Maria Ermelinda Costa, que não consegue acreditar no que lhe aconteceu. E logo pelas mãos da filha.

“Foi chocante para todo o mundo. Isto foi uma coisa que só o Hitler podia fazer isso, porque um ser humano não fazia isto. Não me deram quase nada de comer, era o café da manhã e era à uma e meia da tarde.

Eu perguntei-lhe o que queria de mim, se queres a casa eu dou-te, nem que vá morar para debaixo da ponte. Mas meteu-se-lhe aquilo na cabeça e tinha que fazer mesmo. Ninguém tem nada que a expulsar, aliás eu dei-lhe uma entrada por pouco tempo, não era definitivo. Ela não queria que ninguém se aproximasse de mim e que eu não refizesse a minha vida de novo com ninguém. Eu na solidão não sou capaz de estar. Ela queria fazer de mim escrava para lhe fazer tudo a ela e aos filhos. Eu já trabalhei uma vida inteira e agora chegou a hora de descansar e aproveitar a minha vida com um companheiro que eu tenho”, conta a sequestrada.

Ermelinda Costa, nascida na Índia há 68 anos mas a viver em Portugal há mais de 50, garante que não consegue perdoar a filha.

“Não tem perdão. Eu ainda lhe disse para me soltarem que eu não as acusava, mas elas chegaram ao limite. Já fiz queixa. A Judiciária já veio aqui. Agora se as deixam soltas e depois me acontecesse alguma coisa não sei como vai ser. Eu quero viver a minha vida que resta em paz e sossego. Não a quero mais aqui em casa”, garante Ermelinda Costa.

E desmente a filha. Diz que ouviu as duas agressoras a planear tudo e está mesmo convencida que a queriam matar.
“Às duas horas, a Eugénia esteve fechada na casa de banho, quem lá meteu a Eugénia foi a Etelvina, depois eu fui à casa de banho ela apanhou-me e aí fiquei durante dois dias. Para mim foi uma coisa inesperada e chocante. Em seguida a Eugénia tapa-me a boca, já vinham com luvas e tudo, preparadas para me eliminar. Magoou-me bastante e ainda me deitou a mão ao pescoço e assim me trouxe para a cozinha. Estava também a minha filha a agarrar-me, eu lutei com ela durante 5 minutos, mas lá me prenderam, com uns baraços dos fardos e levaram-me para o quarto e prenderam-me na cama de mãos e pés, vendaram-me os olhos, taparam-me a boca e os ouvidos”, conta a idosa sequestrada.

O cativeiro durou sete dias e sete noites, até que o companheiro acabou por dar o alerta às autoridades. Foi nessa altura que Ermelinda Costa aproveitou para escapar.

“Quando as autoridades apitaram eu ainda estava presa, mas já estava preparada para me desprender. Cortei os baraços, vim descalça, tranquei a porta com dois paus, fui à varanda a fugir e vi que eram autoridades, abri a janela e pedi socorro”, explica Ermelinda.

Ermelinda Costa queixa-se ainda que lhe desapareceram valores de casa e teme pela sua segurança.
Durante o fim-de-semana, a filha não foi vista na aldeia.


Brigantia, 2011-05-03
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Bragança - Página 4 Empty Fernando Sousa demite-se da Mirandesa

Mensagem por Joao Ruiz Qui maio 05, 2011 5:29 am

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Desentendimentos com a direcção

Bragança - Página 4 Matadouro_vimioso_jn

Fernando Sousa demite-se da Mirandesa

Fernando Sousa demitiu-se dos cargos que ocupava na Associação de Criadores de Bovinos de Raça Mirandesa (ACBRM) e na Cooperativa Agro-pecuária Mirandesa (CAPM).

O secretário técnico do Livro Genealógico da raça e responsável pelo planeamento estratégico e supervisão da Cooperativa apresentou a demissão dos cargos que ocupava à Direcção Geral de Veterinária, no passado dia 10 Fevereiro.

Fernando Sousa era secretário técnico da ACBRM desde 1995, tendo desenvolvido um trabalho importante no âmbito da valorização desta raça autóctone. Além disso, o técnico também foi um dos mentores da unidade fabril da mirandesa que está a ser construída na Zona Industrial de Vimioso.

