Para o caso de sentir uma verdadeira urgência

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Para o caso de sentir uma verdadeira urgência

Mensagem por Viriato em Qui Ago 04, 2011 10:21 am

Para o caso de sentir uma verdadeira urgência




Qual é o número de telefone da Joana Barata Lopes?

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Re: Para o caso de sentir uma verdadeira urgência

Mensagem por Viriato em Qui Ago 04, 2011 11:38 am

Gente perigosa

Muita sorte têm tido os cidadãos deste país. Joana Barata Lopes, a deputada do PSD que ligou para o 112 para “testar” o tempo de atendimento das chamadas, poderia ter optado por um deporto mais radical: atropelar transeuntes para testar o tempo de reacção do INEM. Estejam atentos, à cautela.

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Re: Para o caso de sentir uma verdadeira urgência

Mensagem por Viriato em Qui Ago 04, 2011 11:59 pm

Da série ‘Allo ‘Allo!


Os distintos deputados do Grupo para lamentar do PSD enviaram um comunicado à imprensa onde admitem o seguinte:

- Acreditam ser possível medir o tempo de resposta do INEM através de telefonemas para a PSP.

- Dispõem de um algoritmo único no Mundo que permite calcular a média das 10 milhões de chamadas por ano recebidas no serviço 112 através de um único telefonema.

- Estão convencidos de que os portugueses têm uma idade mental não superior a 12 anos.

- Reconhecem que eles próprios têm uma idade mental não superior a 6 anos.

Esta forma de lidarem com o caso, recusando assumir qualquer responsabilidade pela inacreditável estupidez exibida, corresponde à cultura mais genuína deste PSD.

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Re: Para o caso de sentir uma verdadeira urgência

Mensagem por Vitor mango em Sex Ago 05, 2011 12:19 am

nao sei se o humor encaixa no 112 mas aki vai

O humor de Raul de Orofino no jornal I
icon 30/Junho/2011 por Joana Lopes de Freitas

O jornal i falou com Raul de Orofino, autor de Mário o teu humor está no armário, a propósito do curso de Inteligência Emocional que o autor/formador vai dar na Universidade Lusíada.

Leia a entrevista e fique a conhecer melhor o homem que pode levantar os espíritos em tempos de crise.

«Raul de Orofino, autor e actor, fazia espectáculos ao domicílio. Estávamos no início dos anos 90, a crise atingia o Brasil e os apoios à cultura escasseavam. Levar o seu monólogo à casa de pessoas foi uma maneira criativa de contornar as dificuldades. E sempre que terminava um espectáculo ficava a conversar com quem o tinha convidado. Um dia alguém lhe chamou a atenção para uma coisa: “Sabia que essa conversa que tem com as pessoas é uma palestra?”

Raul não sabia. Mas acreditou quando a pessoa lhe disse que era responsável por uma empresa com um grave problema de comunicação, problema que podia ser solucionado por Raul. A empresa, uma multinacional de elevadores, foi o palco de quatro espectáculos. A fórmula foi um sucesso e cada vez mais empresas aderiram à ideia de resolver os seus problemas através da ironia e de verem os seus medos reflectidos nos personagens. “Um bom teatro é uma cura”, percebeu.

Assim, o “actor palestrante “, como se define, nasceu da crise, a mesma palavra que hoje inunda Portugal, onde Raul de Orofino começa um curso prático de Inteligência Emocional para empresários na próxima semana. Timing perfeito? Neste momento é mais que nunca necessário aplicar o bom humor ao trabalho, considera.

“Fui muito desencorajado a trabalhar em Portugal quando cheguei. As pessoas diziam-me que os portugueses eram sisudos, que não iam rir, mas o português é muito emocional, tem um potencial gigante”, diz, fazendo um balanço dos últimos 12 anos. “Se o português perceber o potencial que tem em termos de criatividade e humor, este país vai longe!” Às promessas do curso juntam-se mais-valias profissionais e pessoais: os líderes aprendem a ser mais flexíveis, os colaboradores aprendem a integrar-se, os vendedores aprendem a ouvir os clientes. O curso não envolve espectáculos, mas fornece as técnicas de que Raul fala.

