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Equador

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Mensagem por Joao Ruiz Sex Out 01, 2010 10:53 am

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Correa agredido e cercado numa tentativa de golpe de Estado no Equador

por SUSANA SALVADOR
Hoje

Equador Ng1348457

Presidente atingido por gás lacrimogéneo quando tentava acalmar protesto de polícias. Comunidade internacional apoia Correa.

O Presidente do Equador, Rafael Correa, estava ontem cercado num quarto de hospital, em Quito, para onde tinha sido levado depois de ser atingido por gás lacrimogéneo lançado por polícias. Os agentes protestavam desde manhã contra a nova lei dos Serviços Públicos e a perda de regalias, tendo recusado dialogar com o Presidente. Correa acusou a oposição de estar por detrás do "golpe de Estado", condenado pela comunidade internacional.

Na origem do protesto está a aprovação, na véspera, da nova lei, que retira benefícios aos polícias. Segundo o chefe da diplomacia do Equador, Ricardo Patiño, o objectivo é "uniformizar os salários de todos os funcionários públicos". Aos polícias juntaram-se cerca de 150 militares, que tomaram o aeroporto. O chefe do estado-maior do Exército, Ernesto Gonzalez, deixou bem claro, contudo, que apoiava o Presidente.

Correa foi tentar dialogar com os polícias amotinados num quartel, mas estes não quiseram ouvi-lo. Perdendo a paciência, tirou a gravata e abriu a camisa para mostrar que não levava colete à prova de balas e gritou aos cerca de 800 agentes a partir de uma janela: "Senhores, se querem matar o Presidente, aqui está. Matem-me se lhes apetece." E recusou ceder: "Se querem destruir a pátria, destruam-na, mas este Presidente não dá nem um passo atrás."

Quando deixava o local, foi atingido por gás lacrimogéneo e garrafas e levado ao hospital. "Se o hospital está rodeado será como uma traição à pátria, uma traição ao seu Presidente. Sinto-me traído. É uma grande traição à pátria", disse o Presidente a uma rádio local a partir do quarto. "Se algo me acontecer, isso não mudará o meu amor infinito pela pátria e pela minha família. Vou amá-los de onde quer que esteja", acrescentou, acusando a oposição de estar por detrás da tentativa de golpe.

O chefe da diplomacia pediu entretanto aos apoiantes de Correa para que saiam "pacífica, patriótica e corajosamente" para as ruas e vão "salvar" o Presidente, no poder desde 2007, pondo fim ao "golpe". Centenas de pessoas reuniram-se na praça da Independência, tendo algumas recorrido à violência. O jornal La Hora dava conta de um morto e três feridos.

Em Guayaquil, segunda maior cidade do Equador, havia relatos de assaltos e motins. As autoridades declararam entretanto o estado de excepção - ficando a segurança a cargo das Forças Armadas. A comunidade internacional, do venezuelano Hugo Chávez (de esquerda) ao mexicano Felipe Calderón (direita), apressou-se a reagir, demostrando o seu apoio ao Governo democraticamente eleito de Correa. Os EUA indicaram estar a seguir a situação.

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Equador Empty WikiLeaks provoca crise diplomática entre EUA e Equador

Mensagem por Joao Ruiz Qua Abr 06, 2011 8:42 am

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WikiLeaks provoca crise diplomática entre EUA e Equador

Hoje

O Equador expulsou a embaixadora norte-americana em Quito, acusando-a de ser "inimiga do Governo", depois de serem conhecidos telegramas secretos, conta o 'El Comercio'.

Nos documentos, revelados pelo 'El Pais', a embaixadora denunciava a "corrupção generalizada" na Polícia Nacional e que o Presidente Rafael Correa mantinha no cargo o comandante Jaime Hurtado Vaca por este ser "facilmente manipulável".

Segundo o jornal 'El Comercio', a crise diplomática entre Quito e Washington agravou-se porque a resposta da embaixadora Heather Hodges às questões das autoridades peruanas foram consideradas "insuficientes e insatisfatórias".

Por seu lado, os EUA consideraram a expulsão da diplomata "injustificada".

Esta é a segunda baixa diplomática após o início das revelações da WikiLeaks sobre a América Latina, depois do embaixador norte-americano na Cidade do México ter-se demitido. Carlos Pascual tinha criticado o trabalho do exército mexicano na luta contra o narcotráfico.

In DN

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