Contactado pelo Jornal NORDESTE, Fernando Sousa justificou a saída da associação e da cooperativa com o facto de não estarem reunidas as condições necessárias para desenvolver o seu trabalho. “Estou tranquilo. Sempre fiz o meu trabalho com um grande esforço pessoal e não me agradou a situação actual, por isso demiti-me”, justificou Fernando Sousa.

O professor da Escola Superior Agrária de Bragança preferiu não entrar em pormenores sobre a sua demissão e remeteu explicações mais detalhadas para as direcções da ACBRM e da CAPM.

Direcção da Associação e da Cooperativa Mirandesa não comentam a saída de Fernando Sousa

No entanto, o presidente da ACBRM, Arlindo Formariz, recusou fazer comentários sobre a saída do secretário técnico do Livro Genealógico da Raça Mirandesa.
A mesma posição foi assumida pelo presidente da CAPM, António Luís, que se escusou a falar sobre os motivos que estiveram na origem da demissão do responsável pelo planeamento estratégico e supervisão da Cooperativa.

O dirigente desta unidade referiu, apenas, que saiu só um técnico, pelo que o projecto da fábrica da mirandesa continua em marcha. António Luís adiantou que a construção está praticamente concluída, faltando agora o licenciamento daquela unidade industrial. No entanto, o responsável não se compromete com uma data para a abertura da fábrica, que durante a construção sofreu alguns atrasos.

Ao que o Jornal NORDESTE conseguiu apurar, a demissão de Fernando Sousa estará relacionada com desentendimentos com a direcção da Cooperativa.
Já o trabalho desenvolvido por Fernando Sousa na ACBRM foi enaltecido com um voto de louvor e confiança, aprovado pelos criadores, na Assembleia do passado dia 9 de Janeiro.

O cargo de secretário técnico do Livro Genealógico da Raça Mirandesa é agora assumido, temporariamente, pelo veterinário municipal de Miranda do Douro, Afonso Pimentel.

Teresa Batista. Jornal Nordeste, 2011-05-04
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Bragança - Página 4 Empty Câmara quer concessionar o matadouro ainda este ano

Mensagem por Joao Ruiz Qui maio 05, 2011 5:34 am

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Entregar gestão a privados

Bragança - Página 4 Matadourobraganca

Câmara quer concessionar o matadouro ainda este ano

O matadouro municipal de Bragança deverá deixar de ser gerido pela autarquia até ao final do ano. Pelo menos essa será uma proposta que o Executivo levará para aprovação na Assembleia Municipal nos próximos meses.

Isso mesmo foi confirmado por Jorge Nunes, o presidente da Câmara de Bragança, à margem da última sessão de Assembleia Municipal, na passada sexta-feira.
“Queremos que município mantenha a propriedade da empresa e a exploração possa evoluir, para desenvolver os negócios e ajudar mais os agricultores do concelho e os consumidores”, sublinha o autarca.

O matadouro municipal tem sido uma arma de arremesso da oposição, que acusa o Executivo de má gestão. Ora, precisamente, admitindo alguma incapacidade para gerir convenientemente aquela infra-estrutura, a Câmara quer agora concessioná-lo a privados sem, no entanto, deixar de manter a sua propriedade.

Apesar de a facturação ter aumentado nos últimos meses, a proposta vai mesmo avançar, até porque tem estruturas que não estão a ser aproveitadas na plenitude.
“O matadouro tem uma excelente sala de desmanche para proceder à transformação. É preciso que a empresa actue a montante, junto dos agricultores, comprando, abatendo, procedendo ao desmanche e à distribuição.

Isso é trabalhar a fileira e a forma mais eficaz de ajudar a promover a agricultura do concelho. O município não tem condições para desenvolver esta actividade e daí ter de considerar uma solução diferente”, explica o presidente da câmara.

Até Abril deste ano, o número de abates aumentou cerca de 40 por cento face aos quatro primeiros meses do ano anterior. Jorge Nunes explica a subida com “a confiança dos consumidores do matadouro”, a que também não serão alheios os problemas sentidos noutras unidades de abate, nomeadamente do Cachão. Muitos produtores, sobretudo da região de Macedo de Cavaleiros, acabaram por começar a abater em Bragança.