Uma das prioridades, realça, é valorizar o humor como factor diferenciador no mercado de trabalho. “Uma pessoa com humor não vai destabilizar uma equipa, vai aglutinar as diferenças de todos. Num momento como o de hoje, ninguém quer contratar uma pessoa que desestabilize, isso é um prejuízo enorme e é contabilizado num processo de recrutamento.” considera Raul. “Precisamos de bom ambiente para aumentar a produtividade, por isso costumo dizer que o humor é dinheiro.” Mas não só por isso: “Quando as pessoas riem muito, quer dizer que são inteligentes. Rir é uma coisa séria. Na verdade as pessoas mais perigosas são as que não riem. Isso quer dizer que estão doentes”, diz. Importa salvaguardar que não estamos a falar do humor de “escorregar na casca de banana”. “Todas as histórias de que falo são sérias: uma rapariga que está apaixonada por um anão, um homem que está desempregado, um líder que hoje vende sopa.

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Re: Para o caso de sentir uma verdadeira urgência

Mensagem por Viriato em Sex Ago 05, 2011 12:23 am

A deputada que faz "Apanhados"

por FERREIRA FERNANDES

É costume dizer que os deputados são o povo, mas seria mais correcto dizer "os deputados é o povo" - no singular, para sublinhar quem é o sujeito. Ser o povo é de uma importância do caraças. É diferente de ser do povo, que bem pode não ser importante. Por exemplo, aquele meu camarada do Tal & Qual que um dia se sentou na bancada do PSD para testar se davam por ele, estava a fazer uma brincadeira popular. Se nós do povo não podemos nem fazer uma laracha de vez em quando... Deram por ele, o olho de lince de Conceição Monteiro, antiga secretária de Sá Carneiro e conhecedora do PSD como ninguém, deu pelo jornalista onde não devia e expulsou-o. Nesse dia, o PSD ficou bem na fotografia. Anteontem, a deputada Joana Lopes ficou mal, foi do povo, e não o povo. Ela estava na comissão parlamentar de Saúde, ouvindo o presidente do INEM, e disse que os dela, do PSD, tinham telefonado para o 112 testando o tempo de atendimento que o INEM pretendia ser de X. "Pois é de X+Y!", disse Joana Lopes triunfante. Mostrou ignorância sobre o assunto, pois os tempos de atendimento do INEM não são os mesmos dos do 112. E, sobretudo, mostrou ignorância sobre o que é ser o povo. O povo (os deputados) não testa brincadeiras: manda o INEM dar os dados exactos e se não acredita neles manda até que eles sejam exactos. Se Joana Lopes quer ser só do povo, ressuscite o T&Q (que bem falta faz, aliás) e vá testar a segurança do aeroporto com uma falsa bomba.
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Re: Para o caso de sentir uma verdadeira urgência

Mensagem por Vitor mango em Sex Ago 05, 2011 12:33 am

Se Joana Lopes quer ser só do povo, ressuscite o T&Q (que bem falta faz, aliás) e vá testar a segurança do aeroporto com uma falsa bomba.

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Re: Para o caso de sentir uma verdadeira urgência

Mensagem por Viriato em Sex Ago 05, 2011 12:36 am

Jumenta do dia

Joana Barata Lopes, deputada do PSD

A deputada Joana Barata Lopes é ignorante, se não o fosse perceberia que um sistema de emergência não é avaliado com uma única chamada falsa. Parece ser idiota, se não o fosse teria a obrigação que com estas coisas não se brinca. É uma fraca deputada, depois de fazer uma chamada dispensável fez uma intervenção ainda mais dispensável, digna de uma líder de uma associação de estudantes do ensino básico. Parece ser mal formada, se não o fosse já teria apresentado um pedido de desculpas aos eleitores que a elegeram e aos profissionais dos serviços de emergência.
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Re: Para o caso de sentir uma verdadeira urgência

Mensagem por Vitor mango em Sex Ago 05, 2011 4:56 am

Técnicos do INEM querem demissão do deputado que ligou para o 112
por Ana Tomás, Publicado em 04 de Agosto de 2011 | Actualizado há 21 horas


Os técnicos do serviço de emergência médica querem um “pedido formal de desculpa”, por parte da bancada do PSD e a demissão do deputado que fez a chamada falsa para o 112.



Vítor Almeida, presidente da associação que representa os técnicos do INEM, revelou à TSF que pretende que a bancada social-democrata tome “medidas adequadas” e que o deputado que realizou a chamada se demita.


“Um deputado deve ser exemplo para a nação e não pode ter atitudes destas que, por mim, roçam aquilo que é legalmente aceitável para além das questões éticas”, afirmou o presidente da associação.


Vítor Almeida considera que «pelo menos um pedido formal de desculpa, isso é incontornável. Mas, sou sincero, em qualquer outro país civilizado, isto dava imediatamente processo ou demissão de um deputado», admitiu.

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