Jardim diz que Governo de Sócrates é de "vingançazinhas"
Vagueando na Notícia :: Salas das mesas de grandes debates de noticias :: Professor Dr e mister Mokas faz a analise do Mundo
Página 1 de 1
Jardim diz que Governo de Sócrates é de "vingançazinhas"
Jardim diz que Governo de Sócrates é de "vingançazinhas"
01 | 04 | 2011 19.12H
O presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, classificou hoje de “vingançazinha” por parte do Governo da República a questão de quem pede ou não ajuda externa para Portugal sair da crise em que se encontra.
Destak/Lusa | destak@destak.pt
Antes de chegar a esta conclusão, Alberto João Jardim, à chegada ao Aeroporto Internacional da Madeira, lembrou haver “um Acórdão do Tribunal Constitucional que diz que, mesmo em gestão, os governos têm o poder de desenvolver as medidas consideradas inadiáveis e indispensáveis”.
“Para uma pessoa como eu que acha que a ajuda externa já devia ter sido há mais tempo e que o PS não quer a ajuda externa precisamente porque não quer que se saiba a situação em que se encontra o Estado – viram que ontem o défice em relação ao Produto Interno Bruto já era outra vez muito mais grave do que andavam a dizer – e, portanto, no meio desta comédia, o PS, ainda no Governo, tem todas as competências constitucionais para recorrer à ajuda externa. Se não fizer, é da sua responsabilidade”, considerou.
Para o governante madeirense, “há uma certa vingançazinha, aliás, este foi sempre um Governo de vingançazinhas, vingaram-se da Madeira na primeira Lei de Finanças Regionais, vingaram-se com a Zona Franca, vingaram-se com o dinheiro das autarquias”.
“Esta é uma gente da qual nós temos que nos ver livres o mais rapidamente possível”, finalizou.
Na quinta-feira, na comunicação que fez ao país o Presidente da República fez referência às competências de um Governo de gestão, defendendo que “não está impedido de praticar os actos necessários à condução dos destinos do País, tanto no plano interno, como no plano externo”.
No mesmo dia, o ministro de Estado e das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, defendeu que o actual “governo de gestão não tem condições para assumir compromissos em nome do país”, já que foi “desautorizado” com a rejeição pela Assembleia da República do seu programa de estabilidade e crescimento, uma ideia já rejeitada pelo principal partido da oposição, o PSD.
01 | 04 | 2011 19.12H
O presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, classificou hoje de “vingançazinha” por parte do Governo da República a questão de quem pede ou não ajuda externa para Portugal sair da crise em que se encontra.
Destak/Lusa | destak@destak.pt
Antes de chegar a esta conclusão, Alberto João Jardim, à chegada ao Aeroporto Internacional da Madeira, lembrou haver “um Acórdão do Tribunal Constitucional que diz que, mesmo em gestão, os governos têm o poder de desenvolver as medidas consideradas inadiáveis e indispensáveis”.
“Para uma pessoa como eu que acha que a ajuda externa já devia ter sido há mais tempo e que o PS não quer a ajuda externa precisamente porque não quer que se saiba a situação em que se encontra o Estado – viram que ontem o défice em relação ao Produto Interno Bruto já era outra vez muito mais grave do que andavam a dizer – e, portanto, no meio desta comédia, o PS, ainda no Governo, tem todas as competências constitucionais para recorrer à ajuda externa. Se não fizer, é da sua responsabilidade”, considerou.
Para o governante madeirense, “há uma certa vingançazinha, aliás, este foi sempre um Governo de vingançazinhas, vingaram-se da Madeira na primeira Lei de Finanças Regionais, vingaram-se com a Zona Franca, vingaram-se com o dinheiro das autarquias”.
“Esta é uma gente da qual nós temos que nos ver livres o mais rapidamente possível”, finalizou.
Na quinta-feira, na comunicação que fez ao país o Presidente da República fez referência às competências de um Governo de gestão, defendendo que “não está impedido de praticar os actos necessários à condução dos destinos do País, tanto no plano interno, como no plano externo”.
No mesmo dia, o ministro de Estado e das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, defendeu que o actual “governo de gestão não tem condições para assumir compromissos em nome do país”, já que foi “desautorizado” com a rejeição pela Assembleia da República do seu programa de estabilidade e crescimento, uma ideia já rejeitada pelo principal partido da oposição, o PSD.
_________________
Só discuto o que nao sei ...O ke sei ensino ...POIZ
Vitor mango- Pontos : 118184
Vagueando na Notícia :: Salas das mesas de grandes debates de noticias :: Professor Dr e mister Mokas faz a analise do Mundo
Página 1 de 1
Permissões neste sub-fórum
Não podes responder a tópicos