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Croácia

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Mensagem por Joao Ruiz Dom Nov 28, 2010 8:49 am

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Político pede absolvição de general julgado pelo TPI

por Lusa
Hoje

Um alto funcionário político croata afirmou hoje na imprensa local que as acusações de crimes de guerra contra o ex-general croata Ante Gotovina, julgado pelo Tribunal Penal Internacional (TPI), foi "político" e que o ex-militar deve ser "absolvido".

"Essa acusação, na sua totalidade, é política. O procurador do tribunal em Haia deu-se o direito de fazer política", disse Vladimir Seks, vice-presidente do Parlamento croata e líder da Comunidade Democrática Croata (HDZ), formação no poder na Croácia.

"Considerando todas as evidências, o veredicto deve ser honesto, baseado em evidências e sobre a justiça, devendo haver um veredicto de absolvição", disse Seks numa entrevista ao jornal Vecernji List. O líder político "realmente pensa" que Gotovina é "um herói" da guerra da Croácia (1991-95).

O Tribunal Penal Internacional para a ex-Jugoslávia deve indicar o veredicto contra Ante Gotovina e outros dois ex-generais croatas, Ivan Cermak e Mladen Markac, em Dezembro. Os três homens são acusados de pilhagens, abusos, assassinatos, perseguição e expulsão dos sérvios da Krajina, crimes cometidos em 1995. A acusação pediu uma pena de 27 anos de prisão para Gotovina e penas entre 23 e 17 anos de prisão foram requeridas para Cermak e Markac.

Gotovina comandou a operação "Tempestade", lançada pelo Exército croata no final da guerra e que visava recuperar a região de Krajina dos separatistas sérvios da Croácia. Os promotores disseram que a operação resultou num êxodo de 90 mil sérvios e a morte de 324 civis.

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Mensagem por Joao Ruiz Seg Mar 07, 2011 10:19 am

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"Revolta Facebook" move milhares de jovens contra governo

por Lusa
Hoje

A Croácia está a confrontar-se com uma vaga de protestos anti-governamentais sem precedentes e que, segundo as autoridades, pode pôr em causa a fase final processo de adesão do país à União Europeia (UE).

Para terça-feira já foi convocada uma nova manifestação para o centro de Zagreb, num movimento quase ininterrupto iniciado há cerca de duas semanas através da rede social Facebook, e que alastrou a diversas cidades do país, que declarou a independência da extinta Jugoslávia em Junho de 1991. Os protestos, difusos e contraditórios mas com a participação de dezenas de milhares de pessoas, sobretudo jovens, têm como alvo o governo da União Democrática Croata (HDZ, conservador) e a primeira-ministra Jadranka Kosor. Os manifestantes têm queimado bandeiras da União Europeia (UE), mas a coerência política da contestação permanece por definir. Palavras de ordem contra "as privatizações, o capitalismo e a UE", a denúncia da HDZ "que está a espoliar a Croácia" ou a "demissão imediata de Jadranka" têm sido as principais exigências dos milhares de jovens que têm ocupado as ruas da principais cidades croatas.

No domingo, o protesto terminou de forma pacífica na Trg Bana Jalacica, a principal praça de Zagreb, no final de uma marcha com sete mil pessoas, segundo os organizadores, que desfilou junto de diversos símbolos do poder, como a televisão estatal ou o ministério do Interior. A demissão imediata do governo e a convocação de eleições imediatas permanecem as principais reivindicações dos manifestantes. Protestos similares ocorreram em várias cidades do país no sábado, e sem incidentes. No entanto, no último fim-de-semana de fevereiro centenas de jovens entraram em confrontos com a polícia, com um balanço de 25 feridos e 60 detenções. O executivo croata, que se encontra numa fase crucial do processo de negociações para a adesão à UE, que pretende concluir até junho, já considerou que os protestos poderão prejudicar as ambições da Croácia em aderir à União.

No entanto, uma sondagem divulgada domingo pela televisão oficial revelou que 70 por cento dos croatas apoiam os protestos, e 62 por cento são favoráveis a eleições antecipadas. As eleições gerais no país estão previstas para o final do ano ou para o início de 2012. Num protesto paralelo a estas manifestações espontâneas de jovens, que exigem emprego (a Croácia tem 335 mil desempregados) e uma nova política, entre 10 a 15 mil veteranos de guerra juntaram-se no último sábado de fevereiro num das principais praças de Zagreb, numa ação que também terminou com tumultos. Os veteranos denunciaram a "perseguição dos defensores croatas da pátria" e pugnaram pela "dignidade da guerra patriótica", numa referência à "guerra da independência" da Croácia (1991-1995). Os manifestantes, que acusam o governo de "trair os interesses nacionais", opõem-se à normalização das relações com a Sérvia, contestam a amnistia decretada aos sérvios da Croácia, e alguns contestam a adesão do país à UE.

In DN

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Mensagem por Joao Ruiz Sex Jun 24, 2011 4:37 pm

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Croácia vive "um dia histórico" com adesão à UE

por Lusa
Hoje

A Croácia está a viver "um dia histórico" e a adesão à União Europeia (UE) significa "o fim de 20 anos de esforços num processo muito exigente", disse à Lusa o embaixador croata em Lisboa.

