Vagueando na Notícia


Participe do fórum, é rápido e fácil

Vagueando na Notícia
Vagueando na Notícia
Gostaria de reagir a esta mensagem? Crie uma conta em poucos cliques ou inicie sessão para continuar.

A COISA ESTA PRETA

2 participantes

Ir para baixo

A COISA ESTA PRETA Empty A COISA ESTA PRETA

Mensagem por RONALDO ALMEIDA Seg Set 29, 2008 5:06 pm

Fortis espelha crise na Europa
Filip Dierckx, presidente executivo do grupo financeiro Fortis, hoje numa conferência de imprensa...Foto: Thierry Roge/Reuters




29-09-2008 14:24:00
Fortis espelha crise na Europa
Filip Dierckx, presidente executivo do grupo financeiro Fortis, hoje numa conferência de imprensa. O grupo do Benelux vai receber ajuda pública de emergência da Bélgica, da Holanda e do Luxemburgo, após a forte queda dos seus títulos ter gerado grandes problemas de liquidez, decorrentes da crise de crédito nos EUA. Ontem, os governos destes países acordaram injectar 11,2 mil milhões de euros com o intuito de evitar a desestabilização do sector financeiro e o efeito de contágio noutras instituições de crédito. O Fortis anunciou ainda a venda de parte do ABN Amro, adquirida no ano passado. Foto: Thierry Roge/Reuters




22:08 - Bolsa de Nova Iorque afunda-se com rejeição do plano Paulson

21:15 - Obama acredita que Congresso aprovará plano e apela à calma dos mercados

21:12 - Economistas portugueses comentam chumbo ao Plano Paulson

21:09 - Candidato republicano John McCain acusa oponente de não ter capacidade de liderança

21:07 - Presidente da Câmara de Representantes afirma que chumbo não se pode manter

21:05 - Teixeira dos Santos diz que autoridades norte-americanas têm a "responsabilidade" de encontrar uma "solução"

20:55 - Bolsas norte-americanas e petróleo afundam-se com chumbo do plano Paulson

20:44 - Barril de crude desce mais de dez dólares em Nova Iorque

19:12 - Câmara dos Representantes chumba plano de salvamento financeiro

16:47 - Bolsa de Lisboa afunda mais de três por cento em dia de convulsão internacional

16:18 - BCE injectou mais 120 mil milhões na Zona Euro

15:34 - Défice público mantém-se em 2,2 por cento do PIB este ano

15:21 - Sindicatos do pessoal de bordo dizem sim à CAI

15:19 - Nova Iorque reage em forte queda ao plano Bush

14:54 - Bush saúda acordo mas admite que economia americana continua sob pressão

14:45 - Activos do banco Wachovia vendidos ao Citigroup

11:54 - Investidor estrangeiro da Alitalia não deve ser escolhido por critérios políticos

11:50 - Confiança das famílias recupera, mas agrava-se a das empresas em Setembro

11:29 - Falências de bancos afundam bolsas europeias

10:39 - Santander compra depósitos e rede de 200 sucursais do banco Bradford & Bingley

10:16 - Nacionalização parcial do grupo financeiro Fortis é uma solução provisória

09:27 - Bolsa de Lisboa caía e seguia resto da Europa

09:03 - Sérgio Rebelo: "É extraordinário o modo como o dólar resistiu durante esta crise"

08:41 - Grupo Fortis será parcialmente nacionalizado para evitar falência




250.000.000.000
valor, em dólares, da primeira tranche de fundos públicos que irão ser disponibilizados pelo governo norte-americano para acudir aos grupos financeiros dos EUA com dificuldades de liquidez e activos tóxicos.



Acha que a crise financeira internacional vai agravar as taxas de juro praticadas na Europa?
Sim
Não
Não sei

Escreva o código de segurança
para validar a sua escolha





+ inquéritos



Todos os destaques do mundo dos negócios e da Bolsa.










Crise financeira
Economistas portugueses comentam chumbo ao Plano Paulson
29.09.2008 - 21h12
Por Lusa
Entre a confiança, e a irresponsabilidade, vários economistas portugueses comentam o chumbo do congresso norte-americano ao plano Paulson. Leia os comentários de António Nogueira Leite, João Ferreira do Amaral, Vítor bento e Ricardo Reis.