Antonio Rodrigues, Jornal Nordeste, 2011-05-04
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Bragança - Página 4 Empty ASAE varre Feira das Cantarinhas

Mensagem por Joao Ruiz Qui maio 05, 2011 5:37 am

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ASAE varre Feira das Cantarinhas

1617 artigos contrafeitos apreendidos na maior operação do género realizada no distrito de Bragança

A ASAE apreendeu, ontem, 1617 artigos contrafeitos na Feira das Cantarinhas em Bragança. Vestuário, perfumes, óculos de sol, relógios e malas com marcas colocadas indevidamente foram levadas pelas autoridades, que contabilizaram uma apreensão no valor de 41 400 euros.

Esta foi mesmo a maior operação deste género realizada pela ASAE no distrito de Bragança.
A operação realizada pela ASAE deixou os feirantes de etnia cigana indignados, que se queixavam do prejuízo e de excesso de força da parte das autoridades.

Outros vendedores presentes nesta feira secular que passaram à margem da operação afirmaram que a entrada da ASAE na feira intimidou os clientes, o que acabou por afectar o negócio em época de crise.


Jornal Nordeste, 2011-05-05
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Bragança - Página 4 Empty Empresários desiludidos com Feira do Emprego

Mensagem por Joao Ruiz Seg maio 09, 2011 5:04 am

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Esperavam mais

Empresários desiludidos com Feira do Emprego

A primeira edição da Feira do Emprego foi boa para a organização, mas os empresários que procuravam mão-de-obra esperavam mais.Carla Pires, do Centro Social e Paroquial dos Santos Mártires, responsável pela iniciativa, manifesta-se satisfeita com os resultados. «Houve muita procura, mais sexta do que sábado. Recebemos cerca de 65 currículos» adianta.

“Concentrámo-los aqui no nosso stand porque combinámos isso com as empresas e instituições uma vez que muitas não estavam a recrutar” explica, acrescentando que “nós sabíamos das ofertas que estavam presentes e encaminhávamos para os stands das empresas”.

Mas alguns expositores mostraram-se desiludidos com a afluência de eventuais interessados para as ofertas de trabalho de que dispunham.Carla Leitão, da Caixa Geral de Depósitos, confessa que tinha expectativas mais elevadas.“Nós recebemos quatro ou cinco candidaturas o que nos parece ser manifestamente insuficiente para uma feira de emprego.

Nós estamos aqui para oferecer estágios remunerados e isto parece-nos surreal pois noutras feiras nós recebemos uma média de 150 candidaturas num só dia” afirma, acrescentando que “a feira não deve ter sido muito divulgada pelo menos pelo público-alvo que seriam os estudantes universitários”.

Já José Flaire, empresário do ramo automóvel, queixa-se que a procura foi pouca e insatisfatória.“Estava à espera de mais” confessa, acrescentando que o único currículo que recebeu não deverá ser seleccionado “porque não tem formação para vendedor e eu queria encontrar uma pessoa com experiência ou formação na área, pois essa é a maior lacuna que se encontra” em quem procura trabalho.

Mas Vítor Costa, da organização, dá um exemplo de um empresário que não era expositor e que recorreu à feira à procura de um trabalhador. “Tinha três ofertas de emprego e uma delas era para engenharia florestal. Nós já tínhamos recebido uma senhora que era engenheira florestal que estava à procura de trabalho entrou logo em contacto com ela para agendar uma entrevista” conta.
No próximo ano deverá haver uma segunda edição da Feira do Emprego.

Brigantia, 2011-05-09
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Bragança - Página 4 Empty 1.ª Feira Ibérica da Sustentabilidade Urbana

Mensagem por Joao Ruiz Qua maio 11, 2011 10:20 am

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7,8 e 9 de Junho

1.ª Feira Ibérica da Sustentabilidade Urbana

Durante a 1.ª Feira Ibérica da Sustentabilidade Urbana, Bragança recebe especialistas nos quatro «Eco-Workshops» com as temáticas Eco-Turismo, Eco-Energia, Eco-Produtos e Eco-Construção.

