O Tinto é nosso e as Gajas ficam cá dentro - Nossas !

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O Tinto é nosso e as Gajas ficam cá dentro - Nossas !

Mensagem por Vitor mango em Sex Mar 24, 2017 1:26 am

SE há coisas que os lusitanos teem demais sagrados são as gajas sejam elas rainhas ou vendam peixe ao metro no Bulhon (biba o Puerto carago )
NO antigamente era proibida qualquer gaja ir para as colónias enquanto que os espanhóis arrebanhavam tudo para a dança
E fui lamber nos antanho a tamanha razão para que a gente que quando trabalha na Trolha e vê uma gaja passar debaixo da escada assopra um piropo do género ...Oh Linda eu bla bla (isto aqui é lugar serio OUBIRAM !
Até ao Mestre de Aviz tudo o que erra King ou equiparado tinham quantas gajas queriam e as ESPOSA do facto não apresentava queixa ao Conselho de Segurança da Onu ou ao veto americano que ...que isso é para quando dizemos mal dos judeus
Pois e o Mestre que nãi filho puro mas fruto de uma queca mal alinhada precisava de afinar o carburador e gritou para Inglaterra
- Allô Allô preciso de uma gaja nova Britis mas de sangue puro
Veio Uma Lencastre ...faz-se a boda a madame engravidou pelo sitio ...há quem engravide de ouvido
E felizes o King é apanhado abraçado a uma serviçal
ENA pah a Madame Lencastre ficou Hirta e mandou pintar no tecto da casa ( palácio da pena ) 300 cotovias que era o numero das madames a viver no castelo
A Frase significava
Todas as gajas são P*tas até prova em contrario !

Nasceram gajos e gajas deste romance e destaco uma gaja que casou com os reis dos países baixos
Esta madame tinha tanto e real valor que o Rei simplesmente abdicou de reinar com as ideias dele King e era praticamente tudo vindo dela e...até mandava bocas para os irmaos em Portugal
Depois envia um santo ou santa para Portugal para enfeitar a entrada do mosteiro da batalha ...Ora santas Só Havia o culto da Virgem Maria a mãe do Jota
E a Lusitânia aderiu ao esquema e surge a levitar em Fátima o maior fenómeno feminino
Uma madame de rosto angelical é lavado aos outros de gajos mal encarados com barba por fazer de escarro grosso ...e 9o povo ajoelha ...o mundo contempla e os árabes baralham-se com o nome que é dos deles
O Vaticano factura e o papa sorri e vem aí ao negocio
Quem? Um Holandês ?
Da Holanda conheço a diferença entre a Holanda e a Bélgica

...Um gajo vai de avião e onde vir papel higiénico a secar ao SOl aí é a economia dos tamancos



Bye vou ás gajas e ao Tinto da Cepa


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Re: O Tinto é nosso e as Gajas ficam cá dentro - Nossas !

Mensagem por Vitor mango em Sex Mar 24, 2017 1:39 am

s nomes dos filhos homenageavam tanto membros da família de D. João I quanto de D. Filipa, o que mostra o respeito dos reis pelos seus antepassados.[25]
Do seu casamento, nasceram:

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Re: O Tinto é nosso e as Gajas ficam cá dentro - Nossas !

Mensagem por Vitor mango em Sex Mar 24, 2017 1:42 am

De infanta de Portugal a duquesa de Borgonha D. Isabel de Lencastre e Avis (1397-1429)
Autor: Antunes, Ana Paula Jerónimo
Palavras-chave: Infanta D. Isabel
Duquesa de Borgonha
Século XV
Ínclita geração
Casa das rainhas
Família real
Portugal
Data de Defesa: Set-2012
Editora: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
Resumo: Filha e irmã de figuras incontornáveis da história portuguesa do início do século XV, a infanta D. Isabel de Lencastre e Avis (1397-1471) foi a protagonista feminina da corte avisina entre 1415 e 1429. Após a morte da rainha D. Filipa de Lencastre, sua mãe, ela assume com determinação e firmeza a administração e a gestão da Casa da rainha, agora Casa da infanta. Líder do gineceu da corte do pai, o rei D. João I, teve a seu cargo a função de representação, não deixando de intervir de forma activa na reforma da Igreja, ao lado do pai e do irmão mais velho. Este protagonismo adiou o seu casamento, que se concretizou após o do príncipe herdeiro D. Duarte, quando D. Isabel contava já 32 anos, com o duque de Borgonha, Filipe o Bom. Mantida na sombra pela historiografia portuguesa, que ao ignorá-la reduziu a cinco elementos a Ínclita Geração, será através de um estudo de uma historiadora francesa que no final do século XX nos apercebemos da verdadeira dimensão de mulher de poder que foi D. Isabel, como duquesa de Borgonha. Dificilmente se acredita que terá sido apenas devido ao casamento e à sua saída do reino que a infanta D. Isabel se tornou a mulher activa e interveniente no governo do ducado, caso a sua vivência na corte portuguesa tivesse sido tão apagada como se pensava. Decidimos, por isso, partir para o nosso estudo tentando traçar os principais passos da vida desta mulher enquanto infanta de Portugal, desde o dia em que nasceu, a 21 de Fevereiro de 1397, até ao dia em que colocou os pés em terras flamengas pela primeira vez, a 26 de Dezembro de 1429, com base em fontes documentais e cronísticas e bibliografia geral e específica.

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Re: O Tinto é nosso e as Gajas ficam cá dentro - Nossas !

Mensagem por Vitor mango em Sex Mar 24, 2017 1:51 am

os erros assinalados na escrita ficaram a dever-se ao tamanho dos dedos que não cabem no teclado
eu ??? Bumba bumba na caneca

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Re: O Tinto é nosso e as Gajas ficam cá dentro - Nossas !

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