António Nogueira Leite

O economista António Nogueira Leite mostrou-se hoje surpreendido e considerou ser um "erro" a decisão da Câmara dos Representantes em chumbar a proposta de Bush para injectar 700 mil milhões de dólares no sistema financeiro norte-americano.

"Estou um pouco siderado", disse à Agência Lusa Nogueira Leite, acrescentando que, com esta decisão, a não ser que haja um "volte-face, os tempos que aí vêm vão ser muito difíceis".

Nogueira Leite mostrou-se esperançado que o plano "possa ser reformulado" e "ser novamente votado", mas disse desconhecer se, na prática, é possível haver um "golpe de teatro".

"É uma mera suposição", admitiu.

O antigo secretário de Estado do Tesouro e Finanças disse não dispor de toda a informação sobre o chumbo da Câmara dos Representantes, mas ao que tudo indica terão "vingado as teses daqueles que defendiam que o que se estava a passar era um problema confinado ao sector financeiro".

"Penso que isso é um erro. Não só o sector financeiro será ainda mais afectado como as ondas de choque chegarão a todos os sectores da economia global", comentou à Lusa.

Lamentou ainda que o plano tenha sido chumbado depois de ter havido "um esforço tão grande dos dois principais partidos", observando que quem votou contra devia ter a "noção dos impactos" que a decisão vai causar.

A Câmara dos Representantes rejeitou hoje a proposta de Bush por 228 votos contra e 205 a favor.


João Ferreira do Amaral

O economista João Ferreira do Amaral mostrou-se surpreendido com o chumbo do Plano Paulson, mas acredita que ainda será possível encontrar uma solução.

Em declarações à Agência Lusa, o professor do ISEG disse que "pensava que as negociações estavam mais avançadas" e, por isso, fiquei "surpreendido" com o chumbo.

"Vamos ver se ainda é possível", disse Ferreira do Amaral, acrescentando ser necessária uma solução "que estabilizará os mercados".

Note-se que terça-feira e quarta-feira, a câmara dos representantes estará fechada por ser feriado.


Vítor Bento

O economista Vítor Bento considera que o chumbo do Plano Paulson pelo congresso norte-americano é uma "irresponsabilidade em alto grau".

A Câmara dos Representantes rejeitou hoje a proposta de Bush por 228 votos contra e 205 a favor.

O Plano Paulson previa um fundo de 700 mil milhões de dólares para compra de activos de maior risco detidos pelas instituições financeiras norte-americanas.


Ricardo Reis

O professor de economia da universidade americana de Columbia, Ricardo Reis, afirmou hoje que se vai assistir a "uma brutal volatilidade" no sistema financeiro nos próximos dois a três dias e admitiu que "alguns bancos podem falir".

"Estamos perante um cenário muito mau. O plano original do secretário do Tesouro, Henry Paulson, era muito mau, melhoraram-no, pois era preciso fazer alguma coisa para passar no Senado do que não fazer nada", disse à agência Lusa Ricardo Reis, ao telefone a partir da universidade de Columbia, em Nova Iorque.

O economista referiu ainda se tem assistido nos últimos dias a "uma extrema irresponsabilidade", adiantando que a volatilidade "vai ser brutal".

"Na última semana os mercados financeiros apresentaram uma enorme volatilidade e isso não é saudável, nem normal", salientou.

Ricardo Reis defendeu também que é preciso "fazer alguma coisa" e acabar com esta situação "de forma responsável".

O plano do secretário do Tesouro, Henry Paulson, previa que o governo pode recorrer a 700 mil milhões de dólares (cerca de 479,21 mil milhões de euros) para comprar os activos de maior risco detidos pelas instituições financeiras dos Estados Unidos.

Este valor não seria colocado na totalidade à disposição do Departamento do Tesouro, mas antes dividido em fracções.

O presidente George W.Bush poderia usar imediatamente 250 mil milhões de dólares e outros 100 mil milhões.

O Congresso manteria o poder de reter os restantes 350 mil milhões de dólares, caso não concorde com o desenrolar do plano.