Após cerca de seis anos de negociações para a obtenção do estatuto de Estado-membro da UE e oito anos após o pedido formal de adesão, os líderes europeus reunidos em Bruxelas decidiram hoje dar por concluído o processo de negociações de adesão com a Croácia. A integração formal da ex-república jugoslava deverá ocorrer no verão de 2013. "É um dia histórico para a Croácia e para o povo da Croácia. Esta decisão política significa o fim de duas décadas de esforços da Croácia para se juntar à restante família europeia", afirmou em declarações por telefone à Lusa o embaixador Zeljko Vukosav. "O processo foi muito exigente, devido às novas regras do processo de adesão. Nenhum dos actuais Estados-membros foi forçado, como sucedeu com a Croácia, não apenas a adoptar o acervo comunitário ["acquis communautaire"], mas também a demonstrar a sua aplicação", precisou.

No entanto, a declaração aprovada em Bruxelas exorta a Croácia - o segundo Estado proveniente da ex-Jugoslávia, após a Eslovénia, a juntar-se à UE - a "prosseguir os seus esforços de reforma, designadamente no sector judicial e nos direitos fundamentais". O embaixador croata reconhece assim que "o fim das negociações não significa obviamente o fim do processo", mas prefere enfatizar que a adesão da Croácia "também significa o reforço e aprofundamento da parceria com Portugal". A confirmação do fim das negociações de adesão quase coincidiu com as celebrações dos 20 anos da independência da Croácia, proclamada em simultâneo com a Eslovénia em 25 de Janeiro de 1991, em pleno processo de desagregação da ex-Jugoslávia.

"Desde a nossa independência, que ocorreu há 20 anos, a Croácia conheceu um período de profundas reformas políticas, económicas e sociais. Foi um longo caminho, de um sistema autoritário e não democrático até à democracia plena", considera Zeljko Vukosav, numa referência à turbulenta e violenta década de 1990 nesta região da Europa. "O país foi forçado em simultâneo a lutar pela sobrevivência e pela integridade física. Penso que reconstrução do país no pós-guerra correu bem e estou especialmente satisfeito por termos garantido o início de um processo de reconciliação com os nossos vizinhos", argumenta. A reconciliação e estabilização regional têm sido as prioridades da EU. Todas as ex-repúblicas da antiga Jugoslávia, em particular a Sérvia, já anunciaram que a adesão à União constitui uma prioridade estratégica. Assim, e 20 anos após um divórcio violento, os novos Estados dos Balcãs surgidos na década de 1990 optaram por trilhar um percurso idêntico e em direcção a um objectivo comum.

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Mensagem por Joao Ruiz Dom Jan 22, 2012 4:39 pm

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"Sim" vence com 66% dos votos a favor da adesão

Hoje

Croácia Ng1790345

O "sim" ganhou com 66% dos votos no referendo de hoje sobre a adesão da Croácia à União Europeia, de acordo com resultados parciais oficiais anunciados pela comissão eleitoral.

Os croatas disseram "sim", este domingo, a adesão do seu país à União Europeia, num referendo considerado "crucial" pelas autoridades da jovem república, 20 anos depois da independência da ex-Jugoslávia.

Mais de 66 por cento dos votantes que participaram no referendo deste domingo responderam "sim" à questão: "Apoia a adesão da República da Croácia à União Europeia?".

Os resultados dizem respeito aos votos contados em 99% dos 6750 locais de votação, segundo a mesma fonte. Agora, o Tratado de Adesão que a Croácia assinou em dezembro passado deve ser ratificado pelos 27 Estados-membros da UE. A integração da Croácia na União Europeia está previsto para 1 de julho de 2013.

Na sexta-feira, o Presidente croata, Ivo Josipovic, apelou à "coragem e sabedoria" da população para votar "sim", uma tendência que perdeu algum fôlego devido às crescentes reticências relacionadas com a crise na zona euro.

A maioria das forças políticas -- incluindo a União Democrática Croata (HDZ), que conduziu as negociações de adesão iniciadas em 2005 mas foi derrotada nas legislativas de dezembro por uma coligação de centro-esquerda -- pronunciaram-se pela adesão. Pelo contrário, o "Conselho para a Croácia -- Não à UE" (direita nacionalista) promoveu uma intensa campanha contra a adesão.

Após os apelos da poderosa Igreja católica e da Aliança para a Mudança -- a coligação eleitoral de centro-esquerda liderada pelo Partido Social Democrata (SDP) do atual primeiro-ministro Zoran Milanovic, que conduziu a campanha pelo "sim" iniciada em 3 de janeiro -- o parlamento (Sabor) aprovou na quinta-feira uma declaração onde também apelou ao voto favorável em nome do "interesse nacional estratégico".

Apesar da grave crise na União Europeia, os principais dirigentes croatas têm-se esforçado por garantir aos eleitores que a adesão implicará "um ambiente financeiro e macroeconómico estável e um sistema jurídico eficaz, que vai permitir o relançamento da economia".

Muito afetada pela crise mundial, a economia croata entrou em recessão a partir de 2009, com uma recuperação muito modesta em 2011, com um aumento do PIB de 0,4 por cento.

Após a Eslovénia em 2004, a Croácia será a segunda das ex-repúblicas jugoslavas a aderir à UE, uma perspetiva que também está a ser admitida para o conjunto dos países dos Balcãs ocidentais.

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