Durante os próximos dias 7,8 e 9 de Junho a Câmara Municipal de Bragança organiza a 1.ª Feira Ibérica da Sustentabilidade Urbana que será um espaço de divulgação e disseminação de boas práticas relacionadas com a sustentabilidade urbana, abrangendo os temas do Eco-Turismo, Eco-Energia, Eco-Produtos e Eco-Construção.

No dia 7 de Junho durante o Workshop “Eco-Produtos”, vão estar presentes Rui Tadeu, António Mantas e José Maria GonzálezVitón. Rui Tadeu é empresário e gestor rural, gerente da empresa Quinta da Veiguinha - Queijaria Artesanal e da Sociedade Agrícola Quinta do Barracão da Vilariça.

Impulsionador da recuperação do Queijo Terrincho este empresário é também responsável por unidades de turismo no espaço rural. António Mantas, Engenheiro Agrónomo e Mestre em Agricultura Biológica, é gerente da Sativa-Controlo e Certificação de Produtos, a principal empresa portuguesa de certificação de produtos e sistemas agrícolas, alimentares, florestais e turísticos, em particular em modo de produção biológico. José Maria GonzálezVitón é Secretário-Geral da FEPECO – Federación Española de Empresas com Productos Ecológicos.

Da parte da tarde, no Workshop “Eco-Turismo”, vamos poder ouvir Ana Berliner, responsável pela unidade hoteleira Casa da Cisterna e elemento da Direcção da ATN -Associação Transumância e Natureza, que gere a Faia Brava, a primeira área protegida privada de Portugal.

Também vai estar presente Alexandra Lopes, coordenadora do Departamento de Cidadania Ambiental da SPEA - Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves. Esta bióloga está envolvida em diversos projectos de desenvolvimento do Turismo Ornitológico em Portugal. No final deste dia podemos também contar com a comunicação de Ricardo Blanco, responsável da Área de Turismo Sustentável do Instituto de Turismo de Espanha.

No dia 8 de Junho, da parte da manhã decorrerá o Workshop “Eco-Energia”, com Joaquim Borges Gouveia, Professor Catedrático e Director do Departamento de Economia, Gestão e Engenharia Industrial da Universidade de Aveiro, Presidente da Direcção da Associação RNAE -Rede Nacional das Agências de Energia e Ambiente. O Presidente da Direcção da APREN – Associação Portuguesa de Energias Renováveis e Vice-Presidente da EREF- European Renewable Energy Federation, António Sá da Costa, apresentará também a sua comunicação.

Foi também indigitado para presidir o Centro Ibérico de Energias Renováveis e Eficiência Energética que irá ser criada em Badajoz. No final da manhã poderemos ouvir Luis Merino, director da revista espanhola \"Energías Renovables\" e do portal http://www.energiasrenovables.com, que constituem as principais publicações espanholas sobre energias alternativas (em papel e na internet).

Na tarde deste dia, durante o Workshop “Eco-Construção”, a sessão iniciar-se-á com Aline Delgado, Mestre Arquitecta da empresa Ecotectura – Arquitectura e Planeamento Sustentável, tendo coordenado diversos projectos de construção sustentável. Foi criadora e gestora do projecto Edifício Verde e é uma das responsáveis do Portal da Construção Sustentável.

Ainda durante a tarde estará Lívia Tirone, arquitecta e administradora da empresa Tirone Nunes, é desde 1991 pioneira na área da construção sustentável em Portugal. É autora do livro \"Construção Sustentável\" e promotora da iniciativa com o mesmo título. Para terminar esta sessão, poderemos ouvir Wolfgang Berger arquitecto da Plataforma Edificación Passivhaus, associação que promove e desenvolve o standard Passivhaus em Espanha. Este standard aproveita ao máximo o clima, condições de temperatura, vento, insolação, de cada área, reduzindo ao mínimo o recurso a energia externa para aquecer ou arrefecer as habitações. Este arquitecto, é um dos responsáveis da empresa Arkimo.