A proposta foi chumbada pelo Congresso por 228 votos contra e 205 a favor.
Achou este artigo interessante? Sim
RONALDO ALMEIDA
RONALDO ALMEIDA

Pontos : 10367

Ir para o topo Ir para baixo

A COISA ESTA PRETA Empty Re: A COISA ESTA PRETA

Mensagem por karadiku Seg Set 29, 2008 5:54 pm

RONALDO ALMEIDA escreveu:Fortis espelha crise na Europa
Filip Dierckx, presidente executivo do grupo financeiro Fortis, hoje numa conferência de imprensa...Foto: Thierry Roge/Reuters




29-09-2008 14:24:00
Fortis espelha crise na Europa
Filip Dierckx, presidente executivo do grupo financeiro Fortis, hoje numa conferência de imprensa. O grupo do Benelux vai receber ajuda pública de emergência da Bélgica, da Holanda e do Luxemburgo, após a forte queda dos seus títulos ter gerado grandes problemas de liquidez, decorrentes da crise de crédito nos EUA. Ontem, os governos destes países acordaram injectar 11,2 mil milhões de euros com o intuito de evitar a desestabilização do sector financeiro e o efeito de contágio noutras instituições de crédito. O Fortis anunciou ainda a venda de parte do ABN Amro, adquirida no ano passado. Foto: Thierry Roge/Reuters




22:08 - Bolsa de Nova Iorque afunda-se com rejeição do plano Paulson

21:15 - Obama acredita que Congresso aprovará plano e apela à calma dos mercados

21:12 - Economistas portugueses comentam chumbo ao Plano Paulson

21:09 - Candidato republicano John McCain acusa oponente de não ter capacidade de liderança

21:07 - Presidente da Câmara de Representantes afirma que chumbo não se pode manter

21:05 - Teixeira dos Santos diz que autoridades norte-americanas têm a "responsabilidade" de encontrar uma "solução"

20:55 - Bolsas norte-americanas e petróleo afundam-se com chumbo do plano Paulson

20:44 - Barril de crude desce mais de dez dólares em Nova Iorque

19:12 - Câmara dos Representantes chumba plano de salvamento financeiro

16:47 - Bolsa de Lisboa afunda mais de três por cento em dia de convulsão internacional

16:18 - BCE injectou mais 120 mil milhões na Zona Euro

15:34 - Défice público mantém-se em 2,2 por cento do PIB este ano

15:21 - Sindicatos do pessoal de bordo dizem sim à CAI

15:19 - Nova Iorque reage em forte queda ao plano Bush

14:54 - Bush saúda acordo mas admite que economia americana continua sob pressão

14:45 - Activos do banco Wachovia vendidos ao Citigroup

11:54 - Investidor estrangeiro da Alitalia não deve ser escolhido por critérios políticos

11:50 - Confiança das famílias recupera, mas agrava-se a das empresas em Setembro

11:29 - Falências de bancos afundam bolsas europeias

10:39 - Santander compra depósitos e rede de 200 sucursais do banco Bradford & Bingley

10:16 - Nacionalização parcial do grupo financeiro Fortis é uma solução provisória

09:27 - Bolsa de Lisboa caía e seguia resto da Europa

09:03 - Sérgio Rebelo: "É extraordinário o modo como o dólar resistiu durante esta crise"

08:41 - Grupo Fortis será parcialmente nacionalizado para evitar falência




250.000.000.000
valor, em dólares, da primeira tranche de fundos públicos que irão ser disponibilizados pelo governo norte-americano para acudir aos grupos financeiros dos EUA com dificuldades de liquidez e activos tóxicos.



Acha que a crise financeira internacional vai agravar as taxas de juro praticadas na Europa?
Sim
Não
Não sei

Escreva o código de segurança
para validar a sua escolha





+ inquéritos



Todos os destaques do mundo dos negócios e da Bolsa.










Crise financeira
Economistas portugueses comentam chumbo ao Plano Paulson
29.09.2008 - 21h12
Por Lusa
Entre a confiança, e a irresponsabilidade, vários economistas portugueses comentam o chumbo do congresso norte-americano ao plano Paulson. Leia os comentários de António Nogueira Leite, João Ferreira do Amaral, Vítor bento e Ricardo Reis.

António Nogueira Leite

O economista António Nogueira Leite mostrou-se hoje surpreendido e considerou ser um "erro" a decisão da Câmara dos Representantes em chumbar a proposta de Bush para injectar 700 mil milhões de dólares no sistema financeiro norte-americano.

"Estou um pouco siderado", disse à Agência Lusa Nogueira Leite, acrescentando que, com esta decisão, a não ser que haja um "volte-face, os tempos que aí vêm vão ser muito difíceis".

