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"É uma comunidade pequena, mas nos últimos anos triplicou e tem um nível de qualificação bastante elevado", disse o diplomata à agência Lusa.

Contactado telefonicamente, Silveira Borges indicou que entre os portugueses residentes em Seul figura o treinador de futebol Nelo Vingada.

"Também temos aqui um professor de Português, uma curadora de museu, uma investigadora científica e três padres", referiu.

Silveira Borges está igualmente acreditado como embaixador em Pyongyang, onde já esteve por duas vezes, em 2008 (quando apresentou credenciais) e no ano seguinte.

Segundo disse, já houve um português a viver na capital norte-coreana, integrado num organismo da ONU, mas "agora, que se saiba, não há nenhum".

Situação "preocupante" mas sem alterações nas ruas de Seul

O ambiente nas ruas de Seul parece hoje igual à dos outros dias, apesar de as Forças Armadas estarem "num grau de alerta muito elevado", disse o embaixador.

Henrique Silveira Borges salientou que "não se vê qualquer alteração da vida normal" na capital sul-coreana e "a própria Bolsa, que na terça-feira caiu, já recuperou".

"A população (sul-coreana) já interiorizou esta situação",
disse o embaixador.

Há dois dias, a artilharia norte-coreana bombardeou uma ilha sul-coreana, matando quatro pessoas, entre as quais dois civis, num dos mais violentos incidentes do género desde o final da Guerra da Coreia, em 1953.

"Desta vez foram atingidos civis", realçou Silveira Borges.

Lusa