Ana Ganhão , 2011-05-11
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Bragança - Página 4 Empty Governador civil em guerra com a GNR

Mensagem por Joao Ruiz Qua maio 11, 2011 10:33 am

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«Declarações irresponsáveis»

Bragança - Página 4 Jorge_gomes_2008

Governador civil em guerra com a GNR

O comandante da GNR de Bragança, António Fernandes, diz que pode não haver dinheiro para o gasóleo até final do ano. Por isso, as rondas desta força de segurança, que assegura a cobertura de 99 por cento dos seis mil metros quadrados do distrito de Bragança, um dos maiores do país, podem estar comprometidas.

Em declarações à agência Lusa, António Fernandes queixou-se de falta de dinheiro para gasóleo, reparações e consumíveis.
A culpa é da crise, diz António Fernandes. Em declarações à Lusa, o comandante distrital da GNR garante que está bem servido de meios humanos e materiais, mas que o dinheiro para gasóleo, reparações e consumíveis “não vai chegar para todo o ano”.
Contactado pelo Jornal Nordeste e pela Rádio Brigantia, António Fernandes recusou prestar declarações sobre o assunto.
Na entrevista concedida à agência de notícias do Estado, garante, no entanto, que “este ano, possivelmente, não vamos conseguir fazer tantos [quilómetros] porque os combustíveis não vão permitir”.
De acordo com a Lusa, em 2010, a GNR fez três milhões e quatrocentos mil quilómetros num trabalho de defesa e segurança das pessoas, um número que, nas previsões de António Fernandes, este ano não irá ser repetido devido às dificuldades financeiras que já se fazem sentir.

Governador civil diz que as declarações do comandante da GNR contribuem para aumentar o sentimento de insegurança dos cidadãos

Quem não gostou das declarações de António Fernandes foi o governador civil de Bragança. Jorge Gomes diz mesmo que estas declarações, contribuem para aumentar o sentimento de insegurança dos cidadãos. “A GNR tem um comando geral próprio e todas estas questões são discutidas internamente entre o Comandante Geral e o ministro. Nunca foram discutidas na praça pública. É a primeira vez que oiço um comandante territorial lamentar-se que já não vai ter dinheiro para consumíveis, reparações ou eventualmente para combustíveis”, começou por dizer, sublinhando que lamenta “essas afirmações”. “Primeiro, a ser verdade, devem ser tratadas internamente. Serem tratadas publicamente parece-se um pouco leviano porque, mais não fosse, os cidadãos têm direito a sentir-se seguros e tranquilos. E esta mensagem de um comandante distrital está a pô-los intranquilos”, explica, garantindo que vai “resolver o problema junto do Ministério.”
Jorge Gomes lamenta nunca ter tido conhecimento destas queixas antes de António Fernandes as ter feito publicamente. “Não e acho estranho. A falha existe mas existem mecanismos próprios para tratar destas questões. Não se pode pôr, de forma nenhuma, em causa, a segurança das pessoas, quando, ainda por cima, se diz que é por causa da crise. Não cabe na cabeça de ninguém. Foi um momento menos feliz do senhor comandante”, diz Jorge Gomes, aconselhando António Fernandes “a tirar ilações e assumir a responsabilidade daquilo que disse”.
O governador civil está convencido, até, que estas declarações têm uma motivação política. “Pode ter um carácter de desgaste e eu não quero levar as coisas para esse campo”.
Jorge Gomes acredita ainda que estas declarações não reflectem o sentimento da GNR do distrito, dizendo ser a posição de apenas uma pessoa e não da corporação.


António Rodrigues, Jornal Nordeste, 2011-05-11

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Bragança - Página 4 Empty Doente infectada com legionella morreu no hospital

Mensagem por Joao Ruiz Qua maio 18, 2011 10:46 am

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Hospital procedeu à desinfecção

Bragança - Página 4 Hospitalbgc

Doente infectada com legionella morreu no hospital

Uma mulher de 43 anos morreu no hospital de Bragança depois de ter sido infectada com a bactéria da legionella presente na água de um dos pisos da unidade hospitalar, confirmou hoje à Lusa o gabinete de comunicação.

Segundo a fonte, a mulher deu entrada no hospital com um quadro clínico grave, devido a uma infecção na zona abdominal, o que foi posteriormente agravado com uma infecção pulmonar provocado pela bactéria da legionella.