Nogueira Leite mostrou-se esperançado que o plano "possa ser reformulado" e "ser novamente votado", mas disse desconhecer se, na prática, é possível haver um "golpe de teatro".

"É uma mera suposição", admitiu.

O antigo secretário de Estado do Tesouro e Finanças disse não dispor de toda a informação sobre o chumbo da Câmara dos Representantes, mas ao que tudo indica terão "vingado as teses daqueles que defendiam que o que se estava a passar era um problema confinado ao sector financeiro".

"Penso que isso é um erro. Não só o sector financeiro será ainda mais afectado como as ondas de choque chegarão a todos os sectores da economia global", comentou à Lusa.

Lamentou ainda que o plano tenha sido chumbado depois de ter havido "um esforço tão grande dos dois principais partidos", observando que quem votou contra devia ter a "noção dos impactos" que a decisão vai causar.

A Câmara dos Representantes rejeitou hoje a proposta de Bush por 228 votos contra e 205 a favor.


João Ferreira do Amaral

O economista João Ferreira do Amaral mostrou-se surpreendido com o chumbo do Plano Paulson, mas acredita que ainda será possível encontrar uma solução.

Em declarações à Agência Lusa, o professor do ISEG disse que "pensava que as negociações estavam mais avançadas" e, por isso, fiquei "surpreendido" com o chumbo.

"Vamos ver se ainda é possível", disse Ferreira do Amaral, acrescentando ser necessária uma solução "que estabilizará os mercados".

Note-se que terça-feira e quarta-feira, a câmara dos representantes estará fechada por ser feriado.


Vítor Bento

O economista Vítor Bento considera que o chumbo do Plano Paulson pelo congresso norte-americano é uma "irresponsabilidade em alto grau".

A Câmara dos Representantes rejeitou hoje a proposta de Bush por 228 votos contra e 205 a favor.

O Plano Paulson previa um fundo de 700 mil milhões de dólares para compra de activos de maior risco detidos pelas instituições financeiras norte-americanas.


Ricardo Reis

O professor de economia da universidade americana de Columbia, Ricardo Reis, afirmou hoje que se vai assistir a "uma brutal volatilidade" no sistema financeiro nos próximos dois a três dias e admitiu que "alguns bancos podem falir".

"Estamos perante um cenário muito mau. O plano original do secretário do Tesouro, Henry Paulson, era muito mau, melhoraram-no, pois era preciso fazer alguma coisa para passar no Senado do que não fazer nada", disse à agência Lusa Ricardo Reis, ao telefone a partir da universidade de Columbia, em Nova Iorque.

O economista referiu ainda se tem assistido nos últimos dias a "uma extrema irresponsabilidade", adiantando que a volatilidade "vai ser brutal".

"Na última semana os mercados financeiros apresentaram uma enorme volatilidade e isso não é saudável, nem normal", salientou.

Ricardo Reis defendeu também que é preciso "fazer alguma coisa" e acabar com esta situação "de forma responsável".

O plano do secretário do Tesouro, Henry Paulson, previa que o governo pode recorrer a 700 mil milhões de dólares (cerca de 479,21 mil milhões de euros) para comprar os activos de maior risco detidos pelas instituições financeiras dos Estados Unidos.

Este valor não seria colocado na totalidade à disposição do Departamento do Tesouro, mas antes dividido em fracções.

O presidente George W.Bush poderia usar imediatamente 250 mil milhões de dólares e outros 100 mil milhões.

O Congresso manteria o poder de reter os restantes 350 mil milhões de dólares, caso não concorde com o desenrolar do plano.

A proposta foi chumbada pelo Congresso por 228 votos contra e 205 a favor.
Achou este artigo interessante? Sim
seu ronhas a coisa vai tar preta em uóxintône mesmo em janero 2009 Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy

Quem deu chumbada foi os democrata mesmo, viu? Si todo os democratas estivessem votando as favor e todos os republicano no contra os votos era 235 as favor e 198 nos contra. tu ta pensando que karadiku nao ta sabendo fazer as conta?

karadiku

Pontos : 41

Ir para o topo Ir para baixo

Ir para o topo

- Tópicos semelhantes

 
Permissões neste sub-fórum
Não podes responder a tópicos