Após 21 dias de internamento, a paciente acabou por não resistir e faleceu no domingo. Segundo o gabinete de Comunicação do Centro Hospitalar do Nordeste (CHNE), onde está integrada a unidade de Bragança, \"foi feito tudo o que era possível\" pela doente. Foram duas as mulheres infectadas com a legionella, no Hospital de Bragança, a mais velha das quais, já teve alta.

Foi esta última mulher que levou ao diagnóstico e à confirmação da presença da bateria da legionella na água do hospital. A legionella pneumophila é uma bactéria associada com a contaminação do ar interior de edifícios. O foco da contaminação era uma ala do quarto piso, o único do edifício do hospital de Bragança, com quase 40 anos, que ainda não sofreu obras e que tem ainda canalizações antigas.

A fonte confirmou que ambas as doentes deram entrada no hospital por \"outros motivos\" e estiveram internadas no quarto piso, onde funciona a especialidade de medicina. O caso ocorreu há mais de duas semanas e a direcção comunicou de imediato à Delegação de Saúde Pública e à Direcção Geral da Saúde, que realizaram as análises que confirmaram a presença da legionella nas canalizações do 4º piso.

Antes mesmo de confirmar ser o foco da infecção, a unidade hospitalar procedeu à desinfecção através da injecção de água a alto impacto nas canalizações\".

Depois de terem chegado os resultados positivos, foi realizada uma segunda desinfecção com cloro e lixívia concentrada e a água das torneiras do hospital só voltou a ser utilizada na sexta-feira. A fonte referiu que não houve mais casos registados o que leva a concluir que as medidas tomadas foram suficientes para controlar a bactéria.

Lusa, 2011-05-17

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Bragança - Página 4 Empty Bragança vai ter mais postos de carregamento de carros eléctricos

Mensagem por Joao Ruiz Qui maio 19, 2011 5:10 am

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Electric Tour

Bragança - Página 4 Carros_electricos_nunes

Bragança vai ter mais postos de carregamento de carros eléctricos

A cidade de Bragança vai reforçar a rede de abastecimento para carros eléctricos. Até agora só existem postos de carregamento lentos, mas o objectivo é que dentre de poucos anos haja pontos de carregamento rápido.

“São oito postos de carregamento lento, não há nenhum posto de carregamento rápido. Irão incluir proximamente esses postos. É o início do processo. É preciso criar o ambiente favorável a este processo de introdução de veículo eléctrico nas cidades. Acho que a rede vai ser reforçada. O futuro não vão ser os postos de carregamento lentos, só podem ser os rápidos. A nossa vida faz-se a uma velocidade cada vez maior”, explica o presidente da câmara, Jorge Nunes.

Uma intenção revelada pelo autarca à margem do Electric Tour, um projecto pioneiro que está a percorrer o país para convidar os cidadãos a experimentar os carros eléctricos e que é promovido pela MOBI.E, entidade coordenadora da Rede de Mobilidade Eléctrica, e a Peugeot Portugal.

Esta quarta-feira passou por Bragança e Gonçalo Neves, responsável comercial da região Norte da Peugeot Portugal, explica as vantagens do carro eléctrico.

“As baterias são de lítio e isso faz com que não viciem. Independentemente do carregamento que fizermos elas mantêm a sua autonomia. Este carro praticamente não tem manutenção, tendo em conta que toda a parte mecânica do motor não existe. E tem um custo de energia muito inferior, dois euros por cada 100 quilómetros aproximadamente. E não tem ruído, apenas o das rodas a rolar.”

O ION da Peugeot tem uma autonomia para 150 quilómetros e está a ser comercializado por 36500 euros, já com as baterias.

Maria João Rocha, do gabinete da Mobilidade Eléctrica, diz que o preço é o único inconveniente mas que vai ser ultrapassado.

“É evidente que os carros agora estão mais caros mas estamos a começar. Normalmente, quando há este arranque num programa inovador há sempre uma primeira fase onde há maior desfasamento de preços. À medida que haja maior mercado, a tendência será para reduzir o preço.”

Nesta fase de lançamento a Peugeot já vendeu uma dezena de carros eléctricos.
Até ao final do ano espera comercializar cerca de uma centena.

Brigantia, 2011-05-19
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Bragança - Página 4 Empty Festival Internacional de Tunas

Mensagem por Joao Ruiz Seg maio 23, 2011 8:34 am

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Festival Internacional de Tunas Bragança

Estudantina da Madeira premiada em Bragança

A Estudantina Académica da Madeira terminou, de forma muito positiva, a sua participaçãoo na 13º edição do FITAB - Festival Internacional de Tunas Académicas de Bragança, que decorreu este fim-de-semana.

A tuna madeirense arrecadou alguns prémios a concurso, nomeadamente como Melhor Solista, Melhor Serenata, Pandeireta e Tuna + Tuna, quatro classificações que demonstram a qualidade artistica dos estudantes madeirenses que fazem parte da tuna.

No evento, que decorreu no Teatro Municipal de Bragança, e no qual participaram ainda as tunas Cartola de Aveiro e a In Vinus Tuna de Mirandela, foi também premiada a de Aveiro, que arrecadou os galardões de Melhor Tuna, Bandeira e Instrumental.

Entretanto, e antes do espectáculo das tunas a concurso, estas participaram, na sexta-feira, numa Serenata que serviu para despertar as atenções para o festival de sábado.

, 2011-05-23
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Bragança - Página 4 Empty Não corresponderem às necessidades

Mensagem por Joao Ruiz Dom Jun 12, 2011 10:14 am

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Não corresponderem às necessidades

Excesso de graduados desadequados do mercado começa a preocupar países africanos

O diretor executivo da Fundação para o Desenvolvimento Comunitário de Moçambique alertou hoje para o número crescente de graduados desadequados das necessidades reais de alguns países africanos.

«Fico assustado quando vejo o número de graduados e olho para o mercado de trabalho», afirmou Narciso Matos no encontro anual da Associação de Universidades de Língua Portuguesa (AULP), que reúne durante quatro dias, em Bragança, mais de 400 académicos de nove países.

A conferência em que o dirigente moçambicano foi orador era sobre a problemática das equivalências dos graus académicos nos países lusófonos. Porém, para o conferencista, prioritário para os países em desenvolvimento é saber o que realmente precisam.

Além da situação do seu país, apontou outros como \"Cabo Verde, onde o problema atual é o excesso de graduados\", e considerou que \"o mais importante\" é saberem \"que tipo de programas, que duração dos cursos e que títulos é que têm algum significado em alguns países\".

\"O que estamos é à procura de graduados que sejam adequados às nossas sociedades\", afirmou.

Narciso Matos realçou que o número de estudantes disparou no ensino superior em Moçambique, com 100 mil em 37 universidades, mas considerou que \"é impossível um crescimento paralelo da qualidade\".

\"A qualidade do que ensinamos tem muito a desejar\", afirmou, defendendo \"uma maior cooperação das universidades de língua portuguesa para a melhoria da formação de professores, reformulação dos conteúdos de ensino e materiais didáticos\".

\"Há poucos benefícios em multiplicarmos as formações se não corresponderem às necessidades do país e se não são adequadas às necessidades do mercado de trabalho\", reiterou.

As dificuldades geradas pelas diferenças nos sistemas de ensino, nomeadamente ao nível dos graus académicos, equivalências e reconhecimento de créditos, foram apontadas por diferentes intervenientes na conferência.

O processo europeu de Bolonha, do qual Portugal faz parte, evidenciou ainda mais as diferenças e os três anos para uma licenciatura ainda não convenceram alguns dos países de língua portuguesa, assim como o desaparecimento do grau de bacharelato.

Um dos críticos do processo de Bolonha é o ex ministro da Educação português, Júlio Pedrosa, por não ter envolvido as instituições e as academias, às quais lançou o repto: \"Estão a tempo agora de se envolverem mais\".

O antigo governante defendeu o desenvolvimento de parcerias entre os países de língua portuguesa para a criação de graus em co-tutela ou dupla titulação.

O presidente da AULP, Clélio Diniz Campolina, garantiu que a associação está a trabalhar nesta matéria e acha que \"é possível haver harmonização desde que haja intenção política\", considerando que \"os governos têm que ser envolvidos\".


Lusa, 2011-